Tradição e arte se unem em garrafa inédita criada pelo artista brasileiro de maior projeção internacional

A exclusiva Maison Perrier-Jouët, que possui tradição de mais de 200 anos na produção de champagne em Epernay, na França, convidou o artista plástico Vik Muniz para eternizar mais um capítulo memorável da história da marca com o lançamento da edição limitada Perrier-Jouët Belle Epoque Rosé by Vik Muniz.

Essa será a segunda vez na história da Maison que um artista faz uma releitura da garrafa original, que foi pintada à mão por Emile Gallé em 1902. Desta vez, o  nome convidado foi Vik Muniz, artista brasileiro de maior projeção internacional na arte contemporânea. A inédita coleção contará, no Brasil, com apenas 240 garrafas, uma verdadeira obra de arte dedicada aos apreciadores de champagne e do artista brasileiro. Admirador da marca, Vik Muniz concebeu a ilustração, sem cobrar cachê, unindo as tradicionais anêmonas que adornam cada garrafa de Belle Epoque há mais de um século, à imagem de um beija–flor.

Retirada de uma obra do próprio Vik, a cena retrata o pássaro pairando no ar. A imagem foi aplicada na garrafa por meio de uma placa dourada, dando a impressão que o beija-flor voa em direção às anêmonas. O vidro cristalino permite que o tom salmão do vinho contraponha a delicada e sensual criação. “A conexão com a natureza que Perrier-Jouët tem desde o início, foi minha maior inspiração para criar esta colaboração”, conta Vik Muniz.

O Cellar Master de Perrier-Jouët Hervé Deschamps escolheu a safra 2005 de Belle Epoque Rosé para essa edição especial justamente por ser “o mais delicado e extravagante vinho da coleção Belle Epoque”. É um champagne generoso e voluptuoso cuja complexidade aponta para um vintage de contrastes. Chardonnay, a uva de preferência de Perrier-Jouët, é predominante no blend enquanto o cuvée deve sua riqueza e tom salmão à Pinot Noir. Depois de bons anos envelhecendo na adega da Maison, o resultado é um balanço perfeito entre as características de um ano marcante e o estilo floral e elegante de Perrier-Jouët.

“Os mundos de Perrier-Jouët e Vik Muniz convergem de maneira harmoniosa. Ambos possuem uma elegância natural proveniente da crença compartilhada em relação ao poder da natureza como inspiração, bem como a comum devoção pela arte”, afirma Karen Ehrlich – Grouper das Marcas Super Premium da Pernod Ricard Brasil.

A edição de Perrier-Jouët Belle Epoque Rosé by Vik Muniz estará disponível nas principais delicatessens do País a partir de setembro no valor de R$ 1.650. Os apreciadores de champagne e do artista brasileiro poderão celebrar a chegada da primavera e as festas de final de ano com a exclusiva peça de arte.

Sobre Belle Epoque Rosé 2005

Blend: 50% Chardonnay dos melhores grand crus da Côte de Blancs: Cramant, Avize e Le Mesnil que trazem elegância e frescor floral. Para complementar, a rica Pinot Noir (45%) de Mailly, Ay, Verzy e Rilly. Pinot Meunier (5%) fornece o toque final arredondado.

Sobre Vik Muniz

Nascido em São Paulo, Muniz divide seu tempo entre Nova York e Rio de Janeiro.  Artista plástico e autodescrito como “ilusionista”, criou obras de arte a partir de uma ampla gama de materiais como chocolate, açúcar, lixo e brinquedos, registrando-as com uma câmera. Ao longo dos últimos 15 anos, o extenso portfólio de Muniz tem destaque em exposições individuais nas principais galerias de todo o mundo, como no Metropolitan Museum of Art, em Nova York, no Madri Centro de Arte Reina Sofia e no Pavilhão do Brasil da Bienal de Veneza, na Itália.

Sobre Perrier-Jouët

A história de Perrier-Jouët possui uma aura mítica desde sua origem, em 1811, com o casamento de Pierre Nicolas Perrier e Adéle Jouët. Uma aura única, cristalizada na decoração de suas garrafas pelo design de anêmonas criado por Emile Gallé, gênio da Art Nouveau. E que guardam em seu interior a essência deste mito, pois a qualidade dos champagnes Perrier-Jouët se iguala apenas à sua raridade. Muitos tentaram definir o espírito singular da casa, guardiã das mais finas tradições, além de um gosto por extravagância. Charles Baudelaire parece ter definido este espírito quando escreveu ‘Here all is but order and beauty, quiet luxury andsensual delight’. Sem dúvida ele teria apreciado junto a Oscar Wild — também admirador da casa — uma taça do lendário Perrier-Jouët 1974, que quebrou os recordes de preço da Christie’s, tornando-se o champagne mais caro do mundo. Somente sete chefs de cave se sucederam desde a fundação, garantindo uma meticulosa transmissão de conhecimentos ao selecionar e aperfeiçoar individualmente cada ‘cru’ para criar um cuvée finamente elaborado.