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Archive for agosto, 2010


Uma loja de vinhos finos no Aeroporto de Dubai está reivindicando o recorde mundial depois que um cliente gastou um total de E.U. $ 107.000 em oito garrafas de vinho. O cliente fez a compra em uma visita ao Le Clos de vinho fino e espíritos boutique de luxo em Dubai o Terminal 3 do Aeroporto Internacional , em 22 de agosto. Quase duplicando o anterior recorde mundial para uma compra vinho único no varejo de viagem, o alarde incluído garrafas de 1947 e 1961 Château Pétrus , bem como uma magnum da safra 1959. A loja disse que o recorde foi um sinal de que a demanda por vinhos de alta gama foi crescendo novamente quase dois anos após o início da desaceleração econômica global.

Fonte: Decanter.com


O vereador de uma pequena cidade do Piemonte do Sul pede a todos nós para salvar as vinhas da sua cidades: a proposta é adotar uma linha de uva barbera. Como recompensa, garrafas de Barbera com a etiqueta e o nome do “dono”, ou seja de quem adotou.

Castagnole delle Lanze, è uma cidade no sul do Piemonte de 3.800 habitantes, com forte vocaçao vinicola. A cidade está localizada entre as famosas colinas Langhe e Monferrato.
O vereador da cidade, Marco Cortese e a administração municipal está tentando de todas as maneiras garantir que o património histórico da vinha nao morra, por causa da terrível crise que afetou também a indústria do vinho, fazendo com que os agricultores locais abandonem o cultivo das vinhas por causa do preço baixo que as casas vinícolas querem pagar pelas uvas Barbera destinadas a produçao do vinho.

Ao longo dos últimos dois anos, muitos dos produtores da cidade têm vendido suas uvas a baixo custo, uvas que eles cultivam com tanta paixão.

Para tentar evitar tudo isso, a administraçao munincipal decidiu tomar algumas medidas. E a luz, encontrada por eles, nao foi aquela de incentivar o público a comprar uma garrafa de vinho, mas sim a colaboraçao e o desejo de ajudar um setor em dificuldades, fazendo uma boa ação.

Qual è a “BOA” açao?”.

Eles estao convidando qualquer pessoa a ADOTAR um pedaço do território e, especificamente, uma fileira de uvas Barbera.

Quem partecipa da iniciativa è responsavèl de uma parte do vinhedo, que serà trabalhado com paixão e cuidado pelos agricultores da cidade, e cujas uvas serao vinificadas na melhor maneira para que se possa produzir um Barbera de qualidade, e nao parà por aqui, no rotulo da garaffa vem escrito o nome da pessoas que adotou aquela fileira de vinha.

Obviamente, todos que aderirem a iniciativa adotando um vinheto, vao receber fotos dos trabalhos realizados em “sua” vinha, e se quiserem podem vir de pessoa durante a colheita ou durante a fermentação para assitir as operações.

O resultado de tudo isto será uma série de garrafas selecionadas de Barbera, e de qualidade que serão produzidas com rótulos especificos da vinha e da pessoa que adotou. Alèm disso, estas garrafas de vinho serão entregues a todos aqueles que partecipam da iniciativa, de forma gratuita.

Para maiores informaçoes sobre como adotar:
Marco Cortese (00xx39) 335 241156 ou (00xx39) 335 7302299

E-mail:

Autora: Micheline Bavutti
Contato:

A família imigrou da Itália para o Brasil no final do século dezenove. A tradição vitivinícola herdada dos ancestrais foi favorecida pelo clima encontrado na região dos Vinhos dos Altos Montes. A ascendência francesa traz consigo o símbolo da flor-de-lis que caracteriza a marca Fabian. A Vinícola Fabian tem por filosofia produzir uvas e elaborar vinhos em pequena quantidade, com produção limitada e controlada para a satisfação plena do apreciador de vinhos.

Região:

É na microregião dos Vinhos dos Altos Montes, no município de Nova Pádua na Serra Gaúcha, que se situam os vinhedos da Família Fabian. A altitude, topografia, solo e o clima são propícios para obtenção das excelentes uvas para estes vinhos especiais.

  

Abri estas espumantes que me foi enviada pelo representante da vinícola Julio Antunes no final de semana com grupo de amigos. Agradou aos confrades dentro do que ela se propõe, custo x beneficio. Uma excelente opção de compra para se degustar neste calor que já está chegando.


Brasil – Nova Pádua -RS – Serra Gaúcha – Brut Champenoise – Chardonnay e Pinot Noir – N°Garrafas 4035 – R$ 36,00

  • Visual amarelo palha, perlage fina e abundante, no nariz apresentou notas doces, cítricas e um leve tostado. Na boca se mostrou seca, com bom frescor e uma acidez equilibrada. Superior a sua faixa de preço.


Brasil – Nova Pádua – RS – Serra Gaúcha – Brut Champenoise – Chardonnay e Pinot Noir – N° Garrafas 4689 – R$ 32,00

  • Visual rosado, um forte ataque aromático de pêssego, passando para um cítrico. Na boca bem equilibrada, com bom final de boca sem amargor.


Brasil – Nova Pádua – RS – Serra Gaúcha – Moscatel – Moscato – N° 4552 – R$ 24,90

  • Visual bem claro, no nariz mostrou muita fruta e floral. Na boca mostrou bom equilíbrio entre dulçor e acidez.

Julio Antunes P. Filho
El Gran Vino Representações Ltda Me

Celular 27 8801 8881 – Telefax 27 3329 0322

Tudo começa na cidade de Veneza em 1950, quando Giuseppe Cipriani (dono do Harry’s Bar, lugar frequentado por gente famosa e importante como Ernest Hemingway, Maria Callas, Aristótles Onassis, Orson Welles entre outros), criou um prato a base de carne crua para ajudar a curar a anemia da condessa Amália Nani Moncenigo. Apesar do preconceito da época com as carnes cruas, a receita foi um enorme sucesso. O nome do prato vem do pintor renascentista Vittorio Carpaccio que tinha como marca registrada o uso de tons luminosos vermelhos que imediatamente lembrava a carne crua.

Fonte: GourmetSP

Consolidado como o principal evento de vinhos do interior paulista, a Mostra Internacional de Vinhos (MIV) – Campinas chega à quinta edição trazendo novidades das principais importadoras de vinhos e produtores nacionais aos profissionais de restaurantes, empórios e hotéis em um espaço para realização de negócios. Simultaneamente, a MIV atrai o público consumidor final qualificado e conhecedor de vinho, que já está na expectativa do evento anual.

Neste ano, a Mostra trará aos consumidores os “VIP Wine Tours”, com degustação de vinhos de uma única uva, com origem em diversos países. O participante fará um tour privativo pela MIV, acompanhado de um guia exclusivo, percorrendo os estandes das importadoras e fabricantes para a apresentação de vinhos especiais em cada tema. Outro destaque será a degustação Top Bordeaux, onde um número limitado de apreciadores terá a oportunidade de degustar vinhos exclusivos, com destaques para o Ch. Palmer 2002 (94 pontos Parker) e Ch. Pichon-Baron 2004 (93 pontos Parker).

Evento obrigatório dos conhecedores de vinhos, que recebeu no ano passado 800 visitantes, a MIV expõe as principais marcas em formato Table Top, onde os expositores apresentam as garrafas sobre a mesa, oferecendo o produto para degustação. Mesas de frutas e antepastos estarão à disposição dos consumidores para acompanhar a degustação. “A Mostra tornou-se um importante ponto de encontro de profissionais e de pessoas interessadas em conhecer o que há de melhor no mercado. É uma oportunidade para encontrar vinhos dos mais diferentes países em um único local, para degustar e comparar”, explica a organizadora do evento, Midory Vianna.

O ingresso de R$ 50 para homens e R$ 40 para mulheres dá direito a uma taça exclusiva e a degustar mais de 300 tipos de vinhos nacionais e importados. Palestras sobre iniciação à degustação de vinhos e noções de harmonização enogastronômica custam mais R$ 15 por pessoa, mesmo valor dos VIP Wine Tours. Para a Top Bordeaux, é necessário se inscrever diretamente no site, onde se pode também adquirir ingressos para o evento – www.mivcampinas.com.br.

Evento: 5ª Mostra Internacional de Vinhos (MIV) – Campinas
Quando:11 de setembro (sábado), das 14h às 21h
Onde: Royal Palm Plaza Resort Campinas – Av. Royal Palm Plaza, nº 277
Jd Nova Califórnia – Campinas/SP
Ingressos e informações:“www.mivcampinas.com.br”
e-mail: [email protected]
Telefone: (19) 3254-3400 e também nas principais lojas de vinhos de Campinas.

Da mesma forma que recentemente falei da tecnologia agindo em favor do vinho, agora me cabe comentar sobre invencionices que apenas – em minha humilde opinião – depõem contra a natureza lúdica do mundo da enogastronomia. Ou seja, meras bizarrices.

Seguindo a estética do artigo anterior, pretendo me concentrar em três exemplos emblemáticos que possam emoldurar esse quadro um tanto grotesco, ainda que ensejem certa diversão.

Inicialmente, a curiosa versão dos vinhos “Hello Kitty”. Sim, isso mesmo. Vinhos produzidos na Itália com a marca Hello Kitty, cuja linha contém um vinho tinto, um branco, um rosé e uma mini garrafa de prosecco; todos derivados da casta Pinot Nero. Os rótulos? Cor de rosa, è vero!

Considerando que o público que acompanha a personagem está na faixa etária compreendida entre 04 e 10 anos, é no mínimo curioso – senão antinatural – associar uma marca tipicamente infantil a bebida alcoólica. Mesmo sendo o vinho uma “bebida lúdica”, o lado lúdico das crianças certamente não coaduna com bebidas de espécie alguma.

Obviamente, o tema gerou polêmica e até mesmo aqui no Brasil, os – para mim, ridículos – vinhos da Hello Kitty já foram motivo de acalorado debate no site Enoeventos (www.enoeventos.com.br), já que nos EUA há uma natural associação com “Joe Camel” o famoso camelo que incentivava as crianças a fumar. Meu comentário à época foi o seguinte: “Absolutamente ridículo. Absolutamente patético. Chega a ser “non sense”. Lamentável que tenha esse potencial (intencional ou não) de subverter o interesse infantil”.

Bem, ridículo ou não, o fato é que os vinhos são vendidos lá fora por cerca de U$ 30,00 a garrafa; ou seja, cerca de R$ 55,00.

Outra inovação que considero uma bizarrice exemplar é a invenção do vinho em lata. Atribui-se à vinícola Cavas Hill, da Espanha, o pioneirismo no lançamento de um vinho em lata. Da Itália saiu o Vino & Fashion (foto), um vinho frisante produzido a partir da uva Lambrusco. A despeito do que dizem os produtores, se o Lambrusco em si, já não grande coisa como vinho, imaginem então, enlatado?

Democratizar e popularizar o vinho, esse é o mote dos vinhos em lata. A considerar que muitos de nós começamos “bebendo” vinhos de garrafão e hoje estamos degustando vinhos de bom padrão, buscando sempre apurar o paladar, tal democratização é bem vinda.

Mas, justamente por isso, por já me encontrar em um padrão mais mediano, vinho em lata, se não chega a ser um anátema, não deixa de ser mais uma bizarrice.

Por fim, a maior das bizarrices de que ouvi falar no mundo dos vinhos, nos últimos tempos. Vinhos para cães e gatos…Pasmem! Até aonde pode chegar a sanha capitalista do ser humano (rsss)?

A bizarrice desenvolvida pela Bark Vineyards, obviamente não leva álcool, pois além de patético, seria politicamente incorreto. Nem por isso deixa de ser um triste simulacro.

Os rótulos Bakundy, Sauvignon Bark, Pinot Leasheo e White Sniffn-Tail são, na verdade uma espécie de suco que simula sabores de famosos vinhos franceses.

Ao custo módico de U$ 20,00, agora já podemos mimar nossos bichinhos de estimação com fabulosos vinhos, desenvolvidos exclusivamente para eles. Ora, francamente, se me permitem a licença poética, vá se f…(rsssssss).

Bem, em se tratando de bizarrices enológicas, creio estarmos bem fornidos. Há certo divertimento, claro, mas, via de regra, quem leva a sério toda a ritualística que envolve os vinhos, não consegue encarar essas brincadeiras – de gosto duvidoso, diga-se – com isenta naturalidade.

Considerando que gosto de uma boa polêmica, a palavra está em aberto…

 

Esta postagem me foi enviada pelo futuro Blogueiro Marcelo Carneiro, parabéns amigo, ótima matéria!!!

Hoje pela manhã tive a idéia de harmonizar Champagne com rabada, será que estava viajando. Segundo o grande enófilo Arthur P. Azevedo, um dos mitos difundidos da harmonização de champanhe com comida diz que o champanhe é um vinho que acompanha toda a refeição. Mais é uma verdade relativa, pois para que a harmonização seja perfeita, será necessária a utilização de vários estilos de champanhe na refeição, sendo desta forma possível se tomar champanhe desde a entrada até a sobremesa. Vamos então a minha avaliação.

Avaliação Pessoal:

Michel Gonet Brut: Uma champagne não safrada mais mostrou ser bem evoluída. Visual amarelo ouro, perlage já em decadência, aromas deliciosos de mel, pão torrado, avelã e amêndoas. Na boca estava com bastante frescor, intensa nos sabores, excelente acidez e uma longa persistência.

Harmonização: Foi na minha opinião uma harmonização perfeita, a intensidade do sabor do prato estava em sintonia com a Champagne que como falei em cima era evoluída e intensa em sabores, encorpada. Acho que uma champanhe mais nova não teria a mesma sorte.



A Quinta da Pedra Alta e Quinta da Cruz, já em 1940 era uma das quintas com grande produção de vinhos generosos do Douro. António Leal e Maria da Conceição Pinto, avós do atual proprietário Jorge Eduardo Branco Pinto Leal, comandavam os destinos destas Quintas, onde ainda existe uma casa a que chamavam de “MUDA” que era o local de troca de cavalos nas viagens de norte para sul e vice-versa, o que nos dá uma idéia da importância das Quintas no local.

Atualmente, plantadas com as castas tradicionais do Douro, as Quintas ocupam uma área de 90ha de terra e de vinha onde ainda hoje é notório o respeito e o cuidado com que nelas se trabalha. Durante muitos anos a produção das Quintas esteve centrada nos vinhos generosos que vendiam a comerciantes, e nas pequenas quantidades de vinhos tintos e brancos para consumo exclusivo. A partir do ano de 1995, foi desenvolvido um programa de modernização da vinha tendo em 2001 sido construída uma adega de raíz e iniciada a produção de vinhos DOC Douro, Portos, Espumantes e Azeites.

Avaliação pessoal: Considero esta espumante um achado. Visual amarelo palha com reflexos esverdeados, perlage fina e persistente com formação de coroa. No nariz mostra complexidade, mostrando uma variedades de aromas como abacaxi, maça, pêra, tostado e leve manteiga. Na boca é seco, mostra bom corpo com acidez equilibrada e um longo retrogosto.

Portugual – (DOC) Douro – Malvasia Fina, Gouveia, Rabigato – 12% – R$ 75,00 – Adega Capixaba/Grand Cru – ST(93)

Amigos, nesta noite de sábado a minha sogra que dá um tremendo apoio aqui em casa teve que se ausentar. Então fui para a cozinha inventar um cardápio para a turma. Saiu um risoto de parmesão com lingüiça frita. O negocio ficou bom, e para escoltar este prato estruturado decidi abri um Malbec também com o mesmo peso. Já tinha degustado da Família Cassone o Obra Prima Cabernet Sauvignon, e hoje foi a vez do Malbec que escoltou bem o risoto.

Avaliação pessoal:

Visual roxo brilhante, aromas característicos da uva Malbec, mostrando muita fruta madura, chocolate e baunilha. Na boca se mostrou bem estruturado com uma acidez viva e boa persistência.

Malbec – Mendoza – 2007 – Familia Cassone – 100% Malbec – 14% – ST(90)- R$ 80,00 – Enotria

Foi realizado sob o comando de Humberto e Bruno Freire na Grand Cru Vitória uma noite de degustação com a vinícola Escorihuela Gascón. Fundada em 1884 pelo jovem Miguel Escorihuela Gascón é uma das mais antigas vinícolas da Argentina que hoje faz parte do grupo Zapata. Rodrigo Castilho o enólogo Export-Manager da bodega fez uma breve palestra falando sobre seus vinhos e Bodega.

O ambiente estava super agradável, descontraído, com pessoas queridas como os meus amigos Vinícius (Chef Vero), Gersino Coser Filho (Tauros), Mauro Quintão, Cacá, Luiz Cola e demais pessoas de fino trato. Além dos maravilhosos vinhos que menciono abaixo nos foi servido novidades da padaria Monte Libano uma grande parceira da Grand Cru Vitória, destaque para o Grissini, palitos crocantes originários de Turim, uma delicia.

Avaliação Pessoal:

Escorihuela Gascon Viognier 2009 – 100% viognier – 13,8% – Mendoza – R$ 45,00 – ST(88)

  • Visual amarelo esverdeado, nariz agradável com notas de polpa de fruta branca com fundo floral bem delineado. Em boca bom volume e uma acidez equilibrada.

Escorihuela Gascon Pequeñas Producciones Syrah 2005 – 100% Syrah – 12 meses – 13,8% – Mendoza – R$ 95,00 – ST(89)

  • Este vinho conversando com Vinicius (Chef Vero) destacamos como um vinho de personalidade única, mostrando um visual escuro, aromas bem complexos iniciando com um torrefação forte e evoluindo para notas de gergelim e molho shoyu. Na boca estava com boa estrutura, álcool não aparente, acidez média e boa persistência.

Escorihuela Gascon Pequeñas Producciones Cabernet Sauvignon 2006 – 100% Cabernet Sauvignon – 12 meses barril – 14,1% – R$ 95,00 – ST(90)

  • Este Cabernet se mostrou bem típico, visual escuro, aromas leve de pimentão com toques de pimenta e fumo. Na boca se mostrou concentrado, com taninos elegantes, maduros e intensos.

Escorihuela Gascon Pequeñas Producciones Malbec 2006 – 100% Malbec – 12 meses barril – 14,2% – R$ 95,00 – ST(90)

  • Visual roxo brilhante, aromas de coco, baunilha com frutas vermelhas explodindo no nariz. No palato confirma a boca, taninos doces e aveludados com retrogosto delicioso de frutas em calda.

Escorihuela Gascon Miguel Gascon 2006 – 85% Malbec, 10% Cabernet Sauvignon e 5% Syrah – 13 meses – 13,9% – R$ 145,00 – ST(93+)

  • Visual intransponível, aromas ainda pouco evoluído e fechado. Na boca encantou, gordo, aveludado, frutado, longo e todos os outros adjetivos que se possa dar a um vinho. Todos deveriam ter a oportunidade de degustar este néctar dos Deuses.

Parabéns a Vinícola que me surpreendeu mostrando vinhos com muita personalidade.

Humbero e Bruno muita saúde e sucesso!!!