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Archive for abril, 2012

A revista britânica Restaurant Magazine acaba de divulgar o seu mais atual ranking com os 50 melhores restaurantes do mundo. O paulistano D.O.M., de Alex Atala, aparece na lista em quarto lugar.

Com este resultado, Atala sobe três posições em relação ao ranking anterior. No ano passado, ele avançou 11 em comparação com a lista de 2010. O D.O.M. segue como o melhor endereço da América do Sul.

O dinamarquês Noma, de Rene Redzepi, fica na primeira posição pelo terceiro ano consecutivo.

Como é a votação 

A revista Restaurant Magazine elege os cinquenta melhores do mundo desde 2002.

A escolha dos restaurantes é feita pelos membros de uma chamada “academia”. O jornalista e crítico gastronômico brasileiro Josimar Melo é presidente do júri da América Latina.

Segundo a revista, a banca é composta por críticos, gourmets, chefs e restaurateurs de todos os continentes, numa tentativa de fazer o levantamento “mais justo possível”.

Fonte: IG

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A criatividade é a alma do negócio meus amigos. Chupa essa agora. Lançado um pirulito com sabor de champagne e com flocos de ouro em sua composição.

O 24K Gold Lix é feito de maltitol Syrup, e sabor natural e artificial, além de ouro 24 quilates e é vendido pelos preços 4,50 a 4,95 dólares na loja Harvey Nichols.

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Dentro do meu objetivo no ExpoVinis 2012 de ir em busca somente de novidades, vinhos que ainda não conhecia na taça, gostaria de apresentar para vocês a nova linha da vinícola brasileira Perini, Fração Única.

O nome faz uma alusão às frações de terra especialmente selecionada na produção de matéria prima. A linha de varietais que tem como consultor técnico, o enólogo Mario Geisse, pretende distinguir vinhos que ao longo de mais de uma década de cultivo de uva no sistema de espaldeiras em “Y” e do processo de elaboração desenvolveram características únicas no Vale do Trentino.

Segundo o proprietário da vinícola, o Sr Benildo Perini, os enólogos selecionaram vinhedos que representam frações especiais de terra com produção limitada de uvas, priorizando a forma de cultivo que maior revelasse as características do vale. Foram anos de estudos para cada parcela de vinhedos, até que o vinho fosse acondicionado em barricas de carvalho, degustado e aprovado por uma criteriosa equipe.

Na taça os vinhos mostraram além uma ótima relação custo x benefício, R$ 48, características únicas, uma agradável surpresa na taça.

  • Perini Fração Única Chardonnay 2011ST (88)
  • Perini Fração Única Merlot 2010ST (85)
  • Perini Fração Única Cabernet Sauvignon
    2010 ST (87)

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A íntegra do inquérito que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) e áudios da Operação Monte Carlo mostram que em agosto de 2011 Cachoeira e seu assessor Gleyb Ferreira da Cruz conversam sobre um vinho Cheval Blanc, safra 1947.

A bebida, que já teve uma garrafa especial leiloada por mais de R$ 500 mil, seria comprada para o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), ao custo de até US$ 2.950 a unidade (…)

Eles comemoram o negócio dizendo que as cinco unidades saíram por menos de US$ 14 mil (…)

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Após o extraordinário sucesso das quatro primeiras edições que registraram lotação esgotada nas principais capitais europeias, entre as quais estavam Berlim, Londres, Paris, Moscou, Praga, Oslo e Estocolmo, este ano o tour foi ampliando com uma série de eventos na Ásia e na América do Sul.

O tour foi remodelado com base em novos equilíbrios do mercado global do vinho. O consumo interno de vinho continua estável há anos, cresce o consumo na Europa, mas com dificuldade. Mantêm alta a demanda de vinho as grandes metrópoles asiáticas, sul-americanas e norte-americanas. Os Estados Unidos e o Canadá serão protagonistas de uma manifestação especial: os Tre Bicchieri World Tour. Os dados globais da exportação italiana são encorajadores, pois as expedições aumentaram em 14% em relação ao mesmo período de 2010. Após pesquisas de marketing meticulosas, o Gambero Rosso selecionou alguns mercados que oferecem, em perspectiva, as melhores potencialidades para as vinícolas italianas. Vamos dar mais alguns detalhes.

O início foi em Bombaim (no dia 24 de outubro 2011), três dias mais tarde foi a vez de Cingapura, enquanto a Coreia do Sul, mais precisamente Seul, em 31 de outubro. Em seguida, uma pausa de quase um mês, foi a vez da Rússia. E se na Índia a demanda está crescendo em uma média de 25% ao ano, na Rússia, apesar do aumento dos impostos, em 2011 quase dobraram as importações de vinho italiano (+91%).

No dia 23 deste mês, aconteceu pela primeira vez Brasil, onde o interesse pelo vinho está crescendo para níveis impressionantes: de 2002 até 2010 as importações no país cresceram 183%. E o dado relativo ao crescimento em valor é ainda mais marcante, acentuadamente contrário à tendência mundial. Assim, as empresas deliciarão a cidade mais populosa do hemisfério austral: São Paulo 23/04. Em seguida, seguiu para o Rio de Janeiro hoje, dia 27/04, onde se fecharão cortinas deste Grand Tour vinícola.

As protagonistas foram cinquenta empresas que fizeram a história do vinho italiano. Foram elas a manter alta a imagem do vinho italiano no mundo. O Roadshow articulou-se em degustações, workshops e seminários orientados pelos especialistas do Gambero Rosso. O target? Restaurantes, comerciantes, líderes de opinião e apaixonados do vinho bem selecionados.

O blog Vivendo a Vida marcou presença em São Paulo e ficou impressionado com o nível dos vinhos e da organização do evento, sem atropelos, como deve ser um evento desse porte.

Foi uma oportunidade importantíssima de paralelo cultural; imperdível para estabelecer novas relações comerciais; uma prova importante de coesão do sistema enológico nacional. A intenção foi bem clara: aumentar o percentual em valor do vinho italiano no mundo. Para o Gambero Rosso trata-se de um projeto claro de internacionalização que colocará a empresa sempre mais na primeira linha na promoção das excelências autóctones no mundo.

Não sou bonito, mas estou na moda….rsrsrs

Vinhos degustados que me chamaram mais atenção:

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Adriano Miolo concede uma entrevista exclusiva ao Blog Papo de Vinho do amigo Beto Duarte, segue:

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A importadora paranaense La Violetera acaba de lançar uma linha de Bruschettas da marca Mastroiani, voltada à culinária Mediterrânea. O produto é apresentado em vidros de 295g, nas versões Alcachofra, Pimentão e Aspargo. Também faz parte da linha, o Antipasto de Pimentão grelhado, em embalagem de 135g. As Bruschettas Mastroiani são prontas para o consumo e ideais para servir em couverts, entradas ou petiscos. Também podem ser servidas em sanduíches, massas, sobre o peixe, frango, carnes e canapés. 

Conheça todos os produtos da La Violetera e confira dicas e receitas no site www.lavioletera.com.br/receitas.

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O locutor esportivo Galvão Bueno comandou uma degustação aberta ao público dos vinhos Bellavista Estate Pinot Noir e Bellavista Estate Sauvignon Blanc no segundo dia da ExpoVinis 2012, quarta-feira, no estande da Miolo Wine Group.

Elaborados na Campanha em uma parceria com a MWG, os vinhos ampliam o portfólio dos produtos do projeto de Galvão Bueno, Bellavista Estate.

Crédito da foto: Marcelo Moscardi

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Excelência no cultivo e clima favorável garante qualidade excepcional nas uvas para vinhos elaborados no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, observa o pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, Celito Guerra.

A safra de uva este ano no Rio Grande do Sul deve somar cerca de 700 milhões de quilos, segundo projeção do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) divulgada nesta quinta-feira (26), último dia da ExpoVinis 2012, em São Paulo. ”Sofremos perdas em consequência do granizo que atingiu os parreirais no Estado, responsável por cerca de 90% da elaboração brasileira de vinhos e 55% da produção de uvas, mas, por outro lado, ocorreu um aumento na área cultivada que compensará estes prejuízos”, avaliou o presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin, Alceu Dalla Molle. Na safra passada, o RS colheu a maior safra da sua história, com 707,2 milhões de quilos de uvas tiradas das videiras gaúchas.

A chardonnay registrou 17,08 de graduação média, ante 17,44 de 2005

Os especialistas são unânimes em afirmar que a safra 2012 de uvas entra definitivamente para a história do setor vitivinícola na região Sul do país. Como que para dar veracidade a uma costumeira anedota entre os produtores de Rio Grande do Sul e Santa Catarina, a teimosia foi recompensada. “O cultivo foi o mesmo do ano passado, por exemplo, que registrou uma safra menos expressiva em termos de qualidade. Isso não significa que houve alguma falta de cuidado em 2011, pois os produtores fizeram exatamente a mesma coisa agora, em 2012. A diferença é que, desta vez, as condições naturais colaboraram”, explica o pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), segmento Uva e Vinho, Celito Guerra, 48 anos.

Para o estudioso, há 22 anos na entidade, seguramente a safra 2012 nos dois estados do extremo sul brasileiro fica entre as três melhores dos últimos 50 anos, em nível de qualidade equivalente às emblemáticas colheitas de 2005 e 1991. “Só saberemos quão boa foi esta safra quando vierem os vinhos elaborados a partir de suas uvas. Mas, com certeza, a qualidade foi muito elevada. Pode até ter havido safras muito boas nos anos 1970, por exemplo, mas naquela época não tínhamos uvas decentes nem tecnologia de ponta, como agora”.

Uva merlot teve uma graduação média de 18,02 este ano, muito próxima aos 18,13 de 2005 

A alta qualidade desta safra pode ser comprovada pela análise do Grau Babo de 280 amostras coletadas pela Divisão de Enologia as Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa). A uva merlot, por exemplo, teve uma graduação média de 18,02 este ano, enquanto em 2005 foi de 18,13 e no ano passado de 16,12. A chardonnay registrou 17,08 de graduação média, ante 17,44 de 2005 e 16,78 de 2011. “Esta é a melhor safra que o Vale dos Vinhedos já viu”, afirma o diretor-técnico da Aprovale, Daniel Dalla Valle. “Esta é a melhor safra que pude acompanhar em 30 anos no Brasil”, declara Carlos Abarzua, diretor em viticultura da ABE (Associação Brasileira de Enologia).

Guerra explica que o cultivo de uvas no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, em 2012, foi favorecido pelo fenômeno La Niña – cuja ocorrência costuma registrar anuidade intercalada. O clima seco, entretanto, só pôde ser bem aproveitado graças aos cuidados na produção, com vinhedos implantados nos locais mais propícios nos aspectos de exposição solar e características do solo. “Tivemos uma temporada de muito sol, baixa umidade e baixa precipitação pluviométrica, com temperaturas quentes durante o dia e amenas à noite. O clima seco permitiu que as uvas fossem deixadas mais tempo no pé e, por consequência, adquirissem maior maturação”.

O pesquisador José Fernando da Silva Protas, também da Embrapa Uva e Vinho, vai mais longe. Conforme ele, em termos de qualidade, pode-se esperar vinhos oriundos das uvas da safra 2012 com a “melhor qualidade da história”. “A razão é que, esta safra, concilia um comportamento climático excepcional com os grandes avanços tanto na qualificação técnica no campo quanto na estrutura tecnológica da indústria”, explica Protas. 

Equilibrio e harmonia

A qualidade dos vinhos que serão elaborados posteriormente resulta de uma delicada sintonia entre todas as características da matéria-prima colhida agora – Grau Babo (índice de açúcar), acidez, aroma (principalmente no caso dos brancos), tanino e polifenóis (especialmente nos tintos). Os polifenóis são os compostos orgânicos que conferem ao vinho as características de cor, corpo e longevidade.

“Há particularidades para cada região produtora do país. O Vale do São Francisco (particularmente na área produtora do interior pernambucano), por exemplo, tem outro regime climático e de cultivo, não pode ser comparado. A região cafeeira do sul de Minas Gerais, em outro caso, aparece com bom potencial, foi muito bem este ano, mas tem apenas quatro ou cinco safras de história. Rio Grande do Sul e Santa Catarina, de um modo geral, em todas as suas microrregiões produtoras, foram muito favorecidos pelo clima. Mas isso só resulta em uvas de qualidade porque houve excelência no cultivo”, finaliza Guerra.

Crédito das fotos em anexo: Gilmar Gomes

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A Herdade do Esporão colocou a disposição dos amantes do azeite um website com informações detalhadas sobre a sua origem, produção, sugestões de consumo, produtos, relação com a gastronomia e seus benefícios para a saúde.

O site foi criado para tornar acessível o aprofundamento do conhecimento de cada um dos azeites da Herdade do Esporão, a pensar nas pessoas dos principais mercados da marca (Portugal, Brasil, Angola), mas também nos países onde existem pessoas que valorizam produtos de origem, de grande qualidade e diferenciação.

O novo site foi desenvolvido pela Whitestudio, que já tinha desenvolvido a nova imagem dos azeites, mantendo-se a forte aposta do Esporão no design, simples e intuitivo, refletindo a identidade e diferenciação dos Azeites da Herdade do Esporão. Esta aposta tem sido recompensada com diversos prémios de design ao nível de packaging, quer a nível nacional, quer a nível internacional.

O acesso à informação no novo site é rápido, fácil, e intuitivo, e foi desenhado de forma a poder ser consultado em plataformas móveis de última geração. Os conteúdos, facilmente detectados a partir de motores de busca online, pretendem ser um manual de consulta para o crescente grupo de conhecedores e apreciadores da excelência do azeite português e, em particular, dos azeites da Herdade do Esporão.

“O projeto dos azeites, iniciado há 15 anos, é uma área de valor estratégico para o Esporão. Neste período, chegámos aos 85% de quota de mercado de azeite premium em Portugal (azeites acima de 4,5€) e conquistámos a confiança dos exigentes consumidores de azeite premium do Brasil. Pela sua importância, pelas sua especificidade e pelo altíssimo envolvimento que as pessoas têm com os nossos azeites, decidimos avançar com esta nova plataforma, independente do site do Esporão, por forma a poder corresponder às suas exigências e expectativas”, justifica Filipe Caetano, Diretor de Marketing do Esporão.

Os Azeites Herdade do Esporão, são feitos exclusivamente com azeitonas provenientes dos olivais do Sul de Portugal, entre as quais as recolhidas dos 82HA de olival da Herdade do Esporão. São produzidos em lagar próprio, respeitando os valores culturais tradicionais. Apenas são produzidos azeites extra virgem e virgem, sendo recusada a adição de qualquer azeite refinado, ou proveniente de fora de Portugal. Nasce assim um azeite 100% puro, que preserva todas as características de sabor, aroma e frescura dos frutos.

Visite aqui a nova plataforma online, “Azeites Herdade do Esporão”:
http://www.esporaoazeites.com/index.php

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