search engine optimizationsubmit websiteemail extractor

Archive for fevereiro, 2011

Além de provar ótimos vinhos na noite de ontem, que falarei mais tarde, fui apresentado a “Rolha de Vidro”.

A rolha de vidro é mais uma opção em substituição a rolha de cortiça. Tirando de lado a polêmica discussão sobre o glamour do método de vedação tradicional, posso dizer que é bem pratico, veda perfeitamente, neutra, não interferindo no vinho, ecologicamente correta, sendo reciclável e um visual bastante legal. Mais o preço ainda é um empecilho para uma maior popularização.

Veja o site:

Mais uma pessoa relevante para o crescimento do vinho no Estado do Espírito Santo. Desta vez vamos conhecer um pouco das idéias de Alvanir Denadai (óculos), sócio da Ville du Vin em Vitória-ES, junto a Amadeu Maciel, que estará futuramente por aqui.

Alvanir é uma cara incrível, humildade a toda prova e uma sensibilidade para degustar vinhos impressionante. Já aprendi muito com ele, e o considero um dois maiores conhecedores na prática de vinhos no Estado.

A loja da Ville du Vin hoje é a maior de Vitória, com muitas importadoras e uma grande variedade de rótulos, com um diferencial no preço, no qual pratica a tabela do importador.

10 Perguntas para Alvanir Denadai Ville du Vin Vitória-ES

Como começou a sua historia com o vinho?  

Com o Ingresso na Soaves – Sociedade dos amigos do vinho do Espírito santo, e com a inauguração da Casa do Porto Próximo a minha residência.

Qual a sua visão sobre o mercado de vinhos em nosso estado, o Espírito Santo?

Crescente a cada ano.

Como surgiu a idéia de participar da Ville du Vin em Vitória?
 
Fui convidado pelo meu amigo Amadeu Maciel, sócio fundador do grupo Ville Du Vin (S.P.).

O que pretende implementar na loja em 2011?
 
Essa  resposta o Amadeu poderia melhor esclarecer, porem acredito que seja sempre trazer novidades para loja. (novos rótulos,degustações harmonizadas, produtores internacionais etc…)

O Vitória Expovinhos se consolidou em 2010, foi um sucesso. Em 2011 a Ville du Vin estará presente?  Qual a sua opinião sobre o evento?
 
 Sim, muito Bom!
 
Sobre os críticos de vinho, qual a sua opinião?
 
Quando as notas são boas, ajudam muito a vender! Quando não se conhece o vinho é sempre uma referencia para compra.
 
Como se atualiza sobre o tema?

 
Através de literatura.
 
O que é um bom vinho para você? 
 
É todo aquele que bebo com amigos, em ambientes descontraído, onde a conversa é boa, tipo os que bebemos em nossa confraria.
 
Uma harmonização favorita?
 
Ostras cruas com o vinho Tio Pepe Palomino fino.

 
Qual o melhor vinho que degustou até hoje?
 

1º – Foi o que bebi em Paris junto com minha esposa, na nossa 1º viagem a Europa, comemorando os nossos 25 anos de casados, as margens do rio sena, vendo as luzes da cidade começando a acender – não me lembro do nome, foi logo que entrei para o mundo do vinho e que tornou aquele momento inesquecível para nós!…

 2º – Um Mouton Rothschild – 2000 (carneirinho) que o Péricles levou, na degustação da “Desconfraria” em 2009. 

A Barbera é a segunda uva tinta mais plantada em toda a Itália. Mais é no Piemonte, especificamente em Asti e Alba que a Barbera se destaca. O Barbera d’alba é, geralmente mais cheio, maduro e rico do que o d’Asti, mais em alguns vinhedos rivaliza em riqueza e poder.

O estilo tradicional envelhecido em pipas lhe confere pouco ou nenhum sabor de carvalho. Já no estilo moderno envelhecido em barricas de carvalho francesas, pequenas e novas, tendem a ser bem mais influenciado em aroma e sabor.

O legal é o método tradicional saindo totalmente das características modernosas às vezes enjoativas.

A uva é recomendada para pratos de massa, especialmente com molho de tomate.

Este vinho foi comprado com 50% de desconto, saindo a R$ 45,00, em promoção da importadora Vinea. A primeira garrafa se mostrou com rolha infiltrada e a meu ver com defeito. Agora a segunda veja a baixo:


Avaliação Pessoal:

Esta segunda garrafa degustada se mostrou com o mesmo problema na rolha, totalmente infiltrada. Mais nos aromas e no paladar aconteceu uma história interessante. Desde o inicio da degustação da garrafa mostrou um nariz de vinho chileno, pimentão, eucalipto…….no paladar confirmando e com bons fundamentos de acidez, taninos e álcool.

Italia – Piemonte – Valfieri – Barbera – 14% – ST (88) – Importadora Vinea, R$ 89,00

Este vinho foi degustado no almoço de domingo, levado pelo amigo Dr Aldir Manoel. Pesquisando sobre o vinho descobri que Quinta das Murças faz parte do grupo Esporão de Portugal.

A Quinta dos Murças possui 285.000 videiras, com idades entre os 15 e 70 anos de idade. Predominam as variedades autóctones: Tinta Roriz, Tinta Barroca, Tinta Amarela, Tinto Cão, Touriga Franca, Tinta Francisca, Touriga Nacional e algumas castas internacionais como Cabernet Sauvignon, Rozack, Moscatel Hambourg e Sauvignon Blanc.

Está localizada na região do Douro, aonde tem duas linhas: uma linha com escolha manual e orientada para a adega dos lagares, para os melhores vinhos e uma segunda linha de recepção, para a adega dos vinhos de colheita do ano.  A adega dos lagares, onde são feitos os vinhos Quinta dos Murças Reserva e os vinhos do Porto, dispõe de 7 lagares de granito com controle de temperatura. A maceração é feita com a tradicional pisa-a-pé, e a prensagem é feita de uma forma lenta e suave numa antiga prensa vertical.  

Avaliação Pessoal: ST (93)

Vinho muito inteiro a de se notar o estado da rolha. Visual ainda sem sinais de evolução, aromas de uvas passificadas, baunilha, cassis e ameixa. Na paladar mostrou bastante corpo, taninos evoluídos, acidez surpreendente, retrogosto confirmando o nariz com final bastante longo. Foi harmonizado com um belo filé ao Poivre!!!





Depois de muita polêmica e discussão, o email recebido de Robert Parker não deixou dúvida.

Para quem não acompanhou o caso, recebi um convite para uma degustação aqui em Vitória promovida pela importadora da Taylor’s no Brasil, aonde mais de uma dúzia de pessoas foram informadas que iriam degustar além de vários rótulos de sua importadora, um Vinho do Porto com 100 pontos da Wine Advocate/RP. Acredito que até aqueles que são contra a ditadura “Parker” gostaria de estar neste evento.

Pois bem, a degustação foi maravilhosa, um banquete regado a belos Vinhos do Porto e a nobre presença do diretor de exportação do grupo Taylor’s, Fernando Seixas. O Vintage Port 2003, vinho esse que foi declarado pela importadora, e por vários sites como tendo “100″pts, que de imediato disparei pelo twitter, Facebook e blog que estava degustando um vinho perfeito, não só pela nota e sim também pela qualidade notada, não tinha a referida pontuação. Após a minha postagem no blog, recebo um email do “Confrade Luiz Cola”, sobre o “erro” cometido.

Fiquei perplexo, como!!! Mesmo com copia de sua pontuação em site oficial, recebido por email de “Luiz Cola”, decidi tirar a prova final, nada melhor que o próprio “RP”. E foi o que fiz, enviei um email para ele, que 10 dias depois recebo o retorno.

Gostaria de deixar “bem claro”, que não poderia deixar de esclarecer o assunto em “respeito” aos leitores do “Blog Vivendo a Vida”.

Abaixo cópia do envio e recebimento do Email.

From: silvestre tg [mailto:[email protected]]
Sent: Friday, February 11, 2011 12:46 PM
To: [email protected]
Subject: Taylor’s Vintage Port 2003

Mr. Robert Parker,

Request information from Taylor’s Vintage Port 2003.

On its website states that the score is 98 +.
On the Internet (Google) several existing entries of a supposed note RP-100.

Which is correct 98 + or 100.

Silvestre
www.vivendoavida.net

From: [email protected]
To: [email protected]
Subject: RE: Taylor’s Vintage Port 2003
Date: Mon, 21 Feb 2011 12:16:44 -0500

Dear Silvestre, 

The 98+ score is the official, professional score published in the Wine Advocate. 

The 100 score is from a Hedonist Gazette article called  ”The Great Wall of China, Black Tie Dinner” 

Note to Readers about the Hedonist’s Gazette

The abbreviated, spontaneous, and visceral tasting notes and numerical ratings in this section should not be confused with professional, structured tasting notes from specific peer group tastings or cellar tastings. The Hedonist’s Gazette notes emerge from casual get-togethers, with the food and company every bit as important as the wines. I do not consider these tasting comments as accurate or as pure in a professional sense, but they are part of a wine’s overall record. In short, focus, so critical in a professional tasting without food or other distractions, is clearly on a different level in such “fun gatherings.”    —Robert M. Parker, Jr.


Siga o Blog Vivendo a Vida no Twitter

Mais um trabalho difícil por estes dias aqui na capital Capixaba. Desta vez a loja da Ville du Vin que em parceria com o italiano Marco Colmo, promoveu uma degustação histórica. Pela primeira vez acredito aqui foi feita uma degustação harmonizada com pratos base de trufas, que foram preparados pelo Chef Ivan Di Cesar do restaurante Pier.

Para aqueles que ainda não conhecem as trufas, são fungos subterrâneos que vivem em raízes de algumas árvores, sobretudo sobreiros. Embora na Europa há mais de 20 espécies de trufas, só alguns têm o valor de culinária para o mercado.

Por que são tão caras? O aroma intenso e único, dá um sabor único aos pratos que a utilizam como ingrediente. Uma trufa negra do tamanho de uma noz é capaz de inundar uma sala inteira com aroma. As trufas são conhecidas e apreciadas desde os tempos antigos. Os egípcios e os romanos usavam em sua cozinha, mas eram consumidos principalmente por serem afrodisíaco.

Quais são as melhores trufas comestíveis? Duas trufas são as melhores: a trufa branca de Alba ( Tuber magnatum ) e trufa negra de inverno ( Tuber melanosporum ). Outras trufas são muito menos intenso aroma.

Bom, agora vamos aos vinhos.

O Sommelier Boris Azevedo definiu a seqüência que a partir daí foi só alegria, degustando de joelhos e confirmando a perfeição na harmonização com os pratos. Apesar de todos os vinhos mostrarem ótima qualidade, destaco nesta degustação o Barbaresco La Cà Nova 2004, vinho que mostrou aromas complexos e um paladar perfeito para os pratos, se destacando na acidez.

Não é à toa que Barolos e Barbarescos fazem um par perfeito com as trufas.

Comendator Enrico 2006 – Rosso Toscano I.G.T – Merlot 40%, Sangiovese 25%, Cabernet Sauvignon 25% e 10% Petit Verdot – ST (88)

Castello di Verduno Barbaresco docg 2003 – Nebbiolo – Rabajá – 14,5% – ST (90)

La Ca Nova, Barbaresco Montestefano DOCG 2004 – Nebbiolo – 13,5% – ST (95)

Castello di Verduno docg 2004 – Massara – Nebbiolo – 14% – ST (92+)

Barolo DOCG 2005 – Nebbiolo – 14% – ST (93)

Lorlano Vinsanto Del Chianti Classicio – Malvasia Bianca 50% e Trebbiano Toscano 50% – ST (91+)

Parabéns para os organizadores desta belíssima degustação!!!

Os vinhos degustados ainda não estão disponíveis para venda, quando estiver darei a nota aqui no Vivendo a Vida.

AMIGOS, ESTA É UMA NOVIDADE DO ESPAÇO D.O.C . VEJAM ABAIXO COMO PARTICIPAR.

 O conceito do negócio é conceder um forte desconto  para os clientes que adquirir os vinhos.

O Brasil tem a perspectiva de se tornar o segundo maior mercado para este tipo de negócio no mundo.

VEJAM OS DESCONTOS QUE VOCÊ PODE TER NA COMPRA DESTE VINHO.

Você compra, ganha o desconto e, na  indicação de seu amigo vc ganha MAIS descontos.

Preço normal R$59,00gf

Preço para comprar (cx com 12 gfs) gfs - preço por  R$47,20 gf

Desconto adicional de R$2,20 por gf  saindo apenas R$45,00 gf, quando o amigo indicado também comprar.

Obs. Somente 12 gfs por cliente.

Promoção válida até 28-02-2011 ou em quanto durar o estoque.

Estoque: 144gfs

Dimas Lanna
[email protected]
www.espacodoc.com.br
ESPAÇO D.O.C VINHOS E DELI
Rua Bernardino Monteiro 2 ,Independência- Cachoeiro de Itapemirim ES
CEL -27-9271-7178
CEL- 28- 9903-0596 begin_of_the_skype_highlighting              end_of_the_skype_highlighting
TEL 28- 3511-5314 begin_of_the_skype_highlighting                    end_of_the_skype_highlighting

A segunda participação dos vinhos brasileiros na New York Wine Expo, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, terá a participação de oito vinícolas, quase o triplo da estreia no ano passado. A comitiva brasileira ocupará quatro mesas – com o patrocínio do Ministério das Relações Exteriores (MRE) –, de 25 a 27 de fevereiro, na NY Wine Expo, uma feira voltada ao trade e também aberta ao consumidor norte-americano, que terá a oportunidade de conhecer e degustar vinhos de diversos países e produtores no Jacob K. Javits Convention Center.

O time do Wines of Brasil, projeto realizado pelo Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) com o objetivo de posicionar o vinho brasileiro no mercado internacional, já está escalado com Aurora, Lidio Carraro, Casa Valduga , Miolo e a trading Suriana, que representará as vinícolas Geisse, Sanjo, Santo Emílio e Dom Cândido. Na edição de 2010, Casa Valduga, Lidio Carraro e Miolo participam pela primeira vez desta feira, que este ano deve receber em torno de 150 expositores e 600 vinhos de todos os lugares do mundo.


A ação conta com o planejamento e acompanhamento da representante dos vinhos brasileiros em Nova Iorque, a consultora Nora Favelukes, presidente da QW Wine Experts, radicada há mais de 20 anos nos EUA, e que desde o ano passado trabalha para o Wines of Brasil. “Intensificamos no ano passado a promoção dos produtos brasileiros nos Estados Unidos, que é o segundo país importador de vinhos no mundo”, afirma a gerente de Promoção Comercial do Wines of Brasil, Andreia Gentilini Milan.

Segundo ela, dentro da programação da feira de vinhos nova-iorquina haverá um seminário sobre vinhos brasileiros para cerca de 40 convidados. “Este seminário busca ampliar o conhecimento dos produtos brasileiros entre os importadores e, depois, entre os consumidores norte-americanos”, comenta. O evento está marcado para as 15h30, com duração de uma hora, do dia 27 de fevereiro.


Rodada de Negócios

Para potencializar a participação na New York Wine Expo e atender um pedido das vinícolas, o Wines of Brasil, em conjunto com o MRE, realizará no dia 24 de fevereiro uma Rodada de Negócios na Embaixada do Brasil em Nova Iorque com a presença das vinícolas que estarão presentes na feira, exceto Casa Valduga e Miolo, que já contam com importadores nos EUA.   

Conforme Andreia, a intenção da Rodada de Negócios é dar seguimento aos contatos realizados pelas vinícolas no evento “Buscando Importador”, que ocorreu no dia 30 de setembro do ano passado. Na ocasião, cada vinícola realizará reuniões com potenciais importadores durante toda a tarde. As rodadas acontecerão das 14h30 às 18h, com a organização de Nora Favelukes, da QW Wine Experts. “Vamos seguir as conversas iniciadas no ano passado, buscando concluir as negociações com importadores para as vinícolas brasileiras interessadas no mercado norte-americano”, explica.   

Presente e futuro

A gerente de Promoção Comercial do Wines of Brasil destaca que os Estados Unidos é o país mais representativo para a exportação de vinho brasileiro, já tendo registrado a importação de vinhos de 22 empresas verde-amarelas. O segundo colocado, a Alemanha, adquiriu vinhos de 13 empresas brasileiras. Os norte-americanos compraram cerca de US$ 2,3 milhões em vinhos brasileiros nos últimos cinco anos.

Estimativas de especialistas apontam que o mercado americano será o maior mercado consumidor de vinhos no mundo daqui quatro anos. “É um grande mercado, cuja produção interna representa 70% do vinho consumido pelo norte-americano, mas com 30% de vinhos importados, o que é um volume gigantesco. Só com esse volume, eles são hoje o terceiro maior importador de vinhos do mundo”, salienta Andreia.

Histórico

Na New York Wine Expo do ano passado, a Casa Valduga buscou e conseguiu um distribuidor para seus vinhos em Nova Iorque. A Lidio Carraro encaminhou contatos com diversos importadores. A Miolo, que já possuía distribuição nacional nos Estados Unidos, usou a feira para promover os seus vinhos entre os consumidores norte-americanos.

“Foi a primeira oportunidade em que participamos de um evento para consumidores. Pudemos notar a aceitação e a curiosidade dos vinhos brasileiros”, recorda Andreia. Cerca de 7 mil visitantes passaram pela feira durante os seus três dias de realização. “O espaço do Brasil esteve sempre bem movimentado”, conta Andreia.  

Crédito: Ana Paula Kleinowski / Ibravin

 Orestes de Andrade Jr./Assessoria de imprensa