search engine optimizationsubmit websiteemail extractor

Archive for novembro, 2011

Hoje é dia de #CBE (Confraria Brasileira de Enoblogs). Este mês de dezembro tive o privilégio de escolher o tema, um “Malbec argentino de até 70,00 reais”.

Melipal significa cruz do sul na língua indígena, a constelação que melhor identifica nosso hemisfério. Bodega Melipal é uma empresa jovem, estabelecida em 2002 e propriedade da família Aristi com o único objetivo de elaborar vinhos super premium e acreditando que os bons vinhos nascem no vinhedo e se criam dentro da vinícola 100% das uvas provém de vinhedos próprios, localizados em Agrelo, Luján de Cuyo, Mendoza. Na totalidade, são 87 hectares na primeira zona de Mendoza, em solos de origem aluvial, franco limosos e de profundidade média. Região árida de clima quente, com invernos marcados pelo frio intenso, elevada ensolação e grande amplitude térmica. Além disso, a família Aristi se preocupa com o meio ambiente local e realiza um tratamento orgânico totalmente compatível com o ecosistema natural e a reutilização de água da irrigação.

E em termos de estrutura de bodega, Melipal possui uma capacidade total de apenas 800 mil litros, sendo que nas safras atuais são elaboradas aproximadamente 300 mil garrafas. Conta ainda com 270 barricas novas de carvalho 95% francês e 5% americano, tanques de aço inoxidável para fermentações e piletas de cimento armado e revestido para a guarda dos vinhos. Vale a pena ressaltar que na área enoturística, a bodega possui um excelente restaurante panorâmico que ressalta a cozinha regional e a harmonização com seus principais vinhos.

Avaliação Pessoal: ST (90) – Ikella Malbec 2009 – 100% Malbec – 4 meses de carvalho francês – RP 90 – ST (90)R$ 65,00 Espaço DOC e Ville du Vin

  • Visual rubi, aromas de frutas negras e especiarias. O paladar é elegante, fruta mais contida, equilibrado, um belo tripé entre taninos, acidez e álcool.


CLIMA

Champagne tem o clima mais severo de todas as regiões vinícolas da França, o que não o impede de produzir vinhos mundialmente conhecidos. É aqui, no limite norte da cultura da vinha, os viticultores correndo riscos cada ano. As geadas da Primavera são freqüentes durante a brotação, o verão é quente, mas a curto e a colheita não é sempre escaldante. Não é incomum ver aquecedores dispostos nas videiras no final de abril início de maio para evitar as geadas noturnas. Mas os solos “champenois” estão voltando para o sol, e aproveitam ao máximo do menor raio solar. As variedades cultivadas, não parece se queixar.

TERROIR

O champanhe é elaborado a partir de vinhas situadas em parcelas estritamente registradas e que delimitam a área da AOC. Elas estão localizadas principalmente em encosta, bem expostas ao sol, das regiões de Reims e Epernay. Uma camada muito espessa de giz branco cobre a região, ate a cidade de Reims, onde centenas de quilômetros de cavernas foram escavadas ao longo dos séculos. Esse giz traz o vinhedo as condições necessárias para uma maturação mais rápida da uva, porque reflete o sol e forma solos mais quente. Todas as comunas vinícolas são classificadas conforme a escada dos “crus”. Os melhores terroirs são classificados 100% e pode reivindicar a menção “Grand Cru”.

História

Aos romanos atribui-se o facto de terem plantado as vinhas na região, embora haja documentos históricos que atestem que a cultura da vinha vem de muito antes, como do famoso escritor de então Plínio, que escrevia já dos famosos vinhos e vinhas desta região, e aos romanos se deve o início da produção dos espumantes em França.

Século I – IV

Surgimento em Champagne dos primeiros vinhedos

Século IX

Os vinhos de Champagne, são chamados “vins de la Montagne” e “vins de la Rivière”.

Século XIV – XV

A guerra de 100 Anos devasta Champagne e retarda o crescimento da viticultura. As vinhas são abandonadas, as prensas foram destruídas.

Fim Século XV

As vinhas de champanhe retomam a sua expansão. O número de comunas vinícolas local triplicaram ate chegar a 400 o final do século.

Século XVII

Os vinhos do terroir de Champagne são chamado vins de Champagne.

Século XVII – XVIII

Instauração das regras precisa da elaboração. Garrafas mais resistentes. Rolhas de cortiça. 1670 Dom Pérignon é  o primeiro a realizar a assemblage de uvas de diferentes colheitas, o que melhora a qualidade do vinho e remove alguns defeitos. Além disso, durante uma peregrinação à abadia beneditina de Saint-Hilaire, no Languedoc, ele descobriu o método de vinificação dos vinhos espumantes de Limoux, que existe há mais de um século.

1820 : Comercialização mundial.

Lei de 1927 : Define o vinhedo de champagne.Instaura novas regras :

3 Cepas (Chardonnay, Pinot Noir, Pinot Meunier).

Regras de qualidades.

Rendimento por hectare.

Poda da vinha.

Espaço e densidade das parreiras.

Na verdade tem mais nome de cepas, que pertencem a mesma família da Pinot: Arbanne, Petit Meslier, Pinot de Juillet, Pinot Rosé,  Pinot Blanc Vrai, Pinot Gris Vrai

1936 : 29 de junho, o Champagne é denominaçao de Origim Controlada. Antes da criaçaõ do AOC os Champenois  procuravam codificar e proteger a Appellation ( decição judicial de 1887, lei de 1911, delimitacao em 1927 e decreto de 1935)

Pouco antes do início da Revolução Francesa, o vinhedo de  Champagne se distribuídos por cerca de 50.000 hectares. Na segunda metade do século XIX, conhece uma expansão máxima com 65 000 hectares incluído também 2,5 mil hectares no departamento de Ardennes. Após a praga do filoxera e à Primeira Guerra Mundial, o vinhedo foi reduzido para 12.000 hectares.

No inicio do século XXI, a área plantada foi aumentando: 32 341 hectares em 2007, 33.105 hectares em 20.092.

AOC CHAMPAGNE :

Vinhas na delimitação da região de Champagne 1927. Apos 1927, só 3 tipos de uvas sao autorizadas: a pinot noir, a chardonnay, a pinot meunier. Limitação de rendemento ao hectare, e ao pressurage. Poda,altura, espacamento e densidade das vinhas. Colheita a mão. E mais recente, medidas para prolongar o tempo mínimo de envelhecimento antes da comercialização (15 mese para um brut, 3 anos para um millésimé).

Existe 3 tipos de vinhos em Champagne :

As catégories de Champagne : existe 6

Podendo ser em 7 tipos:

  • Brut Nature, Pas dosé, Brut Zéro : 
  • Extra-Brut: 
  • Brut: 
  • Extra-dry: 12 à 20 g/L
  • Sec: 17 à 35 g/L
  • Demi-sec: 33 à 50 g/L
  • Doux: >50) g/l

Champagnes A.O.C millésimés

Eles podem ser Blanc de Blanc, Blanc de Noir ou assemblage. A qualidade do vinho é o suficiente para fazer sem um reforço  de vinhos de reserve. Tem que ser um ano bom, excepcional, então o produtor elabora um vinho produzido exclusivamente a partir do ano de colheita. Este champanhe é um “vintage”. O regulamento impõe que envelhece mais na “cave” antes da comercialização (no mínimo de três anos após a colheita). 1990 é a grande safra no ultimo anos.

Champagnes A.O.C.blanc de blancs

Elaborado com uva branca (chardonnay exclusivamente). Jovem, os blancs de blancs têm fragrâncias de flores e avelãs. Apos alguns anos, eles ganham corpo, untuosidade e desenvolvem notas de “viennoiserie “e toradas. É um champagne mais leve.

Champagnes A.O.C.blanc de noirs

Elaborados com uvas pretas, pinot noir e/ou pinot meunier. Champagnes potentes, frutados, com tempo desenvolvem aromas de frutas secas. Um Champagne mais masculino.

Champagne A.O.C.cuvée spéciale de prestige

As “cuvées”  significam que os vinhos tem uma assemblage do mínimo de 75% de blanc de Noirs. É o “top” da maison champenoise. Essa “cuvée” pode ser millésimée ou não. Representam só 1% da consumação francesa. Essa menção é significativa da serenidade da maison que elabora.

Champagne A.O.C.rosé

A cor é obtida a partir da vinificação tradicional dos vinhos tintos, com a diferença que a fermentação das uvas não é conduzida até o final. Na maioria é colocada uma pequena quantidade de vinho tinto de Champagne. Frutados e delicados, agradam mais o paladar feminino.

Champagnes A.O.C.bruts d’assemblage sans année

Compostos das três cepas em proporções variáveis, é uma montagem de varias safras. E a maior porcentagem na produção. O Champagne é envelhecido do mínimo de 15 meses antes da venda, e é sobre a qualidade desse Champagne ” de base ” que destaca a maison champenoise.

Os Vinhos “Tranquilles” : existe 2

Coteaux champenois ( AOC rouge, blanc et rosé)

Indicação seguida com o nome da comuna de origem e Data do decreto 21 de agosto de 1974. Foi dessa data que mudou o nome, antes esses vinhos eram conhecidos como ” Vin Nature de la Champagne” ou de “Champagne Nature”. Hoje somente os vinhos de Champagne produzidos em espumante podem ter o nome de Champagne. Os vinhos tradicionais têm o nome de “Coteaux Champenois”. Os vinhos dessa denominação são produzidos nos mesmos solos dos Champagnes. Na região das comunas de Bouzy e d’Ay, pode ser visto placasindicando “Vieilles vignes Françaises préphylloxériques”.  Essas vinhas são as raras vinhas que não morreram com a destruição da filoxéra na frança no fim do século 19.

Rosé des Riceys ( AOC rosé )

Data do decreto 02 de fevereiro de 1971. Os Rosés des Riceys só pode ser produzidos em três vilarejos da comuna de Riceys, situados ao sul do vinhedo de champagne. Esse vinho já era consumido por Louis XIV. Considerados como uns dos melhores vinhos rosés da frança. Os rosés des Riceys é o resultado de um método de vinificação chamado “saignée de cuve”. Deve ser obtido de uvas exclusivamente de pinot noir.

As ”Eaux de Vie” (distilados): existe 2

Para cada uma dessas produções, a origem é muito antiga e ligada a produção de uvas, do vinho em geral e do Champagne em particular. O “Marc de Champagne” e “Fine de la Marne” são sobre denominações regulamentada desde o decreto de 23 de fevereiro de 1942.

O Marc de Champagne

É uma cachaça de denominação regulamentada obtida com dos “marcs” de uvas fermentadas que só vêm dos vinhedos de Champagne, destilados em alambiques tradicionais, em seguida refinados por envelhecimento em barricas de carvalho.

A Fine de la Marne

É uma denominação de cachaça regulamentada obtida por destilação tradicional de vinhos procedente exclusivamente a partir de vinhas de Champagne. São usados ​​como um digestivo, coquetéis e em varias preparações culinárias (molhos, flambage de carnes, sorvete, chocolate …)

As 20 pequenas regiões do vinhedo de Champagne

Esta classificação permite determinar o custo a pagar para o proprietário das videiras. 100% correspondem ao “grand cru” e o comprador paga 100% do preço de referência. De 80 a 89%, os terroirs não são classificados. De 90 a 99% são os “Premier Cru” é o preço pago e, portanto, e varia de 90 a 99% do preço de referência das uvas. Anteriormente, a classificação ia ate 60%.


Classificação em percentual dos Crus

Dos 329 “crus” que conta a área de produção do champagne, adequeriram um terroir classé. Eles respondem a uma classificação indicada em percentual, em escala de 80% a 100%. Apenas 17 têm direito a denominação “grand cru “ , 40 a “premier cru”, e 272 em “cru”, conforme o quadro a seguir.


17 terroirs mais nobre, que é atribuído 100%. Este ranking é fixado pelas autoridades do vinho que atribuam o lugar para cada terroir. Esta lei funciona desde 1911.

Champagne “grand cru” ou “Cru à 100%” – 5% da superfície

Os 17 municípios:

07. Commune d’AMBONNAY
15. Commune d’AVIZE
11. Commune d’AY
03. Commune de BEAUMONT-SUR-VESLE
13. Commune de CHOUILLY
14. Commune de CRAMANT
09. Commune de BOUZY
08. Commune de LOUVOIS
04. Commune de MAILLY-CHAMPAGNE
17. Commune de LE MESNIL-SUR-OGER
16. Commune de OGER
12. Commune de OIRY
01. Commune de SILLERY
02. Commune de PUISIEULX
10. Commune de TOURS-SUR-MARNE
05. Commune de VERNEZAY
06. Commune de VERZY

 

Já está à venda na livraria Cultura por R$ 28,00Anuário Vinhos do Brasil, parceria entre o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e a Baco Multimídia. Bilíngue, a publicação faz um apanhado da vitivinicultura nacional, detalhando cada uma das regiões produtoras e trazendo uma relação das empresas. 

É o resultado de meses de trabalho, pesquisa e muito vinho! Além do amplo levantamento, a publicação traz entrevistas (como a que mostra as impressões da crítica britânica Jancis Robinson sobre os vinhos brasileiros) e reportagens exclusivas escritas por renomados comunicadores do vinho no país.

Para comprar clique aqui: http://j.mp/rxewb2

Para nós gourmets #moedores (estilo de vida), por mais que seja simples a refeição é um ritual cercado de detalhes. Isso por que, sempre temos uma harmonização diferente para experimentar e verificar a sua compatibilidade.

A harmonização perfeita é o equilíbrio entre os dois, combinando os sabores dos alimentos com as características dos vinhos. Os dois devem sempre se complementar e não se sobrepor. O resultado tem que ser agradável e prazerosa, dando a sensação de que os ingredientes “casam” perfeitamente.

O Cachorro quente nada mais é que um molho vermelho de tomate leve, porém temperado e com salsicha. Neste caso foi harmonizado com um Montepulciano, vinho italiano frutado, levemente tânico com uma boa acidez. Foi um casamento perfeito, recomendo!!!


A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa) reinstalou, na tarde desta terça-feira, a Câmara Setorial da Uva e do Vinho, que não se reunia há 13 anos. No encontro, realizado na sala de reuniões da secretaria, o secretário Luiz Fernando Mainardi aproveitou para confirmar que o Estado está duplicando o volume de recursos repassados ao Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), através do Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura (Fundovitis).

Criado em 1997, o Fundovitis, coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, é o órgão responsável pela execução da política estadual vitivinícola. Com a constituição do fundo, integralizado pelas taxas previstas na industrialização da uva, gerou-se uma fonte de recursos específica para aplicação no setor, que depende de liberação do caixa único do Estado.

O Ibravin, sociedade civil sem fins lucrativos, reúne  pessoas jurídicas de direito privado, representantes de produtores de uva, cooperativas, indústria vinícola e do Governo do Estado. O instituto vinha recebendo 25% das taxas recolhidas pelo Fundovitis. Estes recursos deram condições ao Ibravin para desenvolver projetos importantes para o setor vitivinícola gaúcho.

“O Ibravin, mediante projetos aprovados pelo Fundovitis, continuará promovendo e divulgando os vinhos, sucos e espumantes, além de realizar o planejamento estratégico para que o setor continue crescendo”, exemplificou Mainardi. Neste ano, o Fundovitis deve movimentar cerca de 20 milhões de reais, a partir de um gerenciamento democrático, com aparticipação de entidades governamentais.

Estudo

Ainda na reunião de reinstalação da Câmara Setorial da Uva e do Vinho, o pesquisador José Fernando Protas, da Embrapa Uva e Vinho, de Bento Gonçalves, apresentou diagnóstico da evolução da produção nos últimos dez anos, a fim de subsidiar um programa de modernização da vitivinicultura. Um dos dados da pesquisa indica que o número de municípios que plantam uva com fins comerciais cresceu de 75 para 149.

Projetos

O coordenador técnico da Câmara, Jorge Hofmann, apresentou às mais de 30 entidades presentes a relação de projetos elaborados em conjunto com Ibravin, Fecovinho, Embrapa, Emater, Comitê de Fruticultura da Metade Sul, Secretaria Estadual de Turismo e Centro Ecológico Ipê, que estão sendo encaminhados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio ao Fundo para a Convergência Estrutural e Fortalecimento Institucional do MERCOSUL.

Entre eles, um projeto de Assistência Técnica para as regiões em que há mais dificuldades na consolidação da cultura, Enoturismo em 25 municípios das regiões da Quarta Colônia, Vale do Jaguari, Alto Uruguai, Campanha e Centro Serra, implantação de projeto piloto de uva para suco em assentamentos, fixação da marca e divulgação dos vinhos da campanha, revitalização e recuperação das regiões deprimidas e modernização do Laren.

O secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Luiz Fernando Mainardi, estimulou os presentes a apresentarem, através da Câmara Setorial, projetos de desenvolvimento do setor, que serão encaminhados pela secretaria. “Sintam-se todos estimulados a elaborar projetos e vamos, juntos, buscar os recursos”, acrescentou Mainardi.

O diretor executivo do Ibravin, Carlos Raimundo Paviani, anunciou que nos dias 7 e 8 de dezembro técnicos do Ministério do Planejamento estarão no Estado para orientarem sobre os procedimentos na elaboração de projetos que busquem a captação de recursos externos.

Via: Radio liberdade


Siga o Blog Vivendo a Vida no Twitter

O Livro Chefs & Châteaux tem a participação de Antonio Goulart. Devido a sua paixão pelo vinho – do vinho francês, é claro, e de Bordeaux particularmente, esta paixão o impulsionou, como francófilo, a entender o mistério das cepas, da alquimia em evolução nas cubas e nas barricas, e os segredos da degustação. Como na França tudo em torno de uma mesa, ele também foi ao encontro dos grandes chefes que, para ele, conceberam pratos casados maravilhosamente com os diversos tipos de vinhos por ele selecionados. Esta Obra é o feliz resultado destes encontros no coração deste pais, que definitivamente seduziu Antonio, o mais francês dos brasileiros, e apresenta especiarias e condimnetos, confrarias, champagnes e vinhos, além, de receitas de dar água na boca.

Esta sendo vendido com 30% de desconto no site > http://j.mp/ueEPII

O Guia Prazer & Cia de A Gazeta é o “primeiro” aplicativo gastronômico Capixaba para iPhone, iPod e IPad. O objetivo é auxiliar o público capixaba e aqueles que visitam o Estado na escolha do serviço de bares e restaurantes da Grande Vitória e da Região Serrana.

Baixe grátis: http://j.mp/utkZxG

Achar vinhos abaixo de 20,00 reais que satisfaça paladares mais exigentes é uma missão difícil. A princípio se levarmos em conta as taxas de importação, mais a carga tributária brasileira, de mais de 86% e, ainda a margem de remuneração do comercio, veremos que é um verdadeiro milagre. O blog Vivendo a Vida está em busca de rótulos custo x beneficio, e quando achar irá passar a dica. Esse Chardonnay do Chile, Gran Verano (Grande Verão) você encontra no Supermercado Carone por 18,00 reais.

A história da vinícola começou há 11 anos, quando o exitoso empresário estadunidense Edward Tutunjian estava de férias no Chile, apaixonou-se do país e de seus surpreendentes vinhos. Nesse momento decide investir no Chile e adquire seu primeiro vinhedo chamado “A Pancora” localizado na 7ª região, no povoado de Tricao no prestigioso Vale de Curicó.

Algum tempo depois, devido ao grande sucesso obtido pelo seu primeiro vinho lançado no mercado americano sob a marca Pacífico Sul, decide adquirir os Vinhedos e a Bodega Apaltagua. As instalações se localizam na 6ª região do país, no abençoado Vale de Apalta em Colchagua. Neste lugar se elaboram seus vinhos e é onde pretende se tornar um ator importante da indústria vitivinícola chilena e mundial.

Apalta se encontra no centro do Vale de Colchagua, a poucos quilômetros da cidade de Santa Cruz, Chile. O Vale de Apalta está composto por 800 hectares de vinhedos e outros cultivos. Este vale se caracteriza por suas excelentes condições para o desenvolvimento da uva vinífera. Isto foi demonstrado pelos grandes vinhos que se produzem na área, que fizeram que Apalta fosse conhecido como o vale abençoado pela mão de Deus.

Avaliação Pessoal: ST (84) Bom custo beneficio!

Visual amarelo palha, aromas de frutas melão, abacaxi e raspa de limão. O paladar mostra acidez equilibrada, confirma a fruta, corpo leve e persistência curta. Um vinho simples, fácil de beber, sem maiores pretensões.

Chile – 100% Chardonnay – Valle Central – 13,5% – Supermercado Carone – R$ 18,00

Epu, o segundo vinho da Viña Almaviva, na língua do povo indígena Mapuche, significa “número dois“. O Almaviva Epu 2006 é feito com uvas Cabernet Sauvignon e Carménère, na região de Puente Alto, no Vale de Maipo, zona central do Chile.

O vinho é produzido em vinhedos antigos, localizados em um terroir peculiar, nas escarpas pedregosas da Cordilheira do Andes, local em que o micro-clima é muito parecido com o do Médoc, Bordeaux, na França. A Almaviva é uma das mais conceituadas vinícolas chilenas. É uma joint venture entre a chilena Concha y Toro e a francesa Baron Philippe de Rothschild.

Avaliação pessoal: ST (91+)

Este ano provei a sua primeira safra, a 2000, e foi uma degustação fantástica, estava muito evoluído e complexo. A safra 2006 não foi igual na taça, porém não deixou de ser um belo vinho.

A rolha com se pode ver na foto acima se mostra em perfeita. Na taça mostrou um visual rubi intenso, aromas demoraram 30minutos para aparecer, eucalipto, hortelã, mentol, leve estrebaria, torrefação e cedro. Na boca se mostrou gordo, boa acidez, textura aveludada, fruta na medida confirmando o nariz, amplo, com final longo.

Chile – Puente Alto – Cabernet Sauvignon e Carménère – www.wine.com.br – R$ 190,00