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Archive for janeiro, 2012

Eles não têm a fama dos caríssimos vinhos da famosa região francesa, mas também são ótimos e têm a vantagem de custar até R$ 99. O colunista Luiz Horta selecionou dez surpreendentes bordeaux encontrados em São Paulo.

  • L de Laffitte Laujac 2006, Médoc (R$ 55, naGrand Cru). Nariz muito atraente, boa acidez, fácil de beber, com vivacidade e elegância. Diz bem o que é um bordeaux para agradar rápido.
  • Ch. La Gatte Tradition 2007 (R$ 40, na Mistral). Um dos bons produtos do americano Michael Affatato, que comprou um pequeno château na região e faz vinhos para todo dia, sem maior pretensão que matar a sede.
  • Ch. Castera 2006 (R$ 99, na World Wine). Aroma complexo, bem agradável de beber, sério e tendendo ao austero. Muito fino nos taninos, com acidez focada e equilibrada. Bem típico.
  • Ch. Gabaron 2009(R$ 52, na Vinci). Ligeiro no bom sentido, para beber sem muita teorização. Bem satisfatório pelo preço, com bom porcentual de Cabernet Franc no corte. Um vinho para comida.
  • Ch. Floridene 2006 (R$ 83, na Casa Flora). Excelente tinto de Denis Dubourdieu, famoso enólogo, com aroma sedutor de frutas roxas, bom corpo e acidez. Bem sedutor. Um belo vinho.
  • Guilbonnerie 2009 (R$ 89, na Vinissimo). Do famoso garagiste Jean-Luc Thunevin (dono do Ch. Valandraud), tem corpo que impressiona e é um dos mais adequados para evoluir.
  • Ch.Reynon 2009 (R$ 92, na Casa Flora). Outro vinho de Dubourdieu, com predominância de Merlot. É macio, aveludado, taninos delicados, pronto para beber, com certa grandeza e imponência.
  • Ch. Le Vieux Serestin 2006 (R$ 88, na Ravin). Saboroso e digno tinto, com muita personalidade, do jovem produtor Jean-Baptiste Bourotte, líder do grupo Bordeaux Oxygéne, que quer tirar da região a fama de cara.
  • Haut Castenet 2009(R$ 76, na Vinissimo). Outro vinho de Thunevin, mais pronto que o anterior, mas igualmente denso e estruturado, com taninos muito finos. Para guarda.
  • Château Rocher Calon 2007 (R$ 99, na Ravin). Esplêndido tinto, quase só Merlot, muito macio, taninos deliciosos e ótimo de beber. Um dos melhores do painel, pronto para beber, mas capaz de guarda.

Veja a matéria completa: Paladar


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Para nós gourmets, por mais que seja simples a refeição é um ritual cercado de detalhes. Isso por que, sempre temos uma harmonização diferente para experimentar e verificar a sua compatibilidade.

A harmonização perfeita é o equilíbrio entre os dois, combinando os sabores dos alimentos com as características dos vinhos. Os dois devem sempre se complementar e não se sobrepor. O resultado tem que ser agradável e prazerosa, dando a sensação de que os ingredientes “casam” perfeitamente.

Veja alguns conselhos do Sommelier Manoel Beato para combinar vinho e comida, que falou para a revista Época:

Carnes 

  • Quanto mais forte e firme a carne, mais aromático e encorpado deve ser o vinho. Mas carnes leves, como vitela e frango, podem ser provadas até com vinho branco.

Trufas brancas 

  • A combinação clássica é com vinhos do Piemonte, como Barolo e Barbaresco. Mas os Pinot Noir da Nova Zelândia produzem um resultado ainda melhor.

Alcachofra 

  • Costuma-se dizer que aspargos e alcachofras não combinam com vinho algum. Exagero. Os dois alimentos vão bem com champanhe ou espumantes em geral. Também podem ser acompanhados por um Riesling.

Feijoada 

  • Combina com vinho, sim, acho bem melhor que cerveja. Recomendo um tinto frutado, como um Beaujolais Cru.

Frutos do mar 

  • Com mariscos, vale um branco perfumado, como Sauvignon Blanc. Peixes fortes, como um bacalhau, podem até ser servidos com um tinto português. Peixes extremamente salgados, como anchovas e arenques, vão bem com Champagne e Riesling.

Vinhos caros 

  • Quem tem uma garrafa de um grande tinto em casa, valioso e envelhecido, deve combiná-la com carne em receita simples, como um cordeiro assado no próprio molho. Senão o prato ‘briga’ com o vinho.

Casamentos tradicionais 

  • Às vezes funcionam. Presunto defumado com Jerez espanhol, por exemplo. Foie gras com vinho branco licoroso ou ostras com Chablis, também.

Massas 

  • A massa é neutra, como batata e arroz — o vinho precisa combinar com o molho ou o recheio. Quando é de peixe, um branco suave. Quando é de carne, um tinto do Douro, por exemplo. E, com molho de tomate básico, um branco italiano como o Pinot Bianco.

Por Marcelo Copello – Encerrou-se no dia 12 com grande sucesso o 9º Annual Wines of Chile Awards (AWoCA). Este, que é o evento mais importante do vinho chileno, aconteceu há duas semanas em Santiago e confesso que me deixou muito bem impressionado. Tive a honra de ser o único brasileiro no júri e constatei a qualidade da organização, dos jurados e, é claro, dos vinhos, que superaram minhas expectativas. Veja abaixo todos os detalhes: o resultado, os jurados, o sistema do concurso e saiba tudo o que aconteceu nos bastidores deste grande evento, em 3 posts entre hoje e quarta-feira.
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Sistema do concurso

A organização da competição ficou a cargo de uma empresa canadense, especializada em concursos de vinhos, cuja experiência na operação do backstage para 600 vinhos, e na interação com os jurados, foi fundamental para o sucesso do evento.

O concurso foi em 3 etapas, todas absolutamente às cegas. Na primeira, que durou dois dias inteiros, os 9 juízes (veja a lista abaixo) foram divididos em 3 grupos de 3 e cada grupo provou 200 vinhos(cerca de 120 no primeiro dia e 80 no segundo), divididos por categoria (veja as categorias na quarta-feira). Cada vinho foi debatido pelos 3 jurados para alcançar um consenso em sua avaliação. Em caso de impasse entre os 3 jurados levamos o vinho a uma outra mesa e mais 3 jurados provavam o mesmo vinho.

Jurados na 1ª fase do concurso – Marcelo Copello, Debra Meiburg MW e Patricio Tapia

A segunda e terceira etapas foram no mesmo dia com todos os juízes formando um grande painel de provas e debates.

Na segunda etapa provamos somente vinhos que na primeira etapa receberam medalha de ouro, ou que ficaram muito próximos do ouro. Assim, com todos os juízes juntos provando e discutindo elegemos os melhores de cada categoria, e confirmamos ou não as medalhas de ouro ou prata destes finalistas.

Da terceira, e última etapa, participaram apenas os vinhos campeões em cada categoria para que elegêssemos o ”best in show” – o melhor vinho do concurso.

Resumindo: todos os vinhos “ouro” e “campeões de categoria” foram provados ao menos duas vezes e receberam o aval de todos os jurados em consenso.

Os jurados do 9º Annual Wines of Chile Awards foram:

  • Peter Richards (Master of Wine) – Reino Unido
  • Lisa Perrott-Brown (Master of Wine) – Singapore
  • Mai Tjemsland (Master of Wine) – Noruega
  • Debra Meiburg (Master of Wine) – Hong Kong
  • Marcelo Copello – BRASIL
  • Bill St John – Estados Unidos
  • Bengt-Göran Kronstam – Suécia
  • Patricio Tapia – Chile
  • Anthony Gismondi – Canadá

Via: Vinoteca

 

 

 

 

 

 

 

 

Atendendo a solicitação dos leitores, hoje vou falar de mais um vinho branco para este verão com ótima relação custo x benefício. Este Chardonnay, o Apaltagua Reserva Chardonnay 2011, safra novinha, é encontrado no Supermercado Carone pelo valor de 29,00 reais. Em novembro de 2010 provei o de entrada da vinícola, o Gran Verano, que jê se mostrava com boa qualidade.

A história da vinícola começou há 11 anos, quando o exitoso empresário Edward Tutunjian estava de férias no Chile, apaixonou-se do país e de seus surpreendentes vinhos. Nesse momento decide investir no Chile e adquire seu primeiro vinhedo chamado “A Pancora” localizado na 7ª região, no povoado de Tricao no prestigioso Vale de Curicó.

Algum tempo depois, devido ao grande sucesso obtido pelo seu primeiro vinho lançado no mercado americano sob a marca Pacífico Sul, decide adquirir os Vinhedos e a Bodega Apaltagua. As instalações se localizam na 6ª região do país, no abençoado Vale de Apalta em Colchagua. Neste lugar se elaboram seus vinhos e é onde pretende se tornar um ator importante da indústria vitivinícola chilena e mundial.

Apalta se encontra no centro do Vale de Colchagua, a poucos quilômetros da cidade de Santa Cruz, Chile. O Vale de Apalta está composto por 800 hectares de vinhedos e outros cultivos. Este vale se caracteriza por suas excelentes condições para o desenvolvimento da uva vinífera. Isto foi demonstrado pelos grandes vinhos que se produzem na área, que fizeram que Apalta fosse conhecido como o vale abençoado pela mão de Deus.

Avaliação Pessoal: ST (90)

Visual amarelo bem clarinho, com reflexos esverdeados. O nariz apresenta boa intensidade com notas de frutas tropicais, minerais e um leve toque de mel. No palato tem bom corpo, ótima acidez, com boa persistência aromática. Seu final é frutado e sem amargor. Vale muito a pena conhecer!

Chile – Casablanca – Chardonnay 100% – R$ 29,00 – Supermercado Carone

Um homem britânico chamado Ian Hutcheon se dedica a duas atividades básicas em sua vida: astronomia e fabricação de vinhos. Morador do Vale de Cachapoal, na região central do Chile, ele possui uma vinícola e um centro de observação astronômica.

Neste lugar, ele passou a vender um produto que simboliza a união de suas duas paixões: um vinho que leva em sua composição um meteorito que caiu na Terra há mais de seis mil anos.

Hutcheon, aficcionado por tudo que tem relação com astronomia, adquiriu seu meteorito com um colecionador americano. Trata-se de um corpo celeste com cerca de dez centímetros de diâmetro, originário do cinturão de asteroides que se situa entre as órbitas de Marte e Júpiter. Agora, ele se tornou parte da composição de “Meteorito”, a mais inusitada novidade da vinícola do inglês.

Durante um ano, o meteorito envelheceu junto a um barril de Cabernet Sauvignon, um dos vinhos mais clássicos do mundo e uma das especialidades de Hutcheon. Os processos de fabricação e fermentação são praticamente iguais ao de qualquer vinho. A diferença é que o meteorito em questão é colocado na mistura durante a última fase de maturação do produto, a fermentação malolática. É nesta etapa que os sabores especiais de cada tipo de vinho são adicionados, para aderir pouco a pouco à mistura.

Por enquanto, a única maneira de adquirir uma garrafa dessa safra espacial é comprando diretamente com o fornecedor, em seu observatório espacial no Chile. Mas Hutcheon afirma que pretende abrir as vendas de “Meteorito” para exportação em breve. [DiscoveryNews]

Via: hypescience

Na noite de ontem, com muito calor aqui na cidade de Vitória no Espírito Santo, decidi abrir uma garrafa de espumante brasileiro para refrescar. O escolhido foi o Adolfo Lona Brut Charmat, espumante que leva o nome do próprio enólogo e dono da vinícola.

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O Blog Vivendo a Vida teve o prazer de ser convidado pelo IBRAVIN (Instituto Brasileiro do Vinho) para participar do primeiro projeto Imagem Nacional de 2012.

Este projeto tem por objetivo aproximar jornalistas e formadores de opinião às vinícolas localizadas na Serra Gaúcha, durante a VINDIMA no Rio Grande do Sul, estado responsável por cerca de 90% da elaboração de vinhos e derivados no Brasil.

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O site Enoeventos de Oscar Daudt, após 3 anos sem promover o concurso Melhor bar de vinhos do Rio de Janeiro, voltou este ano com sistema de votação aprimorado: os votos foram identificados e apenas os leitores cadastrados – que hoje somam mais de 4.800 enófilos – puderam votar. No total, recebemos 1.092 votos válidos. E além desses, houve também uma grande quantidade de votos de leitores não cadastrados, que não foram considerados para o resultado final, conforme estabelecido nas normas da escolha. Veja > http://migre.me/7DUCS.