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Archive for julho, 2012

A importadora Capixaba
Da Confraria promoveu em sua sede, ontem, 30 de Julho (segunda-feira), uma degustação com 12 vinhos. O evento foi voltado para o lançamento oficial da linha de vinhos chilenos
François Lurton Hacienda Araucano, tudo comandado pelo sommleier Cleber Alves, que descreve um pouco sobre a importadora e a vinícola no vídeo acima.

A vinícola acabou de receber o certificado de “vinhos biodinâmicos”, que nada mais é que a valorização do solo e da planta em seu habitat natural, através do uso de preparações e compostos de origem vegetal, animal e mineral (parte biológica), em épocas precisas, levando em conta as influências astrais e os ciclos da natureza (parte dinâmica).

A família Lurton tem vinho nas veias: dois patriarcas, irmãos, geraram uma descendência de cerca de 15 viticultores, enólogos, négociants, enfim: uma geração inteira dedicada ao vinho. Jacques e François, filhos de André Lurton, uma lenda em Bordeaux. Sempre tiveram idéias revolucionárias para os padrões conservadores franceses,fazem experimentos com uvas pouco tradicionais em regiões novas, defendem o uso do Screwcap, lançam mão de design arrojado misturado à cultura regional para promover seus vinhos. Iniciaram suas carreiras como consultores, trabalhando ao redor do mundo como flying winemakers. Sua experiência internacional rendeu-lhes contatos e uma interessante noção sobre a geografia vinícola de diversos países, onde começaram gradualmente a realizar sua produção própria. Decidiram então produzir vinhos de qualidade, mas com preços acessíveis, recorrendo a regiões secundárias em ascensão em países como o Chile, a Argentina e a Espanha, além de estabelecer parcerias com produtores no Uruguai, Austrália e Portugal.

Credito da foto acima: Arismario OLiveira

A turma escalada para avaliar os vinhos: Em pé; Sidney Santiago, André Andrès, Leonardo Conick (proprietário), eu, Tom (restaurante Timoneiro) e seu amigo. Sentados; Fred, Julio Lemos (Papaghut), Elvecio Faé (diretor ExpoVinhos Vitória), a Premier Sommelier Sonia Aiello, Cleber Alves e Rafael Dias (Espaço D.O.C).

Os vinhos na taça surpreenderam, em sua maioria apresentaram uma ótima relação custo beneficio com preços que vão de 29,00 a 329,00. O destaque em minha opinião ficou com os vinhos mais baratos, já que os mais caros tinham a obrigação de ser bom. Dos 12 vinhos 4 classifico como “Bom e Barato”.

Vinho Branco Kawin Sauvignon Blanc 2011 – Chile – 100% Sauvignon Blanc – Vale Central (Vale Casablanca, Curicó e Lolol) – 12,5% – R$ 29,00
ST (88)
– “Bom e Barato

A melhor relação custo x beneficio da noite, este SB, mostrou na taça aromas típicos de frutas tropicais e um leve herbáceo. O paladar é leve, frutado, acidez equilibrada e refrescante. Um vinho fácil de beber e entender a sua proposta. Ótima compra.

Vinho Branco – Araucano Sauvignon Blanc 2011 – Chile – 100% Sauvignon Blanc – Vale do Lolol – Vale do Colchágua - 12,5% – R$ 69,00ST (86)

Esse outro SB que 5% é fermentado em barrica, mostrou mais acanhado no nariz, menos exuberante que o primeiro. O paladar é cremoso, menos frutado, com mais características minerais, bom equilíbrio, boa acidez, com final agradável.

Vinho Branco GRAN ARAUCANO CHARDONNAY 2007 – Chile – 100% Chardonnay – Vale do Colchágua – 14% – R$ 129,00ST (88)

O Chardonnay mostrou aquele “encanto de degustação”, visual amarelo ouro, límpido, brilhante, aromas bastante intenso, lembrando manteiga de pipoca, mel, damasco, baunilha. O paladar e gordo, frutado, boa acidez, porém pecou no equilíbrio, a madeira poderia ter menor destaque, escondeu um pouco a fruta. Uma questão de gosto pessoal.

Vinho Tinto Kawin Cabernet Sauvignon 2010 – Chile – 100% Cabernet Sauvignon – Vale Central – 13% – R$ 29,00ST (86)

Vinho que atende sua proposta, leve, frutado, sem maior pretensão, excelente opção para festa.

Vinho Tinto ARAUCANO RESERVA CABERNET SAUVIGNON 2009 – Chile – 100% Cabernet Sauvignon – Vale do Colchágua – 14% – R$ 49,00
ST (88)
– “Bom e Barato

O CS reserva já mostra uma maior complexidade, aromas de pimenta do reino moída na hora, frutas negras e vermelhas. Paladar mostrou taninos firmes, bom corpo, frutado e uma acidez adequada. Ótima opção para um churrasco.

Vinho Tinto ARAUCANO RESERVA CARMENÉRE 2010 – Chile – 100% Carmenére – Valle de Colchagua – 13,5% – R$ 49,00
ST (87)
– “Bom e Barato

O Carmenére também me agradou, notas típicas de pimentão, especiarias e frutas vermelhas. O paladar é frutado, bom corpo, boa acidez e uma boa persistência.

Vinho Tinto ARAUCANO RESERVA PINOT NOIR 2010 – Chile – 100% Pinot Noir – Vale Central – 13,5% – R$ 69,00ST (88)

Muito morango maduro, groselha e cereja. Paladar fresco, corpo leve, fácil de beber e de agradar.

Vinho Tinto HUMO BLANCO 2008
- Chile – 95% Pinot Noir e 5% Syrah – Vale do Lolol – 15,5% – R$ 109,00ST (90)

Mais contido no nariz, porem com uma boca deliciosa, cremoso, frutado, madeira muito bem colocada, equilibrado e um final longo.

Vinho Tinto ARAUCANO RESERVA SYRAH 2011 – Chile – 100% Syrah – Valle de Colchagua – 14,5% – R$ 65,00
- ST (88) – “Bom e Barato

Vinho bastante agradável, muito redondo, pronto, fruta docinha, um verdadeiro “vinho feminino”.

Vinho Tinto CLOS DE LOLOL 2009 – Chile – 38% Carmenere, 28% Cabernet – Sauvignon, 20% Syrah, 14% Cabernet Franc – Vale do Lolol – 18 meses em barricas de segundo uso – 14,5% – R$ 109,00ST (90+)

Esse corte apresentou notas de anis, floral e frutas vermelhas. O paladar tem bom corpo, taninos finos, boa acidez e boa persistência final.

Vinho Tinto GRAN ARAUCANO CABERNET SAUVIGNON 2009 – Chile – 100% Cabernet Sauvignon – Vale do Colchágua - 18 meses em barricas (70% novas, 30% de segundo uso) – 14,5% – R$ 149,00ST (90+)

A primeira nota no nariz foi a ade azeitona preta, que se dissipou abrindo muita fruta, ameixa, goiaba e um fundo de baunilha. O paladar é denso, boa acidez, gerando um frescor agradável, frutado, leve mineral, com um final agradável.

Vinho Tinto ALKA CARMENERE 2009 – Chile – 100% Caemenére – Vale do Colchágua – 18 meses em barricas de carvalho – 15% – R$ 329,00ST (92+)

Com toda a obrigação de ser bom, Alka, o TOP da vinícola, apresentou notas exuberantes no nariz, café torrado, caixa de charuto, madeira nobre, fruta vermelha e baunilha. O paladar confirma a qualidade e as notas do nariz, muito cremoso, frutado, equilibrado, precisando de uns anos em garrafa para apresentar maior complexidade. Belo vinho!

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Poder provar em um só momento quatro safras do Almaviva EPU é um privilégio, ainda mais sendo safras como as duas primeiras produzidas, 2000 e 2001 e as duas últimas a venda no mercado, 2008 e 2009. Degustação essa que foi iniciada com dois vinhos argentinos da Bodega Cava y Weinert 1980 e 1983, que repetiram a sua grande qualidade, pela segunda vez na taça. A ideia de realizar essa vertical inédita nasceu de uma conversa com Rodrigo Mazzei do ótimo Blog Vinhos e Viagens, no qual concretizamos rapidamente, colocando na taça, 3 dias depois, com a presença de mais alguns amigos, Rogério Baracho, Dulcino Tozi e Andrè Andrès, em minha casa (Varanda Vivendo a Vida).

Segundo vinho do Almaviva, o EPU, que na língua indígena significa “número dois” é feito predominantemente com uvas Cabernet Sauvignon, Carmenère, na região de Puente Alto, Vale de Maipo, área central do Chile. O vinho é produzido com uvas de vinhedos novos, 10 anos, localizado em um terreno diferenciado, na Cordilheira do Andes, local em que o clima é muito parecido com o do Médoc, Bordeaux, na França. Segundo o guia Descorchados 2012, a diferença do primeiro para o segundo, é a utilização além da Cabernet Sauvignon e Carmenére, são incluídas Merlot e Cabernet Franc.

O Vale de Maipo, Puente Alto, foi reconhecido há mais de vinte anos por ter as melhores condições para o desenvolvimento da Cabernet Sauvignon, onde foram selecionados 85 hectares, caracterizada por solo rochoso, onde os invernos são frios e chuvosos e os verões marcados pelo calor durante a noite e durante o dia é fresco.

Mais acessível ao bolso e em minha opinião, melhor, mais agradável que o primeiro, TOP. A safra atual é vendida no Brasil pela loja virtual Wine.com.br, ao preço de 190,00, menos da metade do primeiro. Sua produção média anual é de 24 mil garrafas.

Tive bastante dificuldade em conseguir informações confiáveis sobre o EPU. Sugiro a vinícola elaborar um site especifico, vai ajudar muito que quer passar uma informação correta. Por exemplo, o site da importadora fala em uvas de vinhedos velhos, e o Descorchados, fala em uvas de vinhedos novos….mescla de uvas e por ai vai.

Avaliação das safras: 2000, 2001 e 2008 e 2009 (as primeiras e as últimas)

Almaviva EPU Safra 2000 – (a primeira produzida) – Cabernet Sauvignon, Carmenère – 14% – ST (92)

  • Visual granada de média intensidade, límpido e brilhante. No nariz frutas predominam as notas de eucalipto, mentol, balsâmico, goiaba e um fundo de especiarias. O paladar se mostrou fresco, médio corpo, equilibrado entre acidez e teor alcoólico, taninos macios de boa qualidade. O retrogosto confirma o nariz, e um final com longo e agradável.

Almaviva EPU Safra 2001 – Cabernet Sauvignon, Carmenère – 14% – ST (97)

  • Visual rubi de média intensidade, límpido e brilhante. O nariz ficou adormecido durante quase duas horas, depois abriu e mostrou características iguais ao 2000, eucalipto, mentol, balsâmico, goiaba, porem com menor intensidade. O paladar untuoso, corpulento, fino e uma madeira muito bem colocada. Equilibrado taninos macios, acidez suculenta. Um néctar dos Deuses!!!

Almaviva EPU Safra 2008 – Cabernet Sauvignon, Carmenère – 14% – ST (91+)

  • Agora as caraterísticas mudam muito, nos aromas já não aparecem às notas encontradas nas safras 2000 e 2001, e sim, muito caramelo, baunilha, frutas vermelhas e negras. O paladar confirma a fruta, bom corpo, gordo, madeira bem colocada, equilibrado e muito longo.

Almaviva EPU Safra 2009 – Cabernet Sauvignon, Carmenère – 14,5 % – ST (92)

  • Mais uma safra, e de novo notei diferença de estilo. Diferente das anteriores, a safra 2009 apresenta um aroma predominante de frutas vermelhas, fresca, limpa, com a madeira interferindo menos em seu caráter. O paladar mostrou destaque no frescor, uma ótima acidez, confirmado a fruta vermelha, cereja e groselha. A concentração de álcool e os seus taninos são mais altos, porém a maciez continua, mostrando muita elegância. O vinho está pronto, mas para os apreciadores como eu de um vinho evoluído, não custa nada ter paciência.

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A convite do meu amigo Roberto Jr., na noite desta quarta feira, 25, estive participando de uma degustação de vinhos espanhóis da Importadora B-Cubo, na Enótria, no qual ele representa aqui no Espirito Santo. Foi um giro bem interessante pela Espanha, onde pude conhecer vinhos de 7 regiões diferentes: Penedés, Navarra, Ribera del Duero, Toro, Somontano e Rioja, uma verdadeira aula sobre a personalidade de cada região. No vídeo acima a diretora comercial da importadora Valéria Carrete fala um pouco sobre a importadora e os vinhos degustados.

A Espanha é um pais montanhoso, quente e seco, com mais terras de vinhedos do qualquer outra nação do mundo. Ela está em terceiro lugar na produção em produção mundial de vinho, atrás da França e da Itália.

O vinho espanhol despertou de um longo período de dormência com desempenho abaixo da média. Atualmente, a Espanha é um país mais vibrante em termos de vinhos, com uma ótima relação qualidade x preço. Durante décadas, somente a região mais famosa da Espanha por seus vinhos tintos, Rioja, e a clássica região do vinho fortificado, Jerez, tiveram destaque internacional entre os vinhos finos.

Atualmente, muitas outras regiões viníferas, como as citadas acima na degustação, estão produzindo vinhos realmente de qualidade, alguns até surpreendentes.

Al leis sobre vinhos da Espanha, têm uma categoria QWPSR em dois níveis: Denominação de Origem (DO), uma classificação mais elevada (DOC), criada em 1991. Até agora, Rioja e Priorato são as únicas regiões com nível DOC (também conhecida como DOCa). Os vinhos que não se qualificam como DO fazem parte da categoria dos vinhos de mesa, chamado de Vino de Tierra (equivalente aos Vins de Pays da França).

Em minha opinião o destaque da noite foi o Cava Mestres 1312 (data do inicio de suas atividades) – Penedés – 12% – Xarel-lo; Parellada – R$ 129,00 – ST (91)

Cava, é o termo oficial para o vinho espumante de método tradicional, produzido predominantemente em Penedès, embora existam alguns poucos produtores no resto da Espanha.

Visual amarelo palha média intensidade, perlage fininha, persistente e numerosa, límpido e brilhante. Aromas intensos, notas lembrando um champagne, pão torrado, brioches, manteiga, frutas secas (avelãs e amêndoas), e um toque de frutas frescas e um fundo levemente mineral. Paladar se apresentou seco, bom corpo, ótima acidez e ótimo frescor. Mousse cremosa, persistente, com uma textura macia e aromas de pão tostado, frutas branca, e final muito longo.

Seguimos com mais 10 vinhos que em geral agradou muito, exceto em minha opinião o primeiro branco (SB) que estava com aroma de “xixi de gato” forte, INURRIETA ORCHIDEA “Sauvignon Blanc Navarra” (13%) ST (84) R$ 76,00 (Guia Peñin 2011: 91 e Medalha de Ouro – Concurso Mundial de Bruxelas 2008). Segundo branco: LAUS FLOR DE CHARDONNAY “Somontano” 13,5% ST (90) R$ 89,00. Primeiro rose: INURRIETA MEDIODIA Garnacha; Merlot  “Navarra” (14%) ST (88) R$ 76,00 – Segundo rose: LAUS FLOR DE MERLOT (Merlot; Cabernet Sauvignon; Syrah) “Somontano” (13,8%) R$ 89,00. Primeiro tinto: LAUS ROBLE Merlot; Cabernet Sauvignon; Tempranillo  Somontano  13,8% ST (86) R$ 89,00. Segundo tinto: IUVENE “Tempranillo” Rioja (13%) ST (86) R$ 59,00.

Terceiro tinto: DARDANELOS Tempranillo 04 meses em barricas novas de carvalho francês (13,8) ST (89) R$ 89,00 – A garrafa é muito bonita, design moderno. Quarto tinto: INURRIETA SUR “Garnacha; Syrah; Graciano” (06 meses em barricas de carvalho americano) (14,5%) ST (89) R$ 76,00. Quinto tinto: LORIÑON CRIANZA Tempranillo Rioja 14 meses em barricas de carvalho americano (13%) ST (88) R$ 76,00. O sexto e ultimo vinho: CARODORUM ISSOS “Tinta de Toro” (10 meses em barricas de carvalho francês) (15%) ST (92+) R$ 129,00, cremoso encorpado, para quem gosta do estilo, é um vinhaço!

Os vinhos estarão disponíveis futuramente na Enótria Avenida Rio Branco, 1383, Vitória – ES, 29055-643

Telefone: 27 3345-8696 / 27 3345-8696

www.enotria-es.com.br

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Dando proseguimento à coluna “Bom e Barato“, falo hoje sobre um vinho tinto francês elaborado produtor Chapoutier, castas Syrah e Grenache, que não passa por barrica, o Marius rouge 2010. Seus vinhedos próprios estão localizados dentro da IGT Pays d’Oc, Languedoc Roussillon.

Languedoc Roussillon é a mais importante produtora de vin de pays (VDP) da França, com 80% do total. Grande parte é rotulada sob a denominação regional Vin de Pays d’OC e os demais com nomes de distritos locais. As normas de VDP são menos rigorosas que as de AOC, permitindo que os vinicultores fação vinhos varietais de cepas não tradicionais e misturar com uvas nativas e internacionais. O status de VDP confere maior reconhecimento do que o nível básico vin de table. Quase todos são feitos de um blend de cinco uvas sulistas clássicas, cuja mistura é regulamentada pela AOC. A Syrah, famosa na região vizinha do Vale do Rhone, é cada vez mais popular; as catalãs Mourvèdre e Carignan, fazem vinhos escuros, tânicos e condimentados. A Grenache e Cinsaut, muito cultivada são frutadas e fáceis.

Chapoutier é o maior nome do Rhône. Michel Chapoutier, é um dos maiores enólogos da França, eleito diversas vezes enólogo do ano pela Revue du Vin de France, deu uma nova dimensão aos vinhos da região, atingindo a perfeição nas diversas denominações do Norte e do Sul. Os vinhedos são cultivados organicamente e apresentam baixos rendimentos. O vinho é uma homenagem ao seu bisavô, Marius.

Avaliação Pessoal: ST (88) - França – Languedoc Roussillon – Syrah e Grenache – 13,5% – Importador Mistral – R$ 52,00

Como falei acima este vinho não passa por madeira o que lhe confere uma fruta fresca e limpa. Visual rubi de média intensidade, límpido e brilhante. No nariz frutas vermelhas e negras, pimenta do reino, floral e um leve toque balsâmico. O paladar é frutado, fresco, médio corpo, equilibrado entre acidez e teor alcoólico; taninos macios de boa qualidade. Final com boa persistência. Vale muito a pena conhecer.

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Produzido apenas nos melhores anos, o vinho Regional Alentejano, Esporão Private Selection tinto 2008 envelheceu durante 12 meses em barricas de carvalho francês, seguido por mais um estagio de 18 meses em garrafa antes de ir ao mercado. A personalidade da safra 2008 é o resultado da frescura da Primavera, condições extremas do verão e da seleção das castas DOC Alicante Bouschet, Aragonês e Syrah. Muito do crédito pelo sucesso desse vinho é devido ao enólogo australiano David Baverstock.

Avaliação Pessoal: ST (93) – Portugal – Alentejo – Alicante Bouschet, Aragonês e Syrah – 14,5% – Medalha de Ouro concurso mundial de bruxelas 2012 Prémio de Excelência- Revista de Vinhos 2011

Visual granada intenso, límpido e brilhante. Aromas iniciais lembram ameixa em calda, ligeiro tostado, floral e um fundo mineral maravilhoso. O paladar é gordo, elegante, boa acidez e taninos estruturados, apresentando ótimo equilíbrio. Longa persistência aromática, com boa concentração de frutas. Seus taninos finos e vivos mostram sua idade precoce, fazendo acreditar em um ótimo potencial de guarda. Um vinho que pede uma taça atrás da outra, não cansa. A harmonização ideal são pratos a base de caça ou queijos de pasta mole.

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A taça de cristal de chumbo apresenta linhas de ouro correspondente a diferentes notas musicais. Cada gravura indica o nível de vinho necessário para reproduzir uma nota particular.

Para uma “nota, exuberante e sonora”, os fabricantes recomendam passar o dedo ao longo da borda. A mesma nota também é alcançada com uma batida suave de uma colher ao lado do vidro.

A taça é vendida, e está disponível por 65 dólares o par na Uncommongoods.com.

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O produtor português Carlos Campolargo, fala ao blog Vivendo a Vida durante o Encontro Mistral, sobre a volta da elaboração de um vinho com a uva Pinot Noir na Bairrada, muito interessante, assista o vídeo acima. O Campolargo Pinot Noir 2008 é elaborado com uvas de vinhedos próprios, tem a sua vinificação feita fermentação em pequenos lagares, com pisa manual ou mecânica. Estagia por 14 meses em barricas usadas. Em alguns anos específicos, se adiciona um pouco de baga. Gostei, fruta mais contida, elegante, vale a pena conhecer. Custa 123,00.

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Dia 31 de Julho, no Espaço Gourmet do Supermercado Extraplus, dentro do Horto Mercado, na Enseada do Suá (Vitória), o projeto The Vines of Mendoza estará sendo apresentado por um de seus idealizadores, o enólogo argentino Pablo Gimenez Riili.

O projeto fica localizado em Mendoza, na Argentina, aos pés da Cordilheira dos Andes, é idealizado pelo americano Michael Evans e pelo argentino Pablo Gimenez Riili. Trata-se do primeiro loteamento de vinhas da Argentina, que agora se tornará um “wine resort“.

Você poderá transformar seu sonho em realidade, com a oportunidade de possuir um vinhedo próprio e produzir o seu vinho, com a sua assinatura.

Por lá teremos uma degustação de vinhos produzidos no local e que poderão ser comparados com outros ótimos rótulos da região. Em breve mais noticias.

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Soeta Restaurante por wine no Videolog.tv.

Os Chefs Barbara Verzola e Pablo Pavon do restaurante capixaba Soeta, preparam um prato de peixe, e o Sommelier Manuel Luz, provou e comprovou que é possível harmonizar com vinho tinto sem nenhum conflito. Veja no vídeo acima.

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A importadora Mistral, dona de um dos melhores e maiores catálogos de vinhos do Brasil, realizou no Sofitel Copacabana (Rio de janeiro), a sexta edição do já tradicional evento Encontro Mistral 2012, com 80 produtores de todo mundo. O evento teve seu inicio nos dias 16, 17 e 18 de julho, em São Paulo, no hotel Grand Hyatt.

Este ano, o Encontro Mistral contou com algumas celebridades do vinho que participam pela primeira vez pessoalmente do evento, como Paul Hobbs, Dirk Niepoort e Serge Hochar, proprietário do Château Musar e primeiro “Man of the Year” da revista inglesa Decanter além de Hubert de Billy, do famoso Champagne Pol Roger, servido no casamento do príncipe William e Kate Middleton.

Também esteve por lá, Francisco Olazabal, da Quinta do Vale Meão, tinto português mais pontuado na história da Wine Spectator.

Os anfitriões: Ciro Lilla e sua esposa Carmen Lila (Proprietários da importadora Mistral)

blog Vivendo a Vida esteve pela primeira vez no evento e tem algumas considerações a fazer. É humanamente impossível um dia só para provar todos os vinhos. Uma opção seria aumentar em mais um dia o evento no Rio, ou então dobrar o horário de realização. Seria importante também agrupar por país os produtores, assim dando mais agilidade na degustação. Perdi muito tempo para achar os produtores, já que estava com uma lista de produtores para seguir, e acredito que muitos também. Tirando estes detalhes, o evento foi perfeito, fui muito bem recebido, o clima estava muito agradável, o local perfeito, bom nível de visitantes e vinhos que qualquer enófilo do mundo gostaria de ter na taça, um sonho!

Abaixo segue a minha lista previamente elaborada, que como falei acima foi a quantidade possível de produtores, dentro das 4 horas de duração. A prioridade foi dada aos vinhos que dificilmente teria a oportunidade de provar, primeiro pelo preço e depois por sua limitada produção.

Vallontano – Luis Henrique Zanini (proprietário-enólogo) e Ana Paula Valduga

Extra Brut LH Zanini safra 2010 – R$ 77,00 – ST (87)

A Vallontano, única vinícola brasileira no catálogo da importadora Mistral, lançou no evento uma edição limitada e especial do Extra Brut LH Zanini safra 2010. São apenas 2500 garrafas elaboradas pelo método tradicional. O rótulo desta edição foi criado pelo renomado artista belga Maurice Rosy em homenagem ao poeta vinhateiro da Vallontano, Luis Henrique Zanini, que dá o nome ao espumante. Radicado em Paris, Rosy é autor de centenas de obras clássicas do cartoon francês e sua obra já foi traduzida para dezenas de países. Em sua passagem pela França, Zanini conheceu Maurice e sua esposa Danièle Gerault e se tornaram grandes amigos.

Bollinger – Philippe Menguy (diretor)

Champagne Bollinger La Grande Année Vintage 2002 – R$ 596,80 – ST (96)

Este champagne só é produzido em anos excepcionais, sendo considerado a verdadeira cuvée de topo de Bollinger, no mais alto nível de qualidade de Champagne. Seu assemblage é de 63% Pinot Noir e 37% Chardonnay, apenas de vinhos selecionados de vinhedos Grands e Premiers Crus. A fermentação alcoólica é sempre realizada em pequenos e antigos barris de carvalho. Sua maturação com as borras, em frias caves, é de no mínimo 5 anos. Recebe as máximas 5 estrelas da Decanter.

Pol Roger – Hubert de Billy (proprietário)

Champagne Pol Roger Cuvée Winston Churchill 1999 – R$ 795,00 – ST (99)

Um dos melhores Champagnes já produzidos, pertence à categoria Cuvée de Prestige e foi lançado em 1984 em homenagem ao célebre estadista britânico Sir Winston Churchill. O assemblage é majoritariamente de Pinot Noir, complementado por Chardonnay. Seleciona-se apenas os melhores frutos, oriundos de vinhedos na Vallée de la Marne e na Côte des Blancs. Este champagne permanece maturando nas caves, em contato com as borras dos levedos, por mais de 7 anos antes da degola, o que lhe confere uma enorme complexidade. Recebeu 94 pontos da Wine Spectator e nada menos do que 96 pontos da Wine Enthusiast, que o descreve como “magnífico” e o classificou como o melhor Champagne dentre todos os avaliados pela revista.

Cos d’Estournel – Géraldine Santier (diretora)

Cos D’ Estournel 2004 – ST (92) – R$ 900,00

Fundado no início do século XIX, o Château Cos d’ Estournel foi adiquirido em 1917 pela família Ginestet. Logo depois, a família Prats passou a ser proprietária e Bruno Prats vendeu a propriedade. Para não perder a continuidade da família, o filho de Bruno, Jean Guillaume permaneceu gerenciando a vinha. Com solo cascalhoso, Cos d’ Estournel se diferencia dos campos de Saint Estephe, dispondo muito mais merlot em seu vinhedo do que nos campos vizinhos. O vinho é suntuoso e concentrado, de cor e sabor profundos e elegantes – bem diferente dos vinhos de Saint Estephe. Além disso, tem grande capacidade de envelhecimento.

Paul Jaboulet – Tom Hlasny (diretor)

Hermitage La Chapelle 2005 (Paul Jaboulet Aîné) – R$ 993,00 – ST (97)

Verdadeira lenda, o grandioso La Chapelle é sem dúvida um dos melhores e mais reverenciados vinhos do mundo. A revista Wine Spectator elegeu o La Chapelle 1961 como um dos 12 melhores vinhos do século XX, sendo chamado de “padrão para a uva Syrah”. Capaz de evoluir em garrafa por décadas, é incrivelmente rico e complexo, esbanjando charme e elegância. A safra 2005 é espetacular, “a safra do século” na França. Um ícone.

Joseph Drouhin – Christophe Thomas (diretor)

Chablis Premier Cru Montmains 2010 (Joseph Drouhin) – R$ 220,89 – ST (92)

Excelente 1er Cru de Chablis, produzido com uvas de um pequeno vinhedo de 1,8ha. Mostra grande mineralidade, sendo uma companhia perfeita para ostras.

Chapoutier – Pierre-Adrien Fleurant (diretor)

Hermitage M. de la Sizeranne 2007 (Chapoutier) – R$ 516,40 – ST (95)

Este excelente Hermitage La Sizeranne mostra bem porque Chapoutier é o maior colecionador de prêmios e notas altas do Rhône. Mostra um bouquet marcante e opulento e grande complexidade. Sua incrível estrutura faz com que possa evoluir em garrafa por mais de 15 anos. Um verdadeiro monumento à casta Syrah.

Castello di Ama – Marco e Lorenza Pallanti (proprietários)

Vigna L’Apparita Merlot 2008 (Castello di Ama) – R$ 775,10 – ST (94+)

Um dos maiores ícones da Toscana, o L’Apparita é um aristocrático Merlot que, por seu preço, “deixa o Château Pétrus a ver navios”, nas palavras da Wine Spectator. A safra de 2006 foi classificada com nada menos que 95 pontos de Robert Parker, que descreveu o tinto como “impecável, de raríssima beleza”. Um grande vinho e um dos mais disputados supertoscanos, que fica ainda mais complexo e sedutor após alguns anos em garrafa.

Vietti – Mario Cordero (proprietário)


Barolo Castiglione 2006 (Vietti) –R$ 297,50 – ST (95)

Um vinho “assombrosamente bom” na opinião de Robert Parker, o Castiglione é uma verdadeira referência em Barolo, mostrando grande classe e qualidade. Elaborado com uvas dos vinhedos Bricco Fiasco, Ravera, Fossati e Bricco Ravera, é um vinho que mostra bem as qualidades do terroir de Barolo em um conjunto sofisticado e cativante, que mereceu a excelente nota 92+ de Parker e 92 da Wine Spectator na safra 2006!

Biondi Santi & Castello di Montepó – Valentina Gherardi (diretora)

Brunello di Montalcino DOCG Riserva 2004 (Biondi Santi) – R$ 2.784,99 – ST (97)

Um dos mais emblemáticos vinhos italianos, este grandioso Riserva recebeu a cotação máxima do guia Gambero Rosso, que o classificou de “extraordinário”. Trata-se de um vinho muito potente, concentrado e longevo, que não faz concessões ao estilo moderno. Pode durar décadas e costuma demandar muitos anos em garrafa para atingir seu apogeu.

Bisol – Roberto Actis (diretor)

Cartizze Prosecco di Valdobbiadene Superiore di Cartizze (Bisol) – R$ 166,00 – ST (90)

Classificado como “Outstanding” por Robert Parker que apontou este espumante como “sensacional”, Cartizze é o mais cultuado Prosecco de Bisol e uma das grandes estrelas da denominação. Cartizze é a mais famosa zona da região de Prosecco e este vinho é “ensolarado, de encher a boca” nas palavras do Gambero Rosso. Com um cativante toque doce no palato, equilibrado por um ótimo frescor, é uma das mais sofisticas escolhas em Prosecco, com a prestigiosa assinatura de Bisol.

Quinta do Vale Meão – Francisco Olazabal (proprietário)

Quinta do Vale Meão 2009 – R$ 385,00 – ST (98)

O disputado “Barca Nova”, elaborado com as mesmas uvas que costumavam produzir o famoso Barca Velha. Concentrado, extremamente rico e potente, muito complexo, ele bateu os maiores vinhos de Portugal em uma degustação às cegas organizada pela Revista de Vinhos. Realmente fantástico, foi o tinto português indicado para a lista dos “100 Melhores Vinhos do Mundo” da Wine Spectator em 2005.

Quinta da Pellada – Maria Castro (proprietária)

Doda 2005 (Quinta da Pellada) – R$ 243,77 – ST (94+)

Dirk Niepoort e Alvaro Castro, da Quinta da Pellada – dois dos mais aclamados enólogos de Portugal – criaram a quatro mãos um vinho que combina o melhor da região do Dão, famosa pelos tintos aromáticos e cheios de finesse, com a estrutura e concentração dos vinhos do Douro, Antigamente chamado Dado, o nome Doda é formada pelas sílabas iniciais das duas regiões. Um tinto de minúscula produção, já é tido pela crítica portuguesa como um dos grandes vinhos do país. Para o respeitado crítico João Paulo Martins, o vnho mostra “uma combinação perfeita de vigor e elegância”. Uma grande criação de dois dos maiores talentos de Portugal.

Quinta do Perdigão – José Perdigão (proprietário)

Quinta do Perdigão Touriga Nacional 2006 – R$ 228,85 – ST (92)

O exuberante e aromático Quinta do Perdigão Touriga Nacional foi eleito “O Grande Tinto do Dão” no prestigiado concurso “Os Melhores Vinhos do Dão no Produtor”. Esta nova versão é uma das melhores já produzidas, mostrando excelente complexidade e elegância, além de todo caráter da emblemática Touriga. Já foi indicado entre os 15 melhores vinhos de Portugal por João Paulo Martins.

Niepoort – Dirk Niepoort (proprietário-enólogo)

Niepoort Colheita 1998 (Niepoort) – R$ 198,00 – ST (95)

Este delicioso Colheita é um Tawny de uma única safra, envelhecido em madeira por no mínimo 7 anos. Muito macio e convidativo, com bouquet complexo e inebriante, mostra ótima presença de boca.

Campolargo – Carlos Campolargo (proprietário-enólogo)

Campolargo Pinot Noir 2008 – R$ 123,00 – ST (91)

Excelente tinto elaborado por Campolargo com a casta Pinot Noir. Em alguns anos específicos, se adiciona um pouco de baga. É um vinho elegante e complexo.

Bodegas Chivite – Oscar Alvarez (diretor)

Colección 125 Reserva 2005 (Chivite) – R$ 248,00 – ST (91)

Um dos ícones tintos da Espanha para a revista Decanter, o excelente Colección 125 Reserva mostra grande classe e complexidade, no melhor estilo espanhol.

Alión & Pintia – Purificación Mancebo (diretora)

Pintia 2006 (Bodegas Pintia) – R$ 293,00 – ST (91)

O fantástico Píntia é o grande tinto elaborado por Vega Sicilia na emergente região do Toro. Logo em sua primeira safra, já recebeu 95 pontos de Robert Parker e muitos elogios de Jancis Robinson, que o indicou como o melhor vinho do Toro que já provou. Em 2003 foi indicado pelo respeitado El Mundo como o melhor vinho de Toro desta safra. Poderoso e encorpado, mas com classe e elegância, “um punho de aço em luvas de seda”, nas palavras de Steven Spurrier.

Tokaji Aszú 3 Puttonyos 2002 (Tokaji Oremus – Vega Sicilia) – 500 ml – R$ 178,00 – ST (93)

Oremus é a fantástica vinícola de propriedade de Vega Sicilia na Hungria. Seus vinhos são imaculados, produzidos com o mesmo perfeccionismo que a vinícola emprega na Ribera del Duero. Aqui, não se percebe o caráter oxidativo de alguns Tokajis mais rústicos, mas um aroma muito intenso e frutado e uma bela presença de boca.

Bodegas Valdemar – Roberto Alonso (diretor)

Conde de Valdemar Gran Reserva 2004 (Bodegas Valdemar) – R$ 198,50 – ST (91)

Um dos mais prestigiados vinhos da Rioja, o Conde de Valdemar Gran Reserva é maturado 2 anos em barricas de carvalho, mostrando grande maciez e complexidade, no melhor estilo dos clássicos tintos da Rioja.

Pesquera – Miguel Angel Bocos (diretor)

Pesquera Janus Gran Reserva 2003 – R$ 766,00 – ST (96)

Alejandro Fernandez criou o Pesquera, um dos primeiros vinhos da região, em 1972. O ano de 1995 foi especial em Ribera del Duero, que foi engarrafado o primeiro Janus, um vinho sério, austero, tons lácteos, carvalho picante, couro….complexo.

Domdechant Werner – Alessandra Gomes Rodrigues (Sommelier)

Hochheimer Kirchenstück Riesling Spätlese 2005 (Domdechant Werner) – R$ 145,27 – ST (91)

Com apenas 250 caixas produzidas e classificado com 92 pontos pela Wine Spectator, o excelente Hoccheimer Kirchenstuck Riesling Spatlese foi descrito como “uma beleza” pela revista, que destacou sua “intensidade cremosa” que se “desdobra em várias camadas, deixando um sabor duradouro de laranja no final”.

Casa Lapostolle – Julien Berthelot (diretor)

Clos Apalta 2009 (Casa Lapostolle) – R$ 397,00 – ST (92)

O cultuado Clos Apalta é um verdadeiro mito, sem dúvida um dos melhores e mais premiados vinhos da América do Sul. Produzido apenas nos grandes anos, é poderoso e encorpado, combinando o fabuloso terroir de Apalta com rendimentos muito baixos e um sofisticado toque francês. Sua minúscula produção é disputada no mundo todo. Um ícone.

Pisano – Daniel Pisano (proprietário)

Axis Mundi Tannat 2002 (Pisano) – R$ 276,00 – ST (92+)

Axis Mundi é a mais nova criação de Pisano, o melhor produtor do Uruguai. Este é o melhor tinto da vinícola, um super-Tannat, de impressionante concentração e potência, mas também muito equilíbrio, com taninos refinados e um longo final de boca. Ele é elaborado apenas com uvas de vinhas muito velhas de Tannat, cultivadas com minúsculos rendimentos, o que lhe confere uma classe e uma complexidade ainda inéditas para os vinhos elaborados com esta poderosa variedade. Certamente o melhor tinto uruguaio da atualidade.

Paul Hobbs – Paul Hobbs (proprietário)

Paul Hobbs Cabernet Sauvignon Beckstoffer To Kalon Vineyard 2006 – R$ 994,00 – ST (96)

A jóia da coroa entre os cultuados Cabernet Sauvignon de vinhedo único de Paul Hobbs, o mítico Beckstoffer To Kalon, elaborado com uvas do vinhedo considerado o melhor terroir de todo Napa Valley. Na safra de 2002, o tinto mereceu nada menos que 100 pontos de Robert Parker, colocando o vinho na elite dos mais disputados “cult wines” dos Estados Unidos. Rico, encorpado e complexo, é um dos mais grandiosos vinhos de todo o mundo.

Alguns convidados:

Marcelo Copello – Jornalista (Resvista Baco) e consultor de vinhos

Elvecio Faé (Diretor ExpoVinhos Vitória), Géraldine Santier (diretora) Cos d’Estournel e Aucio Passos

Mário Trano, do excelente blog www.mondovinho.blogspot.com

Alan Ingles (Enófilo) e o americano Paul Medder (Sommelier do restaurante Aprazivel)

Pedro Dias (Sommelier do restaurante Gabbiano)

Pedro Hermeto (Restaurante Aprazivel)

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