Pois é amigos, a vida está muito dura. Recentemente estive na casa do meu amigo Alexandre Borges para o churrasco de confraternização do Colégio UP. O cardápio foi churrasco de picanha escoltado por uma garrafa de Domus Aurea “Imperial” 6 litros, diga-se de passagem, o melhor Domus que provei, e olha que foram muitos, mais de 30.

Essa qualidade era previsível, já que o tamanho da garrafa favorece o envelhecimento. Explico, nesse caso a quantidade de oxigênio diminui em relação ao liquido, fazendo com que o processo de evolução do vinho seja menor, garantindo uma vida mais prolongada, além de suportar melhor as mudanças bruscas de temperatura, resultando em uma melhor qualidade aromática e gustativa.

Na taça se mostrou soberbo, visual rubi translúcido com discreta tendência ao tijolo. No nariz a sua “impressão digital”, ou seja, goiabada, mentol, eucalipto e todas aquelas notas acentuadas de um genuíno exemplar do Domus Aurea estavam lá, finalizando com um paladar confirmando as notas do nariz, taninos macios, e acidez adequada. Lindão! Tudo potencializado pelo momento agradável com amigos. Saúde! ST (100)

Eu, Fabio Portela e Alexandre Borges!