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Archive for setembro, 2011

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1.Que quando se pensa em vinhos da Provence a associação inevitável que se faz é com vinhos rosés? Nessa linda região da França estes vinhos representam 80% de sua produção.

2. Segundo registros históricos, os vinhos da Provence parecem ter feito viagens bem-sucedidas quando os romanos os carregavam para casa em ânforas, e é quase certo que os melhores eram tintos.

3. Que a Provence é a região vitícola francesa mais avançada em matéria de turismo enológico? (enoturismo).

4. Que esta região conta com oito apelações? São elas: Baux-de-Provence, Coteaux d’Aix-en-Provence, Pallete, Cassis, Bandol, Bellet, Coteaux Varois e Côtes de Provence.

5. Bandol, uma das mais antigas appellations francesa, fazia vinhos encorpados que eram populares na corte dos sécs. XVI e XVII, a ponto de Luís XV ter afirmado que lhe davam “seiva vital e inteligência”.

6. Que a Côtes de Provence é a mais importante em superfície e em volume, e tem a uva syrah como protagonista em seus vinhos de assemblage?

7. Bandol, Palete e Bellet, apelações anciãs, chamadas de “les cinquantenaires” se distinguem pelo encepamento e influências climáticas próprias.

8. A mourvèdre, que domina a apelação Bandol está bem adaptada à proximidade do mar. Bellet produz vinhos tintos com uma assemblage original de braquet e folle noir (Vino di Gio é um famoso vinho da região com 100% de folle noir) e Palete se apresenta como uma “boutonière aux portes d Aix”.

9. Que um queijo mussarela fresco, dois tomates cereja e um fio de do melhor azeite criam uma das melhores e mais fáceis harmonizações com um rosé seco?

10. Que o sol de verão, é a época do ano para vinhos leves – particularmente brancos frescos, não madeirados e rosés secos frutados? Tintos? Sim, desde que leves e ligeiramente frutados.

Via: Vinho & Sexualidade

Autor: Gerson Lopes

ABOCADO – (do italiano “abbocato”) – doce

ABERTO - de cor clara

ABRIR – diz-se que o vinho “está abrindo” (ou “abriu”) quando está havendo (ou houve) crescimento de suas características (em especial do aroma), com um certo tempo após a abertura da garrafa

ACERBO – ácido, verde

ACIDEZ – Sensação de frescor agradável, provocada pelos ácidos do vinho (cítrico, tartárico, málico, lático, succínico) e que resulta em salivação

ACIDEZ VOLÁTIL – Acidez desagradável provocada pelos maus ácidos do vinho (acético, propiônico e butírico)

ACÍDULO – com acidez excessiva

ADAMADO – vinho para damas, suave e doce

ADOCICADO - doce e com baixa acidez, desequilibrado

ADSTRIGENTE – com muito tanino, que produz a sensação de aspereza (semelhante à sentida ao comer-se uma banana verde); o mesmo que tânico ou duro

AFINADO - bem envelhecido, maduro,equilibrado

AGULHA - Sensação de picada na língua produzida pelos vinhos espumantes

ALCOÓLICO - com muito álcool, desequilibrado

AMARGO - com amargor, indica defeito

AMÁVEL – suave ou ligeiramente doce

AMBIENTAR - (em francês CHAMBRER) deixar o vinho à temperatura ambiente, do recinto onde é servido

APAGADO - de aroma inexpressivo

AQUOSO - fraco, que teve adição de água

AROMA - odor emanado pelo vinho. O primário é proveniente da uva. O secundário é resultante da vinificação. O terciário origina-se do envelhecimento e é denominado buquê

AROMA DE BOCA - ver retrogosto

ÁSPERO - com excessivas adstringência e acidez (esta um pouco menor)

ASSEMBLAGE - mistura de vinhos diferentes; o mesmo que corte

AUSTERO - adstringente

AVELUDADO – macio, untuoso, viscoso com textura de veludo

AVINAGRADO – com odor e sabor de vinagre, deteriorado, inutilizado para o consumo

Via: Academia do Vinho

“Produtor do Ano 2009″ na Revista de Vinhos, Júlio Tassara Bastos sustenta duas convicções: que tem em mãos a mais bela quinta da região de Estremoz no Alentejo, presente do rei D. João V à sua amante Dona Maria, denominada na altura Quinta do Carmo; e que nela pode elaborar alguns dos melhores vinhos de Portugal, num estilo de potência arrebatadora, porém gloriosamente frescos e minerais. Ao desfazer a sociedade com a Domaines Barons de Rothschild, Júlio não hesitou, reequipou a adega que produzia vinhos há 130 anos e comprou vinhas com 40 anos de idade. Chegou ao topo novamente, agora para ficar.

O clima da região é temperado com características mediterrâneas e continentais, caracterizado por primaveras e verões excessivamente quentes e secos. A precipitação anual é de 500-650mm, concentrando-se sobretudo nos meses de inverno. Os valores relativos à insolação são muito elevados, particularmente no trimestre que antecede as vindimas, contribuindo para a perfeita maturação das uvas e qualidade dos vinhos.

Solos predominantemente argilo-calcários, ricos em minerais (xisto, granito e mármore). Uma característica peculiar dos vinhedos é que não são irrigados, submetidos então com freqüência a um stress hídrico controlado. O que colabora para obtenção de cachos menores, em baixos rendimentos e com alta concentração de extrato e acidez.

Avaliação Pessoal: ST (87) = Muito bom

Vermelho vibrante, aromas de frutas em compota, negras e vermelhas, floral, especiarias e um leve vegetal. O paladar tem médio corpo, acidez equilibrada, taninos macios, madeira integrada, com retrogosto frutado finalizando com boa persistência.

Portugal – Alentejo – Borba – Estremoz – 30% Syrah, 30% Petit Verdot, 30% Cabernet Sauvignon, 10% Touriga Nacional. – 14,5% alc – Importador Decanter

Alexandre Santucci entrevista Daniella Romano falando sobre os aromas dos vinhos…ao vivo…no Programa Bom di Vinho todas as sextas 10h da manhã…no www.clictv.com.br


Oscar Daudt editor do site Enoeventos apresenta mais uma vez a sua já tradicional e esperada análise comparativa dos preços das importadoras de vinhos no Brasil.

Sem dúvida este trabalho que já está em sua 5ª edição presta um belo serviço de orientação ao consumidor de vinhos, já tão sacrificado, mostrando onde podemos ser menos esfolados….fazendo uma compra mais justa.

Para verificar os dados acesse: http://j.mp/oC6VEx

O blog Vivendo a Vida estará realizando no mês que vem, dia 25 de outubro, terça feira, mais uma degustação. Desta vez os vinhos degustados serão da Bodega Catena, uma vertical do Catena Zapata Estiba Reservada, safras 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004, cinco safras.

Tinto cultuado, produzido apenas em anos excepcionais, com uma seleção rigorosa das melhores uvas Cabernet Sauvignon, o Catena Zapata Estiba Reservada é, sem dúvida, um dos melhores tintos da Argentina. Mostra uma classe e elegância fora de série. Para Parker, “é um vinho maravilhoso que merece ser comparado aos melhores Cabernet Sauvignon do Napa Valley”.

Local: Restaurante Taurus

Horário: 20:30

Endereço: Rua madeira de Freitas nº 174

Valor: 270,00 por pessoa (neste valor está incluído, os vinhos, água, entradas, prato principal a escolher, sobremesa e café)

Observação: *Será servido 60 ml de vinho por participante *O valor será pago em dinheiro ou cheque *Restam 6 vagas


Mais um vinho português na taça. Desta vez um Alentejano 100% Touriga Nacional, que passa por 12 meses em barrica de carvalho francês com produção de 10.000 mil garrafas.

Plansel é um pequeno produtor vitivinícola com sede na região demarcada do Alentejo, subregião de Évora. A vinícola está intimamente ligada a uma outra empresa, os Viveiros Jorge Böhm, uma das maiores empresas portuguesas na produção de plantas selecionadas de videira e oliveira. Dorina Lindemann, filha do proprietário Jorge Böhm e competente enóloga, assessorada pelo excelente Paulo Laureano, estão encantando cada vez mais com seus vinhos carnudos e harmônicos, típicos mas com sotaque cosmopolita.

Desde a sua origem, a Quinta de Plansel tenta ser diferente dos seus concorrentes. As uvas tradicionais e a cuidadosa seleção da matéria-prima, tornaram-se marca da empresa. Atualmente, a adega exporta para 11 países, 60% da sua produção.

Avaliação Pessoal: ST (88+) = Muito Bom

O visual é roxo, nariz explode aromas de frutas negras e vermelhas maduras com leve especiaria. O paladar é macio, amplo, muita fruta, madeira bem colocada, acidez equilibrada, terminado com retrogosto frutado e de média persistência.

Portugal – Alentejo/Évora – 100% Touriga Nacional – 14% – Importador Decanter

Tem padre que não vai gostar desta medida!!!

A Diocese de Phoenix, em Arizona, nos Estados Unidos, irá parar de oferecer vinho consagrado para Comunhão na maioria das missas, mudança considerada uma das mais fundamentais para os costumes da Igreja Católica Romana em décadas. 

A declaração diocesana disse que a mudança era baseada na compreensão do Bispo Thomas J. Olmsted sobre a nova tradução da Instrução Geral do Missal Romano e outros documentos da igreja. 

Nenhuma outra diocese, no entanto, é conhecida por seguir o exemplo, disse a Conferência de Bispos Católicos nos Estados Unidos ao jornal The Arizona Republic. 

A mudança será uma das mais significativas na liturgia Católica Romana desde 1970, quando a distribuição de vinho foi aprovada nos EUA. 

Ainda não foi definido quando essa mudança entrará em vigor.

Via: Adega


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