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Archive for agosto, 2012

Para quem ainda não sabe, no Brasil, a safra 2012 foi considerada uma das melhores de todos os tempos, favorecida pelo clima seco e ensolarado, gerando uvas sadias, com maior concentração, resultando em vinhos de maior qualidade, concentrados, complexos e possivelmente longevos.

Esta semana ao fazer compras em um supermercado local fiquei curioso ao me deparar com esta garrafa de Casa Valduga Leopoldina Chardonnay2012” (Vale dos Vinhedos) e decidi levar para escoltar um risoto de camarão com raspas de limão siciliano.

A menção “Leopoldina” na garrafa se refere ao período Imperial, com a chegada do primeiro descendente Valduga no Brasil, tendo a monarquia batizado a região do Vale dos Vinhedos com o nome da Princesa Leopoldina. Localizada nesta mesma região, a vinícola Casa Valduga homenageou em 1972 seu primeiro vinho rotulado com o nome da Princesa. Passados 40 anos, a vinícola decidiu novamente homenagear, porém não apenas a Princesa, mas a todo o período de luta dos primeiros imigrantes.

Avaliação Pessoal: ST (87) – Brasil – Vale dos Vinhedos – Chardonnay – 13% – R$ 41,00 – Onde encontrar em Vitória: Supermercados Carone

  • Na taça o vinho mostrou um visual clarinho, translucido e brilhante. O nariz muito fresco com notas de frutas, tropicais, de arvore e cítricas, sendo pêra a mais destacada. O paladar apresentou corpo leve, acidez (frescor) marcante e equilibrada. O retrogosto confirma as notas do nariz, com final de média persistência. Foi muito boa companhia para o risoto.

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Jantares em Marataízes e Guarapari levaram espumantes, vinhos e sucos da vinícola da Serra Gaúcha a quase mil consumidores de alto-padrão

Uma boa amostra do caráter democrático da linha de produtos da Vinícola Perini pode ser encontrada no litoral capixaba, em dois jantares promovidos durante o mês de agosto. Diante de um público que, no total, se aproximou de mil pessoas, entre empresários, políticos e notáveis das sociedades de Guarapari e Marataízes, três rótulos com perfis bem distintos entre si puderam ser apreciados.

Para refrescar o inverno de altas temperaturas nas praias do Espírito Santo, os espumantes Casa Perini Prosecco Brut e Casa Perini Moscatel Aquarela foram os escolhidos pela vinícola do Vale Trentino, em Farroupilha, na Serra Gaúcha, para o jantar no Via Shopping Sul de Marataízes, realizado no dia 24. Como opção de vinho, também foi servido um dos grandes lançamentos da Perini em 2012, o tinto Arbo Cabernet Sauvignon.

Toda renda das adesões foi revertida para o Orfanato Aprisco Rei Davi, de Cachoeiro do Itapemirim. “Tivemos 600 pessoas das mais influentes na região. É um público bastante selecionado”, revela Maria Rodrigues da Costa, representante da Perini na região.

Segundo ela, o público consumidor de espumantes vem crescendo de modo permanente no entorno da Grande Vitória e na área de Cachoeiro do Itapemirim. A maior saída, até o momento, se dá pelas prateleiras dos supermercados.

Já no caso dos vinhos, a Perini vem ganhando espaço generoso nas cartas de restaurantes. Em ambiente à beira-mar, o destaque no mercado local fica por conta do Osaka, o rótulo certeiro da vinícola do Vale Trentino para harmonizar com culinária oriental. “No que se refere aos espumantes, o Prosecco sempre é muito pedido por aqui. Mas eu também aposto muito no Aquarela, que é um excelente produto”, comenta Maria.

A representante teve provas concretas desta preferência há poucos dias, em jantar promovido na Boate Luazul, em Guarapari, com apoio da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) da cidade. No último dia 10, cerca de 500 pessoas, entre empresários, políticos e notáveis da sociedade local também tiveram as taças abastecidas com Casa Perini Prosecco Brut e Casa Perini Moscatel Aquarela, além do Arbo Cabernet Sauvignon.

“A repercussão foi excelente. Recebemos uma mensagem formal da CDL cumprimentando pelo serviço de vinhos e espumantes no jantar, que reuniu um público bastante seleto. As mulheres ficaram satisfeitíssimas com o Prosecco e o Aquarela. Já o Arbo, chamou muita atenção de quem ainda não conhecia, pela relação entre a qualidade e o preço, que o deixam em vantagem para competir com qualquer importado da mesma faixa”, explica Maria.

Sobre a Perini

A Perini foi a primeira vinícola brasileira a implantar a rastreabilidade completa dos seus vinhos, a partir da safra de 2010. A tecnologia garante que todas as etapas de elaboração dos produtos – desde a videira até a distribuição no mercado – passem por um rígido acompanhamento dos enólogos, técnicos e gestores da vinícola. “A rastreabilidade completa dos nossos produtos traz tranquilidade e segurança para o consumidor”, afirma o diretor-presidente Benildo Perini.

Instalada no Vale Trentino, em Farroupilha, na Serra Gaúcha, a Perini tem 5 mil clientes no Brasil para seus 90 itens de produtos derivados da uva. Seus principais mercados são Rio Grande do Sul, Goiás, São Paulo, Santa Catarina e Rio de Janeiro.

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A Wine (www.wine.com.br) acaba de receber o primeiro lote do vinho Toro Loco Tempranillo 2011. O vinho chamou a atenção do mundo inteiro por ter sido premiado na International Wine & Spirits Competition, realizada na Inglaterra por jurados em teste cego que o colocou à frente de vinhos até dez vezes mais caros.

Antes mesmo de ser reconhecido internacionalmente, o vinho produzido na região Utiel-Requena, província espanhola de Valência, já estava no radar da equipe de Seleção Wine. A empresa também abrirá novas reservas do rótulo importado com exclusividade no país.

A webstore enviará aos primeiros clientes, que realizaram a reserva pelo site, um email com informações sobre a entrega do vinho. Ainda nesta semana serão cerca de 2 mil pedidos atendidos. Está no ar também o hotsite https://www.wine.com.br/wineinfo/hotsite/toro-loco/, que tem informações sobre o Toro Loco. Lá é possível encontrar detalhes sobre a região onde é produzido o vinho, harmonizações e vídeos comandados por Manuel Luz, Sommelier Wine, além de informações sobre reservas.

Nos próximos dias, enquanto o vinho é entregue nas casas dos brasileiros, a Wine vai reabrir as reservas para o Toro Loco Tempranillo 2011. “Estamos finalizando a negociação de um novo lote do vinho para quem não conseguiu reservar na primeira oportunidade e para aqueles que desejam realizar novas reservas“, diz Rogério Salume, presidente da Wine. 

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Amanhã, dia 31 (sexta-feira) estará sendo realizado o tradicional Jantar Beneficente do XVII Congresso da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança (2012), que reunirá 150 pessoas. Por lá, quatro chefs renomados vão preparar o menu, Biba Fernandes(Chiwake/PE) prepara um ceviche para a entrada, Wanderson Medeiros(Picuí/AL) faz para o primeiro prato uma brandade de bacalhauConceição Neroni (Marguba Cibá/RJ) cozinha paleta de cordeiro com cuscuz marroquino para o segundo prato. O chef Roberto Bento (Bistrô d’Acampora/SC) faz pudim de milho para a sobremesa. O valor do convite é R$ 120 por pessoa incluindo bebidas não alcoólicas e vinhos. Parte da renda do jantar será revertida para a Avedalma, instituição que cuida de idosos carentes. Como em todos os Congressos da ARBL, será produzido prato comemorativo para o evento. 

JANTAR BENEFICENTE

  • Data: 31/08 (sexta-feira)
  • Horário: 20h
  • Local: Restaurante do Hotel Senac Ilha do Boi – Rua Braulio Macedo, 417. Ilha do Boi. Vitória-ES.
  • “Convite individual e indispensável a apresentação na entrada”
  • Entidade Beneficiada: AVEDALMA – Abrigo à Velhice Desamparada Auta Loureiro Machado”
  • Valor: R$120,00
  • Quantidade: 150 pessoas
  • Local de Compra: Oriundi, Papaguth e La Cave

Liguem antes para confirmar:

Oriundi

  • Responsável: Juarez Campos 
  • Especialidade: Ítalo-brasileira 
  • Endereço: Rua Elias Tomasi Sobrinho, 130- Sta Lúcia, Vitória- ES
  • Telefone: 27- 3227-6989
  • Site: www.oriundi.com.br
  • Email: 

Papaguth

  • Responsável: Julio Lemos 
  • Especialidade: Regional 
  • Endereço: Mirante da Praça do Papa – Av. Nossa Senhora dos Navegantes, 700, loja 1, Praça do Papa, CEP 29.050-335- Enseada do Suá, Vitória- ES
  • Telefone: 27- 3225 5773
  • Site: www.papaguth.com.br
  • Email: 

La Cave

  • Responsável: Paulo Gaudio 
  • Especialidade: Contemporânea 
  • Endereço: Rua Afonso Cláudio, 259- Praia do Canto, Vitória- ES
  • Telefone: 27- 8846-1992 / 3315-1992
  • Horário de funcionamento: Segunda a Sábado a partir das 19 h.
  • Site: www.restaurantelacave.com.br
  • Email: 

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Considerada a segunda uva mais plantada da Itália, é no Piemonte, mais precisamente nas áreas viníferas de Asti e Alba que a Barbera se destaca.

Existem dois estilos de Babera disponíveis no mercado. O primeiro, tradicional, é envelhecido em pipas (grandes toneis de carvalho, que interfere com pouco, conferindo quase nenhum sabor de madeira ao vinho). E o segundo, é mais influenciado pelo carvalho, envelhecido em barricas (barris de carvalhos franceses de 225 litros), normalmente são mais caros.

Embora os dois estilos sejam bons, com exceções é claro, prefiro os de estilo tradicional. Estou ficando cansado dos vinhos vendidos atualmente, embora reconhecer que alguns Barbera envelhecidos em barrica, como o em questão, que passa 24 meses em barricas de carvalho, esteja agradável na taça. Por outro lado a Barbera, uma variedade de uva tinta com uma característica incomum, por praticamente não conter tanino, é favorecida e complementada com os taninos conferidos pelo estagio em pequenas barricas.

A harmonização indicada são pratos de massas, pizzas e qualquer outro alimento tendo como ingrediente molho de tomate.

Avaliação Pessoal: ST (86) Vigne Dei Mastri Galileo Barbera D’Asti DOC 2007 – Itália – Piemonte – Barbera D’Asti – 24 meses em barricas de carvalho francês - 14,5% – Clube de Vinhos Winelands

  • Cor rubi, de boa intensidade e halo aquoso. Aroma intenso de frutas vermelhas (framboesa), toques minerais, florais e de baunilha. Corpo médio, acidez destacada e tanicidade média. Persistência aromática relativamente boa, com certa sobra de madeira, não desabonando o conjunto final.

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A grande vantagem de participar de jantares harmonizados promovidos por lojas, importadoras, vinícolas é a oportunidade que temos de conhecer em um só momento vários vinhos e estilos. Nessas aventuras podemos escolher o que mais nos agrada e o que cabe no nosso bolso.

Na noite de ontem tive mais uma dessas experiências com a prova de 5 vinhos da vinícola italiana Lionello Marchesi, em evento promovido pela importadora Da Confraria na loja de vinhos Ville du Vin aqui na capital capixaba. Por lá um vinho, o Rosso di Montalcino Coldi Sole 2008 surpreendeu chamando a atenção de todos pela grande complexidade e finesse, passando por cima de todos, inclusive do Brunello.

Rosso di Montalcino (“Tinto de Montalcino”) é um tipo de vinho italiano tinto produzido na cidade de Montalcino, uma fortaleza murada ao sul da área de Chianti. O solo da região é moderadamente arenoso, rico em calcário, envolto por solos vulcânicos. O clima é tipicamente mediterrâneo, com média anual de 700 mm de chuva.

Feito a partir da mesma uva (sangiovese), cultivada na mesma área de produção, o Rosso di Montalcino, a versão “baby” do Brunello di Montalcino, é um vinho mais barato e pronto para beber, com apenas um ano de amadurecimento em barricas. Diferente do seu primogênito, o Brunello, um vinho mais concentrado e tânico, que exige envelhecimento quando feito de modo tradicional e que beneficia-se com várias horas de aeração antes de ser servido. Ai mostra o porque do destaque do Rosso no evento.

Avaliação Pessoal: ST (93+) – Rosso di Montalcino Coldi Sole 2008 – Itália – Toscana – 100% Sangiovese Grosso – 14% – R$ 125,00 – Onde encontrar, aqui.

  • Apesar de novo, apresenta um visual acastanhado com transparência, brilhante e lágrimas espessas e lentas. O nariz encanta pela intensidade aromática, figo, algum cítrico, especiarias doces, muita torrefação, um toque mineral terroso e de madeira (baunilha). O paladar apresenta corpo médio com boa acidez e taninos redondos, reunidos em ótimo equilíbrio. O retrogosto é de frutas e especiarias com boa persistência, levando a um final bastante agradável.
  • Harmonização: massas com molhos à base de carne, salames e demais defumados, além de queijos meia cura e curados.

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“Cuidado, a vida é pra valer. E não se engane não, tem uma só. Duas mesmo, que é bom, ninguém vai me dizer que tem sem provar muito bem provado, com certidão passada em cartório do céu, e assinada embaixo: Deus! e com firma reconhecida.” Vinícius de Moraes

Vitória recebeu pela primeira vez um dos maiores entusiastas do vinho mundial, José Alberto Zuccardi, uma pessoa simples, de fino trato, que transmite uma energia positiva por onde passa. Um enólogo de bem com a vida!

Sentados: Gilson Pimentel (Ravin/ES), Ricardo Ferrari (Gerente Ravin), Alberto Zuccardi e Julio Lemos (Restaurante Papaguth). Em pé: Silvestre (Blog Vivendo a Vida)

Fundada há mais de 49 anos, a vinícola Zuccardi é grande produtora de vinhos argentinos. A sua frente está José Alberto que sem medo e tomado pela sua paixão ao trabalho se dedicou a produção de vinhos de alta gama, elevando seu “negócio” familiar em uma vinícola respeitada mundo afora. No ano de 2000 foi o ano de início de novos projetos, aos quais foram progressivamente somando-se as novas gerações da família. Sebastián, o primogênito dos três filhos de José Alberto, encontra-se a frente dos vinhedos, tornou-se o engenheiro agrônomo e enólogo responsável pela vinícola.

Para apresentar alguns de seus rótulos, Zuccardi recebeu a imprensa especializada para um almoço descontraído dia 20 de Agosto no Restaurante Papaguth, especializado na culinária regional capixaba, é reconhecido pela qualidade da sua cozinha, à base de frutos do mar e peixes, preparados pelo Chef Júlio Lemos.

Olha o visual da mesa, ajuda bastante, não?

Séries A (o “A” vem de Argentina), e Q (que vem de Qualidade)

Os vinhos degustados neste dia foram: Zuccardi Serie A Torrontés ST (86), R$ 89,90, um vinho delicado, fresco, com destaque na ausência daquele floral intenso (mais elegante, menos enjoativo) e uma fruta branca madura, seguindo para o Zuccardi Q Chardonnay ST (90), R$ 110,00, um branco amanteigado, com elegância, notas de mel e amêndoas (coisa muito fina), Zuccardi Serie A Bonarda ST (84), R$89,00, muito frutado, taninos ainda firmes, acidez viva, com final de boca intenso e de média persistência. Também fez parte deste encontro a novidade Malamado Viognier ST (87), R$79,00, o primeiro fortificado branco da Argentina. Apresenta um visual amarelo ouro, aromas que lembram damasco, mel e nozes. O paladar é leve, fresco, baixa untuosidade, acidez moderada, confirmando as notas de damasco e mel, finalizando uma persistência média. Harmonização indicada seria uma torta de nozes. Assista ao vídeo.

Além dos vinhos tivemos a oportunidade de provar três azeites produzidos pela vinícola; Frantoio, uma variedade originária da Toscana, na Itália. Foi introduzida na Argentina no início do século XX e teve ampla difusão a partir de 1930, com o auge da olivicultura nacional. Muito verde com notas de ervas frescas recém cortadas. Sabor de azeitonas frescas, acompanhado de um gosto doce e levemente picante. Manzanilla é originária da Andaluzia, na Espanha. Foi introduzida na Argentina aproximadamente em 1940 para ser utilizada como polenizadora da variedade Arauco, porque sua floração ocorre ao mesmo tempo desta. Forte presença de ervas com notas frutadas. Frutado lembrando à casca de maçã agradavelmente amargo com final levemente picante e fresco. Arauco, única variedade verdadeiramente Argentina. Foi desenvolvida a partir da erradicação de oliveiras ordenada pelos Reis da Espanha no século XVIII, com a finalidade de evitar a concorrência com a produção européia. Aroma de grama cortada. Frutado, característico amargor e picante no final, que lhe dão um rasgo nobre muito expressivo e selvagem ao mesmo tempo.

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Winston Leonard Spencer Churchill, mais conhecido como Sir. Winston Churchil, foi o mais famoso estadista britânico, principalmente por ser o primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial e, segundo alguns, aclamado pelo mundo democrático, como o grande condutor da campanha militar que derrotou Hitler.

Além de estadista, Winston Churchill era escritor. Recebeu o Prêmio Nobel de literatura em 1953, devido aos seis volumes de sua famosa obra “A Segunda Guerra Mundial“. Cunhou diversas frases que se tornaram célebres:

A desvantagem do capitalismo é a desigual distribuição das riquezas; a vantagem do socialismo é a igual distribuição das misérias.

O repórter pergunta ao velho Churchill, aos 80 ou 90 e poucos anos…

- Churchill, qual o segredo dessa longevidade?

- O esporte, meu caro, o esporte… nunca o pratiquei.

Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem-se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos.

Churchill era apaixonado por champagne, em particular pelo da casa Pol Roger e o tomava todos os dias. Ele tinha um bom relacionamento com Odette Pol Roger, diretora da famosa casa de Champagne. Em 1944, eles foram apresentados em um almoço na Embaixada Britânica em Paris e, segundo a empresa, Odette foi uma mensageira para a Resistência Francesa durante os anos de ocupação, razão pela qual Churchill estreitou o relacionamento com a Casa Pol Roger.

A Pol Roger fabricava especialmente para ele garrafas de 500ml porque, segundo o Primeiro Ministro, “uma garrafa inteira (750ml) é muito para que eu beba sozinho e meia garrafa (375ml) é pouco para valer a pena ouvir a bronca que minha mulher vai me dar porque estou bebendo. 500ml é a quantidade perfeita!”.

Quando Churchill faleceu, em 1965, a casa Pol Roger prestou-lhe uma homenagem. Durante 25 anos, colocaram uma tarja preta de luto em todas as garrafas de champagne destinadas ao Reino Unido.

No Brasil, o Champagne Pol Roger Cuvée Sir Wiston Churchill Brut é importado pela Mistral e custa R$ 790,00.

Avaliação Pessoal:
ST (99) Degustado no Encontro Mistral 2012

  • O assemblage é majoritariamente de Pinot Noir, complementado por Chardonnay. Seleciona-se apenas os melhores frutos, oriundos de vinhedos na Vallée de la Marne e na Côte des Blancs. Este champagne permanece maturando nas caves, em contato com as borras dos levedos, por mais de 7 anos antes da degola.
  • Visual amarelo de média intensidade, com bolhas minúsculas e numerosas; perlage intenso e persistente. Nariz com notas tradicionais de brioche, fermento, frutas brancas, cítricas, com toques florais.
    O paladar apresenta grande corpo, excelente acidez, mousse fina e abundante. Equilibrado e macio, sem nenhum amargor. Persistência aromática é muito longa, com retrogosto de brioche, frutas cítricas e frutas secas. Um verdadeiro néctar dos deuses!

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Além de descrever o significado de mais de 700 termos enológicos em português e de apresentar suas versões para outros cinco idiomas, obra traz curiosidades sobre a bebida

Como o interesse pelo vinho continua aumentando rapidamente entre os brasileiros, conhecer os termos enológicos é essencial. Cada vez mais as pessoas desfrutam do vinho cotidianamente, fazendo com que as discussões sobre terroir, cepas, processos de fermentação, amadurecimento e serviço do vinho tornem-se mais corriqueiras. Com base nessa constatação e pensando numa forma de enriquecer o vocabulário de profissionais das áreas de Gastronomia e Enologia, estudantes e amantes do vinho, Roberta Malta Saldanha escreveu o Minidicionário de enologia em seis idiomas, que chega ao mercado pela Editora Senac Rio de Janeiro.

O livro não é apenas um glossário de verbetes técnicos. Além de descrever o significado dos termos, as entradas são relacionadas em ordem alfabética, com suas definições em português, seguindo-se de suas versões para inglês, espanhol, francês, italiano e alemão. As variações entre o inglês americano, o inglês britânico e o inglês do Canadá também são contempladas. Os verbetes abrangem assuntos relativos às técnicas de degustação e aos processos de vinificação e mesmo viticultura, em linguagem acessível a todos
os níveis de conhecimento. Para finalizar, como é estilo da autora, Roberta revela, com boas doses de humor, dicas e curiosidades sobre o vinho, bebida cuja origem remonta a aproximadamente 6.000 a.C.

Dirigido tanto a chefs, restaurateurs, sommeliers, estudantes, profissionais ou amantes do vinho quanto àqueles que pertencem ao meio vitivinícola profissional e aos enófilos, o livro ajuda a enriquecer o vocabulário enológico dos  leitores, fazendo-os compreender um pouco mais desse mundo inebriante dos vinhos, seja por prazer, por interesse profissional ou por simples curiosidade. Ideal para estudantes, profissionais das áreas de gastronomia e enologia e enófilos em geral.

SOBRE A AUTORA

Bacharel em Comunicação Social, Roberta Malta Saldanha iniciou sua carreira na Editora Abril, onde atuou nas revistas Exame VIP, em São Paulo, e Veja Rio e Veja. Associada à Segmento Editora, Roberta idealizou a revista dos Vigilantes do Peso no Brasil, a Pense Leve, presente no mercado até hoje. Em 1995, organizou o primeiro evento enogastronômico brasileiro, o Boa Mesa. A convivência com chefs e profissionais do Brasil e do mundo, no decorrer de 12 edições, selou de vez seu amor pelos prazeres da arte de comer e beber bem.

São também de sua autoria o Dicionário tradutor de gastronomia em seis línguas – lançado em 2007, cuja edição revista e atualizada será publicada, em breve, também pela Editora Senac Rio de Janeiro – e Histórias, lendas e curiosidades da gastronomia (2011).

SERVIÇO

Título: Minidicionário de enologia em seis idiomas

Autora: Roberta Malta Saldanha

Editora: Editora Senac Rio de Janeiro

ISBN: 978-85-7756-197-1

Formato: 11cm x 15,5cm

Páginas: 184

Preço: R$ 35,00

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O crítico de vinhos Marcelo Copello, um dos maiores do país, listou na Revista Baco desse mês, 207 vinhos brancos e tintos de 11 países, de 27 importadores, R$ 20 a R$ 59 reais. Estes vinhos estão disponíveis em nosso mercado e os preços são os praticados no varejo. Não fizeram parte dessa lista, espumantes, rosés, doces, fortificados e brasileiros, que serão contemplados em uma “megaprova” na edição seguinte, dividida em 17 categorias. O blog Vivendo a Vida listou abaixo os 21 vinhos
(vencedores de cada categoria) do total de 207. Para ver a lista completa é só comprar a revista, a edição nº3 já está nas bancas. Veja abaixo:

Categoria Novo Mundo (Brancos):

(Sauvignon Blanc): Montes Selección Limitada Sauvignon Blanc 2010, Leyda Valley, Chile – U$$ 28,00
– www.mistral.com.br

(Chardonnay): Indómita Chardonnay Gran Reserva 2011, Casablanca Valley, Chile – R$ 37,30
– www.barrinhas.com.br

(Torrontés): Colomé Torrontés 2011, Hess Family, Salta Argentina – R$ 48,00
– www.decanter.com.br

(Riesling): Long Row Riesling 2008, South Australia – R$ 55,00
– www.worldwine.com.br

Categoria Novo Mundo (Tintos):

(Cabernet Sauvignon): Clava Reserve CS 2010, Viña Quintay, Maipo Valley, Chile – R$ 59,00
– www.twimportadora.com

(Malbec): Las Moras Black Label Malbec 2008, San Juan, Argentina – R$ 58,00
– www.decanter.com.br

(Syrah): Clava Coastal Reserve Syrah 2011, Viña Quintay, Casablanca Valley, Chile – R$ 59,00
– www.twimportadora.com

(Outras Castas): Cono Sur Reserva Pinot Noir 2010, Cono Sur, Casablanca Valley – R$ 48,00
– www.brown-forman.com

(Cortes Tintos): Alta Vista Atemporal Blend 2008, Alta Vista, Mendoza, Argentina – R$ 56,00
– www.epice.com.br

(Cortes Tintos): Antawara Blend Syrah/Carignan 2009, Mosaique Wines, Maule Valley – R$ 47,50 – www.viníssimo.com.br

Categoria Velho Mundo (Brancos e Tintos):

(Portugal Branco): Verdelho 2009, Herdade do Esporão, Alentejo – R$ 55,80
– www.qualimpor.com.br

(Portugal Tinto): José de Sousa 2009, José Maria Fonseca, Alentejo – R$ 59,00
– www.aurora.com.br

(Portugal Tinto): Flor de Crasto 2010, Quinta do Crasto, Douro – R$ 53,55
– www.qualimpor.com.br

(Espanha Branco): Inurrieta Orchidea Sauvignon Blanc 2010, Bodega Inurrieta, Navarra – R$ 56,50
– www.b-cubo.com

(Espanha Tinto): Carramimbre Roble 2009, Bodegas Pingón, Ribera del Duero – R$ 59,90
– www.vinhosdomundo.com.br

(Itália Branco): Laicale Chardonnay 2008, Apollonio, Puglia – R$ 52,00
– www.casadovinho.com.br

(Itália Tinto): Terragnolo Negroamaro 2003, Puglia – R$ 58,00
– www.casadovinho.com.br

(Itália Tinto): Monna Nera 2007, Tenuta di Capezzana, Toscana – US$ 27,50
– www.mistral.com.br

(França Branco): Les Clos des Reynon 2010, Denis Dubourdieu, Bordeaux – R$ 54,00
– www.portoaporto.com.br

(França Tinto): Domaine Galtier 2006, Jean & Lise Carbonne Vignerons, Coteaux du Languedoc – R$ 47,00
– www.testevin.com.br

(França Tinto): La forge Estate Cabernet Sauvignon, Dommaine Paul Mas, Languedoc – R$ 56,35
– www.decanter.com.br

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