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Archive for junho, 2013

Em vídeo da série especial sobre churrasco, o especialista em carnes István Wessel ensina como temperar, preparar e cortar corretamente uma picanha.

Quando o assunto é quantidade, as marcas dos Estados Unidos e da Austrália superam mercados tradicionais como Itália e França em volume de
vendas de vinho. É o que mostra o ranking anual do The Drinks Business, que lista as 10 maiores marcas de vinho em quantidade de vendas no mundo inteiro.

O primeiro lugar, ocupado pela marca americana Gallo, é responsável por mais de 1 bilhão de litros comercializados anualmente. Mas chama a atenção também a segunda posição, ocupada por uma vinícola chinesa, a Great Wall. Da América Latina, apenas a Concha & Toro entrou na lista. Confira o ranking completo a seguir.

1º Gallo – País de origem: Estados Unidos

Nascida na Califórnia, a vinícola fundada em 1933 responde pelo maior volume de vinho vendido no mundo inteiro, com mais de um bilhão de litros comercializados por ano. A liderança é mantida com a ajuda de um portfólio de quase 50 rótulos, distribuídos no mercado americano e em mais de 60 países.

2. Great Wall – País de origem: China

Como não poderia deixar de ser, a China posiciona-se entre os primeiros do ranking, com a marca Great Wall. Relativamente jovem, com fundação em 1983, a empresa é líder em volume de vendas no promissor mercado chinês. Entre os rótulos mais conhecidos estão os do tipo Château Sungod e o Terroir Wine.

3. Hardy’s – País de origem: Austrália

Fundada em 1853, a marca está presente em mais de 80 países. Entre as bebidas mais conhecidas estão as do tipo Eileen Hardy Chardonnay, o Shiraz e o Thomas Hardy Cabernet Sauvignon. Segundo levantamento da consultoria Intangible Business, a marca é avaliada em 10 milhões de dólares.

4. Concha & Toro – País de origem: Chile

Única representante da América do Sul no ranking, a marca nascida em 1883 é responsável por 33% das exportações do disputado mercado do Chile. Um de seus rótulos prioritários é o Casillero del Diablo, cujas vendas globais aumentaram 8% em 2012, segundo dados oficiais.

5. Yellow Tail – País de origem: Austrália

Criado em 2001, a marca rapidamente se tornou uma das maiores histórias de sucesso de exportação da Austrália. Agora, a companhia investe para expansão no Reino Unido. Entre seus rótulos mais conhecidos estão os do tipo espumante, o Shiraz, o Chadornnay e o Grenache.

6. Sutter Home – País de origem: Estados Unidos

Também nascida na Califórnia, a marca cresceu nos anos 80 com a estratégia de oferecer vinhos de qualidade a preços acessíveis. Seus vinhos mais conhecidos são do tipo rosé e espumante. Um dos lançamentos da empresa, o White Zinfandel, de 1972, se tornou o vinho premium mais vendido nos Estados Unidos na época de seu lançamento.

7. Robert Mondavi – País de origem: Estados Unidos

O fundador da marca, Robert Mondavi, é reconhecido pelo mercado como um dos responsáveis pela construção da fama dos vinhos do condado de Napa, na Califórnia. Seus rótulos mais conhecidos incluem o Napa Valley Chardonnay e o Cabernet Sauvignon Reserve.

8. Beringer – País de origem: Estados Unidos

Fundada em 1875, a marca nascida na Califórnia ficou conhecida no mercado interno pelos seus rótulos do tipo Moscato, e mais tarde pelas bebidas do segmento de luxo. Para se expandir além do mercado americano, a empresa investiu em parcerias voltadas para o turismo na Europa, principalmente torneios de golfe internacionais.

9. Lindeman’s – País de origem: Austrália

Com reputação mundial de fazer vinhos de qualidade a preços razoáveis, a marca nascida na Austrália em 1843 sempre teve bom desempenho em exportações. A empresa agora investe em expansão para os mercados da África do Sul e do Chile.

10. Jacob’s Creek – País de origem: Australia

Fundado há 160 anos, o vinho australiano cresceu 1,5% em volume de vendas dentro do mercado interno do país em 2012, ao mesmo tempo em que conquistou impressionantes 32% de salto em consumo na China. Segundo a consultoria BrandFinance, a marca está avaliada em 338 milhões de dólares.

Os queijos holandeses são sucesso garantido! Esse vídeo mostra as suas harmonizações e algumas receitas práticas e deliciosas do que você pode preparar com eles.

E por falar em vinhos brasileiros, durante recente degustação com vários rótulos de países diferentes decidi colocar às cegas para confrades uma garrafa do Intrépido 2010, um Syrah brasileiro elaborado na Serra dos Pireneus, estado de Goiás, que ganhei do amigo Orestes de Andrade Jr. E não é que o danado me surpreendeu positivamente na taça!

A frente da vinícola Pireneus Vinhos e Vinhedos está o médico Marcelo de Souza, um amante da bebida. Natural de Goiânia decidiu em 2003 elaborar vinhos. Procurou durante dois anos no estado de Goiás o terroir adequado e encontrou a Serra dos Pireneus, 930 metros de altitude e com uma amplitude térmica excelente.

Quatro variedades são cultivadas em quatro hectares de vinhedos: Barbera, Syrah, Tempranillo e Sangiovese. O plantio das primeiras mudas foi realizado em 2005. Em 2008, foram elaboradas as primeiras garrafas experimentais. Mas a primeira safra comercial para os rótulos rótulos Intrépido e Bandeiras é a 2010.

O Intrépido é elaborado com 87% Syrah e 13% de Tempranillo, que passa por 11 meses em barricas novas de carvalho francês e americano. Foram produzidas 2.500 garrafas. Veja mais informações aqui.

Avaliação Pessoal: Intrépido Syrah 2010 | Brasil | Serra dos Pireneus | Goiás

O aroma demorou a aparecer, mas quando veio impressionou. Intenso, com muitas notas de pimenta fresca, ameixa e chocolate, mostrando boa tipicidade da casta. Percebia-se um pouco do álcool que estendeu no paladar, se mostrando um pouco rústico, mas sem prejudicar. Foi melhorando com tempo na taça, indicando a necessidade de ser decantado “aerar” com antecedência. Paladar encorpado, com muita fruta e bom frescor. Sem dúvida, uma grata surpresa. Deixou uma sensação gostosa, sem amargor. Deve evoluir bem nos próximos 2 anos. 14,5% de álcool | Nota: 88/100 | R$ 65,00

Coluna Vivendo a Vida publicada hoje, 28/06, no Caderno Prazer & Cia do Jornal A Gazeta

Decantar um vinho é a principio, uma forma simples de melhorar seus aromas e sabores. Mas nem todos os enófilos sabem disso, e sempre há dúvidas sobre o porquê e sobre quais são os efeitos de uma decantação. Para praticar esse ritual é preciso conhecer suas razões básicas. 

A primeira é aerar, fazer a bebida respirar. A maioria dos vinhos jovens, tintos, sobretudo aqueles mais estruturados, tem essa necessidade. Seus taninos e sua fruta ainda estão primários, assim como o teor de álcool. Você pode até estranhar o que vou afirmar agora, mas os vinhos brancos de bom corpo, em geral, também ganham com a “aeração”. Ao final desse processo o vinho normalmente melhora, liberando seus aromas e sabores, suavizando seus taninos, e diminuindo a sensação alcoólica. 

Mas somente retirar a rolha e deixar a garrafa parada, aberta, não é a forma mais eficaz de aerar a bebida. O espaço no pescoço da garrafa é pequeno demais. A forma correta é despejar o vinho em um a jarra ou em taças grandes por uma hora em média ates de consumir. Outra forma é usar os decantadores instantâneos, que aceleram o processo de aeração e, em segundos, deixam o vinho pronto para beber. São ideais para serem utilizado em restaurantes, ou em outras ocasiões em que o tempo é curto.

Já os vinhos antigos com mais de dez anos de safra precisam ser decantados. O processo de decantação consiste em separar o liquido de seus sedimentos, partículas escuras que flutuam no vinho, que podem surgir em tintos ou em brancos não filtrados. Apesar de não fazerem mal à saúde, essas partículas causam uma sensação de amargor no paladar.

Para que a decantação do vinho antigo tenha sucesso, deixe a garrafa de pé por, no mínimo, um dia, antes de abri-la. Assim, os sedimentos irão para o fundo da garrafa. Ao transferir o liquido para a jarra, faça com cuidado e de forma lenta. Observe se a parte turva do vinho está ficando na garrafa até o final.  Mas atenção: devido ao tempo de que o vinho passou em garrafa, o ideal é decantar somente para eliminar os sedimentos existentes, e não para fazê-lo respirar, pois está fragilizado, e pode sumir se ficar por muito tempo em contato com o ar. Talvez seja o caso de colocá-lo direto na taça. Saúde!


Pesquisa nacional inicia em julho com o objetivo de qualificar gestão da entidade

A Associação Brasileira de Enologia (ABE), hoje com mais de 300 enólogos associados de todas regiões produtoras do Brasil, quer identificar qual o perfil do enólogo brasileiro. Para isso, a entidade inicia no mês de julho uma pesquisa inédita que vai interagir com a classe na coleta de informações sobre o perfil desses profissionais, seu trabalho, formação, satisfação com a atividade e relações com a Associação. A pesquisa, voltada exclusivamente para os associados da entidade, será enviada dia 1º de julho. 

De acordo com o presidente da ABE, enólogo Luciano Vian, a iniciativa é resultado da percepção da própria entidade. “Precisamos compreender melhor o perfil de nossos associados. Somente assim conseguiremos ser mais efetivos em nossas atividades”, afirma. Vian destaca, ainda, que este estudo resultará em uma gestão mais eficaz, com resultados satisfatórios tanto para a entidade quanto para os enólogos. 

Ao ouvir as necessidades dos enólogos, a ABE deseja promover a organização de suas atividades de forma imediata a partir da consolidação de um relatório que será apresentado no Dia do Enólogo, comemorado em 22 de outubro. Com finalização prevista para agosto, o estudo deve fornecer um conjunto de ferramentas aprimoradas para que a ABE possa avaliar e tomar decisões de forma mais assertiva e, com isso, contribuir em ações estratégicas relacionadas à capacitação e gestão dos profissionais. 

O trabalho será realizado pela M.R.S. Capacitação Gerencial e prevê cinco fases com perguntas de rápido preenchimento. As informações serão mantidas em sigilo com uso exclusivo da ABE. A investigação transitará por canais impressos e de internet. A estrutura do estudo resultou de uma série de reuniões realizadas durante o mês de maio envolvendo a diretoria da entidade.

Após elaborar o próprio vinho, a turma formada por 22 alunos receberá das mãos de Adriano Miolo o certificado de conclusão do curso

Depois de reunirem-se no decorrer de um ano acompanhando o desenvolvimento de toda a safra 2013 – tendo a colheita como ponto alto, quando vinificaram uvas da variedade merlot – os formandos da terceira turma do curso Winemaker Vinhos Tintos da Escola do Vinho Miolo estarão, entre 28 e 30 de junho, na sede da vinícola em Bento Gonçalves/RS. Neste último encontro, os alunos definirão o corte dos vinhos que elaboraram e participarão da formatura em um jantar temático especial, preparado no SPA do Vinho. 

O primeiro encontro da turma ocorreu em agosto de 2012, quando a turma realizou a poda verde nos vinhedos e aprendeu técnicas de viticultura na condução das plantas. Em novembro, eles estudaram o ciclo vegetativo da videira e realizaram a poda verde. Em março, colheram e selecionaram as melhores uvas que deram origem ao vinho Winemaker. 

Sobre o programa: 

O programa Winemaker é formado por três módulos: o primeiro, destinado a elaboração de vinhos tintos, o segundo, destinado a elaboração de espumantes e que ocorre em Bento Gonçalves/RS e no Vale do São Francisco/BA, e o último, destinado a vinhos brancos, que acontece na região da Campanha/RS. A sequência de módulos deve ser seguida, não podendo um participante começar a partir do segundo ou terceiro módulo, por motivos de formação e conteúdo. 

Primeiro Módulo (Winemaker – vinho tinto): 

Através dele, é possível elaborar seu próprio vinho tinto dentro da Vinícola Miolo, utilizando suas uvas, estrutura e profissionais. O programa envolve desde os tratos culturais da videira, podas e outras atividades a campo, sempre guiadas com agrônomos e enólogos, até a elaboração do vinho, partindo da colheita, todos os processos da vinificação (agregado do pé-de-cuba, análises etc.) até chegar ao envelhecimento do vinho, definição dos cortes e rótulos (personalizado para cada participante). 

Durante o período das quatro visitas, os participantes ficam hospedados no luxuoso Hotel e SPA do Vinho Caudalie, que fica em frente à Miolo. Participam de degustações especiais, além dos jantares e almoços temáticos e harmonizados. 

O vinho elaborado através do programa Winemaker é um Merlot, que pode receber em seu corte outros vinhos, a ser definido pelo grupo. O vinhedo exclusivo winemaker é uma das melhores parcelas do vinhedo da família, e está localizado dentro do Lote 43, na região demarcada do Vale dos Vinhedos. 

Todo o programa é conduzido pelo enólogo da família, Adriano Miolo, e por toda a equipe técnica da empresa, desde engenheiros agrônomos, enólogos, até a equipe de laboratório e vinícola.

O programa inicia em agosto, onde são abordados aspectos como: viticultura, tratos culturais, podas e toda a parte agronômica. O valor do programa é de R$ 12 mil, pagos em 12x sem juros, através de boleto bancário. O valor envolve hospedagens, transfer a partir de Porto Alegre, almoços e jantares e todas as atividades e degustações propostas, além de 10 caixas do vinho elaborado com rótulo personalizado. 

A próxima edição do Winemaker Vinhos Tintos (módulo I), único curso do gênero na América Latina, começa em agosto de 2014 e já está com as pré-inscrições abertas.

Os benefícios que o carvalho traz ao vinho são muitos. Entre eles podem-se destacar:

1 – A cor é intensificada pela reação entre taninos e antocianos.

2 – Os taninos são amaciados.

3 – O vinho ganha estrutura, pela micro oxigenação e pelos taninos da madeira.

4 – A evaporação ao longo do tempo concentra o vinho de maneira lenta e gradual. Fala-se em perda de 3% do volume ao ano, que á a chamada “parte dos anjos.”

A Marchesi de Frescobaldi, uma das vinícolas mais antigas da Itália lançou um vinho produzido com ajuda de presidiários da ilha de Gorgona.

Gorgona é a menor ilha do arquipélago toscano e, desde 1869, é uma colônia penal, ou seja, é usada para exilar prisioneiros e “separá-los” do restante da população. O projeto teve inicio em 2012, quando a família comprou um vinhedo na ilha e firmou parceria com a penitenciária de Gorgona para a inclusão social dos internos através de treinamento profissional. Desde então, 50 deles ajudam no cuidado das vinhas, na colheita e na produção de vinho, que resultou em 2.700 garrafas de vinho branco.

 De acordo com o Ministério da Justiça Italiano, cerca de 80% dos prisioneiros não conseguem encontrar um emprego depois que são soltos, e é aí que o projeto os beneficia, pois os capacita para, mais tarde, voltar ao mercado de trabalho com mais habilidades. “Trabalho é a maneira mais efetiva de diminuir a taxa de reincidência dos prisioneiros. O projeto ‘Frescobaldi per Gorgona’ investe nos prisioneiros e é um grande exemplo de uma prisão que dá aos detentos uma oportunidade real de mudar de vida”, afirmou o direror da penitenciária de Gorgona, John Drummer.

E por falar em compra de vinhos pela internet, o site EnoEventos publicou uma matéria que analisa os preços dos vinhos comprados pela Internet, apresentando uma classificação das diversas páginas, mostrando onde é mais barato comprar. Veja aqui.