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Archive for janeiro, 2013

O Grupo de Trabalho da Cadeia do Vinho, formado por representantes da ABRAS, A.B.B.A, ABRABE, UVIBRA E IBRAVIN, apresentou nesta terça-feira, dia 22, as primeiras ações para implementação do acordo de cooperação firmado no ano passado, que tem como meta aumentar o consumo de vinhos no Brasil de 1,9 litro para 2,5 litros per capita até o final de 2016. Em conjunto, todos os elos da Cadeia do Vinho têm ainda como meta ampliar a venda de vinhos finos brasileiros de 19 para 40 milhões de litros em quatro anos. Mas o foco do grupo será fazer a categoria vinhos crescer como um todo, ganhando a preferência do consumidor brasileiro.

Campanha: “No Verão, vá de Vinho Branco”

Para começar essa empreitada o Grupo de Trabalho da Cadeia do Vinho decidiu lançar uma campanha promocional dos vinhos brancos no varejo, visando aumentar o consumo desses itens em 20% especialmente neste início de ano (Verão 2013 – janeiro a março). 

Como no Brasil, o consumo de vinho costuma estar relacionado ao frio ou a datas comemorativas, a proposta da campanha é associar o verão, o sol, ao vinho branco, daí todos os materiais terem um grande sol amarelo-alaranjado estilizado em fundo de garrafa (de vinho, claro!).

Como o vinho branco é uma bebida leve, refrescante e aromática que combina perfeitamente com praia, happy hour e frutos do mar, a proposta é mostrar, por meio da campanha promocional em supermercados, que essa é uma excelente opção de compra de bebidas para o verão. Os materiais da campanha (cartazes de preço, sinalizador de ilha, tag de garrafa, régua de gôndola e stopper) estarão distribuídos nos pontos de venda, mas as empresas participantes podem complementar a campanha com promoções próprias.

Inicialmente, já aderiram à campanha mais de 20 lojas de supermercados em Porto Alegre e 30 em São Paulo, e as adesões estão em andamento. No Rio Grande do Sul já estão confirmadas as participações das redes Pão de Açúcar, Carrefour, Zaffari, Rissul e Walmart (Big e Nacional). Em São Paulo, Pão de Açúcar, Carrefour, Extra e Walmart também aderiram à promoção.

Projeto Setorial: Conhecendo os Vinhos do Brasil

Para vender mais vinho é preciso aproximar ainda mais produtores (principalmente os pequenos e médios) e os varejistas. Essa é a proposta do projeto Conhecendo os Vinhos do Brasil, cuja primeira edição acontece de 31 de janeiro a 3 de fevereiro deste ano na Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul. 

Trata-se de uma missão comercial, com rodadas de negócio, para integrar compradores de supermercados, convidados pela ABRAS, ABRABE E A.B.B.A, e produtores convidados pelas entidades vitivinícolas brasileiras, UVIBRA e IBRAVIN. Já está confirmada a participação de 50 vinícolas e cerca de 50 compradores de diversas redes e importadoras do País.

Outras ações

O Grupo de Trabalho da Cadeia do Vinho continuará trabalhando para implementar outras ações ao longo do ano. Entre as atividades já programadas está em andamento a discussão para criação do Fundo de Promoção e Ordenamento do Mercado Vitivinicola no Brasil, no âmbito da Câmara Setorial da Viticultura, Vinhos e Derivados, órgão consultivo junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em Brasília e que congrega todas as entidades participantes do Acordo firmado em 19 de outubro. A previsão inicial é que este trabalho seja concluído durante este ano, quando seria proposta formalmente a criação do fundo, através de legislação específica.

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A Vinícola Perini é a representante dos vinhos tintos brasileiros em uma das maiores feiras do setor gastronômico do planeta, na Espanha. Desde esta segunda-feira (21) e até a quarta-feira (23), o Merlot Perini Fração Única está sendo degustado na 11ª Cúpula Internacional de Gastronomia Madrid Fusión, em Madri. A participação ocorre por meio do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e da Embratur, que tem um estande de 40 m² na capital espanhola.

No cenário internacional, o Madrid Fusión é reconhecido como referência entre eventos gastronômicos, premiado pela Academia Española de Gastronomía e pelo Canal Cocina. De acordo com a analista de promoção do projeto Wines Of Brasil, desenvolvido pelo Ibravin, Ana Paula Kleinowsky, a feira desfila a vanguarda da culinária internacional, com demonstrações ao vivo dos chefs mais consagrados do mundo, apresentações e debates.

O Merlot Fração Única da Perini, elaborado a partir do cultivo de vinhas selecionadas nas melhores porções de terroir do Vale Trentino, também será servido em um jantar exclusivo para 60 convidados entre jornalistas e formadores de opinião, harmonizado com culinária brasileira. ”A uva Merlot teve ótima adaptação ao solo da Serra Gaúcha e já passa por um trabalho para tornar-se uma tinta ícone do país”, afirma o enólogo Leandro Santini. “O Perini Fração Única Merlot representa bem o nosso terroir e por ter ótimo equilíbrio entre taninos, acidez e madeira é muito adequado para um evento gastronômico internacional como este”, acrescenta.

Desta forma, os participantes do jantar e da feira degustarão um rótulo premiado pela Organização Internacional do Vinho e da Vinha (OIV), pela Union Internationale des Enologues e pela Associação Brasileira de Enologia (ABE) com a Medalha de Ouro no 6º Concurso Internacional de Vinhos do Brasil, em 2012.

A Perini foi a primeira vinícola brasileira a implantar a rastreabilidade completa dos seus vinhos, a partir da safra de 2010 – exatamente a que será apresentada em Madri. A tecnologia que deu origem à toda linha Fração Única garante que todas as etapas de elaboração dos produtos, desde a videira até a distribuição no mercado, passem por um rígido acompanhamento dos enólogos, técnicos e gestores da vinícola. “A rastreabilidade completa dos nossos produtos traz tranquilidade e segurança para o consumidor”, completa o diretor-presidente da vinícola, Benildo Perini.

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O narrador esportivo é o novo acionista do maior grupo vitivinícola do país, após contrato assinado com as famílias Miolo, Benedetti, Tecchio e Randon

O narrador esportivo Galvão Bueno é o novo sócio da Miolo Wine Group. A parceria, que começou em 2009 com a elaboração de dois vinhos superpremium – Paralelo 31 e espumante Bueno Cuvée Prestige –, ganha mais força a partir de agora, que a família Bueno passa a compor o quadro acionário da empresa junto às famílias Miolo, Benedetti, Tecchio e Randon.

O ingresso de Galvão no grupo proporcionará uma expansão nos negócios da empresa, que pretende chegar em 2020 com faturamento anual de R$ 500 milhões, consolidando sua posição como líder nacional na produção de vinhos finos e espumantes e visando estar entre os três maiores grupos de vinhos da América do Sul. Também para 2020, a empresa projeta um crescimento na produção destinada ao mercado internacional para atingir a meta estipulada de 30%.

“Para nós é uma grande satisfação contar com o Galvão Bueno fazendo parte do nosso grupo. Tenho a certeza de que ele virá para fortalecer ainda mais nosso projeto de vinhos de qualidade e terá uma contribuição fundamental na construção da imagem e notoriedade que conquistamos até hoje”, diz Adriano Miolo, superintendente do grupo.

O projeto Bella Vista Estate, de propriedade do narrador mais famoso do país, está localizado na região da Campanha (RS), local reconhecido como uma das regiões mais promissoras para o cultivo de uvas, o paralelo 31 – faixa do planeta onde se encontram as melhores regiões vitivinícolas do mundo. Hoje, o projeto conta com 30 hectares de vinhedos e seis rótulos, entre espumantes, vinhos brancos e tintos.

“Conhecer a família Miolo foi para mim um acontecimento especial. Trabalhar em parceria com eles só me fez aumentar minha paixão pelos vinhos. Associar-me a eles é fazer parte de uma saga que se iniciou no século XIX e que me enche de orgulho.” Galvão Bueno. Essa operação foi coordenada pela PricewaterhouseCoopers.

A Miolo Wine Group é líder no mercado nacional de vinhos finos entre as vinícolas brasileiras, com cerca de 35% de market share, e referência em qualidade. A empresa elabora mais de 100 rótulos produzidos em sete projetos vitivinícolas no Brasil, em diferentes regiões, incluindo as parcerias internacionais com Argentina, Chile, Espanha, Itália e França. É a maior exportadora brasileira de vinhos e está entre as principais produtoras de espumantes, com participação de cerca de 15% no mercado.

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Grande parte do trabalho de um presidente dos Estados Unidos é saber administrar relações diplomáticas entre países. Mas Barack Obama conseguiu enfurecer os franceses com o seu jantar de posse do segundo mandato, que ocorre nesta segunda-feira, em Washington.

Uma das bebidas servidas na festa será o espumante californiano “Korbel Natural“, descrito no cardápio da festa como “Special Inaugural Cuvée California Champagne“. Produtores da região de Champagne, na França, que mantêm um escritório nos Estados Unidos, reclamaram do título, pois somente quem produz no local pode usar essa denominação.

Os lobistas do champanhe deveriam tomar uma taça do próprio produto e relaxar“, disse Matt House, porta-voz do comitê que realiza o jantar da posse.

Apesar do impasse, a bebida continua no menu da festa, ao lado de dois vinhos do Estado de Nova York – o riesling Tierce Finger Lakes Dry (2010) e o merlot Bedell Cellars (2009). Eles irão acompanhar os três pratos do banquete para Obama.

Como entrada, o presidente e seus convidados irão comer lagosta e sopa de mexilhões da região de New England. O prato principal será bisão grelhado e purê de abóbora com molho de huckleberries (uma espécie de blueberry). Para finalizar, torta de maçãs com “sour cream” e queijos artesanais.

Via (Jornal Folha)

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O concurso Albariños al Mundo, organizado pela União Espanhola de Catadores, ocorreu em Londres, nos dias 24 e 25 de Novembro 2012, revelando uma variedade de Alvarinhos feitos na Península Ibérica – Rias Baixas, do lado espanhol e Vinhos Verdes, do lado português.

O concurso contou com a presença de um júri formado por uma seleção de provadores, entre os quais diversos Masters of Wine, jornalistas especializados e sommeliers.

Gran Alvarinho de Ouro:

• Abadía de San Campio 2011 – Bodegas Terras Gauda
• La Val Sobre Lías 2005 – Bodegas la Val
• Vinha Antiga 2010 – Provam (Vinhos Verdes)

Alvarinho de Ouro:

• Algareiro 2011 – Mar de Frades
• Castel de Fornos 2011 – Bodegas Chaves
• Dom Ponciano 2011 – RE Vinhos (Vinhos Verdes)
• Eidosela 2011 – Bodegas Eidosela
• Lagar de Cervera 2011 – La Rioja Alta
• Maior de Mendoza 2011 – Maior de Mendoza
• Minarellos 2011 – Luar de Minarellos
• QL- Quinta da Lixa 2011 – Quinta da Lixa (Vinhos Verdes)
• Viña Armenteira de Hierbas – La Rioja Alta
• Vinha da Bouça Quinta do Ermizio 2011 – Almeida Monteiro (Vinhos Verdes)
• Regueiro 2010 – Quinta do Regueiro (Vinhos Verdes)
• Selección Finca Monte Alto 2010 – Bodegas Fillaboa
• Señorío de Rubiós Albariño 2011 – Bodegas Coto Redondo

Alvarinho de Prata:

• Albariño Condes de Albarei 2011 – Adega Condes de Albarei
• Albariño Pazo Pondal 2011 – Pazo Pondal
• Bagoa do Miño 2011 – Bodegas as Laxas
• Casa do Capitão Mor Reserva 2011 – Quinta de Paços (Vinhos Verdes)
• Lagar de Costa 2011 – Dolores Fontán Limeres
• Nora da Neve 2009 – Bodega Viña Nora
• Reguengo de Melgaço 2011 – Hotel Reguengo de Melgaço (Vinhos Verdes)
• Senhoria Alvarinho 2010 – Quinta da Pedra Soc. Viticola de Monção (Vinhos Verdes)
• Terras de Monção 2011 – S.A.V.A.M. (Vinhos Verdes)

Mais informações em:www.albarinosalmundo.com

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Considerada a mais feminina das uvas, a Pinot Noir é fonte de vinhos refinados, chamando atenção de degustadores e críticos de todo mundo. Apesar de todo sucesso, é uma uva de difícil cultivo. Necessita de um clima frio, tem uma maturação mais rápida e muito suscetível a pragas. Quando bem elaborada gera vinhos complexos, com aromas e sabores intensos, que em alguns casos, evoluem muito bem com o passar dos anos. Os vinhos jovens elaborados com a uva Pinot Noir pela sua pouca carga tânica (taninos) são ideais para o verão.

Sua origem é a região da Borgonha, França. Por lá quase todos os tintos são elaborados com a uva Pinot Noir. Tem como seu ícone o vinho Romanée Conti, sonho de consumo de qualquer enófilo do mundo. Atualmente é plantada em muitos outros países, com resultados bastante positivos. Mas para muitos a Pinot Noir fora de seu “terroir original” não consegue expressar o seu melhor. Na produção de tintos raramente é corte com outras uvas.

No “Novo Mundo” às opções positivas vem de Países como à California, Nova Zelândia, Uruguai, Chile entre outros. No Brasil, além Rio Grande do Sul, Santa Catarina vem aparecendo com bons rótulos nos últimos anos. Em sua maioria apresentam características bastante vibrantes, abertos, com aromas e sabores adocicados (Cereja e Morango). Não tem uma capacidade de evolução comprovada. 

Já na hora de escolher bons vinhos da Borgonha a coisa complica. É preciso prestar bastante atenção a detalhes como: reputação do produtor, a safra (no blog tem uma tabela atualizada) e sua denominação. Outro detalhe importante é o seu “bolso“. Nos últimos anos, os melhores vinhos como os “Grands Crus“ (produzidos nas melhores partes da terras dos municípios vinícolas) e os Premiers Cru, (produzidos em pequenas terras delimitadas com precisão, chamadas Climats, no meio de uma pequena cidade), tiveram um aumento de mais de 400% em seu preço devido a lei da oferta e da procura. Porém existem opções mais em conta que podem ser encontrados seguindo as dicas acima descritas. Ao contrário dos elaborados no Novo Mundo, na Borgonha apresentam características mais complexas, além da fruta, mostra notas terrosas, cogumelos, fumo, e especiarias, e uma acidez viva característica. Dependendo do método de produção, bem como seus vinhedos de origem, podem ser consumidos rapidamente ou com capacidade para amadurecer por décadas na garrafa.

Harmonização ideal

Para poder harmonizar precisamos nivelar o peso do vinho de acordo com o peso de cada prato: ex: Pinot Noir mais leve (peito de frango e peru, galeto), com média estrutura (frango caipira, codorna, perdiz, peru, e galinha d’angola) e estruturado (Pato, ganso e o clássico Boeuf à la Bourguignonne).

Vinhos indicados:

Aurora Pinot Noir 2012 – Brasil – Sera Gaúcha – ST (83) – R$ 23,80 – Carone

Sensi Pinot Noir Collezione 2010 – Itália – Vêneto – R$ 39,00 – ST (87) – Perim

Veramonte Ritual Pinot Noir 2010 – Chile – Casablanca – 39,90 – ST (89) – Extraplus

Hunter’s Pinot Noir 2010 – Nova Zelândia – Marlborough – ST (90) – R$ 139,00 – Enótria

Louis Latour Chassagne Montrachet 2007 – França – Borgonha – ST (90) – R$ 198,00 – Ville du Vin

Matéria publicada no Caderno Prazer & Cia (Jornal A Gazeta) – Coluna (Vivendo a Vida) – 18/01/2013

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O sol já se pôs, dando espaço para a lua e as estrelas. Os parreirais estão carregados e iluminados. É hora de iniciar a colheita da uva. Que tal viver essa experiência? A Vinhos Larentis, localizada no Vale dos Vinhedos, apresenta no dia 23 de fevereiro a Colheita Noturna, oferecendo ao turista a oportunidade de colher a uva e ainda receber de presente uma garrafa de vinho feito com a variedade colhida. A garrafa contará com rótulo personalizado e o vinho, quando pronto, será fornecido exclusivamente aos participantes.

Logo na chegada, às 18h, uma taça de espumante na recepção. A programação segue com visita no interior da vinícola e degustação de vinhos guiada pelo enólogo André Larentis, da terceira geração da família. Entre as variedades a serem saboreadas está um dos destaques da vinícola, o vinho Mérito, degustado com exclusividade na ocasião. O vinho é elaborado a partir do corte de quatro variedades: Merlot, Cabernet Sauvignon, Ancellotta e Marselan.

Encerrada a degustação e já quando o sol está quase se pondo, iniciam os preparativos para a colheita nos parreirais iluminados que ficam nos fundos da vinícola, uma experiência que terá duração aproximada de 30 minutos. Para isso, cada participante receberá um avental – que ficará de presente para o visitante -, um cesto e uma tesoura para o corte dos cachos. A vindima será comemorada com uma farta uma tábua de produtos coloniais como pão caseiro, copa, queijo e salame, acompanhada por um prato quente típico italiano, e harmonizados com vinhos e espumantes Larentis.

As vagas são limitadas a 25 pessoas. O valor é de R$ 85,00 por participante, incluindo toda a programação e uma garrafa do vinho produzido. Em caso de chuva, o evento será transferido.

Happy Hour com piquenique

Outra opção para aproveitar a vindima na Vinhos Larentis é o Happy Hour com Piquenique. Realizado aos sábados no final da tarde, os visitantes recebem um cesto de vime com tábua de frios, composta por copa, queijo, salame, geleias, “pão da nona”, vinhos e espumantes. O valor é de R$ 40,00 por pessoa, e inclui ainda visita à vinícola e degustação de produtos da Larentis. É realizado apenas sob reserva.

*Fotos: Parreirais iluminados. Crédito de Sandi Marina Corso.

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A vinícola Casa Valduga vem se especializando nos últimos anos na produção de espumantes de comprovada qualidade. A linha começa com os mais leves e frutados, como o Arte (12 meses), o premiado 130, seguindo para um estilo mais complexo com o Reserva (25 meses) e também o Gran Reserva (60 meses).

O espumante que falo hoje da vinícola é o Casa Valduga Reserva Brut 2009, elaborado com 70% da casta Chardonnay e 30% de Pinot Noir. Como podem observar no rótulo, existe o numero “25“, que significa a quantidade de meses em que o vinho fica
em contato com as leveduras antes do dégorgement. Quanto mais tempo, mais complexo fica. Existem também “12” e “60“, como comentado acima. Foi uma maneira que a vinícola encontrou para diferenciar seus produtos quanto ao preço e ao nível de qualidade. Ficando assim mais claro para o consumidor.

Avaliação Pessoal:
ST (91)
– 13,5% – R$ 48,00 – Vale dos Vinhedos – Brasil

  • Visual amarelo dourado de média intensidade, perlage fino e persistente com belo colar de espumas. Aroma complexo, frutas (damasco), notas de brioches, amêndoas e um leve tostado. Paladar com boa cremosidade, estruturado e uma excelente acidez. Equilibrado. Final longo. Excelente!

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Elaborado com 100% da uva Chardonnay, o Amelia 2010 da Viña Concha y Toro, é sem dúvida um dos grandes brancos que já provei do Chile. Suas uvas vêm do Vale de Casablanca, vinhedo El Triangulo, região considerada perfeita para brancos e vinhos feitos com uvas que gostam de clima frio. Passa por 10 meses em barricas de carvalho francês. Sua produção é muito pequena, e tem a assinatura de um dos mais conceituados enólogos do país, Ignacio Recabarren.

Avaliação Pessoal: ST (92) Amelia Chardonnay 2010 – 100% Chardonnay – Vale do Casablanca – R$ 140,00
Importador VCT

  • Visual amarelo palha com reflexos esverdeados, aroma complexo e profundo lembrando frutas maduras…abacaxi, manga, bem como leve toque amanteigado, floral e mineral. O paladar é untuoso, com boa concentração de frutas, madeira sem exagero, tudo bem integrado. Fresco, boa acidez e um final longo. Um vinho muito equilibrado, bem feito, não cansa o paladar. Resumindo, um vinho elegante.


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Louis Latour é uma empresa familiar de grande tradição no qual se dedica à viticultura desde o século XVIII (antes mesmo da fundação da vinícola) em 1797. Suas uvas vêm de vinhedos próprios, cerca de 50 hectares, do Domaine Louis Latour e são vinificadas na adega histórica construída em 1834 no Château Corton Grancey, em Aloxe-Corton. A primeira e mais antiga adega em funcionamento na França.

Os vinhos degustados são elaborados com uvas Pinot Noir da comuna de Chassagne-Montrachet, no sul da Côte de Beaune. As uvas são fermentadas nos tradicionais tonéis de carvalho, aonde amadurece por 12 meses em barricas de carvalho francês.

Louis Latour Chassagne-Montrachet Rouge 2002 – 13,5%. – ST (91)

Fruta Já apresentando sinais de evolução, com notas terrosas, cogumelos, fumo, e especiarias. Boca delicada, com taninos macios, ótima acidez e persistência média. Ótima fase, com fruta ainda presente, dividindo espaço com notas terciárias.

Louis Latour Chassagne-Montrachet Rouge 2007 – 13,5% – R$ 198,00 – Ville du Vin – ST (90)

Fruta viva, um pouco primária quando comparada à do 2002, mas com o mesmo DNA. Boca equilibrada, com taninos finos, boa acidez e persistência média. Pode ser degustado agora gerando prazer, mas alguns anos de adega ficará ainda mais interessante, a exemplo do irmão mais velho.

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