Conheça o champagne que será servido na festa do OSCAR

Você sabia que o champagne oficial do Oscar® é o Piper-Heidsieck, uma das mais tradicionais e antigas Maisons de champagne da França?

Acontece hoje, domingo, dia 4, a 90ª cerimônia do Oscar®, prêmio concedido pela Academy of Motion Picture Arts and Sciences, em Hollywood. Para celebrar o mais esperado
prêmio do cinema, a noite será regada a muito champagne Piper-Heidsieck, uma das mais tradicionais e antigas Maisons de champagne da França.


Champagne oficial do Oscar® desde 2015, a Piper-Heidsieck preparou para esta edição uma garrafa exclusiva, na versão Magnum, de 1,5 litro. A elegante garrafa, repleta de arcos dourados que representam a arquitetura Art Déco dos lendários prédios de Los Angeles, homenageia a Sétima Arte e seu grande poder de cativar os cinéfilos. O champagne servido no evento durante a cerimônia e também no Governors Ball, o after-party oficial da Academia, será o Piper-Heidsieck Cuvée Brut, vinho assinatura da Maison.

Apresentada pelo segundo ano consecutivo pelo comediante e apresentador Jimmy Kimmel, a cerimônia já conta com os favoritos para o prêmio mais esperado da noite, o de melhor filme: “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro, é a favorita ao Oscar® 2018 com 13 indicações. “Dunkirk”, com oito nomeações, e “Três anúncios para um crime”, com sete, são seus principais adversários. Veteranos como Meryl Streep e Daniel Day-Lewis, ambos vencedores de três Oscars e novatos como Saoirse Ronan, de “Lady Bird: É hora de voar” e Daniel Kaluuya, pelo “Corra!” figuram a lista dos indicados aos prêmios de melhor atriz e melhor ator.

Sobre Piper-Heidsieck

Fundada por Florens-Louis Heidsieck diante do desejo em criar um vinho digno de rainha, a Piper existe desde 1785. Hoje, é um dos 10 champagnes mais vendidos em todo o mundo, símbolo de excelência e audácia. A Maison é estreitamente ligada ao mundo das Artes, do Cinema e da Moda: desde 1993, é o champagne oficial do Festival de Cannes. Além disso, estilistas mundialmente conceituados, como Jean-Paul Gaultier, Cristian Louboutin e Viktor & Rolf, tiveram participação na produção de artigos de luxo ligados à marca.

No Brasil, os rótulos Piper são importados pela BEV GROUP, nova importadora de bebidas. Piper-Heidsieck Cuvée Brut, Piper-Heidsieck Rosé Sauvage e Piper-Heidsieck Cuvée Sublime Demi-Sec podem ser encontrados nas principais lojas especializadas do país. Além destes, Cuvée de Prestige Piper-Heidsieck Rare Millésime 2002 Brut, considerado o champagne da década, chegou por aqui em quantidade limitada: somente 300 unidades.

www.piper-heidsieck.com

www.facebook.com/champagnepiperheidsieck

www.instagram.com/piper_heidsieck

#PiperHeidsieck

#PiperExperience

Importadora BEV GROUP
www.bevgroup.com.br
Tel.: (11) 3121-4200

Jean Foillard Morgon “Côte du Py” foi destaque em painel de Beaujolais

Ao contrario que muita gente pensa Beaujolais não é sinônimo de BeaujolaisNouveau, o vinho extremamente leve e de vida curta, lançado anualmente na terceira quinta-feira do mês de novembro no mundo inteiro, em uma grande operação logística e de marketing.

Mas a região francesa de Beaujolais, no sul da Borgonha, oferece muito mais ao enófilo. Também chamada de “pequena Toscana”, em virtude de suas magníficas paisagens montanhosas com pedras douradas, nascem por lá vinhos de 12 denominações diferentes. Os melhores exibem nos rótulos o nome de seus 10 Crus – vinhedos de qualidade –  Saint-Amour, Julienas, Chenas, Moulin-à-Vent (mais famoso), Fleurie, Chiroubles (mais elegante), Morgon (o mais encorpado), Regnié, Broully e Côte de Broully.

De característica oposta as demais castas populares, que sustentam seu encanto pela potência, estrutura e profundidade, a Gamay, casta tinta soberana na região com 98% da produção não se preocupa com isso. Apresenta acidez elevada, taninos reduzidos e corpo de leve a média intensidade. No geral, são vinhos deliciosos, frescos, fáceis de beber e com capacidade de acompanhar uma ampla gama de pratos, inclusive peixe. E o melhor, tem preços bem inferiores aos de mesma qualidade da Borgonha. Já a Chardonnay, com 2% da produção, é única casta branca plantada, apresenta vinhos frescos, frutados e florais.

Recentemente no encontro Fraternité de la Coccinelle 🐞, uma confraria de vinhos “naturebas” que participo, tive a oportunidade de provar, lado a lado, quatro dos melhores produtores da regiao –  Chamonard, Foillard, Lapierre e Thevenet. O resultado foi unânime – 2013 Jean Foillard Morgon Côte du Py, o grande destaque.

” 2013 na  região – Safra tardia, os vinhos são estruturados com uma bela expressão aromática e muito frescor.”

2013 Jean Foillard Morgon Côte du Py

Na taça mostrou linda cor, nariz com aromas de frutas vermelhas selvagens com aquela abelhinha (própolis) típica dos naturais. O paladar estava cheio de fruta, além de boa estrutura,  acidez agradável e taninos educados.

Harmoniza com carnes grelhadas, emputidos, cozidos com fígado de vitela, aves ou cordeiro, terrines e peixes de rio e coq au vin.

Valor – 205,00

Onde encontrar –  

Les Jamelles Pinot Noir 2016 – Bom, Bonito e Barato

Responsável por alguns dos mais caros e cobiçados vinhos do mundo, a Pinot Noir é sempre lembrada pela delicadeza, frescor e sutileza de aromas e sabores. Temperamental, prefere climas mais frios para apresentar todo o seu potencial.

Recentemente provei o Les Jamelles Pinot Noir 2016, elaborado na região de Languedoc (França). Eu adorei, considero uma boa opção custo x benefício disponível no mercado e que apresenta as características desta uva de difícil cultivo.

Na taça mostrou um nariz tem aromas de frutas vermelhas, rosas e especiarias. Paladar de corpo médio, macio, com taninos finos e delicados, bem fresco.

Harmoniza bem com peixes gordos como o atum, a garoupa e o salmão, além de carnes brancas, saladas que incluem carne ou com massas e vegetais.

R$ 75 na WineBrands

Domaine de Chassorney Bourgogne Blanc ‘Bigotes’ 2008

Frédéric Cossard não vem de uma família de vignerons. Seu pai trabalhou no comércio de leite e o encorajou a fazer o mesmo, o que ele fez durante dez anos. Frédéric, no entanto, foi atraído pelo comércio do vinho. Antes de fundar Domaine de Chassorney trabalhou como comerciante de vinhos.

Em 1998 comprou uma propriedade em Saint-Romain/Borgonha com 7 hectares e uma adega abandonada.

Começou a elaborar seus vinhos da maneira natural, sem aditivos, incluindo SO2.  O resultado foi incrivel.  Caldos excepcionalmente puros e proporcionando um grande prazer em beber.

Já tive oportunidade de provar alguns de seus rótulos badalados e caros, mas foi com um dos seus vinhos mais simples, Bourgogne Blanc ‘Bigotes’ 100% Chardonnay,  que tive uma das minhas  melhores viagens.

Na taça estava delicioso, intenso, com notas de frutas brancas, cítricos e minerais, e paladar com ótima acidez e uma textura finíssima. Casamento perfeito com uma rodada de frutos do mar. Recomendo a degustação!

É importado pela www.worldwine.com.br – Em torno de R$ 200.

Saúde!