search engine optimizationsubmit websiteemail extractor

Archive for dezembro, 2013

Vinho eleito pela Wine Spectator o Melhor Custo x Benefício de 2013 está disponível para venda no Brasil ao preço de 69 reais.

A classificação se baseia em avaliar os vinhos com preço sugerido até $18 nos EUA que obtiveram até 92 pontos WS.


Acabo de receber um email da loja on-line Via Vini oferecendo o Nº1, vinho Italiano Sada Intergolo 2010, Toscana, corte de 60% Cabernet Sauvignon e 40% Montepulciano. Não provei, mas a referência é confiável. Compre aqui.

Vitória ganha mais um espaço destinado aos apaixonados pelo mundo Gourmet. Localizada no interior do OK Hipermercado na reta da penha, a adega conta com cerca de 1200 rótulos de vinhos e também 200 rótulos de cervejas especiais. O local ainda oferece uma delicatéssen com varias opções de queijos, embutidos, massas, molhos e tudo mais para acompanhar sua bebida preferida. Os preços estão muito atrativos.

Além da sala Vip (foto acima) com capacidade para cerca de 20 pessoas (reserva antecipada), os clientes podem consumir vinhos, cervejas e demais produtos no local sem acréscimo no preço.

Orly (foto acima) é que comanda o espaço.

Serviço: Segunda a quinta, das 8 às 22h, sexta e sábado, das 8 às 23 h. Aceita todos os cartões. Av. Reta da Penha, 2150, Master Place Mall, Santa Luzia, Vitória. Telefone: 99719.1529

Acabo de provar o Miolo Lote 43 2011 (14%), um corte tradicional de 40% Cabernet Sauvignon e 60% Merlot, que já tinha provado uma amostra de barrica em vertical histórica na vinícola em 2012, relembre aqui. Somente produzido em safras excepcionais com as uvas provenientes do Vale dos Vinhedos (RS), o Lote 43 é uma homenagem o patriarca da família, Giuseppe Miolo, que se instalou no lote de número 43 quando chegou ao Brasil, vindo da Itália, em 1897.

Na taça impressiona, mostra que o Brasil já elabora vinhos tintos de muita qualidade. Aroma intenso e complexo. Notas de frutas vermelhas e negras, florais, minerais e uma madeira sutil, participando apenas como coadjuvante. Boca macia, fresca, com ótima acidez, chamando para mais uma gole. Estruturado. Longo e equilibrado. Um vinho sem excessos, que escoltou muito bem mesmo um rodizio variado de carnes. Em minha opinião é um dos 5 melhores vinhos brasileiros. Nota: 92/100 | R$ 100

Recentemente provei o Passadouro Reserva 2009 (14,5%), um tinto português da região do Douro, elaborado pelo enólogo Jorge Serôdio Borges, sendo 80% dele com mais de 20 uvas de vinhas velhas com mais de 60 anos, 100% pisado a pé em lagares de granito. Amadureceu por 18 meses em barricas de carvalho francês, sendo 80% novas e 20% usadas. Produção de somente 3.800 garrafas. Teve varias premiações, entre elas, 92 (RP), 93 (WS), 5 estrelas Decanter. Produção de apenas 3.800 garrafas.

Na taça mostrou a potência característica dos vinhos do Douro, muita fruta, além de notas florais, minerais, balsâmicas e de baunilha. Melhorou muito com o tempo. Paladar gordo, com ótima acidez e taninos vivos. O tipo de vinho que enche a boca e deixa um retrogosto longo e gostoso. A pesar de ainda novo é equilibrado e elegante. Nota: 94/100 | R$ 200 na Adega Alentejana

Brunello di Montalcino Coldi Sole 2006 (375ml), 14%, Visual granada com reflexo alaranjado, límpido e brilhante. No nariz apresenta notas complexas lembrando ervas, ameixa, pitanga e uma baunilha sutil muito agradável. O paladar é macio, elegante, com grande harmonia entre a acidez e o teor de álcool, retrogosto confirmando o nariz. Longo. Delicia! R$ 172 aqui.

Delicioso Anselmann Ortega Trockenbeerenauslese (TBA) 2005, um de sobremesa do Alemão, parente dos Sauternes e Tokajs, elaborado com uvas infectadas Pela Botritis (podridão nobre). Na taça se mostrou aromático e untuoso, casca de laranja e mel. Acidez viva e muito intensa, que consegue dar equilíbrio num vinho único. Tudo Combinado com Sobremesas como gentilmente oferecidas pela Chef do Vitória Bistrô, Silvia Lins. Combinou bem com um bolo de laranja. Nota: 94/100 – R$ 230,00 na Ville du Vin.

Na noite de ontem provei o vinho brasileiro Dom Cândido 4ª Geração 2009 (13%), Vale dos Vinhedos (RS). É elaborado 100% com a uva de origem francesa Marselan (cruzamento entre a Cabertnet Sauvignon e Grenache), em comemoração a quarta geração da família. Na taça apresentou uma coloração intensa, aromas que remetem a frutas negras e especiarias. Paladar macio, frutado e, sobretudo, equilibrado. Nota: 90/100 – Custa R$60 no site.  

A falsificação de vinhos é um grande negócio, gerando um lucro milionário aos picaretas e um prejuízo do mesmo tamanho aos produtores e consumidores. A solução encontrada por um produtor de cortiça italiano vai revolucionar o mercado dos grandes vinhos, evitando a falsificação e também o roubo. Em cada rolha é impresso um código, como impressões digitais, que permitem que os consumidores de vinho acessem toda a história do vinho através de um aplicativo de smartphone, criado pela empresa Brentapack. O sistema é chamado IDCORK. Assista ao vídeo abaixo.

A região do Alentejo no sul de Portugal é desenhada em uma linda paisagem, plana, com muitas florestas de sobreiros, responsável por 80% da produção de rolhas do mundo e dividida por várias sub-regiões, entre elas está Reguengos de Monsaraz, que pode ser identificada nos rótulos.

Várias uvas autóctones e algumas estrangeiras fazem parte do corte se seus vinhos. Entre as mais tradicionais estão Trincadeira, Aragonez, Alicante Bouschet (francesa), Moreto e a Castelão Francês. Ainda podemos encontrar outras, Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e a Syrah, que vem se dando muito bem por lá. Entre as brancas estão Antão Vaz, Arinto (Pedernã) e Fernão Pires (Maria Gomes).

Como em qualquer região vinícola, existem vinhos de vários níveis, desde os mais simples, aos topo de gama, verdadeiros néctar dos deuses. Hoje apresento os vinhos da Tapada do Fidalgo (marca feita exclusivamente para o Brasil – importado de Adega Alentejana) elaborados com uvas de vinhas próprias em Monte dos Perdigões, uma fazenda onde se localiza a adega.

A vinícola é propriedade de Henrique Granadeiro, executivo em grandes empresas portuguesas, nascido no Alentejo e apaixonado pela sua terra e pelos vinhos alentejanos. Faz parte do Conselho de Administração da Fundação Eugénio de Almeida desde 1987. A sua atuação foi e é fundamental para o crescimento contínuo que a Fundação Eugénio de Almeida alcançou nestes últimos 20 anos. Com esse currículo fica fácil de entender…

Os vinhos com preços entre “35 e 160 reais” foram apresentados ontem na Wine Store Carone, sob o comando Miria Carvalho, representante da importadora e Claudio Martins, diretor comercial da vinícola.

Tapada do Fidalgo Branco 2011 (13,5%) | Antão Vaz e Verdelho.

  • Aroma com muitas frutas tropicais, como abacaxi em calda e também algo de mel. Seguiu no mesma linha em boca. Sedoso, macio e fresco. Ideal para o verão que já bate na porta. R$ 35,00 | Nota: 84/100

Tapada do Fidalgo Rosé 2012 (13%) | Castelão, Syrah e Touriga Nacional

  • O rosé continua na moda, melhorando a cada dia em muitos países, entre eles se destaca Portugal. Esse rótulo, muito elogiado na prova, mostrou um visual cereja vivo, aroma intenso, frutado, lembrando groselha. Continuou encantando na boca. Chamou atenção pela concentração de sabores que se manteve até o final. Ao mesmo tempo encorpado e refrescante, com ótima acidez. R$ 35,00 | Nota: 87/100

Tapada do Fidalgo Tinto 2011 | (14%) – Alicante Bouschet, Aragonez, Tinta Caiada e Trincadeira – Vinificação ocorre parte em cubas de inox e parte em balseiros de Carvalho Francês –
Indicado pela Revista de Vinhos em Portugal como “Boa Compra”. 

  • Visual granada, aroma intenso lembrando frutas vermelhas maduras, com algumas nuances florais. Paladar macio e redondo. Um vinho simples, fácil de beber. Para o dia-dia. R$ 35,00 | Nota: 85/100

Tapada do Fidalgo Reserva Tinto 2008 | (14%) – Alicante Bouschet, Aragonez e Tricadeira – 12 meses em barricas de carvalho francês – Eleito vinho tinto do ano pela revista Gula 2011. 

  • Um vinho alentejano de muita classe. Aroma com algo de fruta fresca, lembrando alcaçuz, licor de cacau e especiarias. O ponto positivo foi sua evolução, que foi ficando mais intenso com mais tempo na taça. Paladar elegante, austero e longo. R$ 60,00 | Nota: 90/100

Poliphonia Signature Tinto 2009 | (14,5%) – 18 meses em barricas novas de carvalho francês seguido de 1 ano em garrafa – Eleito Melhor Vinho Tinto no Concurso Mundial de Bruxelas 2012.

  • As cegas falaria ser do novo mundo. Potente, concentrado e com toque bem nítido de madeira (muito bem colocada, não passando por cima da fruta). Um corte nada habitual de uvas de origem francesa que se adaptaram muito bem por lá: Syrah, Alicante Bouschet. O resultado da mistura agradou. Visual escuro com aroma intenso, com notas de coco, mas também de frutas. Evoluiu para caramelo. No paladar apesar da alta graduação, o álcool não aparece tanto. Final longo, com retrogosto intenso, mais uma vez marcado pelo coco. R$ 160 | Nota: 94/100

Já está disponível no Brasil a Vernissage, uma embalagem de vinho BAG-IN-BOX em forma de bolsa feminina sofisticada, que foi criada pela designer sueca Sofia Blomberg. Segundo o fabricante o sabor do vinho é mantido após 1 mês de aberto. A Vernissage apresenta algumas opções: Chardonnay / Viognier, um Syrah / Cabernet Sauvignon mistura, e um rosé Syrah produzidos em uma das vinícolas mais modernas do norte da Europa, a Nordic Sea Winery in Simrishamn.  Uma boa dica para presentear no natal. Custam R$ 149,00 aqui.