Considerada a segunda uva mais plantada da Itália, é no Piemonte, mais precisamente nas áreas viníferas de Asti e Alba que a Barbera se destaca.

Existem dois estilos de Babera disponíveis no mercado. O primeiro, tradicional, é envelhecido em pipas (grandes toneis de carvalho, que interfere com pouco, conferindo quase nenhum sabor de madeira ao vinho). E o segundo, é mais influenciado pelo carvalho, envelhecido em barricas (barris de carvalhos franceses de 225 litros), normalmente são mais caros.

Embora os dois estilos sejam bons, com exceções é claro, prefiro os de estilo tradicional. Estou ficando cansado dos vinhos vendidos atualmente, embora reconhecer que alguns Barbera envelhecidos em barrica, como o em questão, que passa 24 meses em barricas de carvalho, esteja agradável na taça. Por outro lado a Barbera, uma variedade de uva tinta com uma característica incomum, por praticamente não conter tanino, é favorecida e complementada com os taninos conferidos pelo estagio em pequenas barricas.

A harmonização indicada são pratos de massas, pizzas e qualquer outro alimento tendo como ingrediente molho de tomate.

Avaliação Pessoal: ST (86) Vigne Dei Mastri Galileo Barbera D’Asti DOC 2007 – Itália – Piemonte – Barbera D’Asti – 24 meses em barricas de carvalho francês - 14,5% – Clube de Vinhos Winelands

  • Cor rubi, de boa intensidade e halo aquoso. Aroma intenso de frutas vermelhas (framboesa), toques minerais, florais e de baunilha. Corpo médio, acidez destacada e tanicidade média. Persistência aromática relativamente boa, com certa sobra de madeira, não desabonando o conjunto final.

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