Acabo de ver na pagina do facebook de Ricardo Castilho, diretor da Revista Prazeres da Mesa a seguinte nota: “Agora é oficial. O parecer técnico da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) foi contrario a adoção da salvaguarda para os vinhos, pedido feito pelos produtores nacionais. A questão agora é meramente política, mas parece que o governo Dilma não quer ter esse desgaste. A decisão deve ser anunciada após o segundo turno das eleições. Assim, os amantes dos bons vinhos podem voltar a beber com tranquilidade e a falar dos benefícios da bebida, que comprovadamente faz bem à saúde”.

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NOTA ATUALIZADA:

ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados), A.B.B.A. (Associação Brasileira de Exportadores e Importadores de Bebidas), ABRABE (Associação Brasileira de Bebidas) e IBRAVIN (Instituto Brasileiro do Vinho), realizam nessa segunda-feira, 22/10 (segunda-feira), 11h, na sede da Associação Brasileira de Supermercados, uma coletiva de imprensa para anunciar o fim da Salvaguardas. Na verdade um grande acordo em nome do vinho.

Segundo fonte, o acordo prevê contrapartida com uma série de medidas que vão impactar no consumo do vinho brasileiro. Hoje 1,9 litro por habitante. Dentro das ações, o varejo supermercadista brasileiro vai se comprometer na melhor visibilidade (exposição) dos vinhos nacionais nas prateleiras em todo Brasil. Os produtores nacionais em contrapartida vão parar de solicitar entraves burocráticos para dificultar a entrada de vinhos importados, acabando com a rivalidade, e sim, unindo forças para um mercado maduro cheio de possibilidades.

Viva o vinho!

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