search engine optimizationsubmit websiteemail extractor

Archive for dezembro, 2014

Dez opções de vinhos estão disponíveis nas classes Business Light e econômica das aeronaves A330-200 da Azul Linhas Aéreas Brasileiras para os voos internacionais. A carta, que conta com bebidas originárias da França, Itália, Portugal, Argentina e Estados Unidos, foi composta em uma parceria da companhia com a Wine.com.br, o terceiro maior e-commerce de vinhos do mundo.

“Estamos trazendo alguns dos melhores vinhos do mundo diretamente para o nosso serviço internacional, escolhidos a dedo em conjunto com a equipe de especialistas da Wine.com.br. Esta parceria é uma forma de potencializarmos ainda mais a Experiência Azul de nossos Clientes em ambas as classes das aeronaves que fazem os voos internacionais. Apostamos num serviço refinado e de primeira linha, com opções de vinhos que atendem a todos os gostos”, afirma Gianfranco Beting, diretor de Comunicação, Marca e Produto da Azul.

Na Business Light, os Clientes contam com vinhos como Clos de Los Siete (Argentina), MacMurray Russian River Pinot Noir (Estados Unidos), Champagne Jacquart Brut Rosé (França) e Champagne Jacquart Brut Mosaïque (França). Já na classe econômica, há opções como Fantinel Borgo Tesis DOC Grave Pinot Grigio (Itália) e William Hill Central Coast Cabernet Sauvignon (Estados Unidos). Além destes, também é servido, na Business Light, o vinho de sobremesa Grande Renaissance Sauternes AOC (França).

No dia 19 de novembro participei de um magnifico jantar harmonizado com os Vinhos do Porto Taylor´s, promovido pela importadora Qualimpor, no restaurante Aleixo, aqui na capital capixaba. Para apresentar os vinhos esteve em vitória, Duda Zagari, gerente responsável pelo mercado brasileiro e América Latina (Taylor´s).

A Taylor’s é uma das mais antigas casas de vinho do Porto. De certa forma sua história se confunde com a própria história do vinho do Porto. Desde sua fundação a empresa se manteve independente. Agora, no seu quarto século, cresceu e prosperou, se firmando como uma das casas históricas de vinho mais respeitadas de todo o mundo. Isto foi conseguido através da perseverança, espírito pioneiro e da continuidade de tradição em que sucessivas gerações da família se envolveram.

Duda Zagari

Os privilegiados

Já começamos a noite com grandes vinhos, os Tawnys “10, 20 e 40 nos”. Chamados de Tawny com indicação de idade eles amadurecem em cascos e são resultado de misturas de safras. Podem ser tintos ou brancos, porém os brancos são raros. Nessa categoria um Porto de 1980, por exemplo, pode ser engarrafado com um “Colheita 1980″, ou mesclado com vinhos mais novos e mais velhos formando um Tawny velho, conforme os vinhos e quantidade de cada que foi adicionado ao lote. Na taça o Taylor´s 10 anos mostrou aroma intenso, com notas de figo, passas, madeira e mel. Paladar meio doce, textura muito macia e longo. ST (90)

A indicação “Tawny 20 anos”, por exemplo, indica que a média de idade dos vinhos misturados. Assim este “20 anos” podem conter vinhos com mais de 20 anos e outros com menos de 20 anos, por exemplo. Um vinho mais velho se beneficia normalmente ao ser misturado com um mais novo, ficando mais fresco. Na taça o Taylor´s 20 anos mostrou aroma de mel, especiarias, casca de laranja entre outros. Paladar longo, fresco e cremoso. O mais equilibrado dos três. Show! ST (94)

Na taça o Taylor´s 40 anos mostrou uma cor ligeiramente mais claro que os demais, notas de evolução e textura aveludada. Chama atenção pela complexidade. ST (91)

Partimos para o para um Porto colheita. Os “Colheitas” tem estilos semelhantes do Tawnys com indicação de idade, porém são elaborados com uma única safra. O vinho provado foi o lançamento Taylor´s Colheita 1964 de edição limitada, envelhecido por 50 anos em cascos de madeira antes de ser engarrafado. A empresa promete lançar no próximo ano a safra 1965. Na taça se mostrou exuberante, visual âmbar, aroma complexo com notas de frutos secos, especiarias, de tabaco e de caixa de charuto. No paladar impressiona pelo conjunto equilibrado, aveludado, acidez viva, aporta vida ao vinho. ST (94)

Seguimos com o Taylor´s Vintage 2011, safra considerada histórica, para o estilo de maior prestigio entre os Vinhos do Porto. Somente os melhores vinhos, com maior corpo e cor, nas melhores safras, três a quatro anos por década apenas, são declarados Vintage. Falando em volume, o Vintage representa somente dois a cinco por cento da produção, noa anos em que são produzidos. Eles permanecem em toneis por aproximadamente dois anos até ser engarrafado. Traz sempre o ano da colheita no rótulo, não é filtrado, é longevo, evolui por décadas (alguns mais de um século). Um Vintage novo pode aguentar aberto por vários dias. Na taça mostrou potência de fruta, taninos e acidez, que premiarão a paciência dos que comprarem e guardarem essa garrafa.  ST (97)

Finalmente chegamos ao ponto alto da degustação, provar o Porto Tawny “Taylor’s Single Harvest 1863” produzido com uma única colheita datada do século XIX, pré-filoxera. O produto vem em uma belíssima garrafa de cristal em uma caixa de madeira nobre, somente 1.600 exemplares. Com a colheita datada de 1863, tem um preço de R$ 11,000.00 a unidade. Na taça mostrou um vinho soberbo, cheio de nuances e texturas. Memorável. ST (100)

Com a globalização de estilos os vinhos estão ficando sem brilho. Por isso quando encontro caldos com personalidade, sem maquiagem, de uvas e regiões diferentes, fico feliz da vida. O Domaine de L’Idylle 2013, foi uma grata surpresa na noite de ontem, me fazendo dormir bem.

Elaborado na pequena cidade de Cruet, região de Savoie, na França, com a uva branca Jacquère, autóctone da região, mostrou na taça aromas e sabores exuberantes, floral, fruta fresca (pera e maça), além de mineral, com calcário e rocha. Fecha com bastante frescor e acidez. Simplesmente delicioso. Ideal para as altas temperaturas que vem chegando. ST (92) – R$ 65 na .

Nas 752 páginas, distribuídas em três volumes, Rinaldo Dal Pizzol e Sérgio Inglez de Sousa fazem um amplo relato entre 1620 e 2010

Foram 30 anos recolhendo documentos de fatos relacionados ao universo vitivinícola, ocorridos entre os anos de 1620 e 2010, para a organização do livro Memórias do Vinho Gaúcho, de autoria de Rinaldo Dal Pizzol e Sérgio Inglez de Sousa. Neste ano, o lançamento acontecerá em dois momentos: no dia 15 de dezembro, no Ecomuseu da Cultura do Vinho, em Bento Gonçalves, e no dia 17 de dezembro, na Farsul, em Porto Alegre. No início de 2015 será lançado em São Paulo e nos dias 25 e 26 de fevereiro será apresentado especialmente para o setor vitivinícola em Bento Gonçalves e Flores da Cunha.

O levantamento das memórias começa pelos primórdios da vitivinicultura gaúcha, entre 1600 e 1875, em que trata, por exemplo, dos jesuítas como os primeiros viticultores gaúchos, e se encerra com as grandes transformações do vinho brasileiro entre 1990 e 2000.

Entre os documentos, destacam-se fotos históricas, como o registro, em 1923, de comandantes da Revolução Federalista, entre eles Oswaldo Aranha, Gomercindo Saraiva e Flores da Cunha, embaixo de uma pérgola de videira em Dom Pedrito; e um anúncio da fazenda Quinta do Seival, de propriedade João Marimon e seus filhos, em Bagé, considerado o maior estabelecimento vitivinícola do Estado naquela época. Além disso, a obra traça um perfil do imigrante ítalo-vêneto e resgata informações como a quantidade de vinho que as colônias Dona Isabel e Conde d´Eu, respectivamente hoje Bento Gonçalves e Garibaldi, produziam em 1883. Como fatos mais recentes, o livro trata da criação do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), em 1998, e a primeira Avaliação de Vinhos da Associação Brasileira de Enologia (ABE), em 1993.

O livro Memórias do Vinho Gaúcho, ultrapassa o papel de simples suporte de memórias do segmento e lança elementos para a compreensão da verdadeira  essência da atividade vitivinícola gaúcha, qualquer que seja o ponto de vista: técnico, social, político e cultural. A intenção foi trazer a público o vinho gaúcho enquanto um produto do esforço humano em suas comunidades e vinculado a seus modos de vida, que sempre é carregada de produções simbólicas e de sentidos.

Para Rinaldo Dal Pizzol, o livro pretende chamar a atenção das lideranças que conduzem a economia e a cultura estadual e nacional produzindo análises e reflexões, além de incentivar a comunidade vinícola gaúcha a vasculhar as evidências de seu passado para contribuir com essa história e estimular para que a obra possa ser ampliada, aprofundada e modificada, se for preciso. “Espero que a extensa busca realizada sobre o vinho gaúcho e sua cultura também possam estimular outros setores para que contem suas histórias, pois esse registro é uma forma de difundi-las”, ressalta.

Distribuído em três volumes, que totaliza 752 páginas, a obra é financiada pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, PRONAC 128357. Tem apresentação do escritor Luis Fernando Veríssimo, conta com prefácio ex-ministro da Agricultura Francisco Turra e prólogo do empresário Raul Randon.

O livro Memórias do Vinho Gaúcho foi editado pela AGE Editora. São patrocinadores: Banco Bradesco, Randon, Fras-le, Carraro, Salton, Verallia, Telasul, Meber, Concresul, Toniollo Busnello, SCA e tem como apoiadores a Farsul, Senar e Sebrae.

Autores

Rinaldo Dal Pizzol é natural de Bento Gonçalves (RS) e formado em Ciências Econômicas. Desde 1960 foi diretor de empresas do setor vinícola. Presidiu a União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra) e foi vice-presidente da Festa Nacional do Vinho, em Bento Gonçalves, e da Festa Nacional do Champanhe, em Garibadi. Atualmente preside o Instituto R. Dal Pizzol, atua como consultor de empresas vinícolas no Brasil e do exterior, é diretor da Dal Pizzol Vinhos Finos. O Instituto é responsável pela recente constituição do Ecomuseu da Cultura do Vinho que abriga entre outros atrativos culturais uma bem organizada coleção ampelográfica privada (de videiras), em campo, com cerca de 400 variedades, exposição a céu aberto e sala de exposição de longa duração que estão à disposição dos visitantes.

Sérgio Inglez de Sousa é natural de Piracicaba (SP) e engenheiro mecânico por formação. Dedicou-se ao estudo do vinho viajando por praticamente todos os países produtores das Américas, Europa, África do Sul e Oceania. Tem mais de uma centena de artigos sobre a matéria, publicados nas principais revistas especializadas brasileiras. Ministrou cursos no Senac, foi Presidente da Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho e, dentre seus livros sobre a cultura do vinho, destacou-se Vinho – Aprenda a degustar e a trilogia Vinho Tinto, Vinho Branco, Espumante – o prazer é todo seu. Sérgio é filho e sucessor de uma personalidade ligada à cultura da uva e do vinho, o professor, pesquisador e escritor Julio Seabra Inglez de Sousa; autor do famoso e apreciado livro Uvas para o Brasil, editado pela Cia Melhoramentos, de São Paulo, em 1969.

Amigos, hoje a dica é para quem está procurando um champagne para o brinde da virada do ano, o Réveillon. O Champagne Jacquart Brut Mosaïque Magnum (1500 ml), por R$ 211, ou seja, R$ 105,50 por 750 ml – www.wine.com.br, é sem dúvida, a melhor opção “custo x benefício” do mercado. Na taça mostra um caráter mais leve e fresco, com notas de frutas tropicais, como pêra, maça verde, além de um leve toque mineral e de fermento. ST (90)

Principal crítico de vinhos da América Latina avaliou rótulos brasileiros em passagem pela Serra Gaúcha, no Spa do Vinho

O jornalista e crítico de vinhos mais famoso da América Latina, o chileno Patricio Tapia, aprovou os espumantes brasileiros. Em recente passagem pelo Vale dos Vinhedos, Tapia avaliou os rótulos nacionais na encantadora paisagem do Spa do Vinho & Condomínio Vitivinícola. “É provável que os espumantes brasileiros ainda sejam desconhecidos pelo mundo. E isto é uma pena. A paisagem da Serra Gaúcha, exuberante e dramática, esconde alguns dos melhores espumantes da América do Sul. Borbulhas que, em muito pouco tempo, tiveram um avanço impressionante”, observa crítico.

A convite da Inner Editora e Eventos, que entre outras publicações edita a revista Adega, Tapia degustou mais de uma centena de espumantes nacionais para o Guia Descorchados. ”A gastronomia, a paisagem e, sobretudo, os espumantes, muito superiores aos vinhos tranquilos, certamente serão um grande aporte à próxima edição do Descorchados que, pela primeira vez, incluirá uma seleção das borbulhas brasileiras”, anuncia Tapia. A publicação circula nos Estados Unidos, Canadá, México, China, Chile, Argentina, Uruguai e Brasil. No Canadá, por exemplo, é referência importante para o monopólio estatal que compra vinhos e espumantes do mundo todo.

O publisher da Inner, Christian Burgos, trouxe Tapia à Serra Gaúcha com a intenção de realizar um amplo panorama da indústria brasileira no seu produto mais competitivo: o espumante. “Apresentar as joias da vitivinicultura de nosso país a Patricio Tapia e poder debater o passado, o presente e o futuro dos espumantes brasileiros foi um privilégio. Daquelas coisas que nos perguntamos por que não fizemos antes”, comenta Burgos. “Fico feliz de podermos contribuir para que os espumantes brasileiros ampliem seu reconhecimento e vendas também no exterior”, acrescenta o empresário, salientando que foi uma caminhada sólida e sem fogos de artifício até se chegar a estreia dos espumantes nacionais no Guia Descorchados.

Histórico

Formado em Jornalismo pela Universidade do Chile e diplomado em degustação e enologia na Faculdade de Enologia da Universidade de Bordeaux, Patricio Tapia é hoje o principal crítico de vinhos sul-americanos. Desde 1999, o chileno publica o Guia Descorchados, uma referência do que ocorre na América Latina, avaliando milhares de rótulos do Uruguai, Argentina e Chile. Tapia também escreve e degusta para as revistas Decanter e Wine & Spirits. 

Há quatro anos, Patrício e Inner são sócios na edição em português. Agora, os espumantes brasileiros entrarão definitivamente no radar de Tapia. “Dez anos acompanhando a indústria vitivinícola com a Adega, quatro anos produzindo o Descorchados em português junto com Patricio e quatro anos degustando uma ampla gama de vinhos brasileiros para a publicação do Guia Adega de Vinhos do Brasil nos trouxeram a este momento”, diz Burgos.

Como prometido segue o segundo capítulo do Aprendiz de Sommelier apresentado por Didu Russo editor do blog www.didu.com.br. Para quem perdeu o primeiro capítulo > http://www.vivendoavida.net/?p=34676. O intuito é de ajudar pessoas que se interessam por vinho e muitas vezes não têm condições de fazer um curso, seja por falta de dinheiro, ou por falta de tempo ou ainda por não ter cursos em suas cidades.

Pois é amigos, a vida está muito dura. Recentemente estive na casa do meu amigo Alexandre Borges para o churrasco de confraternização do Colégio UP. O cardápio foi churrasco de picanha escoltado por uma garrafa de Domus Aurea “Imperial” 6 litros, diga-se de passagem, o melhor Domus que provei, e olha que foram muitos, mais de 30.

Essa qualidade era previsível, já que o tamanho da garrafa favorece o envelhecimento. Explico, nesse caso a quantidade de oxigênio diminui em relação ao liquido, fazendo com que o processo de evolução do vinho seja menor, garantindo uma vida mais prolongada, além de suportar melhor as mudanças bruscas de temperatura, resultando em uma melhor qualidade aromática e gustativa.

Na taça se mostrou soberbo, visual rubi translúcido com discreta tendência ao tijolo. No nariz a sua “impressão digital”, ou seja, goiabada, mentol, eucalipto e todas aquelas notas acentuadas de um genuíno exemplar do Domus Aurea estavam lá, finalizando com um paladar confirmando as notas do nariz, taninos macios, e acidez adequada. Lindão! Tudo potencializado pelo momento agradável com amigos. Saúde! ST (100)

Eu, Fabio Portela e Alexandre Borges!

Está no ar mais um saboroso clube de assinaturas no país. Em outubro a Delicaterie abriu as portas para assinantes que queiram desfrutar as novidades e a diversidade do universo gastronômico apostando No envio mensal de itens com apelo gourmet.

A cada mês, um kit com cinco produtos garimpados entre temperos especiais, molhos, doces, snacks, bebidas, alimentos para cozinhar ou ainda acessórios e pequenos utensílios para cozinha serão enviados aos associados. Além de receberem informação específica sobre os itens, se deliciarem com a seleção, conferirem receitas e notícias através do portal, os assinantes podem opinar sobre cada um dos artigos recebidos em sua DeliBox e serem recompensados por isso. Os feedbacks realizados rendem pontos que podem ser trocados por outros produtos disponíveis na loja virtual da Delicaterie.

Com funcionamento web based, o clube segue a tendência de aliar o serviço de curadoria de produtos, tecnologia e praticidade que marcam os clubes de assinatura que se consolidaram nos mercados norte-americanos e europeu. No Brasil, nos últimos cinco anos se tornaram bem conhecidos os clubes de vinhos, cervejas, cosméticos e variações no segmento de alimentação entre uma ampla gama de artigos. Segundo levantamento do Instituto Garner, até 2015, haverá um incremento de 40% nesse modelo de negócio no país. A Delicaterie por sua vez, está focada no aumento de interesse da gastronomia diferenciada, mirando na expansão dos “chefs” amadores ou profissionais.

“A Delicaterie aposta na prazer de compartilhar bons momentos com a família e amigos ao redor da mesa, apresentando ingredientes, temperos e mesmo pequenos utensílios domésticos que deixam as refeições especiais”, observa a executiva de operações da empresa Janine Basso Lisboa. Segundo ela, o clube busca oferecer a seus associados itens nem sempre disponíveis em supermercados, mas característicos de empórios e delicatessens, ou ainda, garimpar alimentos típicos e restritos à apenas algumas regiões.

“Temos o cuidado de selecionar produtos inusitados com outros de perfil mais tradicional, mas sempre com apelo gourmet ou de diferenciação, como itens orgânicos pois a boa gastronomia também passa por alimentos saudáveis e ambientalmente sustentáveis”, argumenta a executiva de relacionamento, Martha Caus.

Curadoria DeliBox de Novembro

A DeliBox enviada no mês de novembro para os integrantes do clube trouxe em sua seleção de itens um inovador Relax Drink. O Slow Cow Mind Cooler segue a proposta contrária dos tradicionais energéticos. Com uma composição a base de ervas naturais, busca acalmar a mente para focar no que é realmente prioritário. A massa penne integral com Chia, da Mosmann Alimentos é rica em Ômega 3, contando apenas com ingredientes naturais, isenta de sódio e alto teor de fibras, trazendo equilíbrio entre a alimentação funcional e a riqueza no paladar. O sabor marcante do tradicional molho pesto italiano ganha ainda mais relevância com a utilização do queijo de ovelha pecorino toscano e castanha de caju, elaborado pela Casa da Ovelha. Completando o kit, uma receita uruguaia de bolachas, nos sabores menta, coco ou laranja, cobertas com o renomado chocolate artesanal da Serra Gaúcha da Mukli Alfajores, faz par com a geléia artesanal de alecrim da Doces Carmem, que confere um toque gourmet à refeições e aperitivos.

E, para presentear os assinantes que entraram para o clube em seu segundo mês de funcionamento, a Forma Inox disponibilizou um brinde em parceria com a Delicaterie: o espaguetômetro, um medidor de porção de massa para facilitar o cálculo da quantidade a ser cozida de acordo com o número de pessoas presentes à mesa.

Como integrar o clube:

A Delicaterie oferece o plano mensal, com valor de R$ 69,90, com frete incluso para os estados da região Sul do país. Para períodos maiores de assinatura há descontos progressivos: R$ 67,90 para seis meses e R$ 65,90 para um ano. Nas remessas para o Sudeste há um acréscimo de R$ 10 de frete e, para o Norte e Nordeste, de R$ 20.

As assinaturas podem ser feitas pelo site www.delicaterie.com.br, com pagamento por cartão de crédito.

Os assinantes também tem a opção de presentear amigos e familiares com uma DeliBox, assinalando esta opção e preenchendo um formulário com os dados da pessoa a ser presenteada.

Acesse: Delicaterie.com.br

Facebook: facebook.com/delicaterie

Instagram: @delicaterie - #Delicaterie e #DeliBox

Os melhores rótulos de cada uma das 22 categoria serão divulgados no Anuário Vinhos do Brasil 2015

A Grande Prova Vinhos do Brasil, maior degustação às cegas do país, tem início na próxima semana, com curadoria do jornalista Marcelo Copello, e um qualificado corpo de jurados. A bateria, que chega à sua quarta edição, deverá reunir mais de 1,5 mil garrafas para serem degustadas, de 8 a 12 de dezembro, no Rio Othon Palace Hotel, em Copacabana. As amostras serão organizadas em 22 categorias, das quais sairá a classificação dos melhores vinhos do Brasil disponíveis no mercado. Uma das novidades desta edição é a participação, como jurado, do único Master Sommelier da língua portuguesa, João Pires, nascido em Moçambique e radicado em Londres.

Em sua última edição, em 2013, participaram 109 vinícolas e mais de 850 rótulos foram avaliados, um recorde de participação.  “O que já foi uma vitória, pois o próprio consumidor desconhecia o fato de o país ter tantas variedades da bebida”, diz Copello. Até o momento, mais de 110 vinícolas estão inscritas. As inscrições encerram no sábado (6).

Os vencedores de cada categoria serão divulgados no Anuário Vinhos do Brasil 2015, uma publicação bilíngue, editada em parceria entre o grupo Baco Multimídia e o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), trazendo um panorama completo da indústria do vinho brasileira, das regiões produtoras, das variedade e do enoturismo.

Segundo o gerente de Promoção do Ibravin, Diego Bertolini, o diferencial da prova é expor rótulos que já estão disponíveis no mercado. “É uma degustação com padrões internacionais, e queremos levar esses resultados ao trade, ao consumidor. O Anuário é uma grande ferramenta de divulgação, tanto no mercado interno quanto no mercado externo”, diz. A publicação é distribuída em mais de 100 postos e embaixadas pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE).

“O melhor desta iniciativa é acompanhar o crescimento em número e qualidade dos vinhos brasileiros, podendo apresentar ao mercado um resultado que encanta a todos, em especial a alguns que ainda desconhecem o fato de termos tantas vinícolas, rótulos e uma indústria em ascensão”, relata Sergio Queiroz, um dos organizadores do evento.

O júri é composto por profissionais de vários estados e convidados internacionais. O grupo conta com representantes do comitê de enologia do Ibravin, da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS), de jornalistas especializados e de sommeliers premiados.

A dinâmica, o regulamento e as etapas podem ser consultados no site www.riowineandfoodfestival.com.br/prova-brasil/.

Os jurados:

O grupo de 21 jurados inclui nomes como: os portugueses João Pires, único Master Sommelier da língua portuguesa, radicado em Londres, e José Santanita, sommelier português da empresa Wine Senses; Gilberto Pedrucci (Sindivinho/Ibravin), Ricardo Farias (presidente da Abs Rio); Célio Alzer (consultor do supermercado Zona Sul); Deise Novakoski (sommelier e colunista de O Globo); o jornalista Bruno Agostini; Thiago Roberto (eleito Sommelier do Ano 2014, no concurso realizado pelo Rio Wine and Food Festival, em parceria com a ABS-Rio), o enólogo André Perez Júnior, além de Sergio Queiroz (Grupo Baco Multimídia) e Marcelo Copello (grupo Baco Multimídia), que preside o júri.

Conheça as categorias que serão avaliadas:

1. Espumante Brut branco
2. Espumante Brut rose
3. Espumante Extra-Brut, Nature branco
4. Espumante Extra-brut, Nature rose
5. Espumante Prosecco/Glera
6. Espumante Moscatel e demi-sec, branco
7. Espumante Moscatel e demi-sec rose
8. Branco Chardonnay
9. Branco Sauvignon Blanc
10. Branco Gewurztraminer
11. Branco Riesling itálico
12. Branco de outras castas e cortes brancos
13. Tinto Cabernet Sauvignon
14. Tinto Merlot
15. Tinto Tannat
16. Tinto Pinot Noir
17. Tinto Cabernet Franc
18. Tinto Marselan
19. Tinto de outras castas
20. Cortes tintos
21. Rosés
22. Doces e fortificados