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Archive for agosto, 2011


O evento
que está na sua terceira edição integra Petrópolis, Araras e Itaipava, de 15 a 25 de setembro, nos bares, restaurantes e hotéis participantes para degustação de vinhos nacionais e importados. Com especialidades gastronômicas diferentes os restaurantes e hotéis participantes do evento, que vão de comida japonesa à comida italiana, devem servir seus clientes com cartelas de vinho com preço abaixo do mercado. As degustações acontecem a critério de cada casa, mas terão preço fixo por pessoa, o mínimo de três rótulos a serem servidos e, pelo menos, um aperitivo acompanhando. O presidente da Abrasel em Petrópolis e proprietário do restaurante Log, Luiz Fernando Vidal, afirma que um evento como este pode trazer avanços para o setor. “O Serra Wine Week desempenha um importante papel de associativismo, quando os restaurantes se unem, trocam ideias e ajudam a promover o destino turístico”, afirma Vidal.

Via: Revista Hotéis


É isso mesmo meus amigos, Susana Balbo da Bodega Dominio del Plata anunciou segunda feira ao término de mais uma degustação virtual no Winebar, que alguns blogueiros vão elaborar e um irá assinar o vinho da amostra vencedora para Edição Especial da bodega.

Como vai funcionar? Alguns Blogueiros brasileiros vão receber em suas casas um Kit enólogo com amostras de 5 vinhos varietais e instrumentos para elaboração de um corte, uma proveta e uma pipeta. A partir daí cada eno-blogueiro terá que elaborar um vinho misturando amostras e chegando a um vinho de corte que seja o seu melhor. As amostras elaboradas serão enviadas em seguida diretamente para Argentina aonde a própria Susana degustará todos às cegas e elegerá o melhor.

O vencedor partirá para Mendoza aonde em conjunto com Susana irá assinar a obra e levar para casa 5 caixas do vinho de presente. A produção será comercializado no Brasil como uma edição especial!!! Não é uma Maravilha!!!

O blog Vivendo a Vida estará participado e, espero que minha amostra seja a aprovada por Susana!


No Brasil, pouco se conhece sobre vinhos de sobremesa e, por isso, não se tem o hábito de brindar nessa hora. Mas o rótulo ideal proporciona aquele grand finale que um jantar festivo merece por aqui, é quase praxe: pedido o doce que encerra o jantar, suspende-se o vinho. “Cerca de 90% das pessoas nem sabem que vinhos podem ser parceiros da sobremesa”, calcula o sommelier Dionísio Chaves, do Fasano Al Mare, do Rio de Janeiro. Não só podem. Há uma categoria especialmente destinada a essa função. Os chamados vinhos de sobremesa são mais doces do que os outros. Podem ser tintos, brancos ou espumantes, encorpados ou leves, mais ou menos ácidos, fortificados ou não, envelhecidos ou jovens. “É um universo bem vasto e variado para o consumidor começar a explorar”, diz a sommelier Eliana Araujo, que integra o conselho de Casa e Comida. E, no meio de tanta diversidade, a ideia é escolher o vinho que mais combina com cada doce, exatamente como se faz com os pratos salgados.

A tarefa não é fácil. “Mesmo quem demonstra conhecer vinhos, mostra-se reticente na hora de pedir qual vai acompanhar uma sobremesa”, conta Dionísio. Professora de bebidas do curso de gastronomia da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, Suzana Jhun dá uma dica para quem quiser se arriscar: “Uma regra básica é que o vinho deve ser mais doce do que a sobremesa”. No Brasil, onde as guloseimas tendem a carregar nas doses de açúcar, a premissa nem sempre pode ser aplicada. O.k., há outras formas de harmonizar um com outro. Importante, segundo a professora, é buscar o equilíbrio entre ambos: o vinho nunca deve dominar e submeter a sobremesa, e vice-versa. “O ideal é que, quando unidos, os dois sejam capazes de valorizar o sabor um do outro”, ela afirma. E exemplifica: “Se odoce for leve,omelhoréqueovinho também seja”.

Além do grau de doçura e de leveza, deve-se levar em conta o ingrediente principal. “Se a sobremesa for de abacaxi, posso recomendar um vinho que também tenha notas aromáticas cítricas”, diz Dionísio. Em suas harmonizações, porém, os especialistas não usam apenas o critério da semelhança. Às vezes recorrem ao contraste. “Aí o que se busca é atenuar certa característica do doce como vinho. Por exemplo, se ele for mais ácido, pode amenizar a gordura excessiva”, diz Suzana.

Para inspirar, Dionísio sugere nesta reportagem vinhos para doces preparados por Mara Mello, nome badalado da pâtisserie paulistana. Antes, descubra um pouco sobre as principais “famílias”.

Sagu de maracujá com frutas vermelhas combina com…

Doces com frutas, em particular cítricas ou de sabor mais ácido, precisam de um moscato d’asti, ligeiramente frisante, ou de um espumante de uva moscatel. uma alternativa é um champanhe demi sec. segundo o sommelier dionísio chaves, a acidez deles estabelece um “diálogo construtivo” comas frutas, ressaltando seus sabores.

sugestões: muscat de baumes de venise (frança), moscato d’asti la rosa selvatica 2008 (itália) e moscatel aurora (brasil).

como servir: à temperatura de 6 a 8 graus. Pode ser em uma flûte ou um champgne coupe, aquele modelo com boca larga, igual às taças da vovó. nesse tipo de copo, o gás se dispersa logo, ressaltando os aromas e a doçura da bebida.


Crème brûlée combina com…

Guloseimas cremosas e leitosas casam especialmente com os late harvest ou um sauternes. Doces e frutados, são vinhos encorpados, mas menos alcoólicos do que um xerez ou um porto. Essa característica faz com que eles não submetamo sabor suave desse tipo de sobremesa.

sugestões: os franceses chateau la florêt 2000 sauternes e late harvest 2006 do vale do lontué, com uvas sauvignon blanc. ou o nacional colheita tardia aurora.

como servir: taça de vinho branco, em temperatura entre 7 e 9 graus, que ressalta sua acidez.

Ovos nevados combinam com…

Doces com ovos tendem a apresentar doçura muito acentuada. numa harmonização por contraste, o sommelier dionísio chaves sugere um vinho não tão doce, mas com bastante personalidade, como um xerez branco do sul da espanha ou até um vinho madeira seco, de portugal. por semelhança, a opção seria um late harvest branco ou um sauternes. são vinhos doces, mas com acidez suficiente para equilibrar o açúcar da sobremesa.

sugestões: madeira seco h.m.borges (portugal) e echeverria late harvest 2005 (chile).

como servir: o madeira pode ser servido entre 14 e 16 graus, em copo de degustação – que, menor (100 milímetros de altura), funciona como um curinga para vinhos de sobremesa. já o late harvest (e o sauternes), em taças de vinho branco, entre 7 e 9 graus.

Moscato d’asti, asti spumanti e moscatel espumante Os dois primeiros são produzidos na região de Asti, no Piemonte, Itália. O terceiro é feito em outros lugares, inclusive no Brasil, com a mesma uva (Moscato) e pelo método asti (uma única fermentação, não as duas de boa parcela dos espumantes). O enólogo – chefe da gaúcha Vinícola Aurora, Nauro Morbini, afirma que ele vem conquistando o brasileiro, embora não seja usado só como vinho de sobremesa. “Em 2009, as vendas cresceram 20%”, diz Nauro, que o considera versátil. “É quase um curinga.” Todo esse grupo é frutado, tem bom nível de acidez e doçura branda. Harmonização: frutas e doces com frutas.

late harvest São os vinhos de colheita tardia. “Espera-se que a uva amadureça até quase estar passada para colhê-la”, conta Nauro. Têm acidez suficiente para contrastar com a gordura e uma maior estrutura.Harmonização: sobremesas igualmente encorpadas, como doces à base de leite, creme de leite, leite condensado ou coco.

Passitos Feitos com uvas desidratadas e convertidas em passas. São bem doces.
Harmonização: delícias leitosas e cremosas.

Sauternes Brancos da região francesa de mesmo nome, onde as parreiras sofrem a ação do fungo botytis cinerea, que torna porosa a casca, fazendo com que as uvas percam água. Daí, a concentração natural de açúcar aumenta. São chamados de vinhos “botritizados”.
Harmonização: pudins e doces mais “pesados” – como cremes, por exemplo.

Fortificados A fermentação é interrompida para adição de aguardente vínica, o que torna o vinho mais alcoólico (até 23o GL, alguns graus “mais forte” do que a média). Podem ser envelhecidos por muitos anos. Os mais conhecidos são os Porto, portugueses, os Jerez (ou Xerez, ou Sherry), espanhóis, e os Marsala, italianos. Mas há outros. “Destaco o Tannat fortificado produzido no Uruguai com a mesma técnica do Porto. Comercialmente conhecido como licor de tannat, tem excelente concentração de taninos e frutos negros e notas de especiarias”, diz a sommelier Eliana.
Harmonização: doces com frutas secas (figo, tâmara) e oleaginosas (castanhas, nozes), ou de chocolate.

Vdn Os Vin Doux Naturel são produzidos no sudeste da França com uvas Moscato e Grenache. Devem ser bebidos ainda jovens e resfriados. Harmonização: chocolate.

  • texto Andréa Ciaffone e Dagmar Serpa

Via: Revista Casa Jardim

Dia 21 de Setembro (quarta feira), a importadora Decanter estará promovendo mais uma degustação em Vitória-ES. Desta vez, quem estará por aqui é a Bodega Colomé um dos grandes nomes da vitivinicultura da Argentina e do mundo. O diretor de exportação da vinícola Marcelo Maizelman estará presente conduzindo o jantar, apresentando cinco rótulos, que serão harmonizados com diversos cortes de carnes da churrascaria Minuano.

Seus vinhedos estão localizados na região alta dos Vales Calchaquis considerada a área vitivinícola de maior altura no Mundo entre 2.300 e 3.111 metros de altitude; longe dos ruídos urbanos; e muito perto da imensidade do Céu e do Sol.

4 Estâncias: La Brava (1750 m) en Cafayate, Colomé (2300 m) cujos vinhedos estão ao redor da Bodega, O Arenal (2700 m) e Altura Máxima (3111 m)), estas 2 últimas na região de Payogasta-Salta. A altitude impacta positivamente na qualidade da uva, pois quanto maior a altura, maior a exposição aos raios ultravioletas que devido à altura se encontram concentrados com maior intensidade que em outras latitudes ou áreas com menor nível sobre o mar. A uva para proteger-se da videira gera uma pele mais grossa e escura que, dessa maneira, outorga maior intensidade ao vinho, em cores, aromas e sabores. Além disso, durante o processo, são gerados maiores quantidades de antocianos na pele da uva, que são os componentes antioxidantes que fornecem ao vinho propriedades benéficas para a saúde. Em nosso Vale este efeito se potencia, pois o céu é diáfano e limpo favorecendo uma intensidade solar ainda maior. Por último a grande amplitude térmica que se manifesta com dias cálidos e ensolarados, e com noites frescas, em variações de temperatura de más de 20 °C entre a máxima e a mínima em um mesmo dia; facilitam um desenvolvimento homogêneo e equilibrado de açúcares, polifenóis, coloração, ácidos e sabores. Resultado final: famosos vinhos de altura com grande concentração e equilíbrio.

Alturas nas regiões de vinho do mundo


PRÁTICAS AGRO-ECOLÓGICAS

O procedimento feito no Vinhedo garante a saúde do solo e plantas; procurando oferecer uma nutrição saudável e equilibrada para a videira. Toda a comunidade e os habitantes de Colomé participam harmonicamente neste ecossistema, enriquecendo-o. Nossas práticas são agro-ecológicas e consistem em:

A fertilização do solo através de adubos orgânicos (compost e estercos) que elaboramos em nossa granja e horta.

A aplicação de preparações biodinâmicas; portadoras não somente de substância material orgânica, mas também de forças e de energias que estimulam os processos vivos no solo e na planta. Energia que se transfere também ao ambiente outorgando-lhe o sentido místico que caracteriza Colomé.

Incorporamos uma cosmovisão ancestral ao manejo agrícola. Programando as tarefas de campo em concordância com as fases da lua, do sol e dos planetas, que influem diretamente nos movimentos dos fluidos vegetais; facilitando um crescimento mais harmônico da videira.

O resultado desejado é manter a videira equilibrada ao longo dos anos e conseguir um fruto saudável, concentrado em aromas, polifenóis e sabores, que nos dará vinhos intensos, equilibrados e de grande complexidade.

Quem participar do 3º Encontro Internacional do Vinho em Pedra Azul este ano terá a oportunidade de conhecer um grande projeto do Chile. Se trata do Top Winemakers que reúne numa mesma caixa, pela primeira vez, os enólogos Ignacio Recabarren, Aurelio Montes, Marcelo Retamal, Marcelo Papa, Adolfo Hurtado,Cecilia Torres, Pablo Morandé, Alvaro Espinoza, Enrique Tirado e Andrés Ilabaca. O objetivo é celebrar o bicentenário e a melhor safra do Chile para vinhos especiais Cabernet Sauvignon, do Alto do Maipo (2007). Na foto acima Barack Obama junto ao presidente do Chile Sebastán Piñera dando a bênção nas garrafas RECEBIDAS!

A importadora vende com exclusividade esta coleção inédita. Preço: R$ 4.500.


A Singapore Airlines, uma das aéreas mais luxuosas do mundo, passará a servir em setembro o Premium Château Filhot 2009, Sauternes. Este será o primeiro vinho doce branco, conhecido também como de sobremesa ou aperitivo, a entrar na carta que a empresa oferece aos seus passageiros.

O rótulo foi classificado como um top Deuxième Grand Cru Classe em 1885, que se refere aos melhores vinhos que são produzidos na região de Bordeaux, conhecida pela sua tradição na produção de vinhos finos.

O consultor de vinhos da Singapore Airlines, Steven Spurrier, explica que “Château Filhot é um vinho amarelo-dourado, com aroma floral que contém frutas brancas de verão com um toque cítrico e mel. As notas do mel se mantêm no paladar, o que garante um sabor adocicado, suave e com uma leve acidez natural, que auxilia a manter o equilíbrio. Cada gole é uma revelação de prazer”.

Além desse novo rótulo, passageiros das Suítes e da 1ª classe têm à sua disposição uma seleção internacional de cervejas e licores, opções de coquetéis com ou sem álcool e dois requintados champagne, o Dom Pérignon e o Krug Grande Cuvée, além da carta de vinhos tradicional.

Especificações sobre o vinho: Nome: 2009 Château Filhot, Sauternes|País de origem: França|Região: Sauternes no Departamento Gironde na região de Bordeaux|Tipos de Uva: 60% Semillon, 36% Sauvignon, 4% MuscadelleApelação e Classificação: Deuxième Cru Classe 1855, Sauternes

Singapore Airlines- Fundada em 1947, a Singapore Airlines é uma das companhias aéreas mais luxuosas e premiadas do mundo, com operação em 64 destinos e 35 países, incluindo o Brasil. |www.singaporeair.com.

Via: Revista Fator

Que me desculpem os vegetarianos mais uma boa carne para mim é insubstituível. Para você que tem dificuldade em definir qual o ponto ideal ao pedir o preparo de sua carne ao restaurante, sugiro que imprima esta imagem e guarde na carteira.

Via: Marketing Cozinha

Bom meus amigos, cada dia que passa acredito mais nesta harmonização entre o vinho e a música. As sensações que a música me transmite é a mesma do ato de degustar um bom vinho. Neste momento estou na varanda de minha casa ouvindo Van Halen e, saboreando este vinho belo chileno da safra 2003, tendo um prazer incrível…não dava para deixar de falar isso com vocês.

Avaliação Pessoal: ST (90)

Na taça o vinho mostra visual levemente acastanhado, aromas complexos, mentol, torrefação, ameixa, cedro e especiarias mil. O paladar é redondo, pronto, taninos polidos, médio corpo, confirmado o nariz com final de média intensidade. Com certeza no seu momento, não tendo mais tempo de vida na garrafa.

Chile – Cabernet Sauvignon – 14% alc


A Cantu Importadora, em parceria com o WineBar, estará realizando hoje 29 de agosto às 20:00 hrs, uma degustação virtual exclusiva via web pelo canal WineBar no Facebook. O tasting será conduzido pela enóloga argentina Susana Balbo, juntamente com Alexandre Frias e Daniel Perches, diretamente da bodega Dominio del Plata na Argentina.

O vinho degustado será o Dominio del Plata Essential Cabernet Sauvignon/Malbec. Quem não tiver o vinho poderá participar também enviando perguntas e tirando dúvidas. Daniel Perches avisou hoje em seu blog que teremos surpresas legais por lá.


Para quem ainda não sabe a Filoxera, Phylloxera vastatrix, Dactylosphaera vitifoliae, Viteus vitifolii ou simplesmente Filoxera é um tipo de pulgão, cujo tamanho varia de 0,3mm a 3mm de comprimento, conforme a fase de seu complexo ciclo de vida. Esta praga ataca várias partes da videira em diversos momentos do ano. O pulgão destrói as folhas da planta (que ficam amareladas prematuramente e caem), diminuindo sua capacidade de fazer fotossíntese. Mas o que geralmente a mata é o ataque do inseto às suas raízes, que são sugadas pelo pulgão. Dessa forma, as feridas abertas sofrem a ação de fungos que geram o apodrecimento – a verdadeira causa mortis da videira.

O ataque da praga na Europa aconteceu de forma semelhante às epidemias levadas por navegadores espanhóis às suas colônias americanas. Povos aborígines foram dizimados por vírus inofensivos aos europeus. É fundamental entender o contexto em que se deu a Filoxera. No final do século XIX, a economia européia era movida a vinho: nada menos que 80% da população da Itália vivia direta ou indiretamente dele. Na França, cerca de 20% da receita do Estado vinha do fermentado e 30% das pessoas trabalhavam diretamente com o produto. Em Portugal, o vinho do Porto era o item número um na balança comercial do país…continue a leitura… http://j.mp/nE4Xek.

A única região da Europa que resistiu a Filorexera foi Colares em Portugal:

A ligação de Colares ao vinho perde-se no tempo, mas há conhecimento que na altura da ocupação romana já se fazia vinho nesta região, posteriormente, em 1230, o Rei D.Afonso III, entregava terras aos nobres na condição de implementarem o cultivo da vinha.

A região de Colares ficou famosa nos finais do século XIX, mais precisamente em 1865, quando desabou sobre a viticultura mundial a sua maior ameaça, a filoxera. Este minúsculo insecto, proveniente das Américas, começou a chegar vivo à Europa quando a duração das viagens foi reduzida devido à introdução das máquinas a vapor nos barcos.

Curiosamente, as vinhas da região de Colares foram as únicas que resistiram à filoxera, uma vez que o insecto atacava a raíz das vinhas e não se propagava nos terrenos de areia, devido à profundidade das raízes, que por vezes chegavam aos 8 metros.

Em toda a Europa, exceto nesta região começaram a utilizar-se plantas americanas (resistentes ao inseto), enxertadas com castas europeias.

Nas vinhas desta Região, utilizam-se paliçadas de cana para proteger dos ventos marítimos dada a proximidade do mar. As características do terreno e o microclima desta região, em que as diferenças de temperatura entre o inverno e o verão não ultrapassam os dez graus centígrados, não permitem uma graduação elevada e conferem-lhe um inconfundível sabor.

O vinho produzido nos terrenos de areia é o famoso vinho de Colares de Chão de Areia, tem direito à denominação “D.O.C.-COLARES” e a casta Ramisco nos tinto e Malvasia nos brancos, têm uma representação mínima de 80%.

As vinhas plantadas nos terrenos argilosos, dão origem ao vinho de “Chão Rijo”, que tem direito à denominação “Regional Estremadura”.

Fonte de pesquisa: j,Baeta e Revista Adega