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Archive for março, 2013

O mundo do vinho sob a visão colorida do artista Romero Britto
http://www.britto.com

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Vinícola Aurora, em franca expansão nos Estados Unidos, chega à Formula Indy. Neste fim de semana, seus espumantes já presentes no mercado norte-americano começam a ser servidos nos camarotes VIPs da APEX – Agência Nacional de Promoção de Exportações e Investimentos – instalados nos circuitos das corridas. A partir de maio, os vinhos Aurora Varietal Chardonnay, Aurora Varietal Pinot Noir e Aurora Reserva Tannat também passam a fazer parte dessa ação, podendo ser apreciados por todos os convidados dos camarotes. A presença crescente da Aurora naquele mercado favorece sua participação nessa ação. 

Com distribuidores em vários estados norte-americanos, a Vinícola consegue suprir o fornecimento dos vinhos em todas as provas realizadas na temporada 2013 da Indy Races nos Estados Unidos, possibilitando, assim, a participação mais efetiva e abrangente. 

Até o final de 2012, a Aurora tinha seus vinhos e espumantes colocados em mais de 100 lojas dos Estados Unidos, espalhadas em 8 estados. A partir de 2013, amplia sua rede de distribuidores naquele país e em breve terá posições em 26 estados. 

Os Estados Unidos são o maior mercado da Vinícola Aurora fora do Brasil. 

No Brasil, os vinhos brancos e tintos, espumantes, sucos de uva e coolers da Vinícola Aurora podem ser encontrados em todo o território nacional, em lojas de redes varejistas e empórios especializados.

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O chef e “mestre da carneMarcos Bassi faleceu neste domingo em São Paulo, aos 64 anos, informou a assessoria de imprensa. Proprietário da churrascaria Templo da Carne, Bassi enfrentava câncer no pulmão e foi internado recentemente no hospital Sírio Libanês.

De acordo com informações da equipe da Rádio Bandeirantes, onde ele era colaborador, Bassi estava sem gravar para a rádio nos últimos dias, por conta da doença. A assessoria de imprensa do chef informou que ele estava afastado das atividades profissionais, mas estava trabalhando por e-mail e telefone. 

Bassi atuava há mais de 50 anos no mercado de carnes, ficou conhecido por criar cortes e recebeu vários prêmios. Ele nasceu no bairro do Brás, no centro de São Paulo, e começou a trabalhar com carne aos oito anos, vendendo miúdos de boi

Depois de atuar no Mercado Municipal de São Paulo, ele conseguiu um espaço no bairro do Bixiga e abriu a Casa de Carnes Bassi. Com o tempo, abriu uma churrascaria, para vender os seus produtos e divulgar cortes especiais. Bassi se tornou fornecedor de cortes nobres para restaurantes, lanchonetes e hotéis. O chef conquistou respeito e prestígio na culinária.

Até as 21h, a assessoria de imprensa não tinha confirmação sobre o local do velório e a causa da morte do chef. 

 Terra

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O blogueiro Beto Duarte entrevista o diretor da mais importante feira de vinhos da América Latina (Expovinis), Domingos Meirelles.

17º Salão Internacional do Vinho será realizado entre os dias 24 e 26 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo. A feira contará com participações importantes do setor no cenário nacional e internacional, cerca de 20 mil visitantes, entre proprietários e compradores de bares, restaurantes, hotéis, adegas especializadas, supermercadistas, atacadistas e distribuidores, formadores de opinião, sommeliers, enólogos e enófilos.

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O vinho da Copa é brasileiro: A vinícola gaúcha Lidio Carraro é escolhida pela FIFA para elaborar os brancos e tintos oficiais do evento de futebol em 2014

Por Suzana Barelli – Isto é Dinheiro

A Lidio Carraro é uma pequena vinícola familiar da Serra Gaúcha, que elabora ao redor de 300 mil garrafas a cada safra. A partir deste ano, a vinícola vai dobrar de tamanho graças a uma parceria inédita: ela foi escolhida pela Fifa para fornecer os vinhos oficiais da Copa do Mundo de 2014. O anúncio do acordo foi programado para a segunda-feira 25, durante a ProWein, importante evento voltado aos negócios do setor que acontece em Düsseldorf, Alemanha. 

 Leia reportagem completa na coluna da Suzana Barelli

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A coluna Vivendo a Vida de hoje, 22/03, publicada no Caderno Prazer & Cia do Jornal A Gazeta, traz dicas de vinhos para acompanhar a Torta Capixaba.

Tenho certeza que apreciar um bom vinho em harmonia com uma refeição é um dos maiores prazeres da vida. O vinho certo pode transformar uma simples refeição em um grande acontecimento.

Em busca deste prazer, a coluna reuniu no Supermercado São José, Praia do Canto, um dos locais mais tradicionais no preparo da Torta Capixaba, um júri formado pelos enófilos, Carlos José Vieira, Gabriel Lordello, José Henrique Neffa, André Andrès e Fernando Moreira Giestas, para uma degustação composta de 12 vinhos brancos, de diversas uvas e estilos, a fim de encontrar o que melhor harmoniza com prato. A degustação foi surpreendente, mudando conceitos para a maioria dos participantes.

Existem regras específicas para harmonizar sabores de um prato e de um vinho. A mais importante é o equilíbrio entre ambos: o prato e vinho devem se completar e não se sobrepor, um deve valorizar os atributos do outro, surgindo um terceiro sabor.

Toda vez que for harmonizar você primeiro experimenta o vinho sozinho, faça as suas observações sobre ele. Repita com o prato, teste e faça suas observações. Ai depois você casa os dois na boca. Ponha um pouco da comida na boca, tome um gole do vinho e mastigue os dois juntos. Tem que surgir o terceiro sabor. Que pode ser bom ou ruim. Se for bom, você fez uma harmonização perfeita.

Para esta degustação seguimos o roteiro acima, e chagamos as seguintes conclusões. Em virtude da textura e sabores delicados dos ingredientes como palmito fresco, siri, aratu (caranguejo), sururu, bacalhau, coentro, cebola e cebolinha existentes na Torta Capixaba, além dos espumantes (Brut, Extra-Brut ou Cava) que são considerados verdadeiros coringas nas harmonizações, os vinhos brancos, sem, ou com pouca passagem por madeira, mais delicados, foram considerados os melhores na prova, casando com os ingredientes e textura do prato. Fujam dos brancos untuosos e amadeirados, eles atropelam a Torta.

A melhor harmonização ficou com um vinho da uva Antão Vaz – Portugal – Conde de Ervideira Reserva 2011, e o melhor custo beneficio - Chardonnay – Chile – Santa Ema Selección Terroir Chardonnay 2011. São refrescantes, e possuem como principais características, aromas minerais, toques frutados, além de uma acidez excelente. São também boas opções os vinhos elaborados com as uvas Sauvignon Blanc (menos aromáticos), Pinot Grijio e Verdicchio da (Itália), Albarinõ (Espanha), Muscadet (França), Chablis (França), Vinhos Verdes (Portugal), e alguns cortes portugueses. Se preferir um rosé, os elaborados na região da Provence são boas opções. São delicados no nariz, tal como em boca, com uma acidez perfeita.

Para quem não abre mão de um vinho tinto, mesmo não sendo recomendado, devido a um gosto metálico e amargo que pode surgir quando o iodo dos peixes entra em contato com os taninos, uma opção são os elaborados com a uva Pinot Noir ou Gamay. Por ter um baixo teor de taninos esse efeito é minimizado.  


Santa Ema Selección Terroir Chardonnay 2011 – Chile – Casablanca – 3 meses em barrica – 100% Chardonnay – R$ 29,00
– Onde encontrar: Ville du Vin Nota: 88/100

Nariz de média intensidade de frutas tropicais como banana, maracujá e abacaxi. Paladar Jovem e frutado, bem equilibrado. O melhor custo x beneficio da prova.


Verdelho Esporão 2009 – Portugal – Alentejo – 100% Verdelho – R$ 62,80
- Onde encontrar: CaroneNota: 87/100

Nariz com notas minerais e certo toque vegetal. Paladar agradável, fruta madura está bem presente, confirmando notas minerais. Foi na prova, mas pela sua acidez média, não é indicado adicionar azeite na harmonização.


Conde de Ervideira Reserva 2011 – Portugal – Alentejo – Antão Vaz – R$ 89,00
- Onde encontrar: Supermercado São José Nota: 91/100

Nariz elegante, leve nota tropical, fundo doce. Paladar delicioso, gordo, porem fresco, com excelente acidez dando suporte. Melhor harmonização.


Don Olegario Albarinho Rias baixas 2011 – Espanha – Rias Baixas – 100% Albariño – R$ 94,00
- Onde encontrar: Grand Cru Nota: 88/100

Nariz gostoso, típico, com notas cítricas e florais. Um branco que começou bem no aroma e melhorou na boca. Algo mineral, que lembrou um Chablis. Frutas tropicais também aparecem, como abacaxi. Na boca, delicado e elegante. Longo. Ótima acidez e equilíbrio.

Estreia no programa Minuto do Vinho – Rádio CBN – Áudio – http://migre.me/dMOgx

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Robert Parker está processando seu ex-correspondente
Antonio Galloni por quebra de contrato, fraude e difamação.

Veja os detalhes:

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Por André Andrès

Como se sabe, os portugueses tiveram, durante muito tempo, uma certa restrição à castas estrangeiras. É verdade, nem sempre essa restrição é respeitada pelos produtores. Da proibição do uso da Syrah, por exemplo, nasceu o Incógnito, excelente vinho Aletejano. Os vetos vieram caindo com o tempo – a ponto de a Bacalhôa, por exemplo, ter se especializado na produção de tintos e brancos feitos com castas francesas. Outros produtores buscam, em muitos vinhos, trilhar o sempre elogioso caminho do equilíbrio. Muitos dos vinhos produzidos pela Ideal Drinks, por exemplo, têm como base uvas francesas que recebem um toque de castas típicas de Portugal ou vice-versa (só como exemplos: o Colinas Branco é feito com Chardonnay e Arinto e o Colinas Tinto combina Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Merlot).

A Ideal Drinks faz parte de um grande grupo empresarial português, o Ideal Tower. Tem na sua “equipa” o enólogo Carlos Lucas, conhecido por aqui por desenvolver o projeto do Paralelo 8 no Vale do São Francisco. A empresa concentra sua produção no norte de Portugal, mais precisamente na área do Dão, da Bairrada e na área de Braga e Monção, onde são produzidos vinhos verdes.

Duas impressões iniciais saltam aos olhos no primeiro contato com a linha (ainda antes de provar os vinhos): 1) a beleza de algumas garrafas, certamente produzidas por um ótimo designer; 2) a proximidade dos nomes expostos nos rótulos com outros, famosos, como são os casos de Quinta da Pedra (nada a ver com Quinta da Pedra Alta) e Principal (nenhuma ligação, óbvio, com o El Principal, ícone chileno). Nome, aliás, parece ser algo a ser resolvido pela empresa. Numa possível busca pela internacionalização, a A Ideal Drinks tem. Como parte de sua marca, a definição “Proudly Produced In Portugal”. Muito longe do sotaque da Terrinha, pois não. A empresa deve ter notado o escorregão, porque no seu site presta um “Testemunho da nossa portugalidade”, algo desnecessário de se fazer se essa portugalidade aflorasce naturalmente.

Mas deixamos as questões empresariais, mercadológicas e até nacionalistas de lado. E vamos aos vinhos, interessantes por vários aspectos, entre eles o sotaque português misturado ao francês. Algo como Amália Rodrigues cantando “La Vie en Rose”…

Espumante Colinas Brut Nature 2007

Produzido na Bairrada, esse espumante é bom exemplo da combinação de castas portuguesas e francesas. Da combinação clássica do champanhe, dele fazem parte a Chardonnay e a Pinot Noir. E no lugar da Pinot Meunier, também muito utilizada, entra a portuguesíssima Arinto. Apresenta tostado leve, toques de frutas e um pérlage bem rico. Os produtores dizem que, se bem conservado, pode ser aberto em até seis anos. Teor alcoólico: 12%.

Quinta da Pedra Branco 2010

Impossível não notar a beleza da apresentação: a garrafa; é muito bonita. Este vinho verde é produzido somente com Alvarinho. É gostoso, mas dá a impressão de ainda ter algo a evoluir. Curioso comentário para um vinho verde, não? Normalmente eles devem ser tomados muito novos, frescos. Pois neste caso, os produtores falam numa longevidade de “até 15 anos” após a colheita { “é um branco de guarda”, diz a ficha técnica). Ou seja, se eles estiverem certos (não há razão para duvidar…), o vinho está ainda novo. De qualquer forma, apresenta uns toques minerais bem interessantes. Teor alcoólico: 13%

Royal Palmeira Branco 2009

Mais uma garrafa bem trabalhada, com o rótulo fazendo uma referência aos famosos azulejos portugueses, e mais um branco para evoluir em garrafa. A curiosidade, aqui, fica por conta da utilização solitária da Loureiro, casta normalmente utilizada em cortes com outras uvas. Tem personalidade mais marcante quando comparado com o Quinta da Pedra. Aromas mais marcantes, paladar mais arredondado. E novamente uma previsão de longa guarda: até 10 anos após a data da colheita. Teor alcoolico> 12,5%

Principal Reserva Branco 2007

Obedecendo a lógica portuguesa, é o “Principal” vinho da casa. Curiosa combinação de Chardonnay e Sauvignon Blanc. O resultado combina a cremosidade da Chardonnay com a acidez da Sauvignon Blanc. Muito gostoso. Tem boa estrutura, capaz de justificar os 10 anos de guarda previstos por seus autores. Teor alcoólico: 12,5%

Terras do Pó Castas 2009

Por motivos óbvios, alguém garantiu ser este o vinho preferido pelo cantor Chorão… Brincadeiras à parte, o tinto produzido na Península de Setúbal é uma mescla de Syrah e Petit Verdot (50% para cada casta). Graduação alcoólica um pouco acentuada: 14,5%. Mas isso não se faz sentir de maneira muito presente na taça, não. Vinho de estrutura simples, fácil de beber. E tem pela frente mais uns três ou quatros anos de vida.

Colinas Tinto 2007

Houve quem o colocasse no mesmo patamar do Principal tinto. Novamente surge o toque português com a combinação francesa. O Colinas une Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Merlot, plantadas na Bairrada. Resultou num vinho um tanto fresco, gostoso, macio na boca. Tanto nos aromas quanto no paladar surgem notas bem definidas de frutas doces, algo de compota. Teor alcoólico relativamente baixo para os padrões atuais: 13%.

Principal Reserva Tinto 2007

Sem trocadilhos, o principal vinho da degustação. Mesma combinação do Colinas (Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Merlot vindas da Bairrada), mas a condução do mosto certamente lhe conferiu mais estrutura. Vinho opulento, com boa presen;ca no nariz e mais marcante na boca, com boa persistência. Também é o vinho de maior longevidade apresentado na prova: até 20 anos. Teor alcolico: 13,5%.

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Programação também contemplará a apresentação dos sistemas tributários argentino e uruguaio e de estudo para enquadramento das vinícolas no Simples Nacional

Discutir os impostos incidentes nos vinhos brasileiros e seu impacto para a sustentabilidade da cadeia produtiva. Esses são os principais objetivos do Seminário Tributação e Competitividade do Setor Vitivinícola, que acontece nesta quinta-feira, 21, a partir das 9h30min, no auditório do Sebrae, em Brasília/DF.

O evento está sendo realizado pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e apoio do Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura (Fundovitis) / Secretaria de Agricultura, Pecuária e Agronegócio do Rio Grande do Sul (Seapa/RS). Carlos Paviani, diretor executivo do Ibravin, espera que o debate sobre o tema auxilie na sensibilização do Governo Federal ao trazer dados que mostram o peso dos tributos nos diversos elos da cadeia produtiva que oneram o vinho nacional em até 52% de seu preço final.

A programação do seminário contempla também a apresentação dos sistemas tributários vitivinícola da Argentina e do Uruguai, que precederão a apresentação do estudo feito no Brasil. O assunto será detalhado pelo advogado Rômulo de Jesus Dieguez de Freitas, da Maja Consultoria, autor da pesquisa.

A assessora jurídica do Instituto Brasileiro do Vinho, Kelly Lissandra Bruch, por sua vez, debaterá sobre o enquadramento das vinícolas no Simples Nacional. Na oportunidade serão  lançadas as cartilhas Legislação Vitivinícola e Como formalizar uma vinícola, de autoria da advogada, que é professora de Direito do Vinho no Mestrado de Gestão Vitivinícola, editadas pelo Ibravin e pelo Sebrae Nacional.

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Seguindo pelo terceiro da viagem a Campanha Gaúcha – RS, saímos do Hotel em Livramento com destino a Dom Pedrito. Na Chegada a cidade, participamos de uma palestra com alguns produtores da região – Camponogara, Rigo Vinhedos e Guatambu Estância do Vinho (Foto acima), seguido de um almoço no excelente restaurante Cumbuca.

Ao termino do almoço seguimos para Vinícola Guatambu, que fica situada próximo à sede da Estância Guatambu, na BR 293, a cerca de 14Km da cidade de Dom Pedrito, entre Bagé e Livramento. 

Instalada em pleno pampa gaúcho, sob o conceito de pátio central, a vinícola se desenvolveu em forma de U com iluminação e ventilação voltadas para o seu interior, como forma de abrandar o Minuano que sopra na campanha e proporcionar condições térmicas ideais para a produção de vinhos de qualidade.

Ainda não está totalmente pronta, se prepara para inaugurar em breve. Fomos à primeira turma de jornalistas a entrar na sede.

Contando com administração familiar e visando diversificar seus produtos, a cinqüentenária Estância Guatambu, tradicional empresa do agronegócio, de Dom Pedrito, iniciou em 2003 o projeto de produção de uvas viníferas, com a implantação do vinhedo com mudas importadas da França e da Itália, visando aproveitar o excelente clima da Campanha Gaúcha, bastante adequado para esta atividade.

Jornalistas acomapanhados da assessoria de imprensa do Ibravin

Com uma produção estimada em 180 mil garrafas, a vinícola é totalmente adaptada para o enoturismo. Na área de lazer externa, para caracterizar o estilo do campo, foram projetados espaços com fogo de chão. O projeto é assinado pelo arquiteto Celestino Rossi, e a decoração interna em estilo rústico, assinada pela arquiteta Deise Pires de Pires. No total já foram investidos 10 milhões de reais.  

Família unida: Pai: Valter José Pötter (Diretor Geral), Filha: Gabriela Pötter (Engenheira Agrônoma) e a Mãe.

“Pretendemos oferecer tours na vinícola com degustações, jantares harmonizados com chefs especializados e, além disso, vamos oportunizar aos visitantes um passeio à cavalo pelos vinhedos, além de mostrar o gado Hereford que produzimos” – diz Gabriela Pötter, uma das proprietárias da Guatambu. “Queremos que o visitante sinta a paz que o pampa gaúcho transmite, através do contato com a natureza e sua vastidão”.

A vinícola possui sala de degustação técnica, varejo, espaço gourmet com culinária típica da região e salão de eventos. Conforme Valter José Pötter, proprietário da estância Guatambu, o que motivou a família a investir na vinícola foram as premiações internacionais que os primeiros vinhos produzidos com uvas da Guatambu receberam, ao longo dos últimos 3 anos, o que consolida a região dos pampas como uma das mais promissoras da América para produção de vinhos finos.

O ousado projeto da adega pode ser admirado de dentro da loja através do piso de vidro laminado na área de entrada do ambiente.  

Loja


Salão de eventos com capacidade para servir em torno de 250 pessoas

Área de produção

Tanques de inox

Espumantes elaborados pelo método Champenoise – Depois da primeira fermentação e a realização do corte, o liquido passa pela segunda fermentação na garrafa.

Remuage

É um processo lento e delicado. As borras são leves e turvam o vinho ao menor movimento. As garrafas são colocadas em cavaletes especiais de madeira chamados pupitres, dotados de furos ovais onde as garrafas são introduzidas horizontalmente. O remuer, profissional especializado nesta tarefa, passa periodicamente pelos pupitres fazendo o giro de 90o nas garrafas, e, ao mesmo tempo, colocando-as um pouco mais inclinadas para cima, de modo que as leveduras mortas vão, aos poucos, sendo levadas ao gargalo. Quando as garrafas estiverem bastante inclinadas para cima, as leveduras já estarão quase inteiramente sobre a tampinha. Este processo dura cerca de dois meses, ou cerca de uma semana, se for realizado mecanicamente.

Dégorgement

Após a remuage, a garrafa está com os sedimentos no gargalo, que é congelado e expelido por pressão. Esse método é conhecido como Dégorgement. A mesma máquina que retira o sedimento congelado acrescenta o Licor de expedição.

Licor de expedição

Ao final do processo de elaboração do espumante, o licor de expedição é acrescentado. Ele é uma espécie de xarope que determinará a “dosagem” de doçura do espumante. É bom lembrar que a sensação final de doçura também depende de outros fatores, como a acidez do espumante, que poderá compensar maiores teores de açúcar.

A melhor parte, provar! Saúde!

Vinhos degustados:

Guatambu Extra Brut Champenoise – 100% Chardonnay – 12,5% – Nota: 88/100

Perlage fino, aroma não muito intenso, mas gostoso, fino. Melhor no paladar. Refrescante, com toque frutado e mineral. Leve amargor.  

Guatambu Nature – 100% Chardonnay – 12,5% – Nota: 89/100

Perlage fino, aroma mais aberto que o anterior, lembrando fruta tropical e um leve mineral. Macio e refrescante no paladar. Deixa sensação de boca limpa. Final persistente. 

Luar do Pampa Gewürztraminer 2011 – 100% Gewürztraminer – 12,7% – Nota: 87/100

Amarelo intenso, límpido e brilhante. Aroma com boa complexidade, frutados, florais, mel e especiarias. No paladar apresenta bom equilíbrio e estrutura, com fruta e dulçor na medida. Ótima acidez liberando bastante frescor, com final persistente.

Rastros do Pampa Cabernet Sauvignon 2011 – 100% Cabernet Sauvignon – 13% – Nota: 87/100

Aroma bom, mas não intenso de frutas vermelhas maduras e uma madeira precisando incorporar. No paladar, confirma as notas do nariz. Ainda tânico. Apareceram algumas notas vegetais. Um vinho correto. Boa persistência final. 

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