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Archive for fevereiro, 2013

Terminou nesta sexta a edição da mais importante competição internacional de vinhos argentinos, Argentina Wine Awards 2013, onde 12 jurados do mais alto nível avaliaram seus vinhos. Confira a lista no Banner acima com os 24 vinhos premiados, “Trophy”, nas suas categorias.

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O crítico de vinhos Marcelo Copello, um dos mais respeitados do Brasil, acompanha de perto, desde 1995, a evolução do vinho brasileiro. Ao longo deste caminho, constatou, ano após ano, quase sempre o mesmo: a indústria brasileira segue firme em sua escala de qualidade. Na prova deste ano, publicada no “Anuário Vinhos do Brasil 2013” ficou evidente este avanço. Primeiro no que diz respeito à quantidade: nunca tiveram tantas vinícolas participantes. Foram 85, que permitiram a prova de 554 vinhos nacionais, quase o dobro do ano anterior. No aspecto qualitativo, o avanço também se fez notar. No ano passado, foram 42% dos vinhos com 85 pontos ou mais; neste ano; este percentual subiu para 57,7%, com 325 vinhos com 85 pontos ou mais. Das vinícolas participantes, 81 tiveram ao menos um vinho classificado, ou seja, quase todas apresentaram um produto de bom nível. Segue a lista abaixo:

Cortes Tintos

Quinta da Figueira Reserva Perpétua Lote ll (Florianópolis – SC) – 90 pontos

Suzin Zelindo 2008 (São Joaquim –SC) – 90 pontos

Don Abel Don Gran Reserva 2005 (Serra Gaúcha – RS) – 89 pontos

Almaúnica Super Premium Quatro Castas 2010 (Vale dos Vinhedos – RS) – 89 pontos

Quinta da Figueira Reserva Perpétua Lote l (Florianópolis – SC) – 89 pontos

Salton 100 anos 2008 (Bento Gonçalves – RS) – 89 pontos

Cabernet Sauvignon

Don Abel Rota 324 Cabernet Sauvignon 2005 (Serra Gaúcha – RS) – 90 pontos

Aurora Millésime Cabernet Sauvignon 2009 (Serra Gaúcha – RS) – 89 pontos

Basso Monte Paschoal Dedicato Cabernet Sauvignon 2011 (Farroupilha – RS) – 89 pontos

Valmarino Cabernet Sauvignon 2009 (Bento Gonçalves – RS) – 89 pontos

Don Abel Cabernet Sauvignon Premium 2005 (Serra Gaúcha – RS) – 88 pontos

Merlot

Miolo Terroi Edição Limitada 2009 (Vale dos Vinhedos – RS) – 89 pontos

Dom Cândido Documento Merlot 2009 (Vale dos Vinhedos – RS) – 88 pontos

Pizzato Reserva Merlot 2009 (Vale dos Vinhedos – RS) – 88 pontos

Salton Desejo Merlot 2007 (Serra Gaúcha – RS) – 88 pontos

Don Abel Reserva Merlot 2006 (Serra Gaúcha – RS) – 88 pontos

Tannat

Valmarino Tannat 2011 (Bento Gonçalves – RS) – 89 pontos

Don Abel Reserva Tannat 2008 (Serra Gaúcha – RS) – 88 pontos

Antônio Dias Tannat 2009 (Alto Uruguai – RS) – 87 pontos

Casa Venturini Reserva Tannat 2009 (Flores da cunha – RS) – 87 pontos

Don Laurindo Reserva Tannat 2008 (Vale dos Vinhedos – RS) – 87 pontos

Pinot Noir

Pericó Basaltino Pinot Noir 2011 (São Joaquim –SC) – 89 pontos

Basso Monte Paschoal Dedicato Pinot Noir 2011 (Farroupilha –RS) – 88 pontos

Angheben Pinot Noir 2010 – (Encruzilhada do Sul – RS)– 87 pontos

Boscato Pinot Noir 2010 (Serra Gaúcha – RS) – 87 pontos

Bueno Bellavista Estate Pinot Noir 2011 (Campanha – RS) – 87 pontos

Cabernet Franc

Valmarino Cabernet Franc Xlll 2008 (Bento Gonçalves – RS) – 89 pontos

Casa Valduga Premium Raízes Cabernet Franc 2010 (Vale dos Vinhedos – RS) – 88 pontos

Marselan

Dom Cândido 4ª Geração Marselan (Vale dos Vinhedo –RS) 2008 – 88 pontos

Viapiana Via 1986 Marselan 2009 (Flores da Cunha – RS) – 87 pontos

Outras variedades tintas

Pireneus Bandeiras Barbera 2010 (Serra dos Pirineus – GO) – 89 pontos

Almaúnica Reserva Syrah 2011 (Vale dos Vinhedos – RS) – 88 pontos

Casa Valduga Arinarnoa Single Vineyard Identidade 2008 (Encruzilhada do Sul – RS) – 87 pontos

Dom Cândido Reserva Malbec 2009 (Vale dos Vinhedos – RS) – 87 pontos

Don Guerino Gran Reserva Teroldego 2007 (Serra Gaúcha –RS) – 87 pontos

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O americano James Suckling é reconhecido como um dos mais influentes críticos de vinhos do mundo. Foi editor e ex-chefe do escritório europeu da Wine Spectator. Em seu site publicou uma lista onde concedeu para 11 vinhos da safra 2010 de Bordeaux a nota máxima, 100 pontos. Segue também os vinhos que tiveram 98 e 99 pontos. A safra vem confirmando a expectativa, nivelando com a anterior 2009.

100 pontos

Château Cheval Blanc

Château Latour

Château Margaux

Château Vieux Certan

Château Lafleur

Le Pin

Château La Mission Haut-Brion

Château Mouton Rothschild

Pétrus

Château Ducru Beaucaillou

Château Pontet Canet

99 pontos

Château Angelus

Château Léoville-Las-Cases

Château Lafite

98 pontos

Château Figeac

Château Palmer

Château Ausone,

Château l’Eglise Clinet

Château Rauzan-Segla

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Via RTP - “Ridículo” é a palavra utilizada pelo hepatologista Fernando Ramalho para classificar o diploma aprovado esta quinta-feira no Conselho de Ministros que proíbe a venda e consumo de bebidas espirituosas a jovens até aos 18 anos, mas mantém nos 16 anos a idade limite para o vinho e a cerveja. O especialista considera que o álcool é todo igual e acusa o Governo que não querer proteger a saúde dos portugueses, mas “patrocinar algumas empresas de bebidas”.

O Governo, ao aprovar uma lei do álcool que permite que com 16 anos se continue a beber cerveja e vinho, não está a proteger a saúde dos portugueses. Esta é a opinião do responsável da unidade de hepatologia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

“Eu sou frontalmente contra isso. É o diploma mais ridículo que já vi. O álcool é todo igual, seja vinho, cerveja ou outra coisa”, referiu Fernando Ramalho que indignado lamenta que “os interesses das empresas que vendem álcool se sobreponham ao interesse da saúde dos portugueses”.

O Conselho de Ministros aprovou na reunião de hoje um novo diploma que prevê a proibição de venda e consumo de bebidas espirituosas a jovens até aos 18 anos, mas mantém nos 16 anos a idade limite para o consumo de vinho e cerveja.

Fernando Ramalho defende que antes dos 18 anos devia ser proibido o consumo de todas as bebidas alcoólicas, lembrando que é assim que acontece nos “países civilizados”. A par desta proibição, advoga uma fiscalização intensa e medidas de educação dirigidas para os mais novos.

Na Europa ainda há países que permitem o consumo de algumas bebidas aos 16 anos, como o Reino Unido e a Bélgica, mas em Espanha, França, Irlanda ou Finlândia já se impõe os 18 anos como limite mínimo de consumo de qualquer bebida alcoólica.

O hepatologista de Santa Maria e professor na Faculdade de Medicina de Lisboa alerta que o álcool “é todo igual”, independentemente de ser cerveja, vinho ou vodka, e lastima que haja políticos que “continuam interessados em patrocinar algumas empresas de bebidas”, escusando-se a ouvir a opinião “de quem está no terreno”.

Fernando Ramalho lembra ainda que o impacto do álcool na saúde dos mais jovens é significativo é que há “situações graves” registadas no país.

Recorde-se que o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Leal da Costa, anunciou diversas vezes que a nova legislação iria aumentar a idade legal para consumo e aquisição de álcool para os 18 anos. 

Empresas e produtores em contradição

Numa primeira análise à nova lei a Associação Nacional das Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE) discorda que a idade mínima para a compra e consumo de álcool suba para os 18 anos apenas para as bebidas espirituosas com o secretário-geral da ANEBE, Mário Moniz Barreto, a duvidar ainda da eficácia na fiscalização.

Concordando com a subida para os 18 anos da idade mínima de venda e consumo de todas as bebidas alcoólicas e não percebendo a diferenciação, Mário Moniz Barreto diz que “não há álcool bom e álcool mau” e que esta diferenciação vai contra as recomendações comunitárias e internacionais que defendem a harmonização da idade mínima: 18 anos.

“Assistimos com alguma incompreensão à aparente intenção governamental de recuar na subida da idade”, disse, recordando informações anteriores que apontavam para o propósito do Governo de subir para os 18 anos a idade mínima da venda e consumo de todo o álcool porque a mudança “não vai no bom sentido, nem passa uma mensagem correta, especialmente para os jovens”. 

Já o secretário-geral da Associação Portuguesa dos Produtores de Cerveja (APPC) considera que a manutenção dos 16 anos como idade mínima para a venda e consumo desta bebida é “adequada” e leva em conta a realidade portuguesa. 

Segundo Francisco Gírio, esta diferenciação vai ao encontro da realidade dos consumos de bebidas alcoólicas em Portugal.

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A Folha de São Paulo publicou uma matéria hoje, 20, onde especialistas do mais alto nível avaliaram às cegas 8 marcas de vinho rosé mais vendidas em quatro Supermercados de São Paulo.

Numa escala de 0 a 5, dois vinhos receberam a nota intermediária (2,5) e apenas dois a ultrapassaram, ou seja, foram bem avaliados.

As principais características negativas apontadas por cinco especialistas foram a falta de acidez e a presença desequilibrada de álcool, amargor e açúcar. Eles observaram também que algumas bebidas remetem a sabores artificiais.

Para Jorge Lucki, colunista do jornal “Valor Econômico” e da revista “Prazeres da Mesa”, é o caso do chileno Los Vascos, que lembra aroma artificial de morango.

Sommelière do restaurante paulistano D.O.M., Gabriela Monteleone identificou uma característica semelhante no português Lancers. Para ela, o rótulo “tem gosto e cheiro de Cebion [complemento de vitamina C] e aroma químico”.

Além de Lucki e Monteleone, participaram da avaliação Gianni Tartari, sommelier do restaurante Emiliano; Mário Telles Jr., presidente da Associação Brasileira de Sommeliers; e Suzana Barelli, diretora de Redação da revista “Menu”.

O VENCEDOR:
Villa Francioni 2011 – Brasil

Matéria completa: http://migre.me/dlmQy

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A “Revista de Vinhos” de Portugal publicou em sua edição on-line recentemente uma lista dos vinhos que obtiveram as maiores notas nas provas durante o ano de 2012. Veja:

PRÉMIOS DE EXCELÊNCIA

  • Anselmo Mendes Curtimenta Vinho Verde Alvarinho branco 2011
  • Barca Velha Douro tinto 2004
  • Quinta do Vale Meão Douro tinto 2010
  • Poeira Douro tinto 2010
  • Quinta da Touriga-Chã Douro tinto 2009
  • Ultreia Douro tinto 2008
  • Quinta do Noval Douro tinto 2009
  • Quinta da Leda Douro tinto 2009
  • Legado Douro tinto 2008
  • Quinta da Manoella Vinhas Velhas Douro tinto 2010
  • Quinta do Vallado Douro Reserva tinto 2010
  • Quinta da Pellada Dão tinto 2008
  • Quinta dos Carvalhais Único Dão tinto 2009
  • Principal Bairrada Grande Reserva tinto 2008
  • Kompassus Private Collection Bairrada tinto 2009
  • Quinta do Ribeirinho Pé Franco Bairrada tinto 2009
  • Quinta das Bágeiras Pai Abel Bairrada branco 2009
  • CH by Chocapalha Reg. Lisboa tinto 2009
  • Cinquenta A.S. Reg. Península de Setúbal tinto 2009
  • Esporão Private Selection Alentejo Garrafeira tinto 2009
  • Torre do Esporão Alentejo Garrafeira tinto 2007
  • Pêra-Manca Alentejo tinto 2008
  • Grande Rocim Reg. Alentejano tinto 2009
  • Warre’s Porto Vintage 2009
  • Taylor’s Porto Vintage 2009
  • Graham’s Vinho do Porto 30 anos
  • Graham’s Vinho do Porto Colheita 1969
  • José Maria da Fonseca Setúbal Moscatel Roxo 20 Anos
  • Blandy’s Madeira 20 anos Terrantez
  • Bastardinho de Azeitão Vinho Licoroso 30 anos

    OS MELHORES EM CADA REGIÃO 

    ESPUMANTES

  • Kompassus Blanc de Noirs Bairrada espumante branco 2009
  • Murganheira Távora Varosa Espumante Millésime branco 2005
  • Murganheira Cuvée Reserva Especial Távora Varosa Espumante branco 2002
  • Condessa de Santar Dão Espumante branco 2009
  • Vértice Cuvée Douro Espumante Reserva branco 2009

    VINHO VERDE ALVARINHO

  • Muros de Melgaço Vinho Verde Alvarinho branco 2011
  • Soalheiro Primeiras Vinhas Vinho Verde Alvarinho branco 2011
  • Quinta da Pedra Vinho Verde Alvarinho 2010
  • Soalheiro Vinho Verde Alvarinho branco 2011
  • Quinta de Soalheiro Vinho Verde Alvarinho Reserva branco 2010
  • Contacto Vinho Verde Alvarinho branco 2011

    VINHO VERDE

  • Aphros Daphne Vinho Verde branco 2011
  • Aphros Ten Vinho Verde Loureiro branco 2011
  • Aphros Vinho Verde Loureiro branco 2011
  • Aphros Silenus Vinho Verde tinto 2010
  • Quinta de Lourosa Reg. Minho Alvarinho – Arinto branco 2011
  • Dócil Vinho Verde Loureiro branco 2011

    DOURO

  • Alves de Sousa Reserva Pessoal Douro tinto 2003
  • Conceito Douro branco 2011
  • Meruge Douro tinto 2008
  • Coche Douro branco 2010
  • Omlet Douro tinto 2008
  • Charme Douro tinto 2010
  • Robustus Douro tinto 2008
  • Quinta Casa Amarela Douro Grande Reserva tinto 2009
  • Quinta do Crasto Vinha Maria Teresa Douro tinto 2009
  • Passadouro Douro Reserva tinto 2010
  • Quinta do Passadouro Douro Touriga Nacional tinto 2010
  • Quinta do Vallado Douro Touriga Nacional tinto 2009
  • Carvalhas Douro tinto 2010
  • Quinta da Romaneira Douro Reserva tinto 2009
  • Quinta do Portal Douro Touriga Nacional tinto 2009
  • Kopke Vinhas Velhas Douro tinto 2008
  • Pintas Douro tinto 2010
  • Duas Quintas Douro Reserva branco 2011
  • Branco da Gaivosa Douro branco 2011
  • Pó de Poeira Reg. Duriense branco 2011
  • Os Xistos Altos Douro branco 2010

    TRÁS-OS-MONTES

  • Quinta de Arcossó Bago a Bago Trás-os-Montes Superior tinto 2008
  • Quinta de Arcossó Trás-os-Montes Reserva branco 2010

    DÃO

  • Four C Dão branco 2010
  • Munda Dão Touriga Nacional tinto 2009
  • Pedra Cancela Dão Touriga Nacional tinto 2010
  • Ribeiro Santo Vinha da Neve Dão branco 2011
  • Pape Dão tinto 2010
  • Quinta dos Carvalhais Dão Reserva tinto 2008
  • Júlia Kemper Dão Touriga Nacional tinto 2009
  • Quinta do Perdigão Dão Encruzado branco 2011
  • Quinta da Falorca Dão Touriga Nacional tinto 2005
  • Quinta da Falorca Lagar Dão Reserva tinto 2009
  • Flor das Maias Dão tinto 2007
  • Conde de Santar Dão tinto 2009

    BAIRRADA

  • Calda Bordaleza Bairrada tinto 2008
  • 92 Anos de História Bairrada tinto 2009
  • Nossa Calcário Bairrada branco 2011
  • Nossa Calcário Bairrada tinto 2010
  • Luís Pato Vinha Pan Reg. Beiras tinto 2009
  • Luís Pato Vinha Barrosa Monopólio Vinha Velha Reg. Beiras tinto 2009
  • Quinta das Bágeiras Bairrada garrafeira tinto 2008
  • Outrora Bairrada Clássico tinto 2009
  • Quinta da Dôna Bairrada tinto 2009
  • Aveleda Reserva da Família Bairrada branco 2011

    BEIRA INTERIOR

  • Beyra Quartz Beira Interior branco 2011
  • Quinta do Cardo Beira Interior Grande Escolha tinto 2009
  • Quinta dos Termos “O Deslize de Virgílio Loureiro” Beira Interior Escolha tinto 2009

    LISBOA

  • Ex aequo Reg. Lisboa tinto 2008
  • Quinta do Monte d’Oiro Reg. Lisboa Reserva tinto 2008
  • Chocapalha Reg. Lisboa Reserva branco 2011
  • Chocapalha Reg. Lisboa Reserva tinto 2009
  • Syrah 24 Reg. Lisboa Syrah tinto 2009
  • Morgado de Sta. Catherina Bucelas Reserva branco 2010
  • Quinta de Sant’Ana Reg. Lisboa Reserva tinto 2008
  • Vale da Mata Reg. Lisboa Reserva tinto 2009

    TEJO

  • Quinta da Lapa Do Tejo Reserva tinto 2009
  • Quinta da Alorna Reg. Tejo Reserva Arinto-Chardonnay branco 2011
  • Falcoaria Do Tejo Fernão Pires branco 2011
  • Quinta Lagoalva de Cima Reg. Tejo Chardonnay/Arinto Reserva branco 2011

    PENÍNSULA DE SETÚBAL

  • Hexagon Reg. Península de Setúbal tinto 2008
  • Quinta da Bacalhôa Reg. Península de Setúbal Cabernet Sauvignon tinto 2010
  • Domingos Soares Franco Coleccção Privada Reg. Península de Setúbal Syrah e Touriga Francesa tinto 2011
  • Caios Reg. Península de Setúbal tinto 2008
  • Cova da Ursa Reg. Península de Setúbal Chardonnay branco 2011
  • Só Reg. Península de Setúbal Syrah tinto 2008
  • Terras do Pó Castas Reg. Península de Setúbal Syrah-Petit Verdot tinto 2009
  • Stanley Reg. Península de Setúbal Reserva tinto 2008

    ALENTEJO

  • Cortes de Cima Homenagem Reg. Alentejano tinto 2009
  • Esporão Alentejo Private Selection branco 2011
  • Herdade Perdigão 20 Anos Reg. Alentejano tinto 2008
  • Paulo Laureano Reg. Alentejano Alicante Bouschet tinto 2008
  • Terrenus Vinhas Velhas Reg. Alentejano Reserva tinto 2009
  • Montes Claros Alentejo Garrafeira tinto 2009
  • Adega Mayor 9 Reg. Alentejano tinto 2008
  • Herdade Grande 15 Vindimas Reg. Alentejano Colh. Selec. tinto 2009
  • Quinta do Carmo Reg. Alentejano Reserva tinto 2008
  • Reguengos Garrafeira dos Sócios Alentejo tinto 2004
  • Quatro Caminhos Reg. Alentejano reserva tinto 2010
  • Scala Coeli Reg. Alentejano tinto 2010
  • Poli Phonia Signature Reg. Alentejano tinto 2010
  • Menino António Reg. Alentejano Alicante Bouschet tinto 2008
  • Quinta da Viçosa ST Reg. Alentejano Syrah-Trincadeira tinto 2009
  • Dona Maria Reg. Alentejano Reserva tinto 2008
  • Paulo Laureano Selectio Alentejo Grossa tinto 2010
  • Quinta do Quetzal Alentejo Reserva tinto 2008
  • Herdade do Peso Reg. Alentejano Reserva tinto 2009
  • Pedra e Alma Reg. Alentejano tinto 2009
  • Outeiro Reg. Alentejano tinto 2010

    ALGARVE

  • Monte do Além Reg. Algarve Petit Verdot tinto 2009

    VINHO DE MESA

  • Eminência Vinho de Mesa Loureiro branco 2010
  • Royal Palmeira Vinho de Mesa Loureiro branco 2009

    VINHO DO PORTO

  • Poças Vinho do Porto Colheita 1976
  • Poças Porto Vintage 2009
  • Quinta do Noval Porto Colheita 1986
  • Barros Quinta da Galeira Porto Vintage 2009
  • Graham’s Vinho do Porto 20 anos
  • Graham’s Vinho do Porto 40 anos
  • Ramos Pinto Quinta de Ervamoira Porto Vintage 2009
  • Butler Nephew & Co. Porto Tawny 40 Anos
  • Niepoort Porto Vintage 2009
  • Quinta do Passadouro Porto Vintage 2009
  • Quinta do Grifo Porto Vintage 2009
  • Rozès Porto Vintage 2009
  • Burmester Quinta do Arnozelo Porto Vintage 2009 

    MOSCATEL DO DOURO

  • Adega de Favaios Moscatel do Douro 1980

    MOSCATEL DE SETÚBAL

  • Bacalhôa Setúbal Moscatel Roxo 2001
  • Excellent Setúbal Moscatel Roxo Superior

    MADEIRA

  • Blandy’s Madeira Colheita Malmsey 1996
  • Blandy’s Madeira Colheita Sercial 1995
  • Blandy’s Madeira Verdelho 1984
  • Barbeito Single Cask 727 d+e Madeira Colheita Malvasia 2001

    AÇORES

  • Muros de Magma Reg. Açores Verdelho branco 2011
  • Terrantez do Pico Reg. Açores branco 2011

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A Miolo Wine Group lança em abril a safra 2011 do ícone Miolo Lote 43. Elaborado somente em safras excepcionais, o vinho é um corte harmônico de merlot  e cabernet sauvignon cultivados nos vinhedos da família Miolo. Esta é a primeira safra do vinho com D.O. – Denominação de Origem Controlada do Vale dos Vinhedos. O Miolo Lote 43 2011 chega ao varejo e lojas especializadas a partir da primeira quinzena de abril. Esta é a sexta edição do vinho, que até então só havia sido elaborado nos anos de 1999, 2002, 2004, 2005 e 2008.

O blog Vivendo a Vida teve a oportunidade de participar de uma degustação vertical histórica ano passado na vinícola com todas as safras, de 1999 a 2011 (amostra de barrica na época), veja o resultado: http://www.vivendoavida.net/?p=21822.

A safra de 2011 foi histórica. Condições climáticas favoráveis, aliadas a modernas práticas de manejo, possibilitaram a elaboração de grandes vinhos”, afirma Adriano Miolo. Segundo ele, a qualidade da safra garantiu a produção de toda a linha superpremium da Miolo Wine Group.

O Lote 43 é uma homenagem ao italiano Giuseppe Miolo, patriarca da família, e leva o nome da terra recebida pelo imigrante ao chegar ao Brasil.

Sua elaboração adapta o conceito do “cru”, que se refere ao pedaço especial de terra cultivada em um vinhedo, dentro de uma área de denominação de origem controlada. O lote de terra corresponde a 19 hectares de vinhedos das variedades merlot e cabernet sauvignon cultivados em espaldeiras (sistema vertical) de baixa produtividade.

Utilizando-se das melhores tecnologias de produção, o Miolo Lote 43 é um vinho que apresenta características próprias para o envelhecimento e possui estrutura suficiente para suportar muitos anos de garrafa. É envelhecido por cerca de um ano em barricas novas de carvalho francês e americano.  Depois de engarrafado, permanece durante mais um ano nas caves subterrâneas da vinícola.

Pré-venda Miolo Lote 43

Durante a pré-venda, de 14 a 28 de fevereiro, as caixas de Lote 43 estarão sendo comercializadas pelo valor de R$ 564,00. O cliente que adquirir o produto terá seu nome personalizado na caixa. A venda pode ser feita pelo telefone 0800 9704165 ou pela loja virtual da MWG: http://loja.miolo.com.br

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O Facebook lançou-se em um novo mercado esta semana, dando início à venda on-line vinhos nos EUA. A ideia é incentivar seus clientes nos EUA a enviar presentes para seus amigos do Facebook.

Veja mais detalhes:

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Texto de André Andrès – O Exagero

Um dos meus cunhados tinha um hábito pouco elogiável quando se trata de vinhos: tomava sempre o mesmo tinto. Para ser mais exato, era o Casillero del Diablo Cabernet Sauvignon (aliás, bem honesto para a sua faixa de preço, em torno de R$ 30). “Gosto desse. Não quero provar outro, não. Não quero arriscar”, justificava. Bem, tudo no mudo evolui e ele hoje se aventura a provar outros rótulos. Agora, o problema para ele, provavelmente será outro: qual garrafa escolher entre as centenas de ofertas diferentes expostas nas prateleiras de adegas e supermercados. E, pior, com um turbilhão de informações e histórias envolvendo as marcas. O marketing sempre fez parte da história do vinho. Mas as vinícolas estão exagerando. E o marketing está sendo colocado num patamar acima da uva, da produção, da bebida, enfim…

O vinho é um produto de consumo fortemente ligado à sensibilidade, à sofisticação, à cultura. Por isso as histórias sobre o lugar onde ele é produzido, a maneira como a uva é conduzida até se transformar num branco ou tinto delicioso, o terroir e até mesmo detalhes como a escolha do nome fazem parte da construção da imagem do rótulo. Quando esses detalhes todos nos acrescentam conhecimento e têm uma base real, ótimo. É bom saber como funciona, por exemplo, a solera, o método de produção de vinhos fortificados espanhóis. Ou saber como nasceu à obrigatoriedade de se plantar apenas Chardonnay e Pinot Noir na Borgonha. Ou, ainda, discutir se a Shiraz era mesmo a uva do vinho servido na Santa Ceia. E até mesmo conhecer a lenda curiosa sobre a origem do Casillero. O problema, como sempre, é o exagero. E o mercado recebe cada vez mais produtos exóticos: é vinho armazenado no monte onde aconteciam oferendas para deuses indígenas, garrafas deixadas no fundo do mar, nomes baseados numa língua perdida de uma tribo de índios chilenos já extinta e coisas assim.

O efeito de tanta jogada de marketing tende a ser contra produtivo. O consumidor, como aquele meu cunhado, vai acabar ficando ainda mais perdido diante da quantidade de ofertas, além das muitas histórias em torno da garrafa. E, possivelmente, vai cada vez mais recorrer ao porto seguro das vinícolas já conhecidas. Em outras palavras, ele vai olhar, olhar, ouvir as muitas histórias em torno do tinto ou do branco e… acabar escolhendo o Casillero del Diablo Cabernet Sauvignon…

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Na sexta passada, 15, publiquei em minha coluna “Vivendo a Vida” no Caderno Prazer & Cia do Jornal A Gazeta um pequeno guia para você aproveitar as promoções de vinhos comuns nesta época do ano. Segue:

Para a alegria dos apreciadores da bebida de Baco, os meses de janeiro e fevereiro são marcados pelas grandes promoções de lojas, sites e importadoras de vinhos em todo o Brasil. É sem dúvida a melhor época do ano para renovar a adega. Comprar antes das remarcações anunciadas e ainda ganhar um bom desconto. Recebi vários e-mails com relação dos vinhos e os descontos que chegam até 50%. Mas todo mundo sabe que quando a esmola é demais o santo desconfia. Lógico que os comerciantes têm seus interesses. Muitos desses vinhos foram descontinuados, saíram de linha, e por isso precisam vender o estoque. Isso não quer dizer que os vinhos sejam ruins. Tem muita coisa boa. Então para que essa alegria não vire vinagre precisamos ficar atentos a alguns detalhes na hora da compra.

·         Em primeiro lugar procure locais em que você já tenha um maior vinculo com os vendedores. O atendimento com certeza será mais agradável e “sincero”.

·         Saber se a loja ou qualquer outro local de compra tenha climatização adequada e que os vinhos não fiquem expostos ao sol.

·         O nível do liquido na garrafa é um indicativo da qualidade. Se o nível se encontrar abaixo do pescoço, não compre, possivelmente estará oxidado ou a caminho.

·         Verificar se o rótulo tem traços de vazamento, escorrida. Isso mostra que entrou oxigênio e por consequência teve saída de líquido da garrafa.  

·         A cápsula que envolve a rolha tem a função de proteger contra fungos e ajuda a evitar o seu ressecamento. Então, se não tiver é um fator de risco.

·         Rolha para fora, estufada, mostra que a garrafa foi sacrificada ao calor, com variação de temperatura, forçando a rolha levemente para fora. Não compre.

·         Se gostar muito dos vinhos evoluídos, antigos, nessa hora é preciso redobrar a atenção. Para os vinhos tintos leves, brancos, roses e espumantes mais ainda. São de consumo rápido. Existem algumas exceções, porém é muito difícil. A idade recomendada é de 2 a 3 anos no máximo.      

·         Por outro lado, vinhos de bons produtores, estruturados de safras antigas pode ser uma ótima oportunidade de compra. Afinal ou a gente guarda para envelhecer ou já compra evoluído, como é o caso dessas promoções.

·         Quando achar um vinho muito barato, desconto alto, não compre em grande quantidade. Compre uma garrafa, prove e se estiver em boas condições e agradar o seu paladar, ai sim, compre mais.

·         Se você está com a adega cheia, segure a vontade, as promoções acontecem o ano inteiro, mas não nessa quantidade. Junte um grupo de amigos, ganhe volume e poderá melhorar os descontos.

Reuni alguns rótulos para indicar que estão com bons preços e em perfeita condição de consumo.

Chocalan Mavilla Chardonnay 2011 – Vale de San Antonio – Chile – R$ 83,00 por 58,10 – Ville du Vin

Um vinho que me agradou muito. Um Chardonnay nada pesado, com acidez viva e refrescante. Deixa sensação gostosa em boca. Leve toque de manteiga e frutas tropicais. Bem elegante, pede outra taça.

Sotorrondero 2009 – 92 pontos Parker – D.O Toldedo – Espanha – R$ 159,00 por R$ 90,00 – Espaço DOC

Bastante frutado, notas doces e minerais.  Bom frescor. Bastante equilibrado. Um vinho mais estruturado.

Antaño 2009- – 100% Tempranillo – Rioja – Espanha – R$ 34,00 por R$ 19,90 – www.buywine.com.br

Apesar de ser da safra 2009 (4 anos) mostrou estar em plena forma, inteiro. Bom aroma, mas não muito intenso, lembrando frutas, leve especiaria e um fundo de carvalho. Na boca melhora, equilibrado, com boa concentração e acidez. Madeira bem integrada. Confirma as notas do nariz. Fácil de beber e de agradar. Não cansa, e sim pede outra taça. Qualidade superior a sua faixa de preço.

Casa Lo Matta 2011 – 100 Cabernet Sauvignon – Chile – Vale Central – R$ 26,00 por R$ 18,90 – Enotria

Vinho simples, fácil de beber, ideal para o dia-dia. Qualidade adequada a sua faixa de preço.  

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