Trata-se de um tipo de vinho gaseificado e que, como os espumantes, também libera bolhas, mas em menor quantidade. Ao contrário dos espumantes que passam por um segundo processo de fermentação, que pode acontecer em tonéis de aço (charmat) ou na própria garrafa (método tradicional, clássico, ou champenoise), resultando na produção de gás carbônico de maneira natural, nos vinhos frisantes, em sua maioria, suas bolhas são obtidas de forma artificial, com adição extra de gás carbônico. Exemplo de vinho frisante que faz muito sucesso no Brasil, talvez pelo seu baixo custo, leveza e simplicidade é o Lambrusco. A indústria brasileira também produz alguns modelos desse vinho despretensioso e alegre.