Por muito tempo a cerveja e o vinho foram considerados vilões da saúde. E continuam sendo, se ingeridos em demasia. Há alguns anos, porém, extensas pesquisas médicas revelaram o lado benéfico do vinho, atuante na dieta de nonagenários em países europeus. O segredo do vinho — desde que consumido moderadamente — é a presença de substâncias como os polifenóis, que têm ação antioxidante e evitam o câncer. Os polifenóis atuam também como protetores do coração. Reduzem os índices de colesterol ruim, que pode dar origem às placas que se acumulam nas artérias e levam a acidentes cardiovasculares, como infartos e derrames. Mais recentemente, a cerveja e outras bebidas alcoólicas fermentadas demonstraram ter as mesmas propriedades, combatendo diabetes e hipertensão. No caso da cerveja, a substância protetora é o ácido fólico. Ele previne a formação de células cancerígenas e controla o metabolismo da homocisteína, um aminoácido que, em grandes quantidades, aumenta o risco de problemas cardíacos. Julio Vieira, médico epidemiologista do departamento de neurologia da Universidade de Columbia, em Nova York, explica como cerveja e vinho podem ser benéficos, indica a quantidade certa da bebida que pode ser ingerida sem prejuízos à saúde e fala dos perigos do exagero. Confira a entrevista no vídeo a seguir.

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Fonte: Veja ON-LINE