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Archive for dezembro, 2010

Gilberto Smaniotto acompanha o dia a dia de que gosta e de quem não pode nem ouvir falar de carne.
Especialistas afirmam: a carne bem passada é um risco à saúde.
Nossa equipe viaja ao Pantanal para experimentar a carne orgânica.
Vamos conhecer os veganos. Modismo ou filosofia de vida? Por que tanta gente para de vez de comer carne e tudo o que vem dos animais?
Saiba por que os argentinos dizem que a carne suína é afrodisíaca. E os ingleses pesquisam no porco o combate para o diabetes. Exibido dia 16 de  gosto de 2010.

Gilberto Smaniotto acompanha o dia a dia de que gosta e de quem não pode nem ouvir falar de carne.
Especialistas afirmam: a carne bem passada é um risco à saúde.
Nossa equipe viaja ao Pantanal para experimentar a carne orgânica.
Vamos conhecer os veganos. Modismo ou filosofia de vida? Por que tanta gente para de vez de comer carne e tudo o que vem dos animais?
Saiba por que os argentinos dizem que a carne suína é afrodisíaca. E os ingleses pesquisam no porco o combate para o diabetes. Exibido dia 16 de  gosto de 2010.

Gilberto Smaniotto acompanha o dia a dia de que gosta e de quem não pode nem ouvir falar de carne.
Especialistas afirmam: a carne bem passada é um risco à saúde.
Nossa equipe viaja ao Pantanal para experimentar a carne orgânica.
Vamos conhecer os veganos. Modismo ou filosofia de vida? Por que tanta gente para de vez de comer carne e tudo o que vem dos animais?
Saiba por que os argentinos dizem que a carne suína é afrodisíaca. E os ingleses pesquisam no porco o combate para o diabetes. Exibido dia 16 de  gosto de 2010.

Gilberto Smaniotto acompanha o dia a dia de que gosta e de quem não pode nem ouvir falar de carne.
Especialistas afirmam: a carne bem passada é um risco à saúde.
Nossa equipe viaja ao Pantanal para experimentar a carne orgânica.
Vamos conhecer os veganos. Modismo ou filosofia de vida? Por que tanta gente para de vez de comer carne e tudo o que vem dos animais?
Saiba por que os argentinos dizem que a carne suína é afrodisíaca. E os ingleses pesquisam no porco o combate para o diabetes. Exibido dia 16 de  gosto de 2010.

Gilberto Smaniotto acompanha o dia a dia de que gosta e de quem não pode nem ouvir falar de carne.
Especialistas afirmam: a carne bem passada é um risco à saúde.
Nossa equipe viaja ao Pantanal para experimentar a carne orgânica.
Vamos conhecer os veganos. Modismo ou filosofia de vida? Por que tanta gente para de vez de comer carne e tudo o que vem dos animais?
Saiba por que os argentinos dizem que a carne suína é afrodisíaca. E os ingleses pesquisam no porco o combate para o diabetes. Exibido dia 16 de  gosto de 2010.

Ontem de tarde após fazer uma visita para um amigo em Vila Velha, aproveitei para dar uma passada na loja da Casa do Porto local. Sempre falo para o gerente da loja, Gil, que ir a cidade sem pagar o pedágio em sua loja não tem graça. Por lá sempre acho uma novidade, e dessa vez não foi diferente. Além de um azeite português não filtrado de ótima qualidade, tomei um susto ao ver um espumante Húngaro doce, o Törley Tokaji, uma novidade para meu conhecimento. Para se ver que no mundo do vinho nunca se sabe de tudo, estamos a cada dia aprendendo. Chegando em casa decidi preparar um petisco para harmonizar, Parma, Brie e uma geléia de damasco (foto abaixo).

Para saber a história da vinícola e o método de produção de todos os seus vinhos acessem o site: http://www.torley.hu/


Avaliação pessoal:

Como se pode ver na foto acima, visual dourado, perlage fina, que surpreende pela abundancia permanecendo por um bom tempo em taça. Nos aromas achei um pouco tímido, mostrando um leve floral. Seu paladar inicia seco, mostrando bom frescor, média acidez, finalizando com um dulçor não enjoativo lembrando abacaxi e mel.

A harmonização foi boa, mas acho que com uma salada de frutas para fechar uma refeição será ainda melhor.

Preço: 65,00 – ST (87)


Degustar um vinho é pesquisar e descobrir as características e suas potencialidades dessa bebida dos deuses para melhor apreciá-la. Para tanto algumas condições tem que ser respeitadas. Como vinho evoca prazer, não é bebido em solidão e exige ser compartilhado. A primeira exigência é a escolha dos confrades. Há uma necessidade absoluta que as pessoas tenham afinidades entre si e, como dizem os italianos piacevoli em relação ao vinho, isto é, que tenham conhecimentos técnicos do que vão avaliar e saibam o devido valor da obra de arte que têm às mãos.

Em resumo, existem dois tipos de avaliação que se faz sobre um vinho: a objetiva e subjetiva. Na objetiva, utilizada pelas revistas especializadas, a equipe de degustadores deve ter previamente uma formação, experiência e desenvolvimento dos órgãos dos sentidos para que utilize a mesma terminologia da expressão das sensações organolépticas. Nesse caso podemos comparar a apreciação de uma obra de arte, seja pictórica, literária ou musical. Você pode não gostar, mais deve concordar que o estilo, a técnica e a emoção que permite e transmite catalogá-la como fora de serie ou, melhor exemplificando, você pode não gostar da poesia de Fernando Pessoa, me tem que admitir que ele foi um grande poeta.

Na degustação subjetiva você deve decidir apenas se gosta ou não de determinado vinho e obrigatoriamente sua opinião não é coincidente com os demais apreciadores. Por exemplo posso ter preferência pelos vinhos da Rioja, quando outras pessoas não gostem. Só bebendo os diversos vinho e educando seus sentidos alguém torna-se um bom degustador. Uma estreita gama de preferência causa uma deformação no paladar chamado “erro de enquadramento”. Em outras palavras, é uma pessoa gostar apenas de vinhos chilenos amadeirados e tânicos e achar que todos os vinhos tenham a mesma características e, quando tem a oportunidade de experimentar um Valpolicella ou um Borgonha, achá-los desequilibrados.

O local onde se realiza a degustação deve ter boa iluminação preferentemente de luz solar, evitando penumbras ou lâmpadas de néon, que interferem com o gradiente de coloração e nuanças de reflexos. Alguns recintos forrados ou que tenham madeiras que exalam odores devem ser evitados. O angelin-pedra usado na decoração de ambientes deixa um desagradável e persistente cheiro de uréia. Até mesmo os participantes devem moderar o uso de perfumes e desodorantes florais.

A correta temperatura do vinho e a correta escolha da taça de cristal com boa qualidade, ajuda de sobremaneira o vinho a se expressar.

A aeração, utilizada na maioria dos vinhos jovens, consiste na transferência da garrafa para o decantador de cristal para maior superfície de contato com ar rapidamente elimine a acidez volátil e o vinho mostre sua plenitude de olfato e paladar.

Bom chega de regras. Aproveite o vinho da melhor maneira possível, escolha o seu preferido e não de atenção para os que ditam regras.

Tim-tim, salut, prosit ……….    

Vinho muito prazer – Carlos José Vieira

  • Dr Carlos José Viera, cirurgião plástico, criador da primeira confraria de vinhos do Espirito Santo a Sereníssima. Um nariz privilegiado, experiente, que ensinou a muitos como eu a respeitar o vinho e entendê-lo.


Com uma crescente variedade de azeites disponíveis no mercado, escolher um parece uma tarefa complicada. “A melhor maneira de identificar um bom azeite é degustando-o”.

Na degustação do azeite, alguns sabores indicam aspectos positivos de um bom produto. O amargo mostra que o azeite foi extraído de azeitonas verdes ou no inicio de maturação. Já o sabor doce, suave e agradável, é típico de um azeite obtido com azeitonas completamente maduras. O picante aponta que as azeitonas ainda estavam totalmente verdes e foram extraídas no início da temporada. Sabores amendoados ou de “grama”, com um gosto mais herbáceo, também são considerados bons atributos.

É bom preferir o extra-virgem, cuja acidez fica entre 0% e 0,8%. Um azeite legítimo não traz solventes ou substâncias químicas, é somente o suco da azeitona. O que muda é o sabor, a textura, a cor ou o aroma. Mais da metade da composição é pura gordura monoinsaturada. Ele contém, ainda, ômega-3 e substâncias antioxidantes, com destaque que beneficiam as artérias. Vale ressaltar ainda a boa concentração de vitamina E, que ajuda a afastas o risco de tumores.

Na hora de comprar, preste atenção no seguinte:

- Nome do produtor, data de fabricação e de validade do produto etc.

- Acidez: azeites comuns muitas vezes não trazem essa informação valiosa. Os melhores azeites têm baixa acidez, até 0,5%. Em termos de sabor, são “picantes” na garganta, frutados (azeitona) e levemente amargos.

- Embalagem: o tamanho ideal é de 500 mililitros. Está provado cientificamente que os frascos menores favorecem a oxidação. Já o problema com as embalagens maiores é que elas duram mais — e depois de aberto o azeite vai perdendo características.

- Safra: apenas alguns têm essa informação no rótulo. Quando não está especificada, é importante observar a data de fabricação. Quanto mais fresco e jovem melhor. Azeite velho é sinal de má qualidade, pois perde aroma e sabor. Fuja de produtos que tenham sido fabricados há mais de um ano e meio.

- A coloração varia de acordo com o tipo de oliva e condições climáticas. Ao contrário do que muitos pensam, não significa que quanto mais verde o óleo melhor sua qualidade.

- Quando não é puro, é misturado com óleo vegetal e isso está escrito no rótulo, algo como”composto de azeite de oliva”.

São três tipos:


- Extra-virgem – até 1% de acidez
- Virgem – entre 1,2% e 1,5% de acidez
- Virgem fino – 1,5% a 2,3%

Os melhores azeites têm até 0,5% de acidez.

A baixa acidez, por exemplo, indica se a coleta e o processamento das azeitonas foram bem realizados. A acidez do azeite extra-virgem (resultado da primeira prensagem a frio das azeitonas e que conserva suas melhores características nutricionais). Já o azeite virgem (extraído de azeitonas maduras e obtido na segunda prensagem) É indicado consumir o produto o mais próximo possível à data de fabricação. Outro aspecto importante é procurar azeites que tenham sido embalados no local de origem. Quando isso acontece o produto tem menos contato com o oxigênio, aumentando sua qualidade. Outra referência é buscar azeites de oliva de países consagrados pela alta qualidade da produção. Issac Azar destaca além de Espanha, Itália e Grécia, os produtos vindos da Turquia, Tunísia e Síria.

Fonte: Almanaque Culinário

A Sociedade Agrícola da Sossega proprietária do Monte do Pintor foi constituída em 1991 e tem como objetivo principal a produção e comercialização de vinhos.

O primeiro vinho produzido por esta sociedade data de 1993. Em 1995 iniciou-se a comercialização de um vinho regional alentejano com a marca MONTE DO PINTOR.

A vinha está instalada em encostas suaves expostas a Sul em solos definidores de um distinto “Terroir”. As uvas, predominantes são as tradicionais castas tintas alentejanas Trincadeira e Aragonez bem como Castelão, Alfrocheiro, Tinta Caiada, Alicante, Moreto e nas castas brancas Verdelho, Arinto e Antão-Vaz.”

Até à colheita de 1999 só trabalhavam com a produção em 4 hectares de vinha (os primeiros que foram plantados) para que o favorável desenvolvimento vegetativo das videiras novas fosse possível.

A data das vindimas é uma decisão criteriosamente tomada por seus enólogos que, diariamente, fazem análises à maturação das uvas, casta por casta, controlando assim a acidez, o açúcar, a cor e a riqueza dos taninos.

Avaliação pessoal:

Vinho comprado e degustado no restaurante Braseiro no almoço de domingo em Vila Velha-ES.

Visual acastanhado, aromas de ameixa seca, baunilha, especiarias e madeira velha. Seu paladar é macio, acidez adequada com retrogosto frutado, com uma pitanga que nunca tinha sentido em um tinto antes e boa persistência. Estagiou por 18 meses em barricas de carvalho.

É sem duvida um vinho honesto e prazeroso. Parabéns ao enólogo David Patricio.

A harmonização com o bacalhau foi boa, mais com o arroz de tomate deu zebra….a acidez do tomate quebrou o encanto do vinho.

Preço no restaurante R$ 59,00.

Portugal – Alentejo – Aragonez, Trincadeira e Castelão – 14% Alc – ST(89+)

O especialista em carnes István Wessel ensina a receita do carré de cordeiro para o almoço de domingo. Veja como é facil o preparo, assista o vídeo. 

INGREDIENTES: 2 carrés de Cordeiro inteiros com 8 ossos cada, ½ xícara de azeite, ½ xícara de vinho tinto, 2 colheres de sopa de alecrim fresco debulhado, 4 dentes de alho amassados, sal e pimenta do reino branca moída na hora.