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Archive for setembro, 2011

Sábado foi um dia abafado aqui em Vitória-ES. Logo cedo recebo um telefonema para mais uma maratona de conhecimento na taça, já que para ir à igreja não recebo nenhum convite….hehehe. Degustei vários vinhos entre espumantes, brancos e tintos, mas na hora do almoço decidimos testar o prato mais tradicional capixaba, a moqueca, com Cerveja x Sauvignon Blanc da Nova Zelândia.Vale ressaltar que em raros casos se tem sucesso em harmonizações com peixe e tinto, Pinot Noir…dependendo do peixe.

O que todos procuram nesta hora é que a bebida neste caso o SB e a Cerveja ressaltem as virtudes do prato e vice-versa. Um não deve dominar nem prejudicar ao outro.

As duas amostras mostraram boa afinidade com a moqueca, o coentro presente no prato quando recebia o amargor da “cerveja” era realçado ficando persistente no palato e, apesar do tempero, permitiu sentir o sabor do peixe, suavizando sua nota de “maresia”, dando uma harmonia prazerosa. O SB (Palliser Estate) safra 2010 da Nova Zelândia por sua vez, não fez feio, levando ligeira vantagem, talvez por um gosto pessoal sugestionado. A sua acidez destacada não ofuscou a textura delicada e levemente adocicada do badejo, e sim potencializou seu sabor balanceado pela fruta e frescor do vinho. Ficou uma delicia.

O restaurante foi o Enseada Geraldinho:

Funcionamento: todos os dias a partir das 11 hs
Endereço: Rua Aleixo neto, 1603, Praia do Canto, Vitória
Pagamento: cartões Visa e Mastercard
Telefone: 3324-6360


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Diabetes é um problema de saúde crescente nos Estados Unidos e no mundo. Casos do tipo 2 têm aumentado – mais de 60% desde 1991, e especialistas em saúde estimam que isso irá afetar 40 milhões de norte-americanos até 2050. 

Um novo estudo, contudo, sugere que o consumo moderado de álcool, incluindo vinho, pode reduzir as chances de desenvolver diabetes, particularmente em mulheres. 

Cientistas descobriram que o consumo moderado reduziu os riscos em 19% nos homens e 37% em mulheres com idade entre 50 e 71. 

O estudo, publicado no dia 6 de setembro pelo “Annals of Internal Medicine”, foi conduzido por cientistas de diversos institutos de saúde norte-americanos. Eles estudaram os dois tipos de variação de diabetes, apesar de os autores estimarem que 95% dos casos em adultos são de tipo 2, antes conhecida como diabetes adulta. Ambas as manifestações da doença são identificadas pelos níveis elevados de glucose no sangue e frequentemente levam a problemas de saúde graves e morte prematura. 

Junto com o consumo moderado de álcool – definido entre meia e uma taça por dia para as mulheres, e entre uma e duas taças para os homens -, os pesquisados incluíram fatores como índice de massa corporal ideal, não fumar, atividade física adequada e uma dieta saudável e de baixo risco. 

Entre os adultos que se adequavam a esses fatores, cerca de 4% dos homens e 2% das mulheres, os resultados foram impressionantes: o risco de diabetes reduziu 72% entre os homens, e 84% entre as mulheres.

Via: RevistaAdega

A 19ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2011 direto de Bento Gonçalves. Considerada a maior de todas as edições por reunir 820 apreciadores e avaliar 383 amostras de 72 vinícolas brasileiras, a Avaliação cumpre seu papel de promover o vinho brasileiro, apresentando a qualidade da safra, através da divulgação da relação dos 30% mais representativos e os 16 vinhos selecionados entre este seleto grupo. Comentaristas de sete países integram o painel de convidados.

Acompanhe ao vivo:

Depois de muita expectativa está marcado para o dia 3º de outubro a reabertura do restaurante “O Mercador“. Estive por lá ontem conhecendo o ambiente que sofreu algumas mudanças para melhor, mostrando que não veio para ser mais um, e sim para ser o melhor (fotos abaixo). No primeiro piso o cliente poderá acompanhar a elaboração de seu prato através de um vidro que separa o salão da cozinha. O segundo piso que antigamente era destinado para eventos ganhou uma forneria com ambiente muito agradável destinado a elaboração de pizzas, que por sinal são maravilhosas!

Quem vai comandar as panelas é a Chefe Pamela Tello que terá o apoio da Chef Carol Cicone como responsável na elaboração das massas. O cardápio terá uma cara nova dentro de uma cozinha internacional e variada.

Ricardo Braga antigo proprietário da casa agora fica sob o comando da adega, e que adega, apresentando mais de 450 rótulos, com uma variedade enorme entre brancos e tintos e preços que cabem em todos os bolsos, de 45,00 até 15. 000,00 reais.

Endereço: Rua Aleixo Neto, 842, Praia do Canto – Fone: 3315.59.76 – Fax: 3315.56.33 – Email:

Jamon de diversas qualidades aonde um especialista veio de São Paulo exclusivamente para ensinar o corte certo desta iguaria.

Sala reservada

Delicatessem super variada, com queijos difíceis de encontrar por aqui.

Salão amplo

2º piso: Forno de pizzas, provei uma de abobrinha com brie…hummm!!!

Mezanino, pizza & Chopp Brahma

A adega conta com 4500 rótulos de diversos países, com raridades com um Mouton 1982!

Château Mouton Rothschild 2000

Um “mimo” na porta do banheiro feminino, uma Sandália Louis Vuitton!

Esteve esta semana visitando a Capital Capixaba a convite da Importadora Decanter, Marcelo Maizelman, diretor de exportações da Bodega argentina Colomé. O Objetivo desta visita foi realizar mais um evento na capital Capixaba, mostrando suas novidades. O local escolhido foi a churrascaria Minuano que deu um Show de variedade, dando a oportunidade para os enófilos de plantão testar seus sentidos nas harmonizações.

Colomé possui os vinhedos mais altos do mundo, aninhados na Cordilheira dos Andes no nordeste da província de Salta, entre 2.200 e 3.015 metros de altitude. A antiga vinícola Colomé teve a sua fundação em 1831, e ostenta outro recorde como a mais antiga da Argentina ainda em operação, com vinhedos de Malbec e Cabernet Sauvignon pré-filoxéricos plantados em 1854 e dando frutos. O empresário e colecionador de arte suíço Donald Hess, proprietário de vinícolas de ponta no Napa Valley (The Hess Collection), na África do Sul (Glen Carlou) e na Austrália (Peter Lehmann), se apaixonou por este belíssimo altiplano desértico de Calchaquí e adquiriu a propriedade Colomé de 39.000 hectares em 2001.

Os índios nativos e depois os Incas, que chegaram à região no séc. XV, cultivaram estas terras por centenas de anos. A lenda conta que um chefe indígena de nome Colomin foi o pioneiro no plantio de vinhas na localidade, doadas pelos colonizadores espanhóis como recompensa por bons serviços prestados. Os três vinhedos de Colomé (Colomé, El Arenal e La Brava) possuem 101 hectares, dos quais 4 hectares são de videiras de Malbec e Cabernet Sauvignon que vieram antes da filoxera, plantadas em 1854 e irrigadas por inundação através de um arcaico e engenhoso sistema de pequenos canais que operam por força gravitacional. Outros 7 hectares possuem videiras entre 80 e 120 anos, inclusive de Torrontés. Novos vinhedos estão sendo plantados com Malbec, Cabernet Sauvignon, Tannat e Syrah, empregando-se três sistemas de condução distintos, de acordo com estudos dos resultados. Um aspecto muito importante a ressaltar é que todos os vinhedos e mais os 150 hectares de agricultura são trabalhados segundo os preceitos da biodinâmica, com um profundo respeito e entendimento dos seus ciclos biológicos.

O clima do Vale de Calchaquí é excepcional para este tipo de cultivo orgânico, com pluviosidade ínfima de 50 a 120mm/ano, noites frias e dias quentes, estes normalmente entre 25 e 31ºC. O gradiente dia-noite pode chegar a 35ºC. A radiação UV é altíssima, com mais de 350 dias de sol no ano, o que favorece a concentração de cor, aromas e açúcares nas uvas. Os solos são pobres, de caráter aluvial e arenoso, ótimos para a viticultura de qualidade.

Colomé elabora no momento 4 vinhos: o Amalaya (corte de Malbec, Cabernet Sauvignon, Syrah, Tannat e Bonarda), o Colomé Estate (com Malbec, Cabernet Sauvignon e Tannat) e o Colomé Reserva (Malbec e Cabernet Sauvignon pré-filoxéricos) entre os tintos; e um incrível Torrontés de vinhedos centenários como único branco. O enólogo Steve Galvan já trabalhou com grandes nomes da Califórnia, e se beneficiou de experiências no Château Petrus na França e com Alvaro Palacios na Espanha. Steve cria neste “terroir” sensacional alguns dos vinhos mais peculiares e poderosos do Novo Mundo.

Amalaya significa “esperança de um milagre” na língua nativa do povo do Vale Indígena Colchaqui. Este vinho de altitude vem da Argentina, noroeste da capital, Cafayate, captando o espírito de uma longa tradição de colheita, graças à Mãe Terra ou “Pachamama”. Do solo original do vale e microclima, 5.580 pés acima do nível do mar, permite o baixo rendimento das vinhas que produzem, em alta qualidade, uvas densamente coloridos.

Amalaya Branco 2010 – 90% Torrontés e 10% Risesling – Salta – Alto Valle Calchaquí – 13,5% – ST (85)

Visual amarelo esverdeado, aromas florais e minerais com boca liberando médio frescor.

Sashimi com os dois Corte branco e o varietal

Colomé Torrontés 2010 – 100% Torrontés – Salta – Alto Valle Calchaquí – 13,7% – ST (87)

Gostei que a safra 2010 está com aromas mais contidos e menos lima que as anteriores, bom frescor, mineral em fim agradável.

Amalaya 2009 – Cabernet Sauvignon, Syrah, Malbec, Bonarda e Tannat – Salta – ST (84)

Muita fruta em compota, goiaba, amoras e morangos. O paladar apresenta médio corpo, taninos macios, fácil de beber com bom final de boca.

Paleta de cordeiro

Amalaya Grand Corte 2009 – Malbec, Cabernet Franc e Tannat – Salta – 14% – ST (88)

Belo vinho, pronto, fruta na medida, madeira bem colocada, boa estrutura e complexidade.

Picanhaaaaa!!!!

Colomé Estate – 100% Malbec – Salta – 14% – ST (87+)

Acredito ser um dos mais aclamados de todos, na minha opinião precisa de mais tempo em garrafa para amadurecer e mostrar todos as suas qualidades.

Colomé Lote Especial Malbec – 100% Malbec – Salta – 14% – 5.800 grfs – ST (90+)

O melhor da noite, boa complexidade nos aromas, tosta, baunilha, frutas vermelhas e negras e café. Boca gorda, aveludada, acidez viva, confirma o nariz, madeira na medida, tem cara de top! Foi o único que não bati a foto. Acima tem foto o ultimo da direita.

Marcelo Maizelman (Bodega Colomé) e Julio Antunes (Decanter-ES)

Confraria Big Dog Wine marcando presença!

Marcelo Maizelman (Bodega Colomé), Carlos Olivera & Rocío Muíño López (Puerto Madero Winery)

A coisa está tão feia que Simey Santos da Enótria está levando “marmita” nos eventos…hehehe!!!


No dia 17 deste mês informei aqui no Vivendo a Vida que 35 vinhos brasileiros foram avaliados pela Wine Advocate de Robert Parker, tendo como responsável para a América do Sul o avaliador Jay Miller. Jay Miller não conhecia os vinhos na taça, em breve as notas serão publicadas no site.

Lista dos 35 vinhos degustados:

  1. Brazilian Soul 100% Pinnot Noir Aurora
  2. Aurora Millesime Aurora
  3. Aurora Pequenas Partilhas Cabernet Franc Aurora
  4. Brazilian Soul Moscatel Aurora
  5. Casa Valduga Gran Reserva Casa Valduga
  6. Casa Valduga Cab. Franc Casa Valduga
  7. Casa Valduga 130 Casa Valduga
  8. Casa Valduga Gran Reserva Nature Casa Valduga
  9. Cave Geisse Brut Rose Geisse
  10. Cave Geisse Brut Terroir Geisse
  11. Don Guerino Ancelota Don Guerino
  12. Moscatel Terranova Fazenda Ouro Verde
  13. Grande Vindima Quorum Lidio Carraro
  14. Lidio Carraro Elos Lidio Carraro
  15. Lidio Carraro Elos Lidio Carraro
  16. Lidio Carraro Dádivas Chardonnay Lidio Carraro
  17. Miolo Merlot Terroir Miolo
  18. Castas Portuguesas Miolo
  19. Sesmarias Miolo
  20. Sparkling Wine Millesime Miolo
  21. Basaltino Pinot Noir Pericó
  22. Perini Tannat Perini
  23. Perini Marselan Perini
  24. X Decima Gran Reserva Piagentini
  25. Pizzato DNA 99 Single-Vineyard PIZZATO Vinhas e Vinhos
  26. Pizzato Chardonnay PIZZATO Vinhas e Vinhos
  27. Pizzato Cabernet Sauvignon 2006 PIZZATO Vinhas e Vinhos
  28. Pizzato Concentus PIZZATO Vinhas e Vinhos
  29. Rio Sol Brut Rose Rio Sol
  30. Salton Desejo Salton
  31. Salton Series Cabernet Franc Salton
  32. Salton Talento Salton
  33. Salton 100 anos Salton
  34. Sanjo Nubio Sauvignon Blanc 2010 Sanjo
  35. Santo Emílio Leopoldo Santo Emilio

Foto: Bárbara Ruppel /Wines of Brasil

Crus

Para a safra de 2009, 246 châteaux foram listados oficialmente como Cru Bourgeois, de 304 que se aplicaram.

A lista final inclui 19 propriedades de St Estephe, cinco em Pauillac, nove em Margaux, 16 em Moulis, 13 em Listrac, 85 em Haut Medoc e 99 em Medoc.

Nesse ano as propriedades apresentaram consideravelmente mais garrafas para inspeção que em 2008: 32 milhões em oposição a 25 milhões de antes, disse Frederique de Lamothe, diretora da Alliance des Cru Bourgeois du Medoc. Para ela, isso é reflexo da qualidade da safra.

Com novas regras para a seleção, a qual foi ratificada em tempo para a avaliação da safra 2008, as propriedades podem apresentar diversas amostras correspondendo ao que elas consideram níveis mínimos e máximos de qualidade para a Cru Bourgeois. As amostras são provadas às cegas por um júri, a fim de estabelecer padrões de referência com os quais os vinhos são julgados.

Frederique de Lamothe disse que tinha “confiança” na lista, notando que autoridades em St Emilion – cuja própria classificação foi polêmica – estavam em contato com Bureau Veritas, o corpo independente que monitora o processo de seleção.

Uma nova classificação poderia ser adicionada, nos moldes da anterior Cru Bourgeois Exceptionnel. A lista atual é ampla: as propriedade simplesmente tem o direito de se nomear Cru Bourgeois. A ideia de analisar propriedades a cada três ou quatro anos, ao invés de anualmente, também foi debatida.

Via: Revista Adega

O saca-rolhas de lâminas é um dispositivo simples, feito de dois finos prolongamentos metálicos, sendo que um deles é um pouco mais longo, veja na foto acima. Para usá-lo, você inseri as pontas entre a rolha e a garrafa (primeiro a parte mais longa), com um movimento de vaivém até que a parte de cima até que a parte de cima esteja tocando o topo da rolha. Em seguida, você gira a rolha enquanto a puxa lentamente para cima.

Uma vantagem é que você tira a rolha intacta, sem furo no meio, que podem ser reutilizadas para fechamento de vinagres, azeites e para uso decorativo.

Embora seja mais difícil de operar do que os convencionais, funciona perfeitamente com rolhas muito apertadas, antigas que estão esfarelando, não dando muita chance para os outros tipos de abridores. Eu pessoalmente abro 90% dos meus vinhos consumidos com ele, questão de prática.