Em homenagem ao seu inventor Eugène Charmat, o método de segundo fermentação em tanque leva o nome de Charmat. Comparado com o método champenoise, o charmat é muito mais rápido e econômico (todo processo de elaboração dura só quatro semanas, podendo ser comercializado no final desse período) e, geralmente consegue-se maior quantidade.

Lembrando que a primeira fermentação é aquela clássica tradicional, que converte uva em vinho, em que o açúcar da uva é transformado, pelas leveduras, em álcool e anidro carbônico. Lembre-se que este último se deixa evaporar. Estes vinhos são chamados de vinhos-bases ou vinhos tranquilos (sem borbulhas).

Os passos do método Charmat são os seguintes:

  • Escolhido o vinho base, da mesma forma do Champenoise, são acrescentados leveduras e açúcar.
  • O anidrido carbônico gerado nessa segunda fermentação fica preso no tanque de aço inoxidável, que obviamente, está fechado sob pressão e em baixas temperaturas.
  • Após formado, o vinho espumante é filtrado sob pressão, para eliminarem-se os sedimentos dessa segunda fermentação.
  • Por último, assim como no chapenoise, acrescenta-se o “licor de expedição”, que vai determinar se é brut, extra brut, etc.

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