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Archive for agosto, 2013

O número de prêmios internacionais conquistados pelos vinhos e espumantes brasileiros não para de aumentar. Desta vez foi em Mendoza, na Argentina, no Vinus 2013. Com grande destaque e reconhecimento, os vinhos verde amarelo receberam 22 medalhas, sendo três de Ouro Duplo, 10 de Ouro e nove de Prata, além de dois prêmios especiais. A entrega dos prêmios será em setembro.

A 10ª edição do Concurso Mundial de Vinhos e Licores – Vinus 2013, realizada de 7 a 10 de agosto, reuniu mais de 400 amostras de 13 países. Representando o Brasil entre o júri, o presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), enólogo Luciano Vian e os diretores da entidade Joice Seidenfus e Samuel Cervi.

Para a enóloga Joice, a grande representatividade comprova a qualidade da produção nacional. “Estamos na vitrine internacional e isso é mérito de nossas vinícolas que colocam no mercado vinhos e espumantes de excelência”, destaca. Assim como os espumantes, consagrados mundo afora, os vinhos também fizeram bonito e arremataram grandes prêmios.

PREMIAÇÕES

Grande Campeão da Categoria Espumantes

  • Panizzon Espumante Moscatel 2013 – Sociedade de Bebidas Panizzon

Prêmio País

  • Garibaldi Espumante Moscatel – Cooperativa Vinícola Garibaldi       

Medalha de Ouro Duplo

  • Casa Valduga Raízes Premium Cabernet Sauvignon 2010 – Casa Valduga Vinhos Finos
  • Garibaldi Espumante Moscatel – Cooperativa Vinícola Garibaldi
  • Panizzon Espumante Moscatel 2013 – Sociedade de Bebidas Panizzon 

Medalha de Ouro

  • Alto Vale Espumante Demi-Sec – Domno do Brasil
  • Aracuri Sauvignon Blanc 2012 – Aracuri Vinhos Finos
  • Aurora Espumante Chardonnay Brut – Cooperativa Vinícola Aurora
  • Aurora Espumante Moscatel Cooperativa – Vinícola Aurora Ltda
  • Aurora Reserva Chardonnay 2013 – Cooperativa Vinícola Aurora Ltda
  • Casa Valduga Arte Tradicional Espumante Brut 2011 – Casa Valduga Vinhos Finos
  • Cave de Castro Espumante Moscatel – Vinhos Finos Casa Garcia
  • Garibaldi  Espumante Chardonnay Brut – Cooperativa Vinícola Garibaldi Ltda
  • Lunar Espumante Prosecco Brut 2013- Famiglia Zanlorenzi
  • Panizzon Espumante Chardonnay Brut 2013 – Sociedade de Bebidas Panizzon   

Medalha de Prata

  • Aracuri Chardonnay 2012 – Aracuri Vinhos Finos
  • Aurora Reserva Merlot 2012 – Cooperativa Vinícola Aurora
  • Casa Valduga Mundvs Malbec 2011- Casa Valduga Vinhos Finos
  • Casa Valduga Raízes Premium Sauvignon Blanc 2013 – Casa Valduga Vinhos Finos
  • Garibaldi Espumante Prosecco – Cooperativa Vinícola Garibaldi
  • Lunar Ouro Espumante Brut 2012 – Famiglia Zanlorenzi
  • Lunar Ouro Espumante Moscatel 2012 – Famiglia Zanlorenzi
  • Marcus James Espumante Brut – Cooperativa Vinícola Aurora
  • Ponto Nero Espumante Moscatel – Domno do Brasil

O blogueiro que vos fala é destaque hoje na coluna Abrindo a Adega de Guilherme Silva no Caderno AG do Jornal A Gazeta.

Vinho, gastronomia e cultura fazem parte do Rio Wine and Food Festival

O Rio de Janeiro recebe o RIO WINE AND FOOD FESTIVAL (RWFF) entre os dias 07 e 13 de Outubro. Trata-se de um projeto inédito no Brasil, que tem como objetivo impactar o carioca e atrair visitantes para cidade através do vinho e da gastronomia. “Não existe hoje no Brasil um grande evento de vinhos realmente voltado para o consumidor. Ainda mais unindo o vinho e a gastronomia às outras formas de arte, cultura e entretenimento” – fala Sergio Queiroz, um dos organizadores – “Será um festival antenado, para um público de bem com a vida, que busca na gastronomia e em bebidas especiais como o vinho, os prazeres da vida”.

O festival acontecerá em vários locais da cidade. Na Zona Sul, passando pelo Centro até a Zona Oeste. Dos salões do Copacabana Palace aos botecos da Lapa, da gastronomia francesa à pizza, permeando pela brasileiríssima feijoada, ainda pelos petiscos de boteco, sempre acompanhados de bons vinhos, sejam nacionais ou importados. É esse o espírito do evento.

O movimento Rio Rolha Zero, acontece na semana do evento com os principais restaurantes da cidade, que não cobrarão a taxa de rolha. Nomes de peso já estão confirmados, tais como: o Cipriani, Paris, Mr Lam, Alloro, Terzetto, Uniko, Eccellenza, entre outros. Todos motivados pelo incentivo ao consumo de vinhos, que a cada dia está mais associado à saúde e ao bem viver. Na Europa, a bebida é tratada como alimento, o que contribuiu para adoção de baixas taxas de impostos.

Dentre as diversas ações programadas, um dos destaques é a Grande Prova Brasil: uma super degustação às cegas, com curadoria do expert Marcelo Copello, que apresentará ao mercado a qualidade e diversidade de rótulos produzidos no Brasil.

O seminário Vinho & Mercado, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), dará o enfoque empresarial à semana. Os principais nomes do mercado produtor e importador debaterão sobre temas como marketing, vendas e e-commerce, no dia 9 de Outubro, na sede da instituição, em Botafogo. A Associação Brasileira de Sommelier (ABS) participa com a realização do grande concurso para escolha do melhor sommelier do Rio de Janeiro.


Tokaj – Hegyalja, ou simplesmente Tokaj, é formada por 26 vilarejos ou cidades e tem uma área de pouco mais de 5.000.00 hectares. Desde o século 18 (1772) tem um sistema de classificação de vinhedos que os húngaros consideram como sendo o primeiro no mundo?

Essa região produz, além de vinhos doces, bons brancos secos à base de furmint e hárslevelu, principais variedades na produção do Tokaji Aszú. Outras uvas, como a oremus (cruzamento entre bouvier e furmint) e a muskotály (muscat luneel) entram um pouco na mistura do Tokaji.

Aszú designa uvas afetadas pelo fungo Botrytis, causador da podridão nobre (desejável nos grandes vinhos doces), e não a podridão cinza (indesejável)?

As uvas aszú chegam à vinícola em recipientes de madeira, que comportam entre 20 kg e 25 kg. Essa baciada tradicional de uvas tem uma importância muito grande em termos de medida de doçura do Tokaji Aszú. Cada caixa de madeira tem a medida de 1 puttonyo ou putt. O Tokaji Aszú pode ser 3, 4, 5 ou 6 puttonyos – o “3″ tem 60 g/l de açúcar, o “4″, 90 g/l, o “5″, 120 g/l, e o “6″, 150 g/l.

O Aszú Essencia, raro e caro, tem que ter no mínimo 180 g/l e, na sua produção, as uvas não são prensadas mecanicamente, mas esmagadas pelo seu próprio peso. Esse vinho substituiu, no mercado, o Eszência – intensamente doce (o teor de açúcar pode superar 750 g/l). A sua longevidade é tão grande, que algumas garrafas da safra de 1811, da “colheita do cometa” (ano em que o Halley foi visto), são hoje muito disputadas pelos ricos amantes do vinho.

Na taça o Tokaji Pendits Aszú Essencia 2000 apresentou uma visual amarelo brilhante, aroma franco e complexo, lembrando frutas como abacaxi, casca de laranja, toque mineral, alternado com damasco e mel. O paladar mostrou grande untuosidade e dulçor, equilibrado por uma excelente acidez, conferindo um inusitado frescor. Final macio, bastante agradável e longo. Um vinho de meditação! Avaliação Pessoal: 99/100 | R$ 752,70 | Importadora Decanter 

Em recente degustação no evento “Wine In São Paulo” no Centro de Eventos da Fecomércio de São Paulo foram degustados, às cegas, seis vinhos argentinos, cinco brasileiros e quatro chilenos.

Confiram a classificação abaixo, com a presença dos 19 jurados nacionais e internacionais:

1 – Lote 43 2011 – Miolo – Brasil
2 – DNA 99 – 2008 – Pizzato – Brasil
3 – Errazuriz Max Reserva Carménère 2010 – Chile
4 – Kaiken – Corte 2011 – Argentina
5 – Clos de los Siete 2009 – Argentina
6 – Decero Remolinos Vineyard  - Cabernet Sauvignon 2010 – Argentina
7 – Achaval Ferrer Malbec 2011 – Argentina
8 – RAR Cabernet Sauvignon/Merlot 2008Brasil
9 – Almaunica Reserva Syrah 2011Brasil
10 – Pulenta Estate Cabernet Sauvignon – Argentina
11 – Viña Alicia Paso de Piedra Cabernet Sauvignon 2009 – Argentina
12 – Don Abel Rota 324 – Cabernet Sauvignon 2005 -
Brasil

13 – Montes Twins 2011 – Viña Montes – Chile
14 – Ramirana 2010 – Ventisquero – Chile
15 – Morandé Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2009 – Chile


Coluna Vivendo a Vida publicada hoje, dia 23/08, no Caderno Prazer & Cia do Jornal A Gazeta

O enófilo Petrus Elesbão, que há nove anos organiza eventos com vinhos brasileiros em Brasília, acaba de realizar a VI Vinum Brasilis, a maior de todas as edições já feitas. O evento é tão importante que o Instituto Brasileiro do Vinho aproveita a feira no calendário oficial do Circuito Brasileiro de Degustação, que leva as cantinas verde-amarelas para as principais capitais do país. Infelizmente, até agora, Vitória está de fora do circuito. Petrus consegue algo inédito – atrair mais vinícolas brasileiras do que o próprio Ibravin para o seu evento, que acontece paralelamente ao 25º Congresso Nacional da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes. Um reconhecimento para a cidade de maior consumo per capta de vinhos do Brasil –quatro litros, contra uma média nacional de 2 litros.


Turma animada!

Este ano, nos dias 14 e 15 de agosto, a VI Vinum Brasilis recebeu, na Faculdade de Gastronomia do Instituto de Educação Superior de Brasília, 40 vinícolas nacionais das principais regiões produtoras – Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Vale do São Francisco e até de Minas Gerais. Nos dois dias de feira, 2.200 pessoas passaram pelo evento e as vendas de vinhos e espumantes – novidade deste ano – somaram cerca de 800 garrafas e R$ 60 mil. “Além de darmos visibilidade ao vinho brasileiro, conseguimos ajudar as empresas a fecharem negócios”, comemora Petrus. Uma prova da relevância da Vinum Brasilis é que, a cada nova edição, aumenta a cobertura nacional do evento, com críticos, blogueiros e jornalistas de outros estados indo até a Capital Federal para acompanhar a feira. 

Petrus Elesbão e Beto Barata

Para garantir segurança aos participantes da feira, a Vinum Brasilis promoveu, de forma elogiável e exemplar, o “Transporte Amigo”, um serviço de traslado gratuito oferecido na saída do evento.


Eugênio Oliveira, Sonia Denicol e Antônio Coelho

Entre os mais de 350 vinhos, espumantes e suco de uva 100% que estavam à disposição do público, muitos deles recentemente premiados em concursos internacionais, destaco o espaço do blog Decantando a Vida, de Eugênio Oliveira e Antônio Coelho, que trouxe ótimos rótulos de pequenos produtores ou de garagem, representados por Sonia Denicol.

Outra novidade deste ano foi a escalação da primeira Seleção Brasileira de Vinhos de Brasília. O time de 11 rótulos escolhido por 14 renomados sommeliers e formadores de opinião de Brasília elegeu dois vinhos brancos, três espumantes e, a maioria, seis vinhos tintos, que foram convocados a partir da degustação às cegas de 73 produtos (26 espumantes, 22 vinhos brancos e 25 tintos) de 29 vinícolas nacionais. Veja > 

Estive lá pela primeira vez, provei muitos rótulos, e indico os meus preferidos abaixo.


Antonio Dias Brut - Alto Uruguai, Três Palmeiras – RS

Elaborado pelo método tradicional, este é um espumante digno de medalha. O perlage é fino e persistente é um dos indicativos de qualidade. Paladar encorpado, cremoso, com bastante fruta e uma ótima acidez.  12,5% de álcool. – RS - - R$ 48,00

Aracuri Brut Chardonnay 2011 - Campos de Cima da Serra – RS

Elaborado com 100% da uva chardonnay pelo método Charmat  a 960 metros de altitude, apresenta perlage fino, nariz com algo mineral e boa fruta. Macio, gostoso e refrescante na boca. Fresco e elegante. Limpa a boca. 11,5% de álcool. –  http://www.aracuri.com.br – R$ 30,00

Monte Pascoal Dedicato – Farroupilha – Serra Gaúcha

Visual amarelo claro, ótimo aroma, com muita fruta tropical, como abacaxi em calda e também algo de mel. Paladar sedoso, toques frutados, amanteigados e de madeira. Nada enjoativo. Boa acidez. 12,7% de álcool. - http://www.vinicolabasso.com.br - R$ 67,92 

Era dos Ventos Peverella 2010 – Vinícola de garagem – Bento Gonçalves – RS

Encantador vinho branco elaborado com a uva “Peverella”, originária do Norte da Itália, fermentado em barricas velhas, com intervenção mínima, totalmente natural, sem conservantes e com leveduras selvagens. Leves traços oxidativos no nariz, fresco, com notas de pêssego, mel e pipoca. Paladar sedoso e fino. Incrível. 12,5% de álcool -  – R$ 165,00 – (Produção 500 garrafas)

Quinta Da Figueira Ponte Velha 2010 - Vinícola de garagem – Florianópolis – SC

Um corte de Merlot (50%) e Cabernet Sauvignon (50%), amadurecido por 12 meses em barricas novas de carvalho americano e francês. No nariz apresenta notas de frutas vermelhas maduras, florais, e leve toque herbáceo. Paladar encorpado, com bom volume, taninos macios e bom frescor. O final é longo e agradável. 13% de álcool - www.quintadafigueira.com.br – R$ 54,90 – (Produção 520 garrafas)

Lidio Carraro Singular Nebbiolo 2009 - Encruzilhada do Sul – RS

Elaborado com 100% da uva Nebbiolo, pouco cultivada no Brasil, mas que teve um excelente resultado em Encruzilhada do Sul, Sudeste do Rio Grande do Sul. Visual castanho claro encantador, com notas complexas de pitanga e cereja, evoluindo para tabaco e especiarias. Paladar fino, delicado e saboroso. Fresco. Confirma as notas do nariz. 14,9% com excelente equilíbrio. O preço é a única barreira – http://www.vinhosnet.com.br - R$ 258,70 – (1320 garrafas)

Fotos: Nadia Jung e Beto Barata

Depois de passar por Brasília, na terça-feira dia 20/08 foi a vez da cidade do Rio de Janeiro receber o já tradicional evento da importadora Decanter, o Decanter Wine Show 2013, que este ano reuniu os melhores do Novo Mundo, com 24 produtores de 8 países e cerca de 250 rótulos no hotel Rio Othon Palace. Com o objetivo de me atualizar e transmitir para vocês leitores as novidades do mercado, o Blog Vivendo a Vida participou a convite da DNA turismo (27) 3022.7373, empresa parceira, que ofereceu estadia no hotel do evento e também a passagem aérea.

O evento mostrou novidades e produtores que vieram pela primeira vez nesta edição, como a Bodega Benegas (Argentina), que me surpreendeu com o seu “Sangiovese“, uva autóctone da Itália. Fui muito bem recebido, o clima estava agradável, local perfeito, bom nível de visitantes e vinhos que qualquer enófilo do mundo gostaria de ter na taça!

Adolar Hermann (Proprietário – Decanter) e o Chef Luciano Boseggia (Ristorante Alloro – Windsor Atlantica Hotel)

Julio Antunes Pereira Filho (Decanter-ES) e Guilherme Correia (Sommelier Decanter)

O Capixaba Elvecio Faé (Proprietário de uma das maiores adegas particulares do estado)

Paul Medder, sommelier do restaurante Aprazivel e Marcia Alpaes, sommelier do Bottega del Vino

Mesa de pães e frios

Abaixo apresento alguns vinhos, diferenciados, para celebrar a vida, que me surpreenderam muito na taça! 

Cave Hermann Lírica Brut – Champenoise – álcool: 12% – uvas: Chardonnay (75%) e Gouveio (25%) – região: Serra do Sudeste – Pinheiro Machado (RS) – Brasil – preço: R$ 53,15Avaliação pessoal: 88/100

Bouza Albariño 2012 – álcool: 13,8% – uvas: 100% Albariño (cepas provenientes da Galícia) – região: Canelones – Las Violetas e Montevideo – Melilla. – Uruguai – preço: R$ 102,85Avaliação pessoal: 91/100

Peter Lehmann Margaret Sémillon 2006 – álcool: 11,5% – uvas: 100% Sémillon – região: South Australia – Barossa – Austrália – preço: R$ 201,30Avaliação pessoal: 90/100

Glen Carlou Quartz Stone Chardonnay 2010 – álcool: 13,5% – uvas: 100% Chardonnay – região: Paarl e Coastal Region – África do Sul – preço: R$ 136,65Avaliação pessoal: 93/100

Bouza Tannat A6 Parcela Única 2009 – álcool: 15% – uvas: 100% Tannat – região: Montevideo – Uruguai – preço: R$ 216,60Avaliação pessoal: 92/100

Colomé 180 Años Edición Aniversario 2010 – álcool: 14,5% – uvas: 100% Malbec – região: Salta – Vale de Calchaquí – Finca El Arenal, vinhedos localizados a 2.600 metros de altitude – Argentina – preço: R$ 289,10Avaliação pessoal: 94/100

Familia Schroeder Pinot Noir-Malbec 2005 – álcool: 14,5% – uvas: 54% Pinot Noir, 46%Malbec – região: Neuquén – Valle de San Patricio del Chañar – Argentina – preço: R$ 196,10Avaliação pessoal: 91/100

Finca Pedernal Malbec 2008 – álcool: 14,5% – uvas: 100 % Malbec – região: San Juan – Vale de Pedernal – 1.350 m.s.n.m. Vinhedo específico. – Argentina – preço: R$ 258,50Avaliação pessoal: 93/100

Kilikanoon The Duke Grenache 2007 – álcool: 14,5% – uvas: 100% Grenache – região: Clare Valley – Austrália – preço: R$ 319,00Avaliação pessoal: 95/100

Viña Alicia Cuarzo Petit Verdot 2007 – álcool: 14% – uvas: 95 %Petit Verdot, 2,5% Carignan e 2,5% Grenache Noir – região: Luján de Cuyo – Lunlunta – Vinhedo de San Alberto – Argentina – preço: R$ 246,85 Avaliação pessoal: 92/100

Luigi Bosca Icono 2008 – álcool: 14,5% – uvas: 55% Malbec, 45% Cabernet Sauvignon – região: Luján de Cuyo e Maipú – Argentina – preço: R$ 472,30Avaliação pessoal: 96/100

Terranoble Carmenere Costa CA2 2011 – álcool: 14,5% – uvas: 100% Carménère – região: Colchagua – 3 ha de vinhedos plantados em 2005, localizados a 30 km da Costa do Pacifíco – Chile – preço: R$ 111,35Avaliação pessoal: 92/100Best buy

Benegas Sangiovese 2008 - álcool: 13% – uvas: 100% Sangiovese – região: Mendoza – Argentina – preço: R$ 120,00Avaliação pessoal: 91/100Best buy


Entre hoje e amanhã, técnicos, jornalistas, profissionais e dirigentes do setor vitivinícola estarão em São Paulo debatendo sobre a potencialidade dos vinhos tintos elaborados no Brasil.

Com temáticas agrupadas em seis palestras e seis degustações, o Wine In busca ajudar na criação de parâmetros de avalição do vinho tinto feito no Brasil, assim como posicioná-lo em relação ao crescimento do mercado nacional e ao planejamento necessário para sua consolidação na novo cenário internacional que se forma, com novos players como a China emergindo no mercado.

O encontro, sediado no Centro Fecomércio de Eventos, em São Paulo, com a supervisão técnica do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e com patrocínio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), terá como ponto alto uma degustação às cegas com vinhos brasileiros, argentinos e chilenos.

A programação, que inicia às 9h e segue até às 21h, também contará com a edição paulista do Circuito Brasileiro de Degustação.

WineIn - 

Circuito Brasileiro de Degustação - 

Centro Fecomercio de Eventos

Rua Doutor Plínio Barreto, 285 – Bela Vista

Telefone (11) 3149.9444

É isso ai meus amigos, bebendo e aprendendo. Recentemente tive uma das mais agradáveis experiências na taça. Provei na companhia de amigos, como sempre deve ser, o Gravner Ribolla Gialla Anfora 2005, o maior nome dos orange wines. Como o nome mesmo diz, são vinhos brancos de cor alaranjada, feitos com uvas sobremaduras, com longas macerações com suas cascas e longos amadurecimentos em madeira, e, no caso de Gravner, fermentado em ânforas de barro, como faziam os antigos romanos.

O proprietário da vinícola Josko Gravner com suas ânforas – “Faço o vinho para mim, o que sobra eu vendo.”

Este homem, respeitoso do seu terroir espetacular no Collio, com solos perfeitos, atento às fases da lua, às forças da natureza, e, antes de tudo, seguidor do seu sonho de deixar ao mundo uma grande contribuição: um grande vinho natural, genuíno e emocionante.

Região: Friuli – Collio – Oslavia – 18 hectares de vinhedos, metade na Eslovênia. | Classificação legal: I.G.T. (Indicazione Geografica Tipica) | Uva: 100% Ribolla Gialla | Graduação alcoólica: 13º GL | Produção: 18.000 garrafas | Características climáticas: Clima continental com forte influência dos Alpes, temperatura média anual de 13°C. Colinas situadas ao abrigo de ventos frios como o Bora, notável excursão térmica. | Características do solo: Pura marga calcária da era Terciária (Eoceno). | Elaboração: Método de cultivo natural, sem uso de insumos químicos. Colheita manual no final de Setembro. Rendimento final de 24 hl/ha. Após o desengace das uvas, elas são postas pra fermentar espontaneamente em ânforas de terracota, sem controle de temperatura e com tempo total de maceração de 7 meses. Durante esse período são realizadas periódicas pigéages. Amadurecimento em grandes cubas de carvalho da Eslavônia. Engarrafado na lua minguante sem clarificação e filtração. | Amadurecimento: 3 anos em botti de carvalho da Eslavônia. | Estimativa de guarda: 15 anos

*Decantado por aproximadamente 1 hora, apresentou um visual laranja brilhante, aroma complexo e mutante passando por notas cítricas, ervas, pêssego, nozes e minerais. Paladar incrivelmente fresco, limpo e tânico. Confirmou as notas do nariz. Muito elegante e equilibrado. Um vinho para quem não tem boca boba! Incrível e prazerosa experiência. Avaliação Pessoal: 95/100 | Importadora Decanter: R$ 433,20

Harmonização indicada: Galinha d’angola, com ervas, especiarias exóticas e legumes; Porchetta; Vinho de contemplação com queijos curados.

Premiação: GAMBERO ROSSO 2010: 3 Bicchier | DUEMILAVINI A.I.S. 2010: 5 grappoli | PARKER: 94 Pontos

Depois de 46 meses maturando, o mais novo espumante da Gran Legado Vinhos e Espumantes, do Vale dos Vinhedos, está pronto. Numa tiragem única, mas com possibilidade de se repetir em safras especiais, o Espumante Omaggio, no estilo Nature, é a novidade da vinícola que agora passa a contar com um espumante na linha Premium. A estreia do produto será na Expoagas 2013, que acontece de 20 a 22 de agosto, em Porto Alegre.

As 1,2 garrafas apenas, todas elas numeradas, trazem a combinação do vinho base elaborado a partir das variedades Chardonnay – esta predominante – e Pinot Noir, ambas da excepcional safra de 2009. Foram três anos e 10 meses em maturação sur lie (em contato com as borras). Segundo o enólogo Christian Bernardi, o tirage, ou seja, início da tomada de espuma na garrafa, começou ainda em outubro de 2009 e o degorge, retirada das borras , ocorreu no início deste mês. “Apesar de não ser um produto de linha, o Omaggio poderá voltar com nova tiragem, sempre que for registrada uma safra espetacular. Este, da safra 2009, exprime o talento do Brasil em elaborar espumantes únicos, com qualidade superior”, destaca.

Devido aos longos 46 meses maturando, o Omaggio apresenta extraordinária complexidade aromática, com notas de frutos secos, amêndoas, especiarias e torrefação. No paladar, o estilo Nature, revela um produto de ataque franco, entretanto de evolução elegante e prolongada.

Para se chegar a este resultado, a qualidade da matéria-prima é parte indissociável no processo. As uvas foram cultivadas em vinhedos próprios, junto a vinícola, no Vale dos Vinhedos. Os vinhedos estão localizados em encostas, numa altitude relativamente superior ao do Vale, o que favorece o cultivo de uvas destinadas àelaboração de vinhos e espumantes diferenciados.

Tributo

Ao apresentar Omaggio, a Gran Legado Vinhos e Espumantes presta uma homenagem ao legado deixado pelos antepassados que vieram da Itália e se instalaram na região trazendo em sua bagagem o amor e a experiência no cultivo da videira e na elaboração de vinhos. O tributo reverencia a cultura do vinho preservada pela tradição passada dos imigrantes italianos. ”Omaggio”, em italiano, quer dizer ”Homenagem”.