Autoridades brasileiras reconheceram oficialmente Champagne como uma indicação geográfica, o que impedirá os produtores locais chamar os seus vinhos espumantes de “Champagne” no futuro.

França apresentou pela primeira vez o seu pedido de proteção ao nome Champagne no Instituto Brasileiro de Propriedade Intelectual, em 2007. O registro foi finalmente aprovado, esta semana, durante uma viagem à França pelo presidente brasileira, Dilma Rousseff.

A medida vai afetar o produtor brasileiro Peterlongo, que atualmente chama de champanhe, seus vinhos espumantes. Essa prática ocorria desde 1913, quando a vinícola iniciou seus trabalhos. Após um processo movido por uma empresa francesa, a Peterlongo obteve judicialmente o direito ao uso do termo de acordo com a lei 78.835, que agora perde validade.

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