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Archive for maio, 2013

Casa de leilões Christie’s retira de última hora uma garrafa Magnum 1962 do prestigiado vinho Romanée-Conti (DRC) de leilão em Nova Iorque por suspeita de falsificação. A atitude foi elogiada por Aubert de Villaine, proprietário do Domaine. Mais detalhes aqui.

Dando continuidade aos comentários sobre a recente viagem a Portugal, falo hoje sobre a visita a uma floresta de sobreiros, árvore que a sua casca “cortiça” é a matéria prima da rolha tradicional. Portugal é o maior produtor mundial, seguido pela Espanha, Argélia, Marrocos, Tunísia, França e Itália, porém com uma produção bem menor.

A rolha é considerada a maior parceira do vinho. Se for ruim, não vedar corretamente, todo o trabalho na produção, tecnologia, marketing e empenho de vendas foram por água abaixo.

Além da de cortiça tradicional, existem rolhas e outros métodos para vedar os vinhos. A rolha de aglomerado de cortiça, mais barata, feita de cortiça moída e cola, a tampa de rosca - conhecida como “screwcap”, a de vidro e a sintética.

O motivo pela busca de novas métodos de vedar as garrafas de vinho é o TCA (tricloroanisol), um defeito que ocorre nas rolhas de cortiça. Vinhos infectados pelo TCA são chamados popularmente de “bouchonné” (lê-se “buxonê”). Mesmo assim, a rolha de cortiça continua sendo a mais confiável e, utilizada pelos grandes produtores ao redor do mundo.

O Quercus suber, o sobreiro, é uma árvore da família do carvalho, e juntamente com o Pinheiro-Bravo, a espécie de árvores predominante em Portugal, sendo mais comum no Alentejo litoral e serras Algarvias. Foi devido à cortiça que o sobreiro tem sido cultivado desde tempos remotos.

Seu crescimento é lento; o primeiro descortiçamento em ocorre somente por volta dos 30 anos de vida, sendo que os seguintes acontecem em intervalos de 10 anos em média entre si. É só no terceiro descortiçamento e nos seguintes, que se consegue uma cortiça com características adequadas para a produção de rolhas de qualidade. É a chamada “cortiça de reprodução”. Algumas espécies chegam a viver por volta de 300 anos. O interessante nesse processo é a renovação da casca, não causando dano algum, e sim melhorando a sua qualidade a cada retirada.

Depois de retirada e cortada em forma de pranchas, a cortiça precisa descansar durante até seis meses, para depois ser lavada. O passo seguinte é cozinhá-la em água aquecida a 95 0C. Depois do banho, mais alguns dias de descanso e pronto: pode receber o corte na forma cilíndrica e ser chamada de rolha.

Além da produção de rolhas, a cortiça, é utilizada na produção de isolantes térmicos e sonoros de aplicação variada e também artigos decorativos.

A atuação da Miolo Wine Group na China foi destaque na edição de 29 de maio do Financial Times. Conforme a publicação, a Miolo está conseguindo o que muitas empresas brasileiras sonham alcançar: vender para os chineses produtos que não sejam derivados de soja ou minério de ferro. A matéria conta a história da vinícola, sua ambição de tornar-se um player global e os desafios que terá de encarar para alcançar este objetivo. Também destaca que, até pouco tempo atrás, os vinhos brasileiros eram apenas vistos como um produto exótico, percepção que as empresas estão lutando para mudar, o que já vem acontecendo.

O correspondente internacional Joe Leahy esteve na Miolo em abril e foi recepcionado por Morgana Miolo, gerente de relações internacionais da empresa. A Miolo é hoje a maior exportadora brasileira de vinhos. No ano passado, enviou 560 mil garrafas para mais de 30 países. Na China, a empresa possui duas lojas exclusivas em Xangai.

O enólogo da Dal Pizzol, Dirceu Scottá, é o novo presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra). A eleição ocorreu na noite da segunda-feira, 27, em Assembleia Geral Ordinária na sede da Dal Pizzol. Scottá assume o compromisso de presidir a entidade no biênio 2013 – 2014, cheio de fôlego para encarar os desafios do setor vitivinícola.

Dirceu afirma que seu trabalho será focado na continuidade dos trabalhos iniciados na gestão anterior, pelo então presidente Henrique Benedetti. Scottá enxerga a necessidade da luta do setor pela diminuição da carga tributária do vinho, já trabalhado pelo Comitê Tributário. Entre os desafios, o enólogo lembra da aproximação do setor com a entidade. “Queremos chegar mais perto da classe vitivinícola, seja por meio dos grupos técnicos que trabalham pela melhoria da qualidade da matéria-prima, ou pela participação do empresariado junto a entidade”, define.

Esse não é o primeiro compromisso que o enólogo assume dentro do universo do vinho. Scottá já foi presidente duas vezes da Associação Brasileira de Enologia (ABE), nos anos de 2004 e 2007. Também foi eleito, no ano passado, Enólogo do Ano. Atua há mais de 20 anos como enólogo da Dal Pizzol Vinhos Finos onde trabalha não só com a elaboração dos vinhos e espumantes mas também coordena o processo de degustação e o setor de marketing.

www.wine.com.br anunciou ontem o investimento no e-commerce Have a Nice Beer http://www.haveanicebeer.com.br, maior clube online de cervejas da América Latina

O acordo prevê uma ampla parceria operacional entre as duas empresas com investimentos e sinergias. As duas empresas continuarão operando independentemente, com gestão, marketing e equipes distintas. A Wine permanece com foco no segmento de vinhos e a Have a Nice Beer segue conduzida com o mesmo estilo e conceitos.  A proposta é ampliar o negócio utilizando todo o know-how da Wine – Centro de Distribuição, logística e tecnologia – para acelerar o crescimento da Have a Nice Beer.

O objetivo da entrada da wine na sociedade com a Have a Nice Beer é contribuir para o crescimento da operação e disseminar ainda mais a cultura da boa cerveja no Brasil. O clube de cervejas Have a Nice Beer será beneficiado do compartilhamento de informações, central de distribuição, logística e tecnologia, além de receber novo aporte de capital.

Com esse primeiro investimento, a wine inicia sua expansão como plataforma de negócios, ampliando sua oferta para os consumidores em segmentos relacionados e consolidando sua posição de liderança na América Latina. Ambas as empresas são líderes em e-commerce em seus respectivos mercados na América Latina.

A wine é a maior loja virtual de vinhos e conta com mais de 70 mil usuários cadastrados; mantém também o maior clube de assinaturas de vinhos do Brasil, o ClubeW, com 30 mil sócios. A Wine distribui mensalmente a revista com  tiragem de 85 mil exemplares. A empresa foi fundada em novembro de 2008, com a missão de popularizar e simplificar o consumo de vinhos finos em todo o Brasil. O escritório central da empresa e a central de distribuição, o CDW, estão localizados em Serra, Espírito Santo. Conta também com escritório em S. Paulo.

A Have a Nice Beer é o maior clube de cervejas especiais, com mais de sete mil e quinhentos associados em todo o país. Fundada em 15 de maio de 2011, a missão da empresa é disseminar a cultura da boa cerveja no Brasil. O escritório está localizado na cidade de S. Paulo.

O clube Have a Nice Beer é conduzido por seus fundadores, Pedro Meneghetti, CEO, Rafael Borges, diretor de marketing e Rodrigo Szteltzer, diretor de informação. A empresa opera em um modelo baseado na seleção/curadoria de cervejas especiais e compartilhamento de experiências entre os “beer sommeliers” e seus associados. A ideia é propagar um estilo de vida, por meio de uma revista mensal onde apresenta produtos, informações sobre cultura, pessoas e gastronomia.

Para Anselmo Endlich, diretor executivo e co-fundador da wine, “a Have a Nice Beer trabalha com os mesmos pilares da Wine e hoje atua de maneira muito parecida com a de quando foi fundada. Esse foi um fator decisivo para o investimento. Eles têm como base os mesmos pilares que são o nosso diferencial: seleção, indicação e entrega. E são focados na qualidade, assim como nós”, diz. Os fundadores da wine, Anselmo Endlich e Rogerio Salume, acreditam no forte crescimento do mercado de cervejas especiais, assim como vem acontecendo com o mercado de consumo de vinhos”, afirma Anselmo.

“Estamos muito satisfeitos com a chegada da Have a Nice Beer. Esta é uma união importante, pois acreditamos no enorme potencial de crescimento desse setor no país  e acreditamos que podemos potencializar o sucesso do negócio, entregando sempre grandes experiências para os clientes. Esse é um passo importante no nosso plano de expansão nacional e internacional”, diz Rogerio Salume, presidente da wine.

Pedro Meneghetti, CEO do Have a Nice Beer, diz que “queremos sempre melhorar o que já fazemos porque somos inquietos, curiosos e determinados. Por isso fomos buscar o parceiro correto que nos permitirá ter acesso a uma estrutura operacional para crescer ainda mais e oferecer cada vez mais cervejas exclusivas para o Clube e lançarmos em breve uma webstore – loja de compras na Internet. Este acordo nos permitirá acesso a uma série de serviços como estrutura de importação, sistemas de armazenamento, plataforma de e-commerce, central de atendimento e logística da informação e entrega. O negócio com a wine é uma sinergia que faz toda a diferença”.

Viagem a Portugal

Depois de falar sobre os Vinhos Verdes, Dão, Bairrada, seguindo para as iguarias onde falei sobre o Leitão a Bairrada, hoje dou prosseguimento aos comentários da viagem falando sobre mais uma das sete maravilhas da gastronomia lusitana, o Queijo Serra da Estrela.

Para conhecer de perto, o blog Vivendo a Vida visitou a Quinta da Lagoa, um dos 16 pequenos produtores “certificados”, situada na vila de Canas de Senhorim, concelho de Nelas, (rua da escola, nº 107 – email: – tel – 351 96 679 6448) que tem uma produção 8 mil quilos por ano.

Por lá, fui recebido por Jorge Figueiredo, profundo conhecedor do Queijo Serra da Estrala e proprietário da Quinta. Figueiredo me explicou os por menores na produção, a forma correta de apreciar e harmonizar esta tão falada iguaria.

Produção

O queijo Serra da Estrela é produzido com o leite das ovelhas bordaleiras, que têm uma baixa produção de leite, compensada pelo alto teor de gordura. Sua coagulação é feita com a flor do cardo. As flores são secas, moídas, diluídas em água e adicionadas ao leite. Em seguida é transferido para um lenço de pano sobre uma bancada metálica, para ser trabalhado manualmente. Ali é feita uma bolsa com tecido, que é apertada diversas vezes para eliminar o soro. A massa é transferida para formas, que são comprimidas em uma prensa mecânica para eliminar ao máximo o soro. A partir dai começa a cura em uma câmara resfriada. Ao final do processo o interior do queijo vira uma pasta semi mole, amanteigada, com uma crosta fina amarelada. A produção leva, no mínimo, um mês. Só ai é prensado, embalado e vendido. A cura prolongada, por um ou mais anos, permite obter do queijo Serra da Estrela um sabor muito mais intenso, apreciado por conhecedores.

Como reconhecer um Queijo Serra da Estrela “legítimo

1 – Denominação de Origem Protegida

2 – Símbolo europeu para os produtos com D.O.P

3 – Marca de certificação, com número de série. É atribuída aos produtores pela entidade certificadora.

4 – Marca de caseína (foto acima), com número de série. É atribuído aos produtores, pela entidade responsável pela D.O.P. Não há dois queijos iguais com o mesmo número, pelo que se pode considerar um “impressão digital”, que lhe é aplicada no ato da produção, sendo fixada a casca – não é destacável. Na sua ausência, um queijo, NÃO pode ostentar a denominação Serra da Estrela.

Como apreciar a mesa

Já em jantar marcado para testar as harmonizações, o filho de Jorge Figueiredo, o Pedro, ensinou a forma correta de cortar e apreciar um bom Queijo Serra da Estrela. Segundo Pedro, cortar a tampa do queijo como é feito aqui no Brasil, não é correto.

A forma correta de cortar é iniciar com corte ao meio; e voltando a unir as duas metades com um pano (conforme sequencia ilustarda acima). Assim, manterá a pasta dentro da casca até utilização seguinte. Se preferir consumir mais duro, no qual prefiro; corte em fatias alternadamente de uma metade e da outra e, volte a unir as duas metades da mesma forma.

Uma informação muito interessante é que tal como o vinho, o queijo também gosta de “respirar”, por isso, cerca de uma hora após fatiado estará ainda melhor.

Sugestões

Com torradas ou pão, acomapnhado por um vinho branco mais evoluído ou um tinto sem madeira, do Dão se possível. Sobre uma fatia de bolo seco acompanhado de um vinho do Porto. Para os queijos curados; a dica é com mel, gratinado na brasa ou na chapa, acompanhado de um vinho tinto. Amanteigado ou curado (velho), acompanham também doces variados.

Manutenção e conservação

Vigie e vire o queijo com frequência. O arejamento retarda o aparecimento de bolores. Se der bolor: tire o pano; passe papel húmido com água ou óleo. Se persistir molhe-o com bastante água, raspe a casca com uma faca afiada e seuqe-o, e reponha o pano. Para conservar em geladeira, pode se congelar em fatias ou inteiro. Vá descongelando por porção, em local fresco a medida de seu apetite.

Comercialização no Brasil

Proibido de entrar no Brasil pela falta de certificação do Ministério da Agricultura, hoje após cumprirem uma série de solicitações do órgão é comercializado de forma livre aqui. Os preços para a peça de 500 g variam de R$ 125 até R$ 200.

Entenda mais aqui:
http://www.rt-serradaestrela.pt/index.php/pt/a-regiao/queijo-da-serra

O Instituto de Masters of Wine anunciou recentemente os três mais recentes classificados da entidade, sendo um australiano e dois norte-americanos.

Alison Eisermann Ctercteko, de Sydney, e Adam Lapierre de San Francisco, receberam um título de Master pela primeira vez, enquanto Eric Hamer, da Flórida, é o quarto membro do Instituto a ostentar a qualificação de Master of Wine e Master Sommelier – os três outros “double master” são Gerard Basset, Doug Frost e Ronn Wiegand.

Penny Richards, diretor executivo do Instituto, parabenizou os novos membros: “É com muita satisfação que damos as boas vindas aos três Masters of Wine no ano de nosso 60º aniversário”. 

Master of Wine (MW) é uma qualificação (e não um grau académico ), emitido pelo Instituto de Masters of Wine, no Reino Unido . A qualificação MW é geralmente considerado na indústria do vinho como um dos mais elevados padrões de conhecimento profissional. Entenda mais aqui.

O lendário guitarrista Carlos Santana e Mumm Napa, um dos maiores produtores de espumante da Califórnia, pertencente ao Champagne Mumm da França, estão fazendo uma música doce novamente. Está lançando o espumante Mumm Napa Supernatural Rose, uma homenagem à parceria de longa data entre Santana e Mumm Napa. É o segundo engarrafamento produzido através da colaboração entre os dois.

O Supernatural Rose 2006 (US $ 65) tem disponibilidade limitada e pode ser encontrada em Mumm Napa Adega e on-line em www.mummnapa.com.

A convite de Vanderlei Martins (Carone), o Blog Vivendo a Vida, participou de um “wine dinner” promovido pelo grupo LVMH, detentora da marca de Champagne Dom Pérignon. Para isso o Wine Store Carone preparou uma experiência inesquecível e inédita, pela primeira vez aberta ao público no Brasil.

A degustação foi conduzida pelo embaixador da marca Dom Pérignon no Brasil, Romain Jousselin, e Lucio Rossi (gerente comercial) que apresentaram as quatro faces do champanhe: Dom Pérignom safra 2002, Dom Pérignon safra 2003 – Edição especial assinada pelo cineasta David Lynch, Dom Pérignon Rosé safra 1999, uma raridade e Dom Pérignon Rosé safra 1998 magnum (1,5l), considerado por Richard Geoffroy, chef-de-cave de Dom Pérignon, a joia da Maison.

Silvestre Tavares (Blog Vivendo a Vida) e Romain Jousselin (Embaixador da Dom Pérignonno Brasil)

Romain Jousselin entre Junior Carone e Lucio Rossi

Olicio Santana, Vanderlei Martins e a Chef Arlete Nunes

Foram apenas 25 seletos convidados, onde, além dos quatro rótulos emblemáticos de Dom Pérignon, saboreamos um cardápio exclusivo, elaborado pela chef Arlete Nunes, especialmente preparado para acompanhar esta degustação única. A sensação foi que realmente, pratos e os vinhos nasceram uns para os outros, um verdadeiro prazer.

História

A história de Dom Pérignon o monge, que em 1668 foi nomeado para servir na abadia de Hautvillers, diz a história que acidentalmente “descobriu o Champagne” – o processo da segunda fermentação na garrafa – declarando a conhecida frase, “Venham rápido! Estou bebendo estrelas!”.

A produção

Elaborada unicamente nos anos de excepcionais safras, a Cuvée DOM PÉRIGNON é produzida a partir das castas nobres de uvas Chardonnay e Pinot Noir dos vinhedos selecionados entre os melhores “crus” da região. Depois de um longo envelhecimento nas adegas subterrâneas (entre 6 e 8 anos), o champanhe adquire toda a sua fineza e complexidade. Mas, para alcançar essa sensação, o champanhe tem, desde o início, uma proporção que varia de 40% a 60% dessas duas uvas. É o limite, embora a presença delas no assemblage (mistura dos vinhos que, depois da segunda fermentação, resultará no champanhe) seja variável. São produzidas cerca de 5 milhões de garrafas de cada vintage. A Pinor Meunier, casta permitida em Champanhe, não é usada. Também não usadas barricas de carvalho na produção.

Guardanapos de linho personalizados estavam à espera dos convidados.

Na taça

Acredito que qualquer enófilo gostaria de participar inesquecível experiência. Devido à ordem de serviço indicada Romain Jousselin, começando pela safra mais nova, foi possível avaliar na taça a evolução de sabores e aromas e consequentemente o seu potencial de guarda. Fomos transportados em por panorama de comportamento futuro do Champagne Dom Pérignon, que pela grande estrutura, à medida que envelhece, torna-se mais complexo e profundo, preservando seu frescor e estilo único.

Entendemos como eles trabalham os vinhedos e também como vinificam, que segundo o embaixador da marca, inspira-se diretamente na filosofia do monge pela busca da perfeição na elaboração do champanhe, valorizando, sobretudo, o rigor na vinha, buscando o maior potencial da uva, não se esquecendo de sua elaboração.

Das safras apresentadas, 2003, 2002, 1999 e 1998, todas, sem dúvidas são verdadeiras referências para uma longa e promissora guarda. Porém se tivesse que escolher somente uma para comprar, seria a 2003, não somente pelo potencial de guarda que possui, e sim, unicamente pelo prazer que me proporcionou naquele dia na taça.

Eu sei que é um produto para poucos em virtude do seu preço, mas garanto que a satisfação de apreciar é única. Aos que puderem, não deixem de provar.

Dom Pérignon Vintage 2003 brut – “Edição especial assinada pelo cineasta David Lynch”

Inspirado na ideia de poder da criação, Lynch foi procurar referencias nas ficções científicas para desenvolver as embalagens. As garrafas levam um brasão metalizado, criado pelo próprio cineasta, com cores diferentes.

Na taça mostrou um perlage finíssimo, notas florais e cítricas, com destaque para o tostado (panificação), resultado do contato prolongado com as leveduras. Um vinho de médio corpo, muito elegante, com paladar extremamente fresco, e mineral, com ótima acidez e persistência eterna. R$ 749,80 – Nota: 95/100

Harmonização: 1ª Entrada > Carpaccio de haddock ao molho especial de tomate seco

Dom Pérignon Rosé Vintage 2002 – Garrafa Magnum

Aqui já começa apresentar mais evolução, perlage fino, delicado, com nariz explodindo em aromas, com fruta fresca, com nítido cítrico, entrelaçadas com notas florais delicadas. Na boca equilíbrado, com ótima acidez, e um final longo. Nota: 93/100

Harmonização: 2ª entrada > Queijo goldan,queijo grana padano, jamon espanhol e mini vol-au-vents de babaganuche

Dom Pérignon Vintage 1999 – Uma raridade

Visual acobreado, âmbar. O perlage é fino, delicado, e interessante. Some com tempo, se transformando em um vinho tranquilo. Um Champagne diferenciado, que apesar dos seus 14 anos de vida não perdeu frescor, e nem intensidade aromática. Notas cítricas, e de frutas secas, com leve toque de doce de leite, completam as sensações deste excelente Champagne. Bem adegado, vai evoluir muito ainda na garrafa. Nota: 94/100

Dom Pérignon Rosé Vintage 1998 – Garrafa Magnum

Considerado por Richard Geoffroy, chef-de-cave de Dom Pérignon, a joia da maison, o champanhe Rosé safra 1998 tem uma perfeita escolha das uvas brancas que complementam um equilíbrio da forte personalidade das uvas tintas, seguido do envelhecimento de oito a dez anos nas adegas. Sublime! Visual casca de cebola, untuosa espuma, finíssimo perlage, e uma riqueza aromática e gustativa fazem do Dom Pérignon Rosé um champanhe especial. Refrescante e sedosa. Nota: 93/100

Harmonização: Prato Principal > Medalhão de salmão na manteiga de ervas acompanhado de musselini de baroa

Harmonização: “Vinho do Porto” – Sobremesa > Tartelette de creme grego com calda de frutas vermelhas.

Mantendo a tradição dos anos anteriores, o evento terá palestrantes de alto nível, com representantes sul americanos e europeus

Vitória Expovinhos 2013 – 5° Salão Internacional de Vinho de Vitória, realizado Federação do Comércio do Estado do Espírito Santo (Fecomercio-ES), terá nos seus dois dias, seis palestras com alguns dos enólogos mais renomados do mundo. A programação prevê a realização de duas palestras simultâneas às 17h e outra às 18h30 nos dias 12 e 13 de junho. Nomes como David Bavesrtock, de Portugal, Alvaro Espinoza e Camillo Viani, do Chile, estão entre os palestrantes. 

A participação nas palestras é restrita àqueles que compraram seus ingressos para o evento. O número de vagas é limitado e será preenchido por ordem de inscrição, que poderá ser feita pelo telefone 3319-8110. 

Programação de palestras

Dia 12-06

17h às 18h - Auditório A - David Bavesrtock (Vinicola Esporão e Quinta dos Murças – Portugal)

17h às 18h - Auditório B - Alvaro Espinoza (Kuyen/Antyal vinhos orgânicos e biodinâmicos – Chile)

18h30 às 19h30 – Auditório A - Tomás  Roquette (Quinta do Crasto – Portugal)

Dia 13-06

17h às 18h - Auditório A – Camillo Viani (Bodega Chilcas – Chile)

17h às 18h – Auditório B – Euclides Penedo (Bodega Penedo Borges – Argentina)

18h30 às 19h30 – Auditório A – Felipe Muller (Vina Tabali – Chile)

Serviço:

Vitória ExpoVinhos 2013 – 5º Salão Internacional do Vinho de Vitória

Data: 12 e 13 de junho

Local: Itamaraty Hall

Mais detalhes:

http://www.vivendoavida.net/index.php?s=Vit%C3%B3ria+Expovinhos