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Archive for junho, 2012

O aprimoramento dos modos de produção promovido pela moderna sociedade industrial fez com que algumas palavras caíssem em desuso, tornando-as esquecidas e até mesmo ignoradas pela geração atual. É o caso, por exemplo, da palavra mó, a pedra de moinho utilizada para triturar grãos e produzir farelos como trigo, fubá, etc. Os moinhos foram inventados pelos gregos e depois difundidos por toda a Europa pelos romanos no século II. Eram movidos por roda d’água, quando ficavam perto de um regato, ou por tração animal.

Assim é que em algum lugar da França mediterrânea, em uma data perdida nas brumas do tempo, havia um moinho de trigo cuja funcionária, a moleira (meunière), era uma jovem e bela mulher muito desejada pelo próximo. E completando a cena, também um riozinho piscoso e um cozinheiro apaixonado.

Esse apaixonado, para vê-la, usava a desculpa de ir lá comprar o trigo. Em sua homenagem ou para conquistá-la, criou um prato que se tornou um clássico da culinária francesa, o Poisson a La Belle Meunière. A receita como a original, descrita por Escoffier em seu “Le Guide Cuillinaire” (Editoria Flammarion, 1993- pg 282) e assim transcrita:

Ingredientes:

  • Filé de peixe de carne branca de boa textura, como o linguado, a truta ou a tilápia
  • Sal e pimenta-do-reino branca moída na hora
  • Manteiga clarificada
  • Alcaparras lavadas
  • Salsa grosseiramente picada
  • Suco de limão tahiti
  • Trigo para empanar, por isso a razão da meunière.

Modo de preparar:

  • Temperar os filés com sal e pimenta-do-reino, Reservar por 20 minutos.
  • Enfarinhar os filés e depois retirar o excesso de trigo.
  • Em uma frigideira de fundo grosso, aquecer bem a manteiga. Em seguida dourar cada lado do filé por 3 minutos, sem ficar mexendo. Reservar em uma travessa aquecida.
  • Para o molho, aquecer mais um pouco de manteiga, adicionar as alcaparras, a salsinha picada e suco do limão. Mexer bem.
  • Servir imediatamente o peixe com o molho por cima.

Como se pode notar, este é um prato delicado de peixe com sabor levemente salgado e acídulo em que predomina o aroma da manteiga e da salsa. O recomendado para uma harmonização deve ser um vinho branco, leve, seco, delicado, de boa estirpe, moderadamente encorpado, sem madeira ou muito pouco evidente. Certamente um Chardonnay da Borgonha ou do Napa Valley e nem por último e nem menor, uma verdadeira Champagne brut.

Voilà!

Por Carlos José Vieira, novo parceiro do Blog Vivendo a Vida

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Chegou às bancas de Vitória a segunda edição da Revista Baco. A revista traz em seu conteúdo as várias facetas do vinho, que mais que uma simples bebida reflete cultura, história, pessoas, regiões, países – enfim, um estilo de vida e la joie de vivre (a alegria de viver)! Das provas e artigos técnicos abordados de forma didática para quem está começando, às dicas de enoturismo, de compras, a gastronomia e outras bebidas, além de reportagens sobre o mercado, comportamento e atualidades. 

Nesta edição o jornalista Marcelo Copello fala tudo sobre vinhos para um inverno acompanhado da boa gastronomia. Dicas fantásticas do mundo gastronômico em Londres e um guia de queijos e vinhos.

Com isso a Baco quer levar ao público em geral (do leigo ao expert) uma mensagem: o vinho não precisa ser – e não é – um tema complicado, hermético e esnobe, destinado a uns poucos privilegiados. Muito pelo contrário: é uma bebida que, em sua essência, nos convida a compartilhar, a dividir e a democratizar de forma alegre, culta e saudável o prazer de desfrutá-la.

O editor do Blog Vivendo a Vida, Silvestre Tavares Gonçalves é colaborador da revista para os assuntos de Baco relacionado ao Espirito Santo. Na página 16 desta edição tem uma nota sobre a visita do Enólogo Carlos Lucas a Vitória.

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Dedicada à produção de vinhos dentro do conceito boutique, com tiragens limitadas e alto valor agregado, a vinícola catarinense Villaggio Grando amplia os seus horizontes iniciando a produção de cervejas artesanais, com o lançamento da cerveja Patrona Alt.

Ao longo de 2011, a vinícola se uniu ao cervejeiro Gustavo Fezer para juntos desenvolverem uma cerveja artesanal de alta qualidade, que conta com o incremento de sabores e aromas obtidos a partir de processos utilizados na produção de seus vinhos.

Alt é uma cerveja de alta fermentação,  um estilo tradicional da Alemanha. No processo de fabricação da vinícola, ela passa por um estágio em barricas de carvalho e uma segunda fermentação dentro da própria garrafa, semelhante ao processo de obtenção dos vinhos espumantes.

O resultado é uma cerveja encorpada de alta cremosidade e persistência, com cor marcante, lupulagem nobre e teor alcóolico de 7,3%, cuja receita de malte conta com seis variedades distintas em sua composição, todas oriundas da Europa. A levedura  é preservada no interior da garrafa, parte do método artesanal sem filtragem.

A cerveja Patrona Alt  deve ser armazenada na posição vertical, em ambiente fresco e protegido da iluminação,  para melhor preservar as suas características de guarda. Seu consumo deve ser feito sempre em copos de vinho tinto de bojo grande. Somente assim é possível apreciar na totalidade os sabores e aromas do produto.

Contando com a reconhecida qualidade da Villaggio Grando, a Patrona Alt se insere no valorizado e diversificado segmento de cervejas premium e será comercializada em garrafas de 750ml ao preço médio de R$ 30,00.

Patrona Alt, a Fusão do Mundo da Cerveja e do Vinho!

Localizada no município de Água Doce, nos campos de altitude de Santa Catarina, a vinícola Villaggio Grando reúne características ímpares de solo e clima, próprios para o desenvolvimento de seus vinhedos. São 42 hectares e 13 variedades de uvas, cultivadas em harmonia com à natureza, para a produção de vinhos tintos, brancos, rosé e espumantes em tiragens limitadas, que traduzem o terroir autêntico de umas das regiões mais frias do país.

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Os melhores bares e restaurantes do Espírito Santo estão em destaque em uma nova edição do guia gastronômico Veja Espírito Santo Comer & Beber, lançado na última quinta-feira (21). No evento de lançamento, realizado no Cerimonial Le Buffet, em Vitória, foram premiadas as melhores casas da culinária capixaba, nas categorias Restaurantes, Bares e Comidinhas.

O guia está disponível nas bancas e pela internet, no site  www.vejaespiritosanto.com.br. A edição 2012/2013 reúne uma seleção de cerca de 500 endereços, feita por uma equipe de jornalistas que percorreu as cidades, fazendo um levantamento detalhado dos estabelecimentos.

Entre esses estabelecimentos, os de maior destaque foram indicados por três júris, formados por gourmets, empresários e profissionais liberais, além de pessoas ligadas à cultura e à sociedade capixaba. Assim, fazem parte da premiação os melhores na categoria Restaurantes, nos quesitos Carne, Cozinha capixaba, Italiano, Peixes e frutos do mar, Pizzaria, Receita de bacalhau, Variado, Restaurante do Litoral Sul, Restaurante da Montanha, Restaurante da Grande Vitória, Restaurante Revelação, o Restaurante Bom e barato e Chef do Ano.

Na categoria Bares, foram eleitos os destaques nos quesitos Boteco, Caranguejo, Carta de Drinques, Happy Hour, Música ao Vivo, Para ir a dois e Para Paquerar. Já na categoria Comidinhas foram premiados os melhores nos quesitos Açaí, Café, Doceria, Padaria, Salgado, Sanduíche, Sorvete e Suco.

Interação com o leitor

Uma ação inédita marca o especial Veja Espírito Santo Comer & Beber deste ano. Os leitores participaram da edição, escolhendo os melhores estabelecimentos, em 10 especialidades, entre elas o Melhor Café da manhã, o Melhor Caldinho, a Melhor Lasanha e a Melhor Picanha. A votação foi feita por meio de questionário via e-mail.

Confira alguns dos vencedores

  • A melhor cozinha capixaba: Geraldo
  • Chef do ano: Juarez Campos
  • Melhor restaurante da Grande Vitória: Soeta
  • Restaurante Revelação: Vitória Bistrô
  • Melhor restaurante do Litoral Sul: Guaramare
  • Melhor restaurante da Montanha: Valsugana
  • Restaurante Bom e Barato: Galetinho
  • O melhor italiano: Spaghetti & Cia
  • O melhor variado: Ville Du Vin
  • A Melhor Pizzaria: Paparazzi
  • A melhor cozinha de peixes e frutos do mar: Timoneiro
  • A melhor carne: Argento Parrilla
  • O melhor boteco: Bar do João
  • A melhor carta de drinques: La Villa
  • O melhor caranguejo: Caranguejo do Assis
  • O melhor suco: Bully’s
  • O melhor sorvete: La Basque
  • O melhor sanduíche: Rock Burger
  • O melhor salgado: Juninho Pão de Queijo
  • A melhor padaria: Monte Líbano
  • A melhor doceria: Bee

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A vinícola Campos de Cima, de Itaqui (RS), acaba de lançar sua loja virtual de vinhos finos da Campanha Gaúcha. O mais novo canal de vendas da empresa já está hospedado em seu site –www.camposdecima.com.br – e oportuniza a aquisição de todos os produtos da vinícola, com valores mais atraentes por serem entregues diretamente ao cliente. “Desenvolvemos uma loja virtual para facilitar o acesso dos vinhos finos da Campanha Gaúcha aos consumidores e atender aos pedidos de todo o Brasil, de forma rápida, eficiente e segura”, destaca o diretor comercial da Campos de Cima, Pedro Candelária.

Conforme o executivo, a segurança na hora de pagar o produto é garantida pelo Pagamento Digital, um serviço completo de soluções para reembolso de compras pela internet que possibilita a aquisição dos vinhos por meio de uma série de cartões de crédito e também de boleto bancário. Candelária explica que o prazo de entrega é ágil, variando conforme o Estado. Só são comercializados lotes com, no mínimo, seis unidades. “Criamos um serviço seguro e com alto nível de qualidade e organização para cumprir prazos e atender às quantidades  pedidas por cada cliente e, dessa forma, difundir o consumo dos vinhos finos elaborados na Região da Campanha Gaúcha, uma das melhores áreas de cultivo de uvas viníferas do Brasil”, destaca.

Para marcar o lançamento da loja virtual, a vinícola Campos de Cima está vendendo a preços promocionais o vinho branco Viogner, safra 2009, e o vinho Primeiro Corte, safra 2008, um corte das uvas Merlot, Cabernet Sauvignon e Tannat. Ambos estão à venda por apenas R$ 12. “A loja virtual atrai os consumidores pelos preços especiais que oferece, graças a venda direta, sem intermediários, direto da vinícola para as mãos de seus apreciadores”, observa. “A loja virtual possibilita uma relação mais estreita entre o produtor e o cliente”,  completa.

“Case”

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Em uma festa cercada de pessoas com um super alto astral, na casa do colunista de vinhos do jornal A Gazeta, André Andrès, tive a oportunidade de provar vários vinhos, acredito que foram mais de 30. Um deles foi o mítico Mouchão Tonel 3-4, levado pelo Sr. Helvécio Faé, dono de uma das maiores adegas por estas bandas.

O Mouchão Tonel 3-4 é resultado da atenção, por parte do chefe de adega da Mouchão, que observou a qualidade dos vinhos envelhecidos nos tonéis 3 e 4 sempre apresentavam qualidade superior aos demais. A partir dai, nas melhores safras, o vinho dos tonéis 3 e 4 é engarrafado a parte, após um estágio de 24 meses nestes toneis, que são feitos de carvalho português, macacauba e mogno, onde decorre a fermentação malolática.

História da vinícola:

Vastas planícies, pontuadas por algumas florestas e extensos olivais, são a paisagem dominante da região do Alentejo. Foi para aqui que, no início do século XIX, Thomas Reynolds migrou, tendo como objetivo o negócio da cortiça.

Três gerações depois, o seu neto John Reynolds adquiriu uma propriedade de 900 hectares, denominada Herdade do Mouchão. Aqui, à atividade corticeira a família acabou por adicionar a produção de vinhos. Plantaram-se várias vinhas e em 1901 construiu-se uma adega tradicional, de grossas e brancas paredes de adobe e um elevado pé direito, tudo encimado por um magnífico telhado de telha vã portuguesa. Pensa-se que foi também por iniciativa de John que as primeiras plantas da casta Alicante Bouschet foram trazidas de França.

Durante a década de cinquenta, do século XX, a atividade vitivinícola sofreu uma singular expansão que se traduziu por um aumento das áreas de vinha, pelo aperfeiçoamento das tecnologias de vinificação e pelo início da venda de vinhos engarrafados, em detrimento da velha tradição de venda de vinho a granel, com um cunho muito regional.

Um século após a sua fundação, e depois de ter recuperado das expropriações agrícolas que ocorreram após a revolução de 1974, a Herdade do Mouchão continua na posse da família Reynolds, mantendo uma tradição ancestral passada de pais para filhos.

Todo o processo de vinificação se mantém praticamente intocável, preservando a tradicional vindima e a fermentação das uvas em lagares de pedra com pisa a pé.

Num mundo enológico em constante evolução, a Herdade do Mouchão mantém-se como sempre foi: uma tradição de família.

Avaliação Pessoal: ST (97+) Herdade do Mouchão Tonel 3-4

Na taça mostrou visual violáceo, sem halo de evolução, com lagrimas finas e numerosas. Aroma potente e intenso de frutas escuras em geléia (ameixas negras e amoras), especiarias, ervas, com sutil e elegante toque mentolado, muito intenso e persistente. Paladar bastante encorpado, acidez destacada e taninos em grande quantidade, muito finos. Um vinho de grande personalidade, que se encontra em sua infância, devendo evoluir muito bem por longos anos. Mas já proporciona um enorme prazer na taça!

Portugal – Alentejo – Alicante Bouschet e Trincadeira – 14,5% – Enólogo Paulo Laureano – Importador Adega Alentejana – R$ 400,00

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Spanish White Guerrilla é uma linha inovadora de vinhos brancos elaborados pelo Castelo Maetierra, pertencente ao grupo espanhol Vintae. São 8 rótulos, Albariño, Verdejo, Riesling, Gewürztraminer, Sauvignon Blanc, Chardonnay, Viognier Bariica e um Chardonnay Barrica. Tudo a partir da região vinícola mais emblemática da Espanha que traz uma coleção certamente singular e revolucionária sob vários aspectos, que reúne com primor diversificados tipos de uvas brancas já consagradas.

Além disso, suas garrafas são um brinde à arte. A linha Guerrilla Espanhol White possui um desing moderno e original, tendo rótulos de garrafas diferentes e inspirados na origem e característica da uva cultivada. Os rótulos foram criados pela empresa Moruba Studio de Designer Gáfico, um dos mais prestigiados da Espanha, com ilustração do estúdio espanhol Brasmind. A produtora Vintae também teve o cuidado de incluir na caixa um caderno com informações detalhadas sobre o processo de criação desses “guerrilheiros brancos“, bem como os dados a partir do cultivo de diferentes variedades e notas de degustação.

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No dia 14 junho deste mês, a importadora Mundosur representada por Avelino Zanetti Filho realizou aqui em Vitória um Wine Dinner com a presença da proprietária da bodega argentina Melipal, Clarisa Aristi. Este evento fez parte de uma serie de visitas pelas mais importantes capitais brasileiras, a fim de promover os seus vinhos para formadores de opinião.

O local escolhido para o evento foi o restaurante Argento Parrilla na Praia do Canto, especializado em cortes argentinos, o mais badalado no momento aqui na capital capixaba.

Melipal significa cruz do sul na língua indígena, a constelação que melhor identifica nosso hemisfério.

A bodega Melipal é uma empresa jovem, estabelecida em 2002 e propriedade da família Aristim, constituída com o objetivo de elaborar vinhos super premium, acreditando que os bons vinhos nascem no vinhedo e se criam dentro da vinícola, 100% das uvas provém de vinhedos próprios, localizados em Agrelo, Luján de Cuyo, Mendoza.

Na totalidade, são 87 hectares na primeira zona de Mendoza, em solos de origem aluvial, franco limosos e de profundidade média. Região árida de clima quente, com invernos marcados pelo frio intenso, elevada ensolação e grande amplitude térmica. Além disso, a família Aristim se preocupa com o meio ambiente local e realiza um tratamento orgânico totalmente compatível com o ecossistema natural e a reutilização de água da irrigação.

Em termos de estrutura de bodega Melipal possui uma capacidade total de apenas 800 mil litros, sendo que nas safras atuais são elaboradas aproximadamente 300 mil garrafas. Conta ainda com 270 barricas novas de carvalho 95% francês e 5% americano, tanques de aço inoxidável para fermentações, e piletas de cimento armado e revestido para a guarda dos vinhos.

Vale a pena ressaltar que na área enoturística, a bodega possui um excelente restaurante panorâmico que ressalta a cozinha regional e a harmonização com seus principais vinhos.

Vinhos:

A noite iniciou com a apresentação do Melipal Rosé, seguimos para o já consagrado Malbec, Cabernet Sauvignon, Melipal Malbec e o Melipal Malbec Reserva 2006 e 2007, um vinhaço.

O grande destaque da noite foi a prova pela primeira vez no Brasil do Melipal Cabernet Franc 2009, um privilegio. Na taça apresentou um visual rubi violáceo com leve halo de evolução, lágrimas numerosas e lentas. Nariz mostrou algum balsâmico, toques herbáceos, folhas de chá, aromas terrosos, expressando bastante o varietal, além de couro. O paladar é seco, taninos com certa adstringência, ótima acidez, persistência média, um vinho elegante e bastante gastronômico. ST (90+)

Seus vinhos podem ser encontrados na Ville du Vin e na Espaço D.O.C.

Bife Ancho, o melhor do Argento!

Marli, Silvestre, Clarisa, Avelino e Antônio Carlos Leite (A Gazeta)

A turma do Argento com Clarisa Aristi

Um brinde!

Clarisa Aristi e Rodrigo Mazzei do ótimo blog (www.vinhoseviagens.com.br)

O sommelier Boris Azevedo fazendo pose!

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O pessoal da Oded Friedland em parceria com o Reddish Studio criou por encomenda da Monkey Business estes pequenos alfinetes, que grudados a uma rolha convencional, transformam ela nos melhores macacos, veados, búfalos, vacas, ursos e coelhos da sua mesa. Custam 8 dólares, podem ser compradas aqui.

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Nada melhor que uma feira de vinhos para poder buscar novidades que agrade o nosso paladar. E foi isso que aconteceu na Vitória ExpoVinhos 2012. Depois de provar cerca de 300 rótulos, destaco um espumante nacional, o Viapiana 192 dias Brut. Elaborado pelo método tradicional (Champenoise), com as uvas Prosseco, Viogner e Chardonnay. Este espumante passou por um estagio de 192 dias em contato com leveduras e processo de remuage manual. Se tivesse participado do Top Five ia dar trabalho.

A Viapiana Vinhos e Vinhedos surgiu em 1986 com a elaboração dos primeiros vinhos de mesa em nível industrial. Mas sua história se remete há muitos anos antes, quando os primeiros imigrantes italianos desembarcaram no país e produziam, de forma artesanal, seus próprios vinhos. Prova disso é a medalha conquistada pela família Viapiana, em Porto Alegre, no ano de 1925 durante o cinquentenário da imigração.

Localizada no Travessão Alfredo Chaves, em Flores da Cunha, na encosta Nordeste do Rio Grande do Sul, a vinícola iniciou seu processo de modernização e mudanças em 1999, quando foi elaborado o seu primeiro vinho fino. Entre os anos de 2004 e 2005, a linha foi incrementada com a elaboração de espumantes e vinhos brancos finos. Um ano depois, a Viapiana dava o passo inicial para a implantação de um projeto moderno e estrutural da vinícola e também da comercialização com a criação de quatro novas linhas de produtos: Ricieri, Corte V, Viapiana e Via 1986.

Numa área de 2.800 m², a Viapiana tem uma estrutura com tecnologia de ponta e modernos sistemas de condução. São 30 hectares de vinhedos próprios que recebem cuidados extremos para baixa produção de uvas a fim de qualificar os produtos. Os vinhos têm controle total de temperatura e permanecem em barricas de carvalho americanas e francesas.

Avaliação Pessoal: ST (90) – Best Buy – R$ 29,00 – www.portomediterraneo.com.br

Na taça mostrou visual amarelo-palha, com espuma adequada e bolhas pequenas, em boa quantidade e persistentes. Os aromas predominantes são de frutas cítricas, frutas brancas, leve toque de fermento, fino e elegante. Na boca apresentou acidez adequada, bom equilíbrio, corpo médio, persistência média e retro-olfato de frutas citricas com notas florais. Seu melhor atributo é a sua personalidade e notável fineza.

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