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Archive for novembro, 2010


O 8º Concurso Effervescents du Monde, realizado em Dijon, na França, entre 17 e 19 de novembro, premiou a Cooperativa Vinícola Garibaldi com a única medalha de ouro brasileira da competição, assim como em 2007 e 2008. O novo resultado máximo confirma o espumante Garibaldi Moscatel como o recordista nacional de premiações em sua categoria. Ao todo já foram 23 premiações, 12 em 2009, e 11 em 2010, um número sem precedentes no setor vitivinícola brasileiro. A competição, que considera somente amostras de espumantes, reuniu cerca de 100 experientes jurados para avaliar mais de 500 rótulos, de 24 países, seguindo os rigores da ISO 9002.  

Na esteira do crescente e constante reconhecimento de seus produtos tanto no mercado doméstico quanto internacional, a Vinícola Garibaldi terá também outros motivos para comemorar o final de ano. Suas vendas de moscatel em 2010 já alcançaram registro de 50% de crescimento, muito acima da média geral do mercado, que acumula alta parcial de 24,6% até outubro, segundo dados do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin). O valor supera também as projeções iniciais feitas pela Garibaldi, que havia estimado vendas 35% maiores em abril.

Fonte: TEXTO SUL ASSESSORIA (Atendimento à Imprensa)

A indústria do vinho francesa está aderindo à onda ecológica.

Depois de desenvolver vinhos orgânicos, alguns produtores decidiram patentear barris ‘ecologicamente responsáveis’.

A novidade requer menos árvores de carvalho e pode ser desmontada para facilitar o transporte.

Em recente degustação realizada na Wine Store Carone tive o prazer de degustar vinhos da vinícola italiana Terredora.

Terredora é uma vinícola que traz no nome o que mais valoriza: a terra. A vinícola foi fundada em 1978 aonde possui 150 hectares de vinhedos próprios.

O solo é de argila, barro e pedra calcária. O clima é muito quente e seco, com pouca chuva mais bem distribuída no ano.

Os vinhos degustados foram da região de Campania que durante o Império Romano, mais precisamente a região próxima à cidade de Pompeia, foi a Bordeaux Italiana, pois aí se localizavam os melhores vinhedos da Itália, como o Surrentinum e o Falernum, este último famoso pelo Opimiano, o vinho mais célebre vinho do Império Romano. A região foi devastada pelas larvas do vulcão Vesúvio no ano 79 d.C., cessando, então a sua importância na vitivinicultura italiana. Hoje, apesar da modernização por que vem passando, a Campania, produz ainda poucos vinhos de reconhecida qualidade.

Falanghina Terredora 2008 – Campania – 100% Falanghina – 14% alc – ST(89) – Cantu – R$ 60,00

  • Vinificação: Vinificação por maceração a frio de uvas selecionadas colhidas no início de outubro, a temperatura de fermentação controlada.
  • Maturação: em cubas de aço inox para manter o frescor
  • Avaliação pessoal: Visual amarelo brilhante, aromas de tutti fruti, abacaxi e um floral bem evidente. Na boca mostrou uma acidez equilibrada, belo frescor com uma persistência média.


Aglianico Terredora – Terradora 2008 – Campania – 100% Aglianico – 14% alc – ST(90) – Cantu – R$ 65,00

  • Vinificação: Maceração das uvas em 24-25 ° C, não mais que 7 dias para obter uma boa extração da cor, sem sobrecarregar a estrutura de taninos e manter o frescor aromático bom. Temperatura controlada de fermentação do mosto.
  • Maturação: descanso em cubas de aço inox.
  • Avaliação pessoal: Visual acastanhado, aromas de chocolate, ameixa em calda, verniz. Achei pelo nariz que estaria doce em boca, mais se mostrou seco, taninos redondos, acidez chamando uma refeição com bom final de boca.

Mais um belo vinho Espanhol clássico de Rioja degustado na companhia de amigos. Esta garrafa foi presente de minha mãe que trouxe de sua recente viagem a Madri. Não sei o preço aqui no Brasil, mas lá estava por 22 euros.

Bodegas Faustino é uma daquelas vinícolas que ainda luta fazendo vinhos tradicionais, já que a Espanha passa por um processo de modernização para garantir a saúde econômica de suas Bodegas empurrada pelo gosto de críticos como o amigo RP e da maioria dos consumidores no globo. Uma pena, já que sou um apaixonado pelo estilo rústico e espero que consigam manter a tradição.

Avaliação pessoal:

Visual castanho escuro, aromas maravilhosos de estrebaria, torrefação, alcatrão, defumado e frutas secas adquiridos em seus 28 meses em barril de carvalho e mais 4 anos em garrafa. Na boca muita potência aliado a uma elegância, acidez equilibrada, retrogosto confirmando o nariz e longa persistência.

Espanha – Rioja – Tempranillo 90%; Mazuelo 10% e Graciano – 12,5% alc – ST(95) – R$ 22 Euros

Mais um belo trabalho de garimpo de Marcelo Copello para facilitar nossa vida na hora da compra. Dessa vez ele degustou e classificou 33 espumantes nacionais.

A degustação foi organizada pela Ibravin/Wines of Brasil que aconteceu em sua sede em Bento Gonçalves. Esta prova marca o 10º ano consecutivo que Marcelo avalia espumantes nacionais.

Dos 33, 22 foram considerados bons (85-87 pontos), muito bons (88-89) ou excelentes (90 pontos ou acima). Vejamos abaixo os destaques da prova e o quadro geral de notas.

MELHOR ESPUMANTE BRASILEIRO de 2010

Casa Valduga Gran Reserva Natura 2004  

Os TOP-10

Casa Valduga Gran Reserva Natura 2004 

Cave Geisse Terroir 2006 

Cave Geisse Nature 2008 

Casa Vaduga Espumante 130 

Casa Valduga Espumante Rosé Blush Premium 2006 

Salton espumante 100 anos 

Miolo Millesime Brut 2009 

Chandon Excellence 

Bueno Cuvée Prestige, Miolo

Chandon Brut   

Melhor compra até R$ 30

 

Aurora Brut Chardonnay (R$ 26, 40) 

Melhor compra até R$ 40

Casa Valduga Espumante Rosé Blush Premium 2006 (R$ 37)  

Melhor compra até R$ 50

Chandon Brut (R$ 44) 

1-Gran Reserva Natura 2004, Casa Valduga (R$ 87). Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método tradicional, com 1,61 gramas por litro de açúcar residual. Cor dourada brilhante, Ótima perlage, abundante e persistente. Aroma intenso, com muita levedura, baunilha, fruta doce, chocolate branco. Paladar encorpado e cremoso, com boa presença do gás carbônico na língua, acidez marcada, muito bem equilibrado, excelente. Nota: 91 pontos

2-Cave Geisse Terroir 2006, Vinícola Geisse (R$ 105). Elaborado com 62% chardonnay e 38% pinot noir pelo método tradicional, com 1 grama por litro de açúcar residual. Cor amarelo palha intenso com reflexos dourados, ótima perlage. Aroma fechado e austero, limpo e elegante, com bom frescor, toques de leveduras, mel, brioche, fruta madura, baunilha, limão amarelo confit, chocolate branco. Paladar estruturado por ótima acidez, cremoso, denso e muito longo,  equilibrado e elegante. Nota: 90 pontos

3-Cave Geisse Nature 2008, Vinícola Geisse (R$ 55). Elaborado com 70% chardonnay e 30% pinot noir pelo método tradicional. Cor amarelo palha claro, perlage excepcional, pequena, abundante e persistente. Aroma intenso e muito fresco, cítrico, limão, mel. Paladar estruturado por ótima acidez, seco, sério, boa cremosidade, bem equilibrado. Nota: 89 pontos

4-Espumante 130, Casa Valduga (R$ 60). Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método tradicional, com 10 gramas por litro de açúcar residual. Amarelo dourado claro e brilhante, ótima perlage, pequena e abundante. Aroma de bom ataque, com boa complexidade, frutas maduras, frutas cristalizadas, mel, leveduras, baunilha, mel. Paladar de bom corpo, cremoso, com boa acidez, longo, já é excelente, mas acho que ficaria mais fino e equilibrado com 1 ou 2 gr de açúcar a menos. Nota: 88 pontos

5-Espumante Rosé Blush Premium 2006, Casa Valduga (R$ 38). com chardonnay e ninot noir (dominante) pelo método tradicional, com dosagem de 8-10 gr/l. Cor de tangerina, com ótima perlage, pequena e abundante. Aroma elegante e frutado, com bom finesse, mel, frutas cristalizadas, tostados, frutas vermelhas frescas. Paladar muito cremoso, longo, muito bem equilibrado, boa complexidade. Nota: 89 pontos

6-Espumante Salton 100 anos, Salton (R$ 100). Elaborado com chardonnay e pinot noir (dominante) pelo método tradicional, sem dosagem, com 3 anos de autólise. Cor mais dourada, com ótima perlage. Aroma intenso e fresco, com brioches, baunilha discreta, cítricos, mel, nozes. Paladar intenso, de acidez elevada, ainda deve evoluir em garrafa, está novo. Nota: 89 pontos

7-Miolo Millesime Brut 2009 (R$ 55). Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método tradicional, com 9 gramas por litro de açúcar residual. Cor entre palha e dourado, com boa perlage, pequena e abundante. Aroma intenso, frutado, com baunilha, abacaxi. Paladar cremoso, boa acidez, sente-se a dosagem de açúcar, bem equilibrado, fim de boca adocicado,no geral muito bom, eu só diminuiria a dosagem em 1 ou 2 gramas. Nota: 88 pontos

8-Chandon Excellence, Chandon Brasil (R$ 83). Amarelo palha, com ótima perlage. Aroma muito elegante e de boa complexidade, com nozes, mel, frutas cristalizadas, limão amarelo confit, caramelo. Paladar leve e cremoso, elegante e equilibrado. Nota: 88 pontos

9-Bueno Cuvée Prestige, Miolo (R$ 67,20). Elaborado com 50% chardonnay e 50% pinot noir. Palha brilhante com refleos dourados, ótima perlage. Aroma intenso, com cítricos, mel, fruta doces, abacaxi. Paladar de com corpo, boa cremosidade, boa acidez, bem equilibrado. Nota: 88 pontos.

10-Chandon Brut, Chandon Brasil (R$ 44). Palha claro, ótima perlage. Bom ataque no nariz, fresco e cítrico. Paladar leve e fresco, macio, estilo fácil de beber, muito bem equilibrado. Nota: 87 pontos

11-Pizzato Brut (R$ 40). Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método tradicional, com 8 gramas por litro de açúcar residual. Palha intenso, boa perlage, pequena e abundante. Aroma de bom frescor, floral e cítrico, com toques de mel e tostados. Paladar leve e cremoso, bem equilibrado com boa acidez, média persistência. Nota: 87 pontos

12-Aurora Brut Chardonnay, Cooperativa Vinícola Aurora (R$ 26,40). Elaborado com 100% chardonnay pelo método charmat. Perlage de tamanho grande, não muito abundante, mas de bom ataque. Aroma perfumado, floral, frutado, limpo e agradável,. Paladar de bom corpo, boa cremosidade, boa acidez, dosagem de açúcar aparece um pouco na boca, equilíbrio muito bom, belo conjunto.Nota: 87 pontos

13-Espumante Brut, Campos de Cima (R$ 26,00). Elaborado com 70% chardonnay e 30% pinot noir pelo método tradicional, com 8,8 gramas por litro de açúcar residual. Cor amarelo palha com perlage abundante, pequena e persistente. Aroma fresco e limpo, lembrando tostados, frutas cristalizadas, baunilha, brioche, mel. Paladar de bom corpo, cremoso, com boa acidez, boa presença do gás carbônico na língua. Nota: 87 pontos

14-Cave Pericó Brut Champenoise (R$ 45). Elaborado com 45% cabernet sauvignon, 33% merlot e 22% chardonnay, pelo método tradicional, com 6 gramas por litro de açúcar residual. Perleage abundante, pequena e persistente. Cor dourada, aroma mais maduro, com frutas mais maduras, tostados, toques de maçã cozida (como um strudel), frutas vermelhas, baunilha. Paladar intenso, gás intenso na língua, acidez marcada, encorpado e equilibrado. Nota: 87 pontos

15-Intuição Brut Champenoise Rosé, Fabian (R$ 35). Elaborado com pinot noir, cabernet sauvignon e merlot, pelo método tradicional. Cor de casca de cebola. Aroma intenso, floral, mentolado que lembra a cabernet sauvignon. Paladar macio, bem equilibrado, fresco, dosagem de açúcar aparece na boca, muito bom. Nota: 87 pontos

16-Brut Champenoise, Fabian (R$ 36). Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método tradicional. Palha dourado com boa perlage. Aroma de leveduras na frente, em um estilo  que remete a Champagne, pão torrado, baunilha, caramelo, intenso, maduro. Paladar cremoso, açúcar residual se nota, muito bom só falta um pouco de acidez/frescor. Nota: 87 pontos

17-Don Giovanni Nature (R$ 50). Elaborado com 75% chardonnay e 25% pinot noir pelo método tradicional. Amarelo dourado carregado, ótima perlage. Aroma intenso e maduro, lembrando baunilha, mel, manga, abacaxi em calda, geléia de maracujá, pão torrado, manteiga. Paladar untuoso e rico, muito interessante, só falta uma melhor acidez que lhe daria mais frescor e persistência. Nota: 86 pontos

18-Villaggio Grando Brut 2010 (R$ 34). Elaborado com 56% chardonnay, 37% pinot noir e 7% pinot meunier, pelo método charmat. Cor amarelo palha com reflexos dourados. Ótima perlage. Aroma intenso frutado, com fruta doces, baunilha, pão torrado, toque floral doce que lembra moscatel. Paladar de bom corpo, com boa acidez, com doçura aparecendo um pouco e prejudicando um pouco o equilíbrio. Nota: 86 pontos

19-Salton Evidence (R$ 35). Elaborado com 70% chardonnay e 30% pinot noir pelo método tradicional, com 7,3 gramas por litro de açúcar residual. Cor amarelo palha com reflexos esverdeados. Perlage pequena e abundante. Aroma de bom ataque, mostrando fruta doce, baunilha, brioche, mel, limão. Paladar de bom corpo, acidez crocante, bom com ataque do gás na língua, boa cremosidade e muito bem equilibrado. Nota: 86 pontos

20-Cave Pericó Brut (R$ 38). Elaborado com 40% cabernet sauvignon, 28% merlot e 32% chardonnay, pelo método Charmat, com 9,2 gramas por litro de açúcar residual. Perleage abundante, pequena e persistente. Aroma mais frutado, com toque herbáceo da cabernet sauvignon, com toques de mel e frutas vermelhas. Paladar de bom corpo, acidez crocante, boa presença do gás na língua, sente-se a dosagem de açúcar. Nota: 85 pontos

21-Fausto Brut, Pizzato (R$ 28). Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método charmat, com 12 gramas por litro de açúcar residual. Cor amarelo palha claro, ótima perlage. Aroma floral e frutado, com melão e pêra maduros, limão amarelo, toque de uvas maduras, como em um moscatel. Paladar com um pouco de açúcar a mais, matando um pouco o equilíbrio. Nota: 85 pontos

22-Marson Brut,2009, Cave Marson (R$ 35). Elaborado com 85% chardonnay e 15% pinot noir pelo método tradicional. Cor amarelo palha claro, com perlage muito boa. Aroma doce e não muito limpo, lembrando chocolate branco, musgo. Paladar de bom corpo, boa acidez, seco sério, em estilo remete a Champagne, mas precisa de um melhor equilíbrio. Nota: 85 pontos

23-Decima Gran Reserva Brut 2006, Piagentini (R$ 35). Elaborado com 100% pinot noir pelo método tradicional, com 24-30 meses anos de autólise e 6-8 gramas de açúcar residual. Cor de pêssego, perlage pequena abundante. Aroma intenso e doce, floral, pétalas de rosas, nos aroma lembra o estilo de rose da provence, embora falte um pouco de limpeza nos aromas. Paladar de ótimo frescor, boa estrutura, média persistência. Nota: 84 pontos

24-Espumante Dádivas Brut, Lidio Carraro (R$ 40). Palha claro, brilhante, boa perlage. Nariz inicialmente fechado e neutro, abriu-se na taça, mostrando perfil cítrico delicdo, com toque de maçã verde, florais, frutas cristalizadas, mel, fermento. Paladar cremoso, doçura aparece bastante para um brut. Nota: 84 pontos

25-Gheller Gold Brut, (R$ 36,00). Elaborado com 80% chardonnay e 20% pinot noir pelo método tradicional. Boa perlage, cor amarelo dourado mais carregado, denotando idade ou oxidação. O nariz confirma leve toque de oxidação que não chega a ser defeito, toque de madeira. Paladar encorpado, acidez alta, sente-se a dosagem de açúcar, precisa de um melhor equilíbrio. Nota: 83 pontos

26-Perini Nature (R$ 70). Elaborado com 60% chardonnay e 40% pinot noir pelo método tradicional, com 2 gramas por litro de açúcar residual. Palha claro, boa perlage. Aroma pouco intenso, quase neutro e carente de melhor limpeza e definição. Paladar de bom corpo, boa acidez, bom equilíbrio, com toque de amargor no final. Nota: 81 pontos

27-Monte Paschoal Brut, Irmãos Basso (R$ 15,50). Elaborado com chardonnay e riesling itálico, pelo método charmat, com 8 gramas por litro de açúcar residual. Cor amarelo palha claro, perlage de tamanho grande, abundante. Aroma doce e fresco, de mel, frutas cristalizadas, melão pêra, cítricos, toque de frutas cozidas. Paladar leve e macio, acidez moderada, falta um pouco de frescor (mais acidez). Nota: 80 pontos

28-Espumante Brut, Casa Galiotto (R$ 9,50). Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método charmat, com 11 gramas por litro de açúcar residual. Perlage grande e não muito abundante. Pouco ataque no nariz, com aroma cítrico, um pouco cozido e não muito limpo e pouco definido. Paladar cremoso, mas falta equilíbrio e frescor. Limitado. Nota: 80 pontos

29-Espumante Malbec Rosé, Don Guerino (R$ 22). Elaborado com 100% malbec. Cor entre cebola e cereja. Perlage excelente, muito pequena. Aroma doce, de tutti frutti, geléias, mel. Paladar pastoso, um pouco grosseiro, com extração demasiada e açúcar sobrando, sem frescor. Nota: 80 pontos

30-Monte Paschoal Brut Rosé, Irmãos Basso (R$ 15,50). Elaborado com 100% pinot noir pelo método charmat, com 10 gramas por litro de açúcar residual. Cor de casca de cebola, ótima perlage. Aroma doce, de frutas vermelhas em compotas, tutti frutti. Paladar sente-se a doçura que parece mais que 10gr/l, e encobre um pouco a fruta e o frescor, falta um pouco de equilíbrio. Nota: 79 pontos

31-Rio Sol Brut Syrah, ViniBrasil (R$ 29). Elaborado com 100% syrah pelo método charmat. Na cor é branco papel. Aroma diferente, que me lembrou cêra de abelhas e caldo de carne,. Paladar leve com doçura bem pronunciada para um brut, tique de amargor no fim de boca. Não pudemos indetificar nenhum defeito neste vinho, como rolha ou brett, mas me pareceu uma má garrafa, pois os espumantes Rio Sol costumam ser melhor avaliados. Nota: 78 pontos 

Se você está à procura do vinho perfeito, uma companhia canadense sugere que se esqueça as degustações e se vá fazer o próprio vinho. Em apenas seis semanas, pode-se criar, engarrafar e rotular a obra-prima.

Será que fica bom? Estou curioso. Assista o vídeo e tire suas conclusões. 

Depois de degustar as safras 1959 e 1975, o Deus Baco me proporcionou mais esta grande experiência com este vinho “raro”. A prova foi na companhia de amigos no jantar de sexta aonde neste dia provamos além do “Ygay” vários vinhos evoluídos, dentro deles um “Madeira” do ano de meu aniversário 1973, presente do amigo Aldir, que comentarei aqui no blog essa semana.

A Marqués de Murrieta produz uma gama de vinhos, tanto tintos como brancos, sendo o seu Top “Castillo Ygay Gran Reserva Especial”, que é um dos mais conhecidos vinhos e uma autoridade em Rioja. É uma mistura de Tempranillo tradicional, que após um estágio de vários anos em tonéis de carvalho americano, repousa outros 5 anos em garrafa antes de ser lançado ao mercado.

Avaliação pessoal:

Visual atijolado e límpido. Nariz mostrou frutos secos, especiarias, madeira velha e um leve floral. A boca confirmou o nariz com taninos redondos, ótima acidez e persistência média. Um vinho muito delicado, que para entender tem que gostar do estilo e ter muita atenção. Acho até que é um vinho para se degustar sozinho sem a concorrência, que na noite estava forte.

Espanha – Rioja – Castillo Ygay Gran Reserva Especial Cosecha 1987 – Tempranillo, Garnacha, Mazuelo e Graciano – 13% alc – ST(92) – Adega do Marcola!

Marcos Bassi o artesão da carne ensina como preparar uma costela bovina de verdade. Assista o vídeo!

A Sommelière Eliana Araujo convida para um ciclo de degustações exclusivas de Borgonha e Bordeaux na Wine Stock (Itaim – SP). As degustações serão em seu Show-room com exclusivo espaço para 10 pessoas.

Para quem ainda não conhece a Wine Stock, ela atua na importação e comercialização com procedência de vinhos nobres, produzidos pelas vinícolas mais tradicionais da França. Os vinhos são 100% refrigerados em todo o processo e contam com auditoria internacional especializada em logística.

Reservas 011 3074.3656 – Rua Pedroso Alvarenga 1284 – 6° – Itaim

www.winestock.com.br