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Archive for dezembro, 2011

O respeitado crítico britânico Hugh Johnson abriu espaço para os vinhos brasileiros na edição de 2012 de seu Pocket Wine Book. Escritor e especialista em vinhos, Johnson é considerado o autor mais vendido sobre o assunto no mundo. 

Na edição de 2012, Hugh Johnson destaca que o Brasil é o terceiro maior produtor de vinhos da América do Sul com uma surpreendente influência europeia na vinificação na região do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS), graças à imigração italiana. 

O escritor aponta “impressionantes” tintos brasileiros como merlot, e  tannat. Além disso, aconselha ficar de olho em vinícolas como a “pioneira” Miolo. Outro aclamado crítico britânico, Oz Clarke, também citou o Brasil em seu Pocket Wine Book 2012. Clarke destacou o país como promissor na elaboração de espumantes.

Depois das acusações envolvendo o nome de Jay Miller que levou a sua saída do grupo de avaliadores de Robert Parker, na minha opinião, fica realmente difícil não ficar com um pé atrás. Porém não posso chegar uma conclusão definitiva enquanto não acabam as investigações.

O site Area Del Vino publicou um post >>> com as ultimas avaliações de Jay Miller publicadas em 23/12, no qual concedeu altas notas para os vinhos argentinos no decorrer do ano. Verifique nas imagens.

Um dos maiores segredos da região do Languedoc, França, é o vinho espumante de Limoux, chamado Blanquette de Limoux, elaborado principalmente com a uva Mauzac, que tem sabores de casca de maçãs, juntamente com 10% de chardonnay e Chenin Blanc, para adicionar um pouco de complexidade e elegância. Tem uma relação de preço bem mais barata do que o Champagne.

O Crémant de Limoux é outro vinho espumante dessa região. Ele difere do Blanquette por apresentar maior proporção de Chardonnay e Chenin, até 30% em vez dos 10%.

O vinho espumante de Limoux antecipou o Champagne por mais de um século.

Com todo o respeito aos espumantes de Limoux, pessoalmente sou muito mais o espumante brasileiro!!! Se os espumantes de Limoux são bem mais baratos que os Champagnes…os espumantes brasileiros são mais baratos e melhores que os espumantes de Limoux, Saúde!!!

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Em 1947, Roger Pouillon era um pequeno produtor que vendia uvas e decidiu fazer seu próprio champanhe a partir de uma propriedade em Village de Mutigny. Ajudado por seu tio, Lois Baulant, um famoso enólogo, ele descobriu e apaixonou-se pela arte da vinificação, e logo passou a produzir vinhos que levavam o seu nome e sua expertise. Com o passar do tempo o negócio cresceu, os Pouillon foram desenvolvendo sua distribuição, conquistando clientes e passaram a vender vinhos em lojas de toda a França. Atualmente, a vinícola está em sua quarta geração, passou por modernizações, introduziu técnicas sustentáveis e exporta para diversos países.

Avaliação Pessoal: ST (93+) WS (94)

Visual amarelo brilhante, borbulhas finíssimas em grande quantidade com persistência bastante longa. Aromas de muita intensidade, pão tostado, castanhas, damasco, floral….. O paladar apresentou cremosidade, equilíbrio, finesse, frescor, uma delicia!!!

França – Cgampagne – 50% Pinot Noir e 50% Chardonnay – 12% – Importadora Vinho Sul
– R$ 360,00

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“Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.” Oscar Wilde


Pérlage, (colar de pérolas, em francês), formado pelo gás carbônico, é uma descrição visual das bolhinhas que se desprendem do fundo da taça até a superfície. Quanto maior o número de bolhas, quanto menor o tamanho das mesmas e quanto mais persistente for o pérlage, maior a qualidade do espumante.

Tamanho

  • As borbulhas, quanto ao tamanho podem ser classificadas em: muito finas, finas, médias, grandes e grosseiras.

Durabilidade

  • Quanto maior a persistência das borbulhas, melhor o espumante. Pela persistência perlage pode ser classificado em: muito persistente, persistente, suficientemente persistente, pouco persistente e evanescente.

Quantidade

  • Conforme dito acima, quanto mais borbulhas, melhor. Estas podem ser: muito numerosas, numerosas, suficientemente numerosas, pouco numerosas, escassas e muito escassas.

Para quem está em busca de uma boa espumante para passar a virada com um preço especial, a Chandon Brasil criou uma embalagem especial. O pack traz 6 garrafas de Chandon Reserve Brut 750ml e você ganha de presente uma garrafa Magnum de 1,5L de Chandon Réserve Brut.

Confira abaixo onde adquirir o seu Pack Chandon: Pão de Açúcar, Carrefour, Sam’s Club, Extra, Wal Mart, Perini, Bom Preço, Hiper Bom, Cia do Whisky, Rei do Whisky, St Marche, Varanda, Casa Santa Luzia, Empório Santa Maria, Banca do Ramon, Zona Sul, Super Center, Zaffari, Adega Brasil, Nacional, Super Nosso, Casa Rio e Verdemar.

Em Vitória-ES você encontra no supermercado Carone ao preço de R$ 293,00. Convertendo todo o kit por 750ml, a garrafa sai a R$ 36,00 reais. Vale muito a pena!!!

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O blog Vivendo a Vida deseja a todos um Natal cheio de alegria, paz e amor!!!


Para estar dentro das normas da IG Vale dos Vinhedos, as empresas devem elaborar vinhos finos, como tintos, brancos e espumantes, com requisitos específicos, detalhados pela Aprovale e seus parceiros, através do Conselho Regulador da Indicação Geográfica. Estas regras tratam da quantidade máxima de uvas que poderão ser cultivadas pelas parreiras, dos tipos de uvas e a forma como devem ser processadas na hora da elaboração dos vinhos.

Estas são as normas básicas:

As uvas Para a D.O. podem ser cultivadas apenas alguns tipos, também chamadas de variedades, de uvas “Vitis Vinifera” (aquelas destinadas a processamento para vinhos finos). No Vale dos Vinhedos, a variedade tinta que ao longo dos anos mostrou melhores resultados nos vinhos foi a Merlot. Então, foi eleita para ser a representante da identidade da nossa D.O. Entretanto, também se pode utilizar de forma complementar a Cabernet Sauvignon, a Cabernet Franc e a Tannat. No caso das uvas brancas, a D.O. engloba a Chardonnay e, como variedade complementar, a Riesling Itálico. Para espumantes, vale também a Pinot Noir, que na verdade é uma uva tinta, mas da qual se extrai um vinho base branco, que traz muita elegância.

Em todos os rótulos da D.O., 100% das uvas devem ser cultivadas nas áreas dentro dos limites do Vale dos Vinhedos. As videiras têm que ser plantadas exclusivamente em espaldeira (similar a uma cerca). E, de uma forma geral, não se pode produzir mais do que 10 toneladas da uva por hectare para vinhos e 12 toneladas por hectare para espumantes.

Os vinhos

Os vinhos da D.O. poderão ser varietais, aqueles elaborados praticamente com só um tipo de uva. Para os vinhos tintos, a D.O. Vale dos Vinhedos elegeu o varietal Merlot. Já no caso dos brancos, o vinho varietal é o Chardonnay. Mas a D.O. também aceita os assemblages (são os vinhos elaborados a partir de “misturas” ou “cortes”) de outras uvas. No caso dos tintos, no mínimo 60% do vinho deve ser Merlot, podendo ser complementado com vinhos de outras três uvas tintas especificadas nas regras da D.O.: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Tannat. Para os vinhos brancos do tipo assemblage, pelo menos 60% deve ser de Chardonnay e o restante pode ser de Riesling Itálico. Para espumantes, o vinho deve ser de base Chardonnay e/ou Pinot Noir, pelo menos em 60% de sua composição. O restante poderá ser complementado por Riesling Itálico. Só podem ser elaborados pelo chamado método tradicional (que na França é conhecido como champenoise), com surgimento das “borbulhas” em processo natural, através da fermentação na própria garrafa.

Resumo das regras:

Uvas permitidas:

Tintas: a Merlot, além da Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Tannat e Pinot Noir

Brancas: a Chardonnay, além da Riesling Itálico

Vinhos elaborados com a D.O

Tintos: varietal Merlot e o assemblage com 60% de Merlot + Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Tannat

Brancos: varietal Chardonnay e o assemblage com 60% Chardonnay + Riesling Itálico

Espumantes: base mínima de 60% Chardonnay e/ou Pinot Noir, complementada com Riesling Itálico.

Via: Vale dos Vinhedos