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Archive for maio, 2012

Na semana passada participei de um evento promovido pela loja Espaço D.O.C. Dentro de vários vinhos degustados naquela noite selecionei cinco que me chamaram mais atenção para indicar. Um deles é o magnífico Conde d’ Ervideira Private Selection 2007, uma seleção dos melhores lotes de uvas, vinificados casta por casta: o Aragonez fermenta em “vinimatics” enquanto as restantes castas fermentam em lagares equipados com “robot” de pisa mecânica. Estágio em barricas novas, maioritariamente de carvalho francês. Uma produção de apenas 7.000 garrafas.

As herdades do Monte da Ribeira e da Herdadinha, pertencem à família Leal da Costa, descendente direta do Conde de Ervideira, agricultor de sucesso dos séc. XIX e XX. O Conde, que recebeu o título de D. Carlos I pelo função social que a família desempenhava na região, deu início à produção de vinho em 1880 como atestam as garrafas que ainda hoje a empresa exibe na sala de provas. Com 160ha de vinhedos divididos pela Vidigueira (110ha) e por Reguengos (50ha), a administração da Ervideira é assegurada por Dona Maria Isabel, a matriarca da família, e pelos seus seis filhos, sendo Duarte Leal da Costa o diretor executivo. A direção enológica é da responsabilidade de Nelson Rolo.

Avaliação Pessoal: ST (95) Conde d’ Ervideira Private Selection 2007

Cor rubi intensa, com reflexo acastanhado, límpido e brilhante. No nariz frutas vermelhas passadas, leve tostado, tabaco, madeira nobre, fumo, especiarias, mentol, com um toque balsâmico encantador. O paladar é seco, bom corpo, ótima acidez, com teor alcoólico equilibrado. Taninos macios, retrogosto lembrado mentol e madeira. Persistência longa.

Portugal – Alentejo – Trincadeira, Aragonez e Alicante Bouschet – 13,5 % – RR Representações – R$ 189,00 – Onde encontrar em Vix: Ville du Vin e Espaço D.O.C

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A vinícola catarinense Sanjo comemora a medalha de bronze alcançada pelo seu vinho Maestrale Integrus 2010 no International Wine Challenge realizado recentemente em Londres.

Um dos maiores e mais tradicionais concursos de vinhos do mundo, o evento em terras britânicas reuniu mais de 15 mil rótulos de vinícolas de mais de 50 países ao redor do planeta, outorgando apenas 363 medalhas entre diversas categorias de vinhos e espumantes.

Num cenário onde apenas sete rótulos de vinícolas brasileiras receberam prêmios, a Sanjo celebra o sucesso do Maestrale Integrus safra 2010, que representa apenas a segunda edição lançada deste vinho branco diferenciado, feito com a uva Chardonnay.

Considerada uma uva de difícil cultivo e adaptação, a Chardonnay é uma das variedades brancas mais conhecidas e apreciadas, pela sua versatilidade e capacidade de harmonização com os mais diversos pratos. Com a capacidade de absorver, como nenhuma outra casta, as características do solo e do clima de uma região, esta uva reflete intensamente o sistema de vinificação escolhido pelo enólogo para sua elaboração.

Elaborado pelo método de vinificação integral em barris de carvalho, o Maestrale Integrus traduz o valorizado terroirda Serra Catarinense, na produção de vinhos finos de altitude que destacam as singularidades da região que registra as temperaturas mais frias do país. Em relação à sua primeira edição, o vinho agregou notas mais delicadas da madeira de carvalho e um requinte ainda maior no sabor, proporcionado pela grande qualidade das uvas colhidas e o aprimoramento do método de vinificação.

O Maestrale Integrus 2010 fermentou nos barris de carvalho e permaneceu ali por mais 18 meses amadurecendo até ganhar a untuosidade e a riqueza desejadas. Realmente é um belo vinho. Tive a oportunidade de provar na ExpoVinis, impressiona na taça.

O enólogo da Sanjo, Marcos Vian destaca ainda que no estágio do vinho nos barris de carvalho, onde permaneceu sobre as borras finas de leveduras e era temporariamente submetido a um processo de levantar as borras do fundo dos barris através de um movimento chamado de Batonage. “Este é o grande diferencial técnico deste vinho e o responsável pela sua riqueza no paladar e a complexidade dos seus aromas”, explica Vian.

A Sanjo Cooperativa Agrícola de São Joaquim (SC) é uma das maiores produtoras de maçãs do Brasil. A partir de 2002, a empresa passou a investir também na produção de vinhos finos de altitude, utilizando-se dos mesmos processos de qualidade e tecnologia que integram os valores essenciais de sua fruticultura.

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A vinícola Geisse anunciou hoje o início da comercialização em pré-venda do Champagne Cave Geisse Premier Cru. A produção é muito limitada, somente 1.500 garrafas, sendo que 460 já estão reservadas até o dia de hoje. A chegada do champagne esta prevista para final de junho, mas as entregas ocorrerão somente a partir de início de agosto.

No Espirito Santo entrar em contato com o representante, Sr. Julio Antunes – Tel 27 8801-8881 – .

Informações sobre o produto:

Em parceria com a Família Dumont, produtores consagrados da região da Champagne, com mais de 300 anos de tradição na região, a Família Geisse lança o primeiro Champagne com alma brasileira: Cave Geisse Philippe Dumont Premier Cru.

O projeto teve inicio em 2007 quando os Geisse receberam em sua vinícola, em Pinto Bandeira, o francês Philippe Dumont, proprietário de pouco mais de 5 hectares Premier Cru em Chigny-les-Roses – Reims. Philippe ficou encantado com a qualidade e o estilo dos espumantes elaborados por Mario Geisse, e as afinidades em virtude da filosofia de trabalho de ambas famílias acabaram em um convite para que Mario Geisse fosse elaborar o primeiro champagne com rótulo brasileiro.

São aproximadamente 1.500 garrafas, já que o volume de produção nas terras com denominação Premier Cru é muito limitada e o valor das áreas com esse padrão de qualidade pode chegar a 1,5 milhões de Euros por hectare. Dos cerca de 200 vilarejos da Champagne, apenas 43 têm direito è utilização da denominação Premier Cru, designação concedida a pouquíssimos produtores da região em função da alta qualidade e da localização de seus vinhedos.

Para a família Geisse é muito gratificante conferir que seus espumantes elaborados no Brasil tenham despertado tal interesse em um dos produtores mais tradicionais da Champagne, assim como o reconhecimento de alguns dos grandes críticos internacionais como Jancis Robinson, Julia Harding, Adam Strum, e Oz Clarke, que vem dando grande destaque ao Cave Geisse e consequentemente a todo o potencial de qualidade dos espumantes brasileiros.

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Empresa é especialista em climatização de vinhos e adegas customizadas

Há mais de 15 anos, a Joshua Adegas Climatizadas é responsável por criar ambientes especiais para a apreciação de vinhos.  A qualidade dos produtos acabou conquistando um público seleto e exigente, e atualmente a Joshua Adegas conta com centenas de projetos concluídos, entre ambientes comerciais e residenciais, além de construções como salas de degustação, armários climatizados e outros móveis relacionados ao mundo do vinho. 

Apesar de atender grandes clientes do circuito gastronômico de São Paulo como os restaurantes Santovino, Praça São Lourenço, Rodeio, Due Cuochi, Baby Beef Morumbi e a rede Fogo de Chão, 80% dos projetos contratados são de adegas residenciais.

Criação

As adegas são fabricadas nos mais diversos tamanhos e instaladas em locais variados, que vão de armários e espaços embaixo de escadas até verdadeiras estruturas para mais de duas mil garrafas. Os materiais mais utilizados são cedro rosa e teca certificados, por vezes com revestimento de aço inox para os detalhes internos e externos.

O cuidado artesanal com cada detalhe é uma das marcas da empresa: os projetos são criados pessoalmente por Joshua Costa, que assina cada uma das adegas. A partir de seus primeiros esboços e da análise dos desejos do cliente, da quantidade de garrafas e do espaço disponível para a adega, o projeto é então definido e a construção começa a ser feita, criando assim uma identidade única para cada adega. Os projetos já foram vendidos para outros países, como Angola e Estados Unidos, e a empresa atende clientes em todas as regiões do Brasil.

A fábrica, localizada em Mogi das Cruzes (SP), está preparada para receber os mais variados pedidos, tanto em madeira quanto com revestimento de inox ou aço corten. Para restaurantes, a empresa já desenvolveu adegas com elevador (com espaço para mais de dois mil rótulos) e vitrines para vinhos, sempre levando em conta o estilo da casa e o número de garrafas a serem acondicionadas. 

Além de adegas, a empresa também fabrica cristaleiras, armários climatizados e móveis para salas de degustação, entre outros projetos sob medida, especialmente para residências e empreendimentos imobiliários. Fora do escopo do vinho, a Joshua também produz casaqueiras (espaço para armazenamento de casacos de pele) e ambientes climatizados para charutos.

Joshua Adegas Climatizadas

Al. Gabriel Monteiro da Silva, 1.886, Jardim Paulistano

Tel. (11) 3060-9369      

www.joshuaadegas.com.br

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Diferente do que foi divulgado pela revista Veja na semana passada, o Ministro Pepe Vargas falou ao site Leouve (áudio) sobre o pedido de salvaguardas que continua tramitando no governo, sem grandes avanços até então, entretanto, a decisão está tomada.

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O jantar harmonizado comemora as instalações da futura Winehouse Baby Beef

Amanhã, dia 31 de maio, a partir das 20h30, a churrascaria Baby Beef Morumbi, em parceria com a importadora Hannover, vão realizar um wine dinner com a presença do enólogo Juan Pablo Lecaros da vinícola Viu Manent.

A combinação carne e vinho passou a fazer parte do grupo Baby Beef desde 2011, quando iniciaram as obras da Winehouse Baby Beef. A loja de vinhos está anexada ao restaurante e conta projeto da Joshua Adegas.

Serão mais de XXXX mil opções de rótulos de 06 importadoras: Grand Cru, Mistral, VCT Brasil (Concha y Toro), Adega Alentejana, Expand e Almería.

O cardápio

A entrada, foccacia recheada com shitake e queijo de cabra, vem acompanhada por Viu Manent Reserva Sauvignon Blanc.

O Viu Manent Gran Reserva Carmenere harmonizará com o primeiro prato, Sorretine de queijo burrata ao molho basílico.

Um Single Vineyard Malbec foi a escolha para acompanhar a Costela Prime Rib com risoto de aspargos frescos.

A sobremesa, Tart Tatin de maçã verde, vem harmonizada com o Viu Manent Noble Semillion Botrytis.

Serviço:

Wine Dinner na Winehouse Baby Beef e Vinícola Bene di Batasiolo:

Data: 31 de maio, quinta-feira

Horário: 20h30

Local: Churrascaria Baby Beef Morumbi

Endereço: Av. das Nações Unidas, 16.741 (Marginal Pinheiros) – estacionamento gratuito no Extra

Valor: R$ 150,00

Reservas:

Tel.: 3758-0886 com Kelly

Email:   

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A Vinícola Guatambu, de Dom Pedrito, é destaque da edição de maio revista francesa La Vigne, especializada em vitivinicultura, da editora France Agricole, uma das mais importantes publicações da área. O repórter Weber Eberenz visitou diversas vinícolas da Campanha Gaúcha, e as descreveu como dinâmicas e ambiciosas. O projeto da vinícola Guatambu ganhou destaque com muitas informações e fotos, onde foi enfatizado o foco em produzir vinhos Premium, reforçado nesta parte do texto: “Enquanto os rendimentos na região são, em média, 10.000 kg/ha de uvas, a produção média dos Pötter é 7.000Kg/ha, pois a Guatambu visa produzir vinhos Premium.” Em janeiro, a Guatambu foi case das revistas alemãs “Rebe & Wein” e “Der Badische Winzer”, que juntas atingem 13.000 profissionais europeus ligados ao setor. 

Sobre a Guatambu

Contando com administração familiar e visando diversificar seus produtos, a cinqüentenária Estância Guatambu, tradicional empresa do agronegócio, de Dom Pedrito, iniciou em 2003 o projeto de produção de uvas viníferas, com a implantação do vinhedo com mudas importadas da França e da Itália, visando aproveitar o excelente clima da Campanha Gaúcha, bastante adequado para esta atividade.

No segundo semestre, a Guatambu inaugura a sua estância enoturística, a 14km da cidade de Dom Pedrito. Situada no pampa gaúcho, o projeto busca uma identificação com a arquitetura local, a cultura gaúcha, e as influências das estâncias da região do pampa. Sob o conceito de pátio central, a vinícola se desenvolverá em forma de U com iluminação e ventilação voltadas para o seu interior, como forma de abrandar o Minuano que sopra na campanha e proporcionar condições térmicas ideais para a produção de vinhos de qualidade. A vinícola possui uma arquitetura voltada para o turismo, com sala de degustação técnica, varejo, espaço gourmet com culinária típica da região e salão de eventos. Conforme Valter José Pötter, proprietário da estância Guatambu, o que motivou a família a investir na vinícola foram as premiações internacionais que os primeiros vinhos produzidos com uvas da Guatambu receberam, ao longo dos últimos 3 anos, o que consolida a região dos pampas como uma das mais promissoras da América para produção de vinhos finos.

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Uma das coisas que me chama muita atenção na hora de escolher uma garrafa de vinho é o seu visual. Na noite de ontem provei um vinho uruguaio, que como se pode ver na foto acima é uma obra de arte, Viñedo de los Vientos Tannat 2010. Veio da seleção do mês do Clube Wine. Além do visual, agradou bastante meu paladar. Elaborado com Tannat (100%), que antes da fermentação alcoólica passa por maceração a frio, cerca de 6 °C, por cinco dias. A técnica permite a extração de aromas e sabores das uvas e aumenta a complexidade final da bebida. A fermentação se dá normalmente, por uma semana, em temperaturas controladas, em tanques de aço, dando um destaque maior para a fruta.

Contra rótulo com o moderno Qr Code, código de barras bi-dimensional que por meio dele, usuários de celulares equipados com câmera fotográfica e acesso à internet são direcionados a conteúdos específicos na web. Muito Legal, facilita muito a vida dos apaixonados pelo mundo do vinho.    

O proprietário da vinícola, Pablo Fallabrino, herdou a propriedade em 1995, e com apenas 21 anos já era vinhateiro. Surfista, já pegou onda em praias do mundo todo e tem uma atitude iconoclasta da vida e dos vinhos.

A Viñedo de los Vientos possui 37 hectares de Cabernet Sauvignon, Trebbiano, Tannat, Chardonnay e Nebbiolo, cujos vinhos o enólogo surfista pretende focar no mercado externo, como o Brasil, por exemplo, embora dois terços de seus produtos sejam vendidos nos Estados Unidos. Há planos para aumentar um pouco a produção e penetrar outros mercados. Um vinho a ser descoberto desta charmosa vinícola é o Alcyone, um licoroso de uva Tannat delicioso, doce como a vida e que exala um viciante aroma de chocolate com canela.

Avaliação Pessoal: ST (88) Viñedo de los Vientos Tannat 2010

  • Visual rubi, boa complexidade e intensidade aromáticas, abrindo com frutas negras e vermelhas, bastante limpa, sem destaque da madeira, com fundo de cravo e canela. O paladar apresenta corpo médio com boa acidez, taninos maduros, a minha maior surpresa. Confirma o nariz no paladar. Mostrou boa persistência, e final equilibrado. Vale a pena provar.

Uruguai – Atlântida – Viñedo de Los Vientos – 100% Tannat – 14% – 30% do vinho estagiou em barricas de carvalho francês e os outros 70% em tanques de aço inoxidável – R$ 60,00 – Onde comprar >

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I Festival Internacional de Jazz and Bossa de Santa Teresa & Enótria Vinhos dias 1, 2 e 3 de junho

Para você que vai participar do evento e além da música, não abre mão de apreciar um bom vinho, a Enótria Vinhos,
de forma pioneira e corajosa investe e vai colocar a disposição dos apreciadores da bebida de Baco duas Wine Stores no local do evento. Uma para vendas de garrafas e outra, perto do palco, para vender em taças. As garrafas custarão a partir de R$ 30 cada uma, e as taças R$ 12 cada uma. Na seção de vinhos em garrafa, serão rótulos mais bem elaborados, que custarão em torno de R$  50.

Na compra da taça, o cliente pagará R$ 15 (taça de vidro + vinho). Para repor a bebida, ele poderá usar a mesma taça e pagar apenas R$ 12 pelo vinho. Para adquirir somente a taça de vidro, pagará R$ 5

Para quem for apreciar a culinária local, os restaurantes, Café Zanoni, Espaço Colibri, Bianchi Ristorante, Cantina Italiana e Piaceri  estão com a carta também desenvolvida pela Enótria, veja a carta abaixo:

Espumantes

Espumante Chateau Trivier Moscatel- Argentina – Espumante elaborado pelo método charmat, com uvas Moscatel. Coloração amarela esverdeada. Apresenta aromas cítricos com toques bem frutados e notas de laranja lima. – R$ 25,00

Pascual Toso Brut – Argentina – Produzido com 50% da uva Chardonnay e 50% da uva Chenin Blanc, que se traduz em um Espumante delicado e bastante fresco, excelente para acompanhar petiscos, saladas e pratos leves. – R$ 45,00

Brancos

Mancura Sauvignon Blanc 2010 – Chile – Coloração amarelo esverdeado, com toques herbáceos que levam aos aromas mais tropicais, como maracujá, nectarina e melão maduro. Na boca é vigoroso e de boa persistência, excelente com pratos frescos com molhos cítricos e aromáticos. – R$ 35,00

Tintos

Lagarde Clássico Malbec 2010 – Argentina – Possui Aromas de frutas vermelhas como cerejas e groselhas, minerais e notas florais de violetas, típicas da malbec, alem de baunilha e caramelo. – R$ 30,00

Undurraga Carmenere 2010 – Chile – Produzido pelo grande produtor Undurraga Esse vinho de cor totalmente púrpura, que mostra aromas de especiarias, cerejas maduras e café. Excelente persistência e retro-gosto. – R$ 40,00

Mancura Cabernet Sauvignon 2010 – Chile – Vinho de coloração rubi negra límpida. Bouquet que lembra caramelo, carvão e açucar mascavo. Na boca um vinho completo, muito agradável no equilíbrio da acidez e dos taninos. – R$ 35,00

Undurraga Merlot 2010 – Chile – Vinho de excelente relação preço-qualidade, um chileno típico, de médio corpo e taninos macios e equilibrados, no nariz apresenta frutras vermelhas e toques de chocolate. – R$ 40,00

Yellow Tail Shiraz 2011 – Austrália – Um clássico da Austrália, de médio corpo, taninos macios e equilibrados, no nariz apresenta bastante frutas vermelhas com nuances de compota de framboesa e especiarias. Indicado para massas e carnes vermelhas. – R$ 50,00

Segue abaixo a programação completa do Festival.

Na lista de artistas brasileiros estão figuras reverenciadas internacionalmente, como o grupo Azymuth, que se apresentará em parceria com o guitarrista Hélio Delmiro, a cantora brasileira de jazz Ithamara Koorax, o guitarrista e violonista Ricardo Silveira, a All Star Band, o baixista Arthur Maia e o baterista Kiko Freitas. Também participam do evento grandes nomes do jazz capixaba: Bruno Mangueira, Pedro Alcântara e Fabiano Araújo.

Mas os holofotes do festival devem ir mesmo para o guitarrista californiano Roy Rogers & The Delta Rhythm King, especialista na técnica slide, que já tocou com mitos como John Lee Hooker e Milles Davis.O show do nova-iorquino Scott Fiener também é muito aguardado. Com seu Jazz Pandeiro, o artista mistura a riqueza rítmica do estilo americano com a música brasileira.

Haverá oficinas durante os dias de apresentação com a participação dos artistas convidados e de professores da Faculdade de Música do Espírito Santo (Fames).

Programação:

- Dia 1º de junho – Sexta-feira

19 horas – Abertura Oficial – Parque de Exposições e Eventos. 
20 horas – Show regional – Bruno Mangueira. 
22 horas – Show nacional – Azimuth e Hélio Delmiro. 
00 hora – Show internacional – Roy Rogers & The Delta Rhythm King 

- Dia 02 de junho – Sábado – Parque de Exposição e Eventos. 

14 horas – Auto Top 30 – 1o Encontro de veículos Destaques Veteran Car Club. 
18 horas – Show regional – Pedro Alcântara e Convidados. 
20 horas – Show nacional – Ithamara Koorax. 
22 horas – Show nacional – Ricardo Silveira e All Star Band. 

- Dia 03 de junho – Domingo – Parque de Exposição e Eventos

10 horas – Desfile de Veículos Antigos Veteran Car Club. 
11 horas – Show regional – Fabiano Araújo. 
12h30 – Show Internacional – Scott Fiener Jazz Pandeiro. 

Mais informações: www.rotaeventos.com.br

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Há já alguns anos que algumas adegas na Califórnia produzem às escondidas vinho com Cannabis sativa, a erva que dá origem ao haxixe. Segundo o presidente da Associação dos Produtores de Cannabis de Napa Valley, Crane Carter, a bebida está a tornar-se conhecida na região, principalmente através da divulgação “boca-a-boca”. Os Cabernet Sauvignon são os que melhor combinam com a erva, disse Carter ao jornalista Alberto Martinez, para o blog Uvinum. 

Carter explica ainda que os efeitos do vinho com cannabis nos que o bebem«são mais rápidos do que os das bolachas com cannabis», também produzidas na região. O vinho provoca uma tontura interessante, ironiza. Segundo Carter, boa parte das adegas californianas já testam vinhos com cannabis, mas ainda em quantidades pequenas, porque apesar da liberalidade dos californianos, a produção de vinho com a droga ainda é ilícita. É para ser compartilhado com amigos de mente aberta, opina o jornalista especializado em vinho, Mike Stenberger, que define o sabor da bebida como picante como a erva e cujo aroma recorda um alojamento universitário num sábado à noite. 

Para fazer a bebida, são misturados cerca de meio quilo de cannabis com o mosto das uvas maceradas numa barrica e logo se produz a fermentação – o que resulta em 1,5 grama de cannabis por garrafa de vinho.

Via

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