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Archive for julho, 2013

A revista Exame desta semana mostra a trajetória de sucesso dos empresários brasileiros Anselmo Endlich e Rogério Salume (www.wine.com.br) que eram funcionários de uma importadora de bebidas e alimentos em Vitória, no Espírito Santo e decidiram criar um site para vender vinho na cidade. Parecia loucura…lei a matéria completa aqui.

Uma violenta tempestade de granizo de verão causou danos “catastróficos” nos vinhedos da Borgonha, com até 70% da colheita destruída em um número de propriedades. Veja os detalhes aqui.

Como já foi mencionado aqui, barris de carvalho são custosos e têm impacto direto no preço final de uma garrafa. A conta é simples: um barril de 600 dólares que comporta 225 litros ou 300 garrafas, encarecerá o vinho, na origem em dois dólares. Se esse valor for multiplicado por três ao somarem-se impostos e taxas, só o barril significará 6 dólares, cerca de dez reais no preço final de uma garrafa. É fácil deduzir, então, que vinhos que custam menos de 30 a 40 reais dificilmente passaram perto de barris novos de carvalho.

A alternativa barata para dar aquele gostinho de carvalho ao vinho é o uso dos chamados “chips”. Retalhos de madeira, aduelas ou serragem. Nessa alternativa, todas as sobras de carvalho podem ser aproveitadas e colocadas em contato com o vinho em vários momentos. Os Chips podem ser usados desde a fermentação até o vinho pronto, em tanques de inox, onde podem ser colocados pedaços de madeira ou mesmo saquinhos de chá gigantes, contendo serragens de carvalho.

Dependendo do país e região, este artificio pode ou não ser legal. Geralmente, não é admitido pelos produtores. Na Austrália, a pratica é permitida por lei e comum na produção de vinhos mais baratos. Em Bordeaux e na Borgonha, por exemplo, a prática e proibida.

O que interessa saber, de fato, é: quais os efeitos dos chips no vinho? Naturalmente, eles simulam o barril de carvalho, passado aromas de madeira ao vinho, mas sem a mesma qualidade e a micro-oxigenação, que dará complexidade e longevidade ao vinho. Geralmente os Chips funcionam bem para elaboração de vinhos muito simples, de consumo imediato, que realmente podem ganhar ao receber esse aporte de aroma e sabor. Jamais se prestaram à produção de vinhos de maior qualidade, estrutura, complexidade e, sobretudo, de longa guarda, já que os aromas de carvalho dados por este método tendem a se perder alguns meses após o engarrafamento do vinho.

A excelência na elaboração de vinhos e espumantes brasileiros rende novas premiações para o setor vitivinícola a cada mês. Até então, as bebidas colecionavam medalhas vindas da França, Grécia, Inglaterra, Suíça, Eslováquia, Hungria, México e Estados Unidos. E, pela terceira vez no ano, a Espanha reconhece a qualidade dos rótulos elaborados em território brasileiro. Desta vez, foi no Concurso Internacional de Vinhos e Espirituosos – CINVE 2013, ocorrido nos dias 25, 26 e 27 de junho na Cúpula del Milenio, em Valladolid, Espanha. Cinco rótulos de espumantes brasileiros e outro de vinho foram premiados.

Foram mais de 600 amostras provenientes de 16 países produtores, degustadas por 40 enólogos. Quem representou o Brasil no concurso foi o enólogo e diretor da Associação Brasileira de Enologia (ABE), Carlos Abarzua. “Este concurso se faz importante também por ocorrer em uma das principais regiões vitivinícolas da Espanha. O que podemos concluir é que, de fato, o espumante brasileiro está dando o que falar em diversos cantos do mundo”, comentou Abarzua.

Grande Medalha de Ouro

Marcus James Espumante Brut – Cooperativa Vinícola Aurora

Medalha de Ouro

Casa Valduga Espumante Moscatel 2012 – Casa Valduga Vinhos Finos

Medalha de Prata

Aurora Espumante Chardonnay – Cooperativa Vinícola Aurora

Aurora Reserva Merlot 2011 – Cooperativa Vinícola Aurora

Casa Valduga Reserva Espumante Brut 2010 – Casa Valduga Vinhos Finos

Lunar Ouro Espumante Brut 2012 – Famiglia Zanlorenzi

E por falar em África do Sul, provei na noite de ontem, dentro do projeto Winebar (conheça aqui), a marca de vinhosHouse of Mandela“, comandada por Makaziwe Mandela e Tukiwini Mandela, filha e neta do histórico presidente sul-africano Nelson Mandela. Apesar de serem novas neste ramo, ambas acreditam que sendo a marca Mandela uma marca sul-africana, ela vai dar mais visibilidade aos vinhos sul-africanos, um sector muito importante na economia do país e um dos maiores empregadores no mercado de trabalho.

Os vinhos da Coleção Thembu, capturam a essência da cultura, patrimônio, raiz, valores de família e todos os outros valores que defendem. Refletem as lições que aprenderam com seus ancestrais da tribo Thembu e desta maneira engarrafaram estas histórias para que elas cheguem a todo mundo. House of Mandela é simbolicamente representada pela “Abelha”, que também é um símbolo para o povo sul-africano. A “Abelha” é o polinizador de culturas alimentares, sem ela, o mundo seria mudado para sempre. Para House of Mandela, a abelha representa coragem, compaixão, preocupação com próximo, através de atos de bondade e de partilha. As asas das abelhas também representam as ramificações da família e retrata o ciclo interminável de vida.O vinho melhora com a idade e é um símbolo poderoso de transformação.

Confesso que antes de provar os vinhos tinha uma baixa expectativa. Porém ao colocar na taça, fui surpreendido com a sua ótima relação qualidade x preço.

HOUSE OF MANDELA THEMBU COLLECTION SAUVIGNON BLANC – Região: Western Cape – África do Sul Uvas: 100% Sauvignon Blanc

Um vinho bastante fresco e agradável. Muita tipicidade. Se provado às segas não negaria ser da casta Sauvignon Blanc. Aromático, franco, apresentando notas de maracujá, sutil grama cortada e abacaxi. Paladar fresco, confirmando o nariz. Equilibrado. Tudo que se espera de um SB, ótimo para bebericar e abrir os trabalhos. Nota 88/100 | R$ 39,00 para compras através do site www.ravin.com.br.

HOUSE OF MANDELA THEMBU COLLECTION PINOTAGE 2012 – Região: Western Cape – África do Sul Uvas: 100% Pinotage

Gostoso, fácil de beber, mas pede tempo na taça. A princípio não encantou, mas com 20 minutos, abriu, e mostrou a que veio. Um vinho de médio corpo, aromático e também com boa tipicidade – apresentando notas de ameixa, fósforo, defumado e uma torrefação encantadora. Nota: 90/100 | R$ 39,00 para compras através do site www.ravin.com.br.

De acordo com o último relatório trimestral da Rabobank com foco no mercado brasileiro, o declínio das taxas de crescimento econômico, os altos níveis de inflação e as ameaças protecionistas estão a prejudicando as vendas de vinho importado no Brasil. Leia mais aqui.

No Guia Adega Vinhos do Brasil, da Inner Editora, constam os resultados das avaliações de 82 vinícolas e 575 rótulos de vinhos, onde você terá em mãos um verdadeiro tour pelos Terroirs do Brasil.

O guia é um resumo com mapas de todas as regiões vitinícolas do Brasil: Vale do São Francisco, Paraná, Serra Catarinense, Campanha Gaúcha, Paraná, Campos de Cima, a D.O. Vale dos Vinhedos e as novas regiões de Minas Gerais e Goiás.

O Guia Adega Vinhos do Brasil 2013/2014 está disponível na loja virtual da Adega, e você pode comprar clicando aqui.

Veja na reportagem do “60 minutes” uma notícia sobre saúde que, para muita gente pode ser boa demais pra ser verdade. Leia também aqui.

Estudo comprova que gauleses, antigos habitantes da França, aprenderam a arte da vinicultura com os etruscos, povo que ocupava a Toscana, pelo menos 400 anos antes de Cristo

Hoje sinônimos de qualidade e sofisticação na vinicultura, os franceses aprenderam esta arte com os italianos mais de 400 anos antes de Cristo. A descoberta, com o potencial de acirrar a rivalidade entre dois dos maiores e mais tradicionais países produtores da bebida no mundo, é resultado de um extenso estudo realizado pelo arqueólogo biomolecular Patrick McGovern em artefatos encontrados no sítio de Lattara, no litoral Sul da França, e publicado em uma edição recente do periódico científico “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS). Siga a leitura aqui.

O site TripAdvisor, especializado em avaliação de viagens e com alta credibilidade, apresentou uma pesquisa recentemente que coloca o Hotel Villa Michelon localizado no Vale dos Vinhedos (RS) no ranking dos melhores hotéis do mundo, levando em conta opiniões de turistas que se hospedaram em 2012.

O hotel oferece estrutura de lazer e entretenimento que une o conforto com atrativos naturais e culturais de um entorno que só o Vale dos Vinhedos
oferece. São 57 apartamentos – 36 luxo, 12 super luxo, sete executivos e duas suítes especiais – com capacidade de acomodação para 170 pessoas.