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Archive for março, 2011

A cidade de Videira, capital estadual da uva, encravada no planalto oeste de Santa Catarina, foi palco entre os dias 24 e 25 de março, da III Avaliação Sensorial de vinhos de altitude. Organizado pela Associação Catarinense de Produtores de Vinhos Finos de Altitude (ACAVITIS), o evento foi realizado nas modernas instalações da estação de pesquisa da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (EPAGRI), com a participação de produtores e especialistas em vitivinicultura.

 A abertura das atividades foi encampada pelo Diretor do Conselho Regulador da Acavitis, Walter Melik Kranz, que expôs aos membros da Análise Sensorial a importância deste terceiro evento. “Este é o resultado de um seriíssimo trabalho realizado pela Acavitis e seus associados, utilizando conceitos de grande responsabilidade, empenho e tecnologia, tanto no campo, quanto na elaboração desses maravilhosos vinhos”, afirmou o diretor. 

Avaliações Sensoriais

Três etapas de avaliações foram realizadas pela Acavitis, nos últimos doze meses. A primeira edição aconteceu em Florianópolis, em março de 2010, onde foram certificados um total de 42 amostras, entre vinhos brancos e roses, espumantes, tintos e licorosos. Na segunda degustação, em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, foram verificados mais 112 amostras. Já em Videira, passaram pelas mãos dos técnicos envolvidos, 22 rótulos.

Na totalidade, foram analisadas 176 amostras de vinhos, com 79% de aproveitamento, nas três amostras. “Estes dados são excelentes, mas isso não quer dizer que a Acavitis já atingiu o topo da qualidade, porém está caminhando em passos largos e concretos a caminho de excelência de vinhos finos de altitude no mercado nacional e internacional”, avalia Walter.

A quarta análise sensorial está marcada para novembro deste ano, atendendo os rótulos desta última safra. 

Certificação

Os vinhos aprovados e certificados irão fazer parte da seleção de rótulos representados pela Acavitis.  Os qualificados com o selo de excelência vão participar de todos os eventos de projeção nacional e internacional, como a Expovinis 2011, como também estão aptos a participarem das futuras Vendas Coletivas da Acavitis. 

ACAVITIS

Criada em novembro de 2005, para dar respaldo e suporte aos vitivinicultores, a Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude (Acavitis), com sede em São Joaquim, representa 28 produtores no Planalto Catarinense, com vinhedos espalhados pelos municípios de São Joaquim, Urupema, Urubici, Lages, Painel, Campo Belo do Sul, Campos Novos, Monte Carlo, Tangará, Videira, Treze Tílias, Salto Veloso, Água Doce e Caçador. 

Grupo de Degustadores 2011 

  • Jean Pierre Rosier – Representante da ACAVITIS.
  • João Lombardo – Representante dos Consumidores.
  • Marcel Salante – Representante da ACAVITIS.
  • Marco Antonio Dal Bó – Representante da Epagri.
  • Mauro Celso Zanus – Representante da Embrapa.
  • Nelson Essen – Representante dos Consumidores.
  • Vinícius Cagliari – Representante da Epagri.

Estas informações me foram enviadas por Rodrigo Ramos e Luciana de Moraes / Escritório de comunicação.

Acaba de chegar ao Brasil mais dois rótulos da Viña Pedro, Chile. Um Carmenére da safra 2007 que se chama Tierras Moradas e um Syrah também da safra 2007 com o nome, Kankana del Elqui, de vinhedos selecionados chamados de Solar n° 10. Acima destes dois vinhos está somente o Cabo de Hornos que é o TOP da vinícola. É importado pela World Wine e vendido ao preço de R$ 180,00 cada.

Para quem ainda não conhece a Viña San Pedro, ela foi fundada no Chile em 1865, pelos irmãos Correa Albano. Hoje é a segunda maior exportadora de vinhos chilenos, estando presente em mais de 70 mercados nos cinco continentes.

Tive a oportunidade de provar os dois, veja a minha opinião:

Tierras Moradas – 96% Carmenére e 4% Petit Verdot – Chile – Valle del Equi – 14,1% alc – ST (90)

  • Degustado às cegas, logo se percebe sua tipicidade, característica inconfundível no nariz de um Carmenére, pimentão e herbáceo, frutas vermelhas, que estavam moderados sem incomodar. Na boca confirmou a fruta, bem macio, bom corpo, acidez presente, amplo, com final agradável. Um vinho pronto que vai agradar muito aos fãs da Carmenére.

Kankana del Elqui Solar n° 10 Syrah 2007 – 100% Syrah – Chile – Valle del Equi – 14,1 alc – ST (90+) WS (91)

  • Este Syrah se mostrou com aromas mais complexos, torrefação agradável, cedro, especiarias e frutas como ameixa. O seu paladar é robusto, com taninos firmes, que devem evoluir com tempo de garrafa, acidez e álcool são equilibrados e o seu final longo e frutado.

Ontem junto a um grupo de amigos fui conhecer o Restaurante Argento Parrilla em Vila Velha, cidade vizinha da capital Vitória, ES.

Ao chegar fomos logo recebidos pela simpática proprietária Carol, que nos apresentou um pouco da casa. O local é super aconchegante, rústico, composto por ambiente externo amplo e uma área interna climatizada com capacidade para 40 pessoas.

O cardápio contempla logicamente as carnes como: bife de chouriço, filé mignon, picanha argentina, costela assada, fraldinha, lingüiça e lombo de porco. Os acompanhamentos são deliciosos, a começar pelo pão caseiro, super macio, que vem acompanhado de um molho de ervas da casa. Não podia faltar a típica empanada argentina, que também recomendo.

Pedimos o Parrillada Mix (R$ 140,00), uma forma de conhecer todos os cortes da casa em um só prato. Pode ficar tranqüilo, leve a família, da para 4 pessoas ou 5, e vem acompanhado de empanadas, salada, arroz e batata.

A carta de vinhos ainda é curta, mais bem selecionada. O serviço é apropriado, com taças adequadas e um atendimento capacitado. Para os amantes do vinho que gostam de levar a sua garrafa, uma boa notícia, a rolha é liberada. Mais não se esqueçam das regras .

Veja algumas fotos e endereço abaixo:



Varanda

Grelha a lenha

Pão Caseiro, parece aquele da vovó!!!

Molhos para pães, empanada e carne

Empanada

Parrillada Mix

Endereço: Rua Afonso Pena, 677, Praia da Costa, Vila Velha

Horário: Terça a sexta, das 18h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo, das 12h às 17h

Aceita Cartões

Telefone: (027) 3208.28.73

 


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O investimento dos vinhos brasileiros no mercado alemão chegou a um marco importante. O projeto Wines of Brasil, realizado em parceria entre o Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) e a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), faz a sua melhor e mais preparada participação na ProWein 2011, que começou no último domingo (27) e termina nesta terça-feira (29), em Düsseldorf, na Alemanha. Antes de enfrentar a prova de degustadores e compradores do mundo todo pela sétima vez consecutiva na principal feira de vinhos alemã e uma das mais importantes da Europa, as vinícolas brasileiras fizeram o seu dever de casa. 

No ano passado, o Wines of Brasil contratou a consultoria técnica de dois especialistas em vinhos da Alemanha, o jornalista Jürgen Mathäss e o consultor Peer Holm. Depois de uma semana conhecendo as principais cantinas brasileiras, eles fizeram uma série de recomendações aos produtores que querem ter sucesso no mercado alemão. “Depois deste brand analysis, asvinícolas levarão para a feira as suas novidades, com produtos devidamente adequados ao gosto do consumidor alemão”, afirmou a gerente de Promoção Comercial do Wines of Brasil, Andreia Gentilini Milan, presente na feira. 

Conforme recomendações dos especialistas alemães, as vinícolas brasileiras devem apostar nos espumantes e nos vinhos tintos das variedades Merlot e Cabernet Franc como diferencial para terem êxito na Alemanha. “Há muitos produtos de qualidade e uma boa regularidade nos espumantes e vinhos tintos”, disse Jürgen depois de conhecer a produção brasileira. Os consultores alemães ainda apreciaram os vinhos tintos de cepas exóticas como Marselan, Ancelotta e Teroldego. “O consumidor alemão busca novidades. Por isso, aconselhamos não apostar em varietais tradicionais, que possuem excesso de oferta de todas as partes do mundo”, sugeriram.

Time brasileiro

O time do Wines of Brasil presente na 18ª edição da ProWein conta com as vinícolas Aurora, Boscato, Casa Valduga, Irmãos Basso, Lidio Carraro, Miolo e Vinibrasil, que estão expondo os melhores vinhos e espumantes brasileiros na feira, uma das mais importantes do mundo. A novidade deste ano é a participação da trading Suriana, que representa três vinícolas butique (Cordilheira de Santana, Piagentini e Santo Emilio). “A presença contínua demonstra aos importadores a consistência e a crescente evolução dos vinhos brasileiros. Isto mostra a seriedade com que as vinícolas brasileiras estão investindo no mercado alemão”, destacou Andreia.

 Outra novidade do projeto de exportação de vinhos do Brasil foi a estreia na ProWein Goes City. “Apresentamos os vinhos presentes na feira em restaurantes de Düsseldorf”, contou Andreia. Os produtores brasileiros participantes da feira ainda realizaram uma missão técnica, guiada por Jürgen Mathäss, que passou pelos pontos de venda referenciais de vinho na cidade. Eles também degustaram os vinhos mais comercializados na Alemanha. “Queremos cada vez mais conhecer o que os alemães estão procurando na hora que compram vinhos do mundo para saber com maior clareza o que o Brasil pode lhes oferecer”, comentou Andreia. Os vinhos brasileiros ainda estiveram pela primeira vez no Press Center, onde os jornalistas de todo o mundo fazem as suas refeições e trabalham.

Este ano, afora a já tradicional presença na ProWein, o Wines of Brasil planeja realizar duas degustações de vinhos brasileiros na Alemanha em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE). As cidades de Berlim e Frankfurt devem receber os eventos no segundo semestre. “A ideia é buscar uma maior aproximação com o trade em busca da consolidação da marca dos vinhos brasileiros neste mercado tão importante”, explicou Andreia. 

Na edição passada da ProWein, as 12 vinícolas brasileiras presentes realizaram 634 contatos com compradores de 26 países. Foram fechados US$ 45 mil na feira (por duas vinícolas, para Dinamarca e Alemanha) e ainda foram prospectados US$ 850 mil para os próximos 12 meses. Das cinco empresas estreantes na ProWein de 2010, três delas retornam à feira – Irmãos Basso, Pizzato e Piagentini. A Aurora estará com novo importador, a Pacific Wine Company.

Resultados 
A persistência tem mostrado resultados práticos. Em 2006, as empresas integrantes do Wines From Brazil venderam US$ 160 mil à Alemanha. No ano seguinte, o valor passou para US$ 237 mil. Em 2008, ocorreu um salto para US$ 355 mil e em 2009 a Alemanha comprou US$ 368 mil em vinhos e espumantes brasileiros. Em 2010, houve um recuo, para US$ 226 mil, mas o preço médio por litro passou de US$ 2,58 (em 2009) para US$ 3,44 (no ano passado). A feira deste ano deve trazer resultados ainda melhores para as vinícolas brasileiras. “A grande maioria das empresas presentes na ProWein possui importador para a Alemanha, o que facilita muito a exportação”, observou Andreia. Aurora, Boscato, Casa Valduga, Lidio Carraro, Miolo e Salton foram as vinícolas integrantes do projeto Wines of Brasil que exportaram para a Alemanha em 2010.

Assesoria de imprensa: Orestes de Andrade Junior


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Primeiro episódio da TV Mercadão, onde o Chef Alex Caputo visita o Box dos Irmãos Borges e mostra como é feito o tradicional corte e limpeza do bacalhau.

Está aí mais uma prova que o mundo do vinho é imensurável e por mais que nos informamos, sempre temos o que aprender. Neste final de semana conheci um vinho espanhol da Mustiguillo Viñedos y Bodegas, chamado Finca Terrerazo, com uma curiosa uva chamada Bobal. O vinho tem 85% de Bobal e 15% Tempranillo, sua fermentação é malolática em barrica e 5 a 8 semanas com batonagem (agitação das borras). Sem filtragem. Envelhecido 18 meses em barricas de carvalho francês. Produzidos com vinhedos de Bobal de mais de 60 anos. Sua graduação alcoólica é de 14,5%.

A história da vinícola se iniciou no ano de 1998, Toni Sarrión e sua família, convencidos do potencial da uva Bobal, embarcaram na aventura de elaborarem vinhos únicos e personalizados que expressassem o terreno e o clima de El Terrerazo. A uva Bobal é autóctona desta região e se caracteriza por ser uma uva vigorosa e muito expressiva e com bastante acidez e taninos.

A finca possui 90 h de vinhedos plantados entre 800 e 900 metros de altitude, com predominancia da variedade Bobal, embora também cultivem Tempranillo, Cabernet Sauvignon, Merlot e Garnacha Tintorera.

Avaliação Pessoal: ST (94+)

Visual escuro, aromas de mamão, ameixa, figo em calda, coco, leve especiaria, baunilha, tudo na medida sem excesso. Na boca mostra potência e elegância, untuoso, amplo, persistente e um final confirmando a fruta de altíssima qualidade.

A importadora é a Península. Em Vitória é encontrado na Ville du Vin por R$ 174,00.

O Peixe em Lisboa terá lugar de 7 a 17 de Abril de 2011, aumentando de nove para 11 o número de dias de duração deste evento gastronómico que, na próxima edição, regressa ao Pátio da Galé, no Terreiro do Paço, com mais novidades.

Resultado do êxito alcançado nas edições anteriores, o Turismo de Lisboa decidiu alargar a duração desta iniciativa, para a qual estão já confirmados três jovens chefes de origem portuguesa a trabalhar no mundo da alta cozinha, respectivamente em Londres, Nova Iorque e França: Nuno Mendes, George Mendes (uma estrela Michelin) e Serge Vieira (uma estrela Michelin).

Fonte: Essência do Vinho

www.peixemlisboa.com

Ultimamente tenho recebido emails de leitores solicitando dicas de vinhos com valores mais acessíveis. Realmente fazendo uma busca no Vivendo a Vida, vi que realmente tenho provado vinhos mais caros em sua grande maioria. Então a partir de hoje estou firmando um compromisso com meus leitores de postar mais opções de vinhos até 50,00, pelo menos uma vez por semana.

Para começar tive na taça hoje um vinho que representa esta linha de preço, 44,00, se trata do vinho argentino Finca La Linda Malbec & Syrah uma ótima opção sem sobra de dúvidas. É um corte de 40% Malbec, 40% Syrah, 20% Merlot, com 14,3% de graduação alcoólica. Amadurece por 6-8 meses em barricas de carvalho francês e americano. Com uma estimativa de guarda de 6 anos.

O Finca La Linda é a linha de entrada da conhecida bodega Luigi Bosca, famosa pelos seus malbecs aromáticos e suculentos.

A região é Luján de Cuyo, que tem como características, clima seco, invernos frios, primaveras agradáveis, verões frescos. Grandes diferenças térmicas entre o dia e a noite. Temperatura média de verão de 22° C. Temperatura média no inverno de 6°C e temperatura mínima no inverno de – 6°C. Precipitação anual é de 197 mm.

Avaliação pessoal: ST (88)

Visual vermelho claro, aromas primários de frutas vermelhas com um tostado e baunilha bem agradável. Na boca mostra médio corpo, frescor, média acidez, taninos macios, e um final de boca sem amargor. Tentei harmonizar com um Bife Ancho com risoto de Grana Padano, mais o vinho não suportou. Pratos mais leves ou solo é a melhor opção.

La Linda Corte Reservado Malbec Syrah 2008, Importadora é a Decanter.