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Archive for setembro, 2013

RED OBSESSION é um filme - documentário que explica o que é Bordeaux hoje e o que será no futuro atingindo preços inimagináveis. Entenda a magia do terroir único de Bordeaux, o mercado de futuros, o vinho como wine commodity de luxo e a voracidade asiática pelos clarets bordaleses.

Na opinião de Patricio Tápia e do enólogo Héctor Riquelme, autores do mais respeitado Guia de vinhos chilenos (Descorchados), os melhores brancos de 2013 são:

Los mejores blancos del año

95 Casa Marín Cipreses Vineyard S. Blanc 2011 Lo Abarca $18.900
95 Concha y Toro Terrunyo S. Blanc 2011 Casablanca $9.900
94 Aquitania Sol de Sol Chardonnay 2009 Malleco $19.900
94 Bodegas RE Re Chardonnoir 2011 Casablanca $18.000
94 Calyptra Gran Reserva Chardonnay 2009 Cachapoal $13.000
94 Concha y Toro Terrunyo T. Bottles S. Blanc 2011 Casablanca $12.900
94 Concha y Toro Amelia Chardonnay 2011 Casablanca $14.990
94 De Martino Single Vineyard Quebrada Seca Chardonnay 2010 Limarí $13.900
94 Maycas del Limarí Quebrada Seca Chardonnay 2010 Limarí $14.990
94 Tabalí Talinay Chardonnay 2011 Limarí $13.990
94 Tabalí Talinay S. Blanc 2012 Limarí $13.990
94 Tamaya Winemaker’s Gran Reserva S. Blanc 2011 Limarí $9.990
94 Tara White Wine 1 Chardonnay 2011 Atacama $24.000
94 Viña Ventolera Ventolera S. Blanc 2011 Leyda $9.500
94 William Fèvre Chacai Chardonnay 2011 Maipo $24.900

A harmonização de comida japonesa com vinho é discutível e complicada, mas não impossível. Ingredientes usados em seu preparo, como wasabi (raiz forte), gengibre, gergelim e shoyu, são algumas barreiras. Buscando aprender essa combinação na prática, participei de uma degustação comandada pelo sommelier Boris Acevedo, agora responsável pelo serviço de vinhos no restaurante Musashi, em Jardim da Penha, onde aconteceu o evento.

Pude comprovar que a comida japonesa aceita a companhia de vários estilos de vinhos, entre eles, espumantes, brancos, rosés e tintos selecionados com atenção.

Sommelier Boris Acevedo

Começamos os trabalhos com um sunomono (conserva em molho agridoce de pepino, kani e polvo) e com shimeji (cogumelos puxados na manteiga com shoyu e açúcar). Eu escolheria harmonizá-los com um bom branco espumante brut brasileiro, fresco e frutado. Porém, o Sauvignon Blanc chileno sem passagem por madeira selecionado para o jantar cumpriu seu papel. Não “cresceu” o prato, mas não atrapalhou.

Santa Augusta Brut – R$ 39,00 – Onde: Supermercado São José

  • Pérlage de bolhas médias para finas, com boa persistência .Aroma muito bom, fresco e intenso, lembrando maçã verde e frutas cítricas. Na boca, é leve, frutado e muito refrescante. 12% de álcool.

O sushi de hadoque selado ao molho de maracujá e o hot maki hadoque, enrolado em massa folhada com recheio do peixe, de salmão e de cream cheese, precisam de um branco fresco. Afinal, sal e taninos são inimigos. O Riesling alemão apresentado foi bem, porém, um pouquinho a mais de acidez ficaria melhor. Evite brancos amadeirados e intensos, pois podem sobrepor o prato.

Lidio Carraro Faces Branco FIFA World Cup – R$ 39 – Onde: Wine.com.br

  • Chardonnay, Moscato e Riesling Itálico, com aromas florais, cítricos e de melão. Equilibrado, fresco, com um leve adocicado. Boa persistência final. 13% de álcool.

Cloudy Bay Sauvignon Blanc 2012 – R$ 149 – Onde: Ville du Vin

  • Notas poderosas cítricas, de maracujá e de ervas. Paladar suculento, com uma acidez cortante, equilibrada, gerando frescor. Um dos melhores Sauvignon Blanc que provei. 13,5% álcool.

O gunkan de salmão com geleia de morango e o sashimi de salmão formaram uma bela parceria com o rosé. Para essa combinação, opções não faltam: dos mais encorpados, alguns mais intensos, aos ligeiros e frescos, ideais para se beber despretensionamente. Nesse caso, os mais indicados são os de maior dulçor e acidez, como o californiano degustado.

Calcu Rosé Reserva 2012 – R$ 45 – Onde: Buywine.com.br

  • Aromas florais e de frutas vermelhas. Corpo médio, macio, e acidez correta. Muito equilibrado. Persistência aromática relativamente boa. Final fresco, agradável e sem amargor. Rosé delicioso, fácil de beber. 12,5% de álcool.

Com tintos, a harmonização é mais complicada. Mas se for um com poucos taninos (aquela sensação que amarra a boca), é tiro certo. O tartare de atum e o sashimi de atum selado com molho teriyaki e gergelim tostado foram bem com um Pinot Noir da Califórnia. Pode ser também com um da Borgonha, da Argentina, do Chile, do Brasil; ou também com um Rioja (Espanha) envelhecido.

Salton Volpi Pinot Noir 2012 – R$ 29,90 – Onde: Supermercado Carone

  • Visual rubi claro, aroma com destaque para frutas vermelhas. Paladar leve e frutado, mas intenso, incrementado por uma ótima acidez. Sabor prolongado. Final agradável, sem amargor. 13% de álcool.

Para adoçar a vida!

Essa degustação confirmou que é preciso ousar, quebrar regras. O gosto é subjetivo, e nem sempre o indicado nos livros é o melhor na prática. A seguir, indico opções de bom custo para você brincar de harmonizar com sushis e sashimis. Saúde!

Restaurante Musashi

Avenida Anísio Fernandes Coelho, 41 – loja 3 | Bairro: Jardim da Penha | Cidade: Vitória | CEP: 29060670 | Telefone: 3235-1891 | Lugares: 78 | Horário: 12h/16h e 18h/0h (seg. só jantar)

C. Crédito:    | C. Débito:    | Serviços:    

Na opinião de Patricio Tápia e do enólogo Héctor Riquelme, autores do mais respeitado Guia de vinhos chilenos (Descorchados), os melhores tintos de 2013 são:

  • Clos Quebrada de Macul Domus Aurea 2008, Maipo – 96 pontos
  • Concha y Toro Carmín Carmenère 2010, Peumo – 96 pontos
  • Carmen Gold Reserve Cabernet Sauvignon 2010, Maipo – 95 pontos
  • Concha y Toro Terrunyo Cabernet Sauvignon 2010, Pirque – 95 pontos
  • Almaviva 2010, Maipo – 94 pontos
  • Antiyal 2010, Maipo – 94 pontos
  • Aquitania Lázuli 2004, Maipo – 94 pontos
  • Bodegas RE RE Cabergnan 2009, Loncomilla – 94 pontos
  • Calyptra Zahir Cabernet Sauvignon 2009, Cachapoal – 94 pontos
  • Casa Marín Miramar Vineyard Syrah 2010, Lo Abarca – 94 pontos
  • Concha y Toro Terrunyo Syrah 2010, Casablanca – 94 pontos
  • Concha y Toro Terrunyo Carmenère 2010, Peumo – 94 pontos
  • De Martino Single Vineyard Limávida 2010, Maule – 94 pontos
  • Haras de Pirque Character Syrah 2010, Maipo – 94 pontos
  • Intriga Cabernet Sauvignon 2010, Maipo – 94 pontos
  • Montsecano Montsecano Pinot Noir 2011, Casablanca – 94 pontos
  • Reserva de Caliboro Erasmo Selección de Barricas 2010, Maule – 94 pontos
  • Santa Rita Casa Real Cabernet Sauvignon 2008, Maipo – 94 pontos
  • Santa Rita Pehuén Carmenère 2008, Apalta – 94 pontos
  • Santa Rita Triple C 2008, Maipo – 94 pontos
  • Ventisquero 2010, Pirque – 94 pontos
  • Viñedo Chadwick 2010, Maipo – 94 pontos

Mais uma vez a Confraria Vivendo a Vida se reuniu no Bistrô “Sonho da Pulga” para jogar conversa fora, apreciar bons vinhos, e uma gastronomia de primeira, que foi elaborada pelo dono da casa, o confrade Dr. Flavio Maraninchi.

Apreciamos um belo Chateaubriand Steak ao molho poivre + risoto de grana RAR, ideal para acompanhar vinhos encorpados e complexos.

O Brunello di Montalcino é um dos melhores vinhos italianos e da Toscana, e um dos primeiros a receber a classificação maior, DOCG . Sua qualidade está no mesmo nível de outros grandes vinhos tintos do Piemonte, Barolo e o Barbaresco. Por lei, precisa ser composto por 100% da uva Sangiovesi Grosso, cultivadas com um rendimento máximo de oito toneladas de uva por hectare, possuir um teor alcoólico de 12% e amadurecer pelo menos por 50 meses antes de ir ao mercado. Para os de qualificação “Riserva”, o período mínimo em barricas é de 62 meses. O nome Brunello é o termo local usado para nomear a uva Sangiovese Grosso, autóctone da região. A palavra “bruno” significa “escuro”, e a Brunello é assim chamada por causa da casca escura.

Em degustação às cegas segue a minha avalição dos vinhos:

2007 Lionello Marchesi Coldisole Brunello di Montalcino – 14%

  • Visual vermelho escuro, aroma intenso e complexo, com baunilha, grafite, canela e especiarias. Paladar de bom corpo, sem excessos, taninos finos, boa profundidade de sabores e aromas, muito equilibrado e com longo final. Um Brunello moderno, já pronto para ser apreciado. 92/100 pontos

2004 Piccini Villa al Cortile Brunello di Montalcino Riserva – 14%

  • Visual granada, com sedimentos aparente. Nariz elegante, com aromas de frutas vermelhas e negras, flores, migrando para café, fumo e especiarias. Paladar de bom corpo, com taninos finos e secos, com boa acidez. Vinho agradável, pede outro gole. 91/100 pontos

2006 Piccini Villa al Cortile Brunello di Montalcino Riserva – 14%

  • Visual rubi escuro, com bom ataque aromático, ainda com frutas frescas, além de especiarias como pimenta do reino e alcaçuz. No palato apresentou médio corpo, com o álcool e os taninos bem presentes. 90+/100 pontos

2007 Trezzi Brunello di Montalcino – 14%

  • Visual rubi claro, aroma tímido, que foi surgindo aos poucos, lembrando frutas como cereja e chocolate. Um pouco magro no meio de boca, mas com boa acidez. Final curto. 86/100

2005 Agricoltori del Geográfico Brunello di Montalcino – 13%

  • Com aparente defeito. O famoso Bouchonné – O vinho contaminado pelo Tricloroanisole, abreviadamente TCA,  um contaminante que afeta dezenas de milhões de garrafas, transmite ao vinho odor de mofo. O TCA origina-se do uso do cloro no processo de esterilização das rolhas. O TCA sufoca o aroma e sabores frutados do vinho e destrói qualquer semelhança de caráter varietal.

Concurso cultural Copa Vinhos do Brasil inicia nesta semana colocando à prova os conhecimentos para construção de esquemas táticos de harmonização. Participantes da Bahia estarão concorrendo para a segunda fase do jogo, a ser realizada amanhã, na etapa Salvador do Circuito Brasileiro de Degustação.

Boa parte dos brasileiros já bancou o técnico de futebol e montou escalações hipotéticas com seus craques favoritos. Agora, esse exercício de imaginação foi transportado para o mundo dos vinhos. No concurso cultural Copa Vinhos do Brasil, o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) convida os internautas a montar uma seleção brasileira de vinhos e espumantes, definindo as melhores variedades para cada momento. Os técnicos mais bem sucedidos poderão conhecer a Serra Gaúcha e, ainda, virar embaixadores dos rótulos brasileiros em sua região.

Para participar, o primeiro passo é brincar no aplicativo hospedado em www.copavinhosdobrasil.com.br. De acordo com seu perfil de consumo de vinhos e espumantes, o jogador escolhe um esquema tático e escala um time de rótulos para diferentes situações. Os momentos incluem jantar romântico, piqueniques, almoço em família, shows e futebol.Na descrição dos produtos, as características e as dicas de harmonização são apresentadas em linguagem acessível, fazendo alusão ao universo do futebol.

Os times montados no aplicativo recebem uma pontuação, e os melhores classificados serão convidados a participar da etapa do Circuito Brasileiro de Degustação na região onde moram. Esta será a segunda etapa do concurso, quando os participantes degustam e escolhem no local, dentre os rótulos apresentados pelas vinícolas, um novo time de produtos. Os melhores classificados de cada região ganharão uma viagem para a Serra Gaúcha, onde disputarão a finalíssima nacional. O grande vencedor receberá como prêmio um tour pelas principais regiões produtoras de vinho no país. Além da Serra gaúcha, visitará as regiões dos Campos de Cima da Serra, Serra do Sudeste e Campanha, no Rio Grande do Sul, o Planalto Catarinense e o Vale do São Francisco.

O gerente de Promoção e Marketing do Ibravin, Diego Bertolini, explica que a intenção é, por meio de uma brincadeira, levar informação sobre os vinhos brasileiros e reforçar a imagem do produto junto aos consumidores. “Nosso objetivo é descomplicar o consumo de vinhos e relacionar a bebida a diferentes momentos de consumo, nos aproximando do público que está nas redes sociais”, adianta.

A primeira rodada da Copa Vinhos do Brasil ocorre já nesta semana. Os participantes que residem na Bahia poderão acessar o hot site entre hoje (9) e amanhã (10) e os melhores classificados serão convidados para participar da segunda etapa, no Circuito Brasileiro de Degustação, em Salvador, que será realizado no Yacht Clube (Av. Sete de Setembro, 3252), a partir das 16h.

No final deste mês, os consumidores de outros países que participarem de eventos do Wines of Brasil – projeto de promoção do Ibravin em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) – também poderão integrar o concurso e testar seus conhecimentos na versão em inglês do aplicativo. O hotsite da Copa Vinhos do Brasil foi desenvolvido pela agência porto-alegrense de marketing digital Negalize.

LivroOs Solos do Vale dos Vinhedos” será lançado no dia 13 de setembro, com chances de se tornar referência internacional para a produção de vinhos de qualidade

Um estudo detalhado acerca dos solos do Vale dos Vinhedos será publicado em forma de livro nesta semana. Investigação das características morfológicas do solo, análises físicas, químicas e mineralógicas fazem parte do estudo, que conta ainda com mapas da distribuição espacial. Com tiragem exclusiva de 200 exemplares, o livro será lançado nesta sexta-feira, dia 13, às 15h30min, no auditório da Embrapa Uva e Vinho, em Bento Gonçalves.

A Embrapa, por meio das unidades Uva e Vinho e Clima Temperado, e as universidades de Caxias do Sul (UCS) e Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – esta por meio do Centro de Ecologia (Ceneco) – trabalham, desde 2005, no projeto de pesquisaDesenvolvimento de Indicações Geográficas e Alerta Vitícola para o Arranjo Produtivo Local de Viticultura do Rio Grande do Sul (APL Vinhos), liderado pela Embrapa Uva e Vinho, na figura do pesquisador Jorge Tonietto. É no projeto que se insere o detalhamento dos solos da Indicação Geográfica Vale dos Vinhedos.

“Para nós é um orgulho ser tema de uma importante publicação como esta”, garante o presidente da Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale), Juarez Valduga. Em 2002, o Vale dos Vinhedos foi reconhecido como a primeira indicação geográfica do país, a Indicação de Procedência (IP). Desde o ano passado, após um trabalho persistente da Aprovale, obteve também o reconhecimento da Denominação de Origem (DO), determinada pelo meio geográfico, incluindo fatores naturais e humanos.

O levantamento detalhado de solos do Vale dos Vinhedos será útil a vários públicos, produtores e técnicos, que terão à disposição informações sobre os fatores agronômicos que condicionam o uso do solo e o potencial deste para a viticultura. Com os dados oferecidos pelo estudo, considerando as características de cada tipo de solo, será possível definir, no processo de planejamento da implantação de um vinhedo, as cultivares de uva mais aptas a obter resultados de excelência.

O trabalho foi desenvolvido para apresentação na escala 1:10.000, em função dos objetivos (vitivinicultura) e da base cartográfica disponível. O estudo, do qual fazem parte, ainda, os pesquisadores Reinaldo Oscar Pötter (consultor, pesquisador aposentado da Embrapa Florestas), Eliana Casco Sarmento (UFRGS), Eliseu José Weber (pesquisador-associado da UFRGS) e Heinrich Hasenack (Ceneco-UFRGS), foi financiado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Edmundo Gastal (Fapeg).

O livro Os Solos do Vale dos Vinhedos será disponibilizado, a partir de seu lançamento, nos sites das instituições envolvidas com o levantamento que deu origem à publicação.

Um dos principais focos do Comitê Interprofissional de Champagne (CIVC) sempre foi resguardar o nome da região, fazendo com que ele seja usado somente para designar seus produtos. Ou seja, nenhum espumante feito fora de lá pode ser chamado de Champagne, por exemplo. Mas, além disso, a verdade é que a entidade luta para que o nome Champagne não seja usado em nada que não seja da região, pois isso representa uma Denominação de Origem.

Sendo assim, quando a Apple anunciou que pretende lançar uma nova versão do iPhone com a cor “Champagne” na próxima quarta-feira, logo uma batalha legal está sendo prevista.

A empresa de tecnologia deve lançar a versão 5S do telefone celular em duas cores: grafite e Champagne. No entanto, essa última cor deve esbarrar na atuação do Comitê, que defende o nome da região. No passado, o CIVC teve sucesso ao banir o comércio de produtos que pretendiam usar Champagne no nome, ou em sua promoção de marketing, isso incluiu espumas de banho, sapatos e lingerie, por exemplo.

Em entrevista à revista Decanter, um representante do CIVC disse que a entidade está aguardando mais informações sobre o produto antes de entrar com qualquer ação, mas garante: “A Denominação é protegida na França, União Europeia e na maioria dos países do mundo, onde Champagne só pode designar vinhos da região de Champagne”. Nos Estados Unidos, contudo, essa proteção ao nome é apenas limitada e alguns produtores de espumante ainda usam a nome para designar seus produtos.

E por falar em Amarone, uma criação italiana do Vêneto, provei recentemente o “Amarone della Valpolicella Musella 2007“. Mescla tradicional de Corvina, Rondinella e Molinara. Como já sabem, suas uvas são colhidas e colocadas durante pelo menos três meses antes da fermentação para secar. Esse procedimento faz com que o a açúcar se concentre, ficando muito potente e com teor alcoólico de até 17%.

Na taça apresentou um visual negro, quase intransponível. Nariz intenso com destaque para cereja preta, ameixa, couro e terra. Paladar volumoso, com taninos doces, firmes, e uma acidez que equilibra os seus 16% de álcool. Precisa respirar por no mínimo 1 hora para liberar seu melhor. Já está bom, mas vai melhorar muito na adega. Foi bem com um Rack de cordeiro e um risoto de aspargos, feito pelo Chef Aldir Manoel. Preço: 225,00 no Ville du Vin | Avaliação pessoal: 90+/100


Moët & Chandon, marca de champagne e vinho mais valiosa e respeitada do mundo, que recentemente foi avaliada em 1,26 bilhão de dólares, decidiu apostar no potencial da cidade de Vitória-ES. Em parceria com o empresário Marcus Teixeira, proprietário da Cantina do Bacco, um dos restaurantes de melhor custo beneficio da região, inauguraram nesta semana o Espaço Moët & Chandon Lounge e marca de loja Rei do Vinho. A Audi aproveitou a festa para lançar o novo modelo do A6.


A casa possui ambiente diferenciado para clientes que desejam maior privacidade e querem aproveitar o que há de melhor da vida.


Moët & Chandon Jerobam (3 Litros)


Para refrescar a noite e acompanhar os petiscos, foram abertas algumas garrafas de Moët Jerobam (3 Litros), puro luxo e frescor. Confesso que exagerei na dose. Mas que não faria isso…rs.


Marcus Teixeira (Cantina do Bacco e Rei do Vinho) e Lucio Rossi (Moët & Chandon) – Crédito foto (cafedelmarco)


Lucio Rossi, Elvecio Faé, Rose Faé e Vanderlei Martins (Supermercado Carone)


André Hees de Cravalho (A Gazeta), Renata Rasseli (Zig-Zag A Gazeta), Lucio Rossi, Mariana Faé Dalla Benardina e Luiz Felipe


Elvecio Faé, Lucio Rossi, Luiz Felipe Dalla Benardina e José Braz Neto