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Archive for outubro, 2011


A degustação final às cegas entre os melhores vinhos brancos do Chile foi uma das melhores na história do Guia Descorchados, pela grande qualidade das amostras, relata Patricio Tapia. E foi “empate”, ficou impossível selecionar um só. A mineralidade austera e elegância do Laberinto 2011, contra profundidade de sabores Limited Edition. Dois mundos opostos, duas gerações de viticultores que partilham a mesma sensibilidade para esta estirpe, mas de lugares muito diferentes, quase opostos.

  • Morandé Edición Limitada 2010 Sauvignon Blanc
  • Ribera del Lago, Laberinto Cenizas de Barlovento Sauvignon Blanc 2011

O vinho tinto fino seco Tannat, elaborado pela butique de vinhos Campos de Cima, foi selecionado entre as melhores amostras da safra 2011 na 19ª Avaliação Nacional de Vinhos. Das 383 amostras inscritas (48% mais que a edição anterior), 118 vinhos foram classificados entre as 30% amostras de vinho mais representativas da safra 2011, entre eles o Tannat da Campos de Cima. “O resultado confirma a nossa impressão e da Embrapa Uva e Vinho de que o vinho elaborado com a uva Tannat nesta safra será de excepcional qualidade”, afirma a proprietária da Campos de Cima, Hortência Brandão Ayub. Esta é a primeira vez que a Campos de Cima participa da Avaliação Nacional de Vinhos. “Como nossa produção é pequena, nunca tivemos 5 mil litros de um vinho para inscrever na Avaliação. Mas este ano tivemos este volume mínimo e estamos muito felizes com o resultado”, destaca Hortência Ayub.

A Campos de Cima já é reconhecida por elaborar, desde 2006, bons vinhos Tannat com uvas provenientes da Campa Gaúcha. Recentemente, os rótulos varietais da Campos de Cima desta variedade de uva foram incluídos na carta do restaurante Aprazível, do Rio de Janeiro, escolhido pela revista Prazeres da Mesa como a melhor seleção de vinhos brasileiros de todo o País.

O pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, Celito Guerra, comenta que este “é o melhor vinho Tannat já feito pela Campos de Cima”. Segundo ele, a uva atingiu uma maturação plena. Ao ser apresentado em primeira mão para jornalistas de todo o Brasil no Projeto Imagem Nacional do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), o vinho, que foi tirado das barricas para ser avaliado pelos críticos, ganhou fartos elogios. “É preciso dizer que o vinho selecionado entre as melhores amostras da safra 2001 não havia passado por barricas quando foi recolhido pela ABE para ser degustado pelos avaliadores. Ou seja, agora, após passagem por carvalho, ele está ainda melhor”, explica Hortência Ayub. 

Celito Guerra diz que o vinho ainda ficará mais uns meses em barricas de carvalho francês para depois ser engarrafado. O lançamento está previsto para o final do ano que vem ou início de 2013. “Incrivelmente, é um vinho que está redondo, elegante, quase pronto para ser apreciado”, observa. 

Saiba mais

A Avaliação Nacional de Vinhos é promovida pela Associação Brasileira de Enologia (ABE) desde 1993 e conta com a coordenação técnica da Embrapa Uva e Vinho. O evento tem um papel decisivo na evolução dos vinhos do Brasil, servindo de parâmetro para o setor. A degustação dos 16 vinhos selecionados é feita às cegas, seguindo normas internacionais. As amostras serão analisadas em seis categorias, sendo elas: Branco Fino Seco Não Aromático, Branco Fino Seco Aromático, Rosé Seco, Tinto Fino Seco, Tinto Fino Seco Jovem e Vinho Base para Espumante. O Tannat da Campos de Cima foi selecionado na categoria vinho tinto fino seco.

Este ano, a avaliação contou com o crivo de 820 apreciadores nacionais, que degustaram 383 amostras de 72 vinícolas brasileiras. Comentaristas de oito países integram o painel de convidados: Argentina, Brasil, Chile, França, Holanda, Itália, Portugal e Uruguai. Do Brasil, estiveram representantes de 18 estados: Amapá, Alagoas, Bahia, Distrito Federal, Fortaleza, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

Via: Orestes Andrade Junior

 
 

‘O Dicionário do Vinho’ apresenta uma ampla reunião de termos e palavras relativas a vinhos e uvas. O leitor pode encontrar neste livro a descrição para mais de duas mil uvas, e termos de viticultura, vinicultura, do comércio dos vinhos e da degustação, como também personagens das diversas mitologias ligadas ao vinho. Com mais de 17 mil palavras e suas definições, é um livro que procura atender às necessidades de enólogos, sommeliers, viticultores, comerciantes e diversos profissionais envolvidos na produção e na comercialização do vinho.

O livro pode ser comprado pelo site: http://j.mp/tJE1D2

De acordo com informações extra-oficiais, o Ministério de Comércio Exterior do Brasil, estaria avaliado medidas mais drásticas contra os produtos da Argentina e África do Sul, afetando o mercado do vinho.

Nos últimos anos, a Argentina é classificada como o segundo maior exportador de vinho engarrafado para o Brasil. 

Continue a leitura > http://j.mp/tNHRIo

LEVE - com pouco corpo e pouco álcool,mas equilibrado; o mesmo que ligeiro

LIGEIRO - o mesmo que leve

LÍMPIDO -sem sedimento ou partículas em suspensão transparente

LONGO - de boa persistência

MADEIRIZADO - vinho branco oxidado que adquire cor que vai de dourada a castanho, aroma adocicado (cetônico) e gosto amargo

MADURO - no apogeu de sua vida; estado que precede a decadência

MAGRO - aguado, diluído, deficiente em álcool (etanol e glicerol); sem caráter

MOLE - sem acidez, sem caráter

MOSTO - líquido resultante da prensagem das uvas; suco; sumo

MOUSSEUX (francês) – espumante

NERVOSO - com acidez e adstringência altas, não necessariamente excessivas

NEUTRO - sem caráter marcante

NOVO - do ano em que foi colhido ou com um ano de engarrafamento

OLEOSO - viscoso

OPACO - turvo; velado; sem limpidez

ORGANOLÉPTICO(A) - sensorial, que sensibiliza os sentidos. As características organolépticas de um vinho são as suas sensações olfatórias, gustativas e táteis, percebidas durante a sua degustação

OXIDADO - que sofreu oxidação; envelhecido além do suportável; decomposto na cor (do dourado ao castanho para os brancos e do tijolo ao marron para os tintos), no aroma (adocicado, cetônico, etc.) e no sabor (desagradável e apagado); para os vinhos brancos tem o mesmo significado que madeirizado.

Fonte: Academia do Vinho

O objetivo do jornalista Cole Danehower e da fotógrafa Andrea Johnson com o livro “Essential Wines and Wineries of the Pacific Northwest” foi descrever a região vinícola localizada no noroeste dos Estados Unidos, compreendida entre os Estados de Washington, Oregon, British Columbia e Idaho. Apesar de jovem, a região tem-se destacado e ganhado mais visibilidade no mercado de vinho. Além de muitas imagens revelando as belezas das paisagens, a obra apresenta 160 vinícolas para quem quiser se aventurar e conhecer mais a fundo os vinhos produzidos por lá. O livro pode ser comprado pelo site www.amazon.com.

Produzido de maneiras diferentes há mais de 2.000 anos o jerez é um vinho espanhol mais trabalhoso e complexo, feito em processo único de cortes e etapas que mistura vinhos velhos e novos em uma rede de barris conhecida como sistema solera.

Esse sistema complexo é a chave de qualidade, misturam-se vinhos jovens e velhos, semelhantes para manter a constância. Há tipicamente 4 ou 5 fileiras de barris de carvalho conhecidas como escalas ou criaderas. Todo ano, 2/3 do vinho de cada fileira são misturados com 1/3 da fileira do ano seguinte. O vinho vendido é o da fileira mais antiga, que abastecida com a seguinte e assim por diante, e a criadera final e preenchida com vinho da nova safra.

Para informações sobre a vinícola, clique aqui > http://j.mp/v7gUlz

Avaliação Pessoal: ST (95+)

Na taça o vinho se mostra surpreendente, visual acastanhado, aromas explosivos de mel, damasco, frutas secas, figos em calda e por ai vai……O paladar é cremosidade pura, muito gordo, agarra no corpo da taça, parece que está mastigando o vinho. Apesar de todo o seu dulçor, mostra uma super acidez dando o equilíbrio necessário. Mas é para no Maximo duas tacinhas….a partir daí enjoa. Um vinho que pode ser guardado por uns 50 anos, no mínimo.

Espanha – DO Montilla Moriles – 100% Pedro Ximénez – 16% alc


Os apaixonados pelo Champagne tiveram ontem dia 28 de outubro 2011 a oportunidade de trocar impressões e celebrar esta bebida tão apreciada e cheia de história. Foi realizado o segundo #ChampagneDay, um evento mundial fortalecido pelas mídias sociais.

Os participantes trocaram idéias sobre o Champanhe, que, aliás, só vem da região de Champagne, na França. Compartilhei algumas fotos, notas de degustação adicionando a hashtag #ChampagneDay. Foi muito legal!


O Champagne degustado na noite foi o Jacquesson Cuvée nº 729 Brut.

Cuvée é o termo francês derivado de Cuve, que significa “vat” ou tanque, em diferentes contextos. Champagne usa  para definir o primeiro e melhor suco saído da prensagem, e também para o blend de vinhos bases para a 2ª fermentação, que as leveduras incorporadas transformam em álcool e anidrido carbônico o açúcar acrescentado. E desta vez, não se deixa o anidrido carbônico escapar, ficando preso na garrafa e criando assim as borbulhas.

Deste momento em diante é a segunda fermentação efetivamente acontece, podendo ser realizada em garrafa (método Champenoise) ou em tanque (Charmat).

Cuvée de prestige em Champagne refere-se a uma champagne de primeira linha preoduzido pelos melhores vinhedos da região e envelhecido por muitos anos nas caves antes de ir para o mercado: La Grande Dame, Don Pérignon entre outros.

Para saber mais sobre esta champagne a história da vinícola clique aqui > http://j.mp/uOOEUR


Avaliação Pessoal: ST (97)

Como vocês podem ver acima a coisa foi séria….

Visual amarelo ouro brilhante, mousse consistente com borbulhas finíssimas em grande quantidade com persistência bastante longa. Aromas de evolução com muita intensidade, pão tostado, castanhas, damasco, mel….. O paladar apresentou cremosidade, equilíbrio, finesse, frescooooor, uma loucura!!!


Acabo de receber a informação da assessora de imprensa Carla Argolo que o Cave Pericó Rosé Brut, que por sinal gosto muito, acabou de receber mais um prêmio. Desta vez foi eleito medalha de prata no Vll Concurso do Espumante Brasileiro, promovido pela (ABE) Associação Brasileira de Enologia, nos dias 25 a 27 de outubro em Garibaldi-RS. Parabéns a vinícola, um prêmio merecido!!!

Numa época de crise que se instalou em muitos países europeus, pessoas estão evitando gastar dinheiro em restaurantes, o sistema Bring Your Own Bottle parece uma boa solução para não deixar escapar a clientela. Acho até que vou incentivar a criação da versão brasileira….!!!  

BYOB significa “Bring Your Own Bottle”, a tradução desta expressão é: “traga a sua própria garrafa”, uma idéia bastante recorrente na Inglaterra, nos Estados Unidos da América e que em Portugal começou a dar os primeiros passos em 2004. Ou seja, o cliente pode trazer um ou mais vinhos de casa, pagando apenas a ‘taxa de rolha’. Mas esta taxa não é fixa (pode ir dos 3 aos 15 euros, dependendo do restaurante) e há mesmo restaurantes que não a cobram.

Bela iniciativa, eu acho justa até a cobrança; o que eu não acho nada bom é a proibição deste procedimento.