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Archive for março, 2012

Diante de várias noticias dando conta da retirada de vinhos brasileiros das cartas de restaurantes Cariocas e Paulistas, onde Restaurateurs de peso se uniram para protestar contra salvaguarda que pode levar ao aumento do imposto sobre os vinhos importados, surgem também aqueles que são contrários ao boicote.

Em uma reportagem da revista veja, Deise Novakoski, uma das mais respeitadas sommelières do Brasil, responsável pelo serviço do restaurante Eça, se posicionou contra o boicote: “A atitude é radical e tem o mesmo sabor indigesto que a salvaguarda”.

Viva a democracia!

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O Cabernet Sauvignon 2008 do Viñedo Chadwick e o Carménere 2007 de Carmín de Peumo encabeçaram a lista dos melhores vinhos do Chile, segundo a análise da influente The Wine Advocate.

Provenientes dos vales do Maipo e de Cachapoal, respectivamente, estas variedades obtiveram 96 pontos de um máximo de 100, ou seja, uma qualidade “extraordinária”.

Trata-se da terceira vez que Carmín de Peumo obtém a pontuação mais alta, considerando que para as colheitas de 2003 e 2005 foram outorgadas 97, a pontuação máxima obtida até a data pela indústria nacional, recordou a vinícola Concha y Toro.

Os 10 melhores:

Viñedo Chadwick (Errázuriz)
Cabernet Sauvignon 2008 (96 pontos)

Carmín de Peumo (Concha y Toro)
Carménere 2007 (96 pontos)

Montes Folly (Montes)
Syrah 2007 (95 pontos)

Carmín de Peumo
 (Concha y Toro)
Carménere 2008 (95 pontos)

Viña Seña
Seña 2008 (95 pontos)

Concha y Toro
Don Melchor 2007 (94+ pontos)

Montes

Alpha M 2007 (94 pontos)

Viña Tabalí
Payén Syrah 2007 (94 pontos)

Von Siebenthal Toknar
Petit Verdot 2007 (94 pontos)

Undurraga
Altazor Red Blend 2007 (93+ pontos)

Via

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Novo medicamento capaz de controlar o nível de glicose em pacientes com diabetes tipo 2 será testado em humanos ainda este ano no Brasil. O fármaco contém substância presente na uva e na azedinha.

O resveratrol, molécula que protege contra males associados ao envelhecimento – como doenças cardiovasculares, osteoporose, formação de catarata e perda de memória –, é capaz também de reduzir o nível de glicose em pacientes com diabetes tipo 2. O grande mérito da substância é que ela diminui o nível de glicose no sangue sem produzir os efeitos colaterais dos medicamentos para diabetes disponíveis no mercado.

Presente na uva e em plantas como a azedinha (Rumex acetosa), o resveratrol está na base de um novo fármaco contra diabetes desenvolvido por pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), sob a coordenação do químico André Souto. Com o mesmo objetivo, pesquisadores norte-americanos vêm testando o composto, extraindo-o da uva. A diferença é que a concentração que utilizam nos testes (1g a 2g por dia) é, segundo Souto, significativamente maior que a necessária. Por questões de sigilo, o pesquisador brasileiro ainda não pode divulgar a dose ideal da substância. Testes pré-clínicos com animais de grande porte realizados em laboratórios da Faculdade de Biociências da PUC-RS e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), de São Paulo, apresentaram resultados animadores.

O laboratório farmacêutico que detém a patente de uso da molécula no Brasil irá realizar testes com seres humanos ainda este ano. A expectativa de Souto é que o medicamento chegue às farmácias já no ano que vem. De acordo com o pesquisador, até agora nenhum medicamento em todo o mundo contém resveratrol. “Nos Estados Unidos e na Europa só existem compostos e suplementos alimentares à base da substância.”

Do vinho para a molécula

A razão que levou o químico a estudar o resveratrol foi tentar entender o polêmico “paradoxo francês”. Embora os franceses tenham uma alimentação rica em gorduras, a França é o país europeu com os menores índices de doenças cardiovasculares. Alguns trabalhos, que têm o aval até da Organização Mundial da Saúde, sugerem que a causa pode estar relacionada com o clima do país e com o consumo diário de vinho tinto.

Para testar a eficácia do resveratrol, Souto estudou a molécula isolada das outras 400 encontradas no vinho. As análises revelaram diferenciais significativos em relação às demais substâncias, principalmente nos modelos criados para verificar a oxidação de gorduras (lipoxidação) e a coagulação sanguínea. O resveratrol, além de evitar a coagulação do sangue, acelera o processo de lipoxidação.
Um problema apontado pelo pesquisador diz respeito à biodisponibilidade do fármaco, isto é, a velocidade com que ele alcança a circulação sistêmica. Como o resveratrol chegava muito rapidamente à circulação sistêmica das cobaias estudadas, seu efeito era limitado. A solução encontrada foi criar um complexo que envolve o resveratrol com ciclodextrina. Essa molécula, quando utilizada com outras substâncias, controla sua liberação e mantém a estabilidade do sistema.

Azedinha 

Em suas pesquisas sobre o uso de resveratrol para combater o diabetes tipo 2, Souto tem extraído a substância também da planta conhecida no Brasil como azedinha. Essa hortaliça, afirma o pesquisador, possui cem vezes mais resveratrol do que a uva. Mas, por conta da legislação brasileira que regulamenta a extração de plantas nativas, medicamentos à base de R. acetosa deverão levar um tempo significativamente maior para começar a ser produzidos. 

Via

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Após o enorme sucesso do Soirre, um decanter em forma de rolha para ser acoplado na boca da garrafa, os apreciadores do bom e Velho vinho ganharam mais um interessante produto para auxiliá-los no processo de oxigenação da bebida, ou no dito popular, fazer o vinho respirar, técnica utilizada para acentuar o aroma e o sabor.

No conjunto de taças criado pelo designer Martin Jakobsen fica evidente a preocupação do artista em inovar o modo como apoiamos e seguramos a taça. Batizada de rEvolution Wine Glass, a peça se destaca pela forma assimétrica e é descrita como uma taça esférica desenhada para ser apoiada sobre sua borda, que possui um lado plano, ficando a haste simplesmente para o ato de segurar, uma vez que não possui base. Chama a atenção a angulação em que a haste foi posta na borda da taça, se mantendo praticamente paralela a mesa.


Já o designer Alvaro Uribe, resolveu modificar apenas a angulação da borda, mantendo a haste e a base em suas formas tradicionais, mas o resultado é tão interessante quanto. O nome da taça é Tipsy e o designer afirma que ela vai muito além de um design conceitual, tornando mais prático o ato de inclinar a taça, além de propiciar uma experiência olfativa melhor ao liberar o aroma com mais facilidade.


Na coleção Calici Caratteriali da Gumdesign, as taças representam características humanas, ao todo são sete: o introvertido, o extrovertido, o apaixonado, o altruísta, o ambíguo, o conservador e o descontraído. Cada uma com um design alusivo a personalidade.

Via

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Manoel Beato, um dos mais conceituados sommeliers do Brasil, decidiu também tirar os vinhos brasileiros das cartas dos dez restaurantes do grupo Fasano. Os rótulos nacionais vão saindo das adegas das casas de Rogério Fasano conforme as cartas de cada restaurante forem sendo refeitas nos próximos meses. “Não vou mudar a carta agora, mas conforme os vinhos forem acabando, não vamos comprar mais. E nas novas cartas não teremos vinhos brasileiros”, afirma Beato.

O sommelier tomou a decisão de tirar todos os vinhos brasileiros das cartas como forma de pressionar a Ibravin e demais associações que apóiam a salvaguarda a desistirem do projeto. “Sei que a medida é forte, pela imagem do Fasano, mas é como conseguimos reagir ao projeto de limitar a diversidade do vinho”, diz Beato. “A salvaguarda é um retrocesso, em um momento em que a imagem de qualidade do vinho brasileiro está crescendo”, acrescenta. Dos mais de 350 rótulos da carta do Fasano, os brasileiros representam 10 rótulos – é um volume pequeno, mas importante para a imagem de qualidade do vinho nacional.

Mais: Beato é um sommelier conhecido por valorizar a produção nacional. Não raro, ele coloca tintos brasileiros em provas às cegas com grandes marcas européias para clientes e enófilos. São sempre vinhos que ele provou, gostou e se surpreendeu. E faz um trabalho importante para diminuir (ou acabar) com o preconceito de muitos consumidores com os vinhos elaborados em nosso país.

Além do Fasano, várias casas de alta gastronomia anunciaram que estão tirando os vinhos das vinícolas brasileiras que apóiam a salvaguarda de suas adegas. Roberta Sudbrack, Claude Troisgros e Felipe Bronze, no Rio de Janeiro, e a Tasca da Esquina, em São Paulo, são os principais. Ontem, o D.O.M. e o Dalva e Dito, em São Paulo, anunciaram que estão tirando todos os rótulos, e não apenas os das vinícolas que apóiam a salvaguarda, de suas cartas.

Via
Por Suzana Barelli

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Mirapoix nosso que estais no Bouillon,
santificado seja o Chinois,
venha a nós a pimenta do reino,
… … … seja perfeito o nosso roux,
Tanto pro Velouté como Bechamel.
A redução nossa de cada dia nos dai hoje,
Clareai os nossos consommés
assim como nós clarificamos
a manteiga pro holandês,
e não nos deixeis cortar a ponta do dedão,
nem passar do ponto do sal.

Via: Alessandro Eller

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A cada dia que passa Vitória mostra sua força no mundo do vinho entrando na rota dos melhores eventos de vinho do Brasil. No dia 22/03, aconteceu no Lareira Up (Anexo ao restaurante Lareira Portuguesa), um evento inédito na capital, o Wine Day Road Show da Importadora especializada em vinhos e azeites portugueses, Qualimpor. O Road Show passará pelas cidades de Brasília, Botucatu, Bauru, Ribeirão Preto, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro.

Em Vitória, os 120 privilegiados convidados, jornalistas e enófilos, tiveram a oportunidade de provar toda a linha de tintos, rosés, brancos e os lançamentos das vinícolas, Herdade do Esporão, Quinta do Crastro e Quinta das Murças. A foto acima mostra a alegria de todos!

Foi uma ótima oportunidade para provar em um só dia todos os vinhos das vinícolas, além de rever amigos. Em geral os vinhos são muito bons, com alguns destaques que falarei em um post exclusivo na próxima semana.

David Baverstock e Tomás Roquette

O evento contou com a presença do enólogo da Herdade do Esporão David Baverstock e o produtor da quinta do Castro Tomás Roquette que conduziram com a maior simplicidade as degustações.

Herdade do Esporão: A enorme propriedade do Esporão, perto de Reguengos de Monsaraz, no Alentejo, pertence a empresa chamada Finagra. Plantados na década de 70, os vinhedos são complementados por mais 500 hectares pertencentes a produtores terceirizados. A Esporão teve um começo de vida cheio de altos e baixos, mas sob a astuta gestão do proprietário, o financista José Roquette, o investimento agora está dando lucro. Esporão é o rótulo principal, mas Monte Velho é uma marca de enorme sucesso em Portugal. O vinhos varietais Reserva e Private Selection são os mais excitantes. Muito crédito pelo sucesso da Esporão se deve ao enólogo Australiano David Baverstock.

Quinta do Crasto: Propriedade familiar localizado no Douro, fazendo alguns vinhos não fortificados inspiradores, além de Vinho do Porto. Ela conseguiu domar os taninos duros que estragam muito dos vinhos da região, tendo um sucesso visível em vinhos frutados jovens e em reservas encorpados. Recentes adições à gama incluem um Touriga Nacional, o tremendo vinho Maria Teresa pouco acarvalhado, e o Xisto, um vinho menos extraído feito em colaboração de Jean-Michel Cazes da Château Lynch-Bages.

Quinta dos Murças: Em 2008 em mais uma grande sacada e depois da total consolidação de seus vinhos do Alentejo, Roquette  adquiriu uma especialíssima Quinta no Douro, a consagrada Quinta dos Murças, localizada em Covelinhas, no Cima Corgo. A propriedade tem 156 hectares e se estende por 3,2 quilômetros ao longo da margem direita do rio Douro, entre as cidades de Peso da Régua e Pinhão. Há poucos quilômetros da Quinta dos Murças, do Peso da Régua em direção ao Pinhão, fica localizada a Quinta do Crasto, do irmão de José Roquette, Jorge Roquette, que produz alguns dos mais reluzentes vinhos do Douro e de Portugal. O comando do conglomerado Esporão hoje está nas mãos de João Roquette, filho de José. O enólogo da Quinta dos Murças é também o australiano David Baverstock, que acumula, a partir de 2008, a responsabilidade dos vinhos da Quinta dos Murças, ao lado da função de enólogo chefe de todos os vinhos do Esporão produzidos no Alentejo.

O Anfitrião

Leonardo Dantas representante da importadora no Espírito Santo

Na chegada os convidados puderam provar vários tipos de azeite da Herdade do Esporão

Os convidados

Boris Azevedo (Sommelier Vile du Vin), Rocio Muiño Lopez e Carlos Oliveira (Puerto Madero)

Andrea Pena (Colunista Social), João Carlos (Qualimpor) e Arnaldo Pettinari Bastos (Reta Veículos)

Mario Dobal, Marcos Fonseca, Vinícius Dobal (Chefe restaurante Vero) e Helio Massoni (Enótria Vinhos)

André Andrès (Colunista de vinhos de A Gazeta) e Leonardo Dantas (Qualimpor/ES)

José Henrique Nefa (Sup. São José), Rogério Salume e Anselmo Endlich (www.wine.com.br)

Eudir Lopes, Carlos José Vieira e Paulo Gaudio (Restaurante La Cave)

Orly e Laucimar (Supermecado Perin)

Vanderlei Martins (Supermercado Carone) e Leonel Ximenes (Coluna Vitor Hugo, A Gazeta)

Luiz Paulo e David Baverstock (Herdade do Esporão)

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“Nesta quarta-feira pela manhã, a sommelière Gabriela Monteleone, responsável pelos vinhos dos restaurantes D.O.M. e Dalva e Dito, em São Paulo, comunicou a comissão da Ibravin que está retirando todos os vinhos brasileiros das cartas das duas casas. Ao todo, são 20 rótulos diferentes. A ação foi definida em conjunto com Alex Atala, o chef brasileiro de maior prestígio internacional. Na avaliação de Atala e Gabriela, não basta apenas deixar de trabalhar com os vinhos das vinícolas que apóiam a salvaguarda – até porque são poucas as empresas que informam, oficialmente, serem a favor da medida.
As pessoas não imaginam como é difícil vender vinhos brasileiros. Muitas vezes, fazemos um grande trabalho de convencimento do cliente para ele aceitar um vinho brasileiro“, afirma Gabriela. E agora, na avaliação de Gabriela e de Atala, a salvaguarda está colocando a perder todo o trabalho pela imagem do vinho brasileiro“.

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Fundada em 1860 e ainda sob gestão familiar a Bodega Faustino tem todas as suas uvas vindas da área ao redor de Oyón, em Rioja Alvesa. Os tintos recebem envelhecimento extra em garrafa ao invés de passar por tem demais em carvalho. Recentemente a bodega lançou um vinho mais modernoso, o Faustino de Autor, envelhecido dois anos em carvalho francês.

Ontem em conversa com um amigo falei sobre a tipicidade dos vinhos tradicionais da Rioja. Dificilmente eles modificam as suas características, tanto olfativa como gustativa, variando somente na intensidade. Seguindo a minha descrição abaixo.

Avaliação Pessoal: ST (90) – Espnaha – Rioja

  • Visual acastanhado sem sedimentos, com belo halo evoluído. Os aromas mostraram muito caramelo, tabaco, frutas secas e madeira velha. No paladar se mostrou seco, austero, confirmando o nariz, redondo, boa acidez e longa persistência.

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