search engine optimizationsubmit websiteemail extractor

Archive for julho, 2010


Estava levando a maior fé neste Syrah Chileno, guardando para um momento especial para dividir com os amigos. Já tinha provado uma taça na feira Expovinhos em Vitória junto com varias pessoas, sendo destaque naquele dia.

Bom, mais em jantar com casais de amigos o vinho não encantou. A principio se mostrou com os aromas muito intensos chegando a ser enjoativos, como Cristina que estava na mesa falou, que no momento achei estranho mais era realidade, ferro, metal, sangue nos aromas. Na boca mostrou ser um vinho bem feito, taninos aveludados, acidez pedindo uma refeição e uma persistência boa. Mais como Aldir falou, “Silvestre, este seu vinho vai estar bom daqui a uns oito anos”. Autoridade este vinho não é meu e sim da vinícola….kkkk, mais concordo com sua opinião.

Veja site da vinícola:

Chile – Casablanca – 100% Syrah – 2008 – ST(89+) – R$ 128,00


O site Chileno Planeta Vino conta a história de uma década do sommelier Ariel Pérez desde o seu primeiro emprego no bar do Hotel Plaza San Francisco de Santiago Chile até aqui no Brasil (Casa do Porto). Ariel é o responsável pelas descobertas da importadora Casa do Porto, viaja constantemente para nos trazer bons vinhos e também é professor da ABS-SP e Campinas. Conheço Ariel praticamente desde a sua chegada, quando participei de vários cursos e degustações promovidas pela importadora. É um cara fantástico, humilde e com um grande conhecimento técnico e prático do mundo do vinho. Veja a matéria completa no site Planetavino.com .

Via Blog Taça Cheia

Visual rubi translúcido. Nariz de frutas vermelhas frescas, leve condimentado, nuances florais e madeira praticamente imperceptível. Na boca, ainda primário mas bastante equilibrado e elegante, com taninos já bastante agradáveis, ótima acidez e persistência média/longa. Acredito que mais alguns anos de guarda façam muito bem ao vinho, tornando-o ainda mais macio e aportando alguma dose de complexidade. MF

Languedoc – França – Grenache, Carignan e pequena parcela de Syrah – 13,5% – ST(90)

Languedoc

Os pequenos produtores são maioria no Languedoc-Roussillon, mas é possível encontrar ali todo tipo de vinícola, de cooperativas muito pequenas as como a de Saint-Jean de Minervois até um grande produtor biodinâmico da Europa, o Domaine Cazes. A naioria está aberta para receber turistas para visitas e degustação. A visita inclui explicações sobre a produção do vinho, ida à cave, às vezes um passeio de carro em torno dos vinhedos, e, finalmente, uma degustação de alguns vinhos.


Esta imensa área a partir da borda direita espanhola, que caminha em toda a costa mediterrânea de Provença que compõem o Languedoc- Roussillon são os Pirinéus Orientais , o Aude, Herault e Gard.

A região possui dezenas de denominações e uma aparentemente interminável variedade de vinhos, o mais conhecido dos quais são Corbières, Minervois , Pic Saint Loup, Fitou e La Clape . Há fortificada interessante ” Vins Doux naturels “, como Muscats e Banyuls .


O homem à espera de julgamento para chantagear Domaine de la Romanée- Conti , ameaçando envenenar vinha da propriedade, foi encontrado morto em sua cela na prisão .
Funcionários da prisão em Dijon, Borgonha, disse que o homem não foi assasinado , enforcou-se sexta-feira passada .

Fonte: http://bit.ly/amC5yA


Mais um encontro da confraria, desta vez o tema foi Nebbiolo safra 2004. O responsável por esta seleção foi o confrade Luiz Cola, que selecionou e nos apresentou as cegas quatro vinhos, sendo três Italianos e um Argentino também da uva Nebbiolo, que foi uma surpresa para min. Foi muito interessante esta degustação, talvez a melhor que tivemos na confraria até hoje, tivemos até palestra. A princípio achei todos os vinhos muito parelhos, mais com o decorrer da noite as coisas foram se esclarecendo e se dividindo de forma clara. O 2° vinho se entregou mostrando uma coloração bem mais escura que os demais e logo abriu um dulçor entre nariz e boca o separando, assim ficando mais fácil e lógico qual seria o restante dos vinhos na mesa. A grande qualidade dos vinhos na minha opinião, foi a acidez é sua elegância. Vou descrever a minha opinião pessoal sobre os vinhos da noite, e logo abaixo colocarei a descrição do confrade Luiz Cola sobre as características da região.



Marchesi di Barolo Barbaresco 2004 – WE91 – WS89 – World Wine R$ 177,00 – ST(88)

  • Visual castanho, nos aromas se mostrou o mais fechado da mesa, até o final da degustação ainda não conseguia achar nada no nariz. Na boca apresentou sua qualidade, taninos macios, acidez muito boa, alias uma qualidade de todos da mesa e um boa persistência.


Viña Alícia Nebbiollo 2004
– RP 92 – Decanter R$ 187,00 – ST(90)

  • Visual vermelho rubi, aromas doces de goiabada, com boca confirmando o dulçor, mais não desmerecendo sua qualidade, mostrando também bom conjunto.


Bruno Rocca Barbaresco 2004 – WS93 – RP90 – World Wine R$ 298,00 – ST(93+)

  • Visual castanho claro, aromas leves de ameixa, cacau, medicamento (Olina) e alguma especiaria. Na boca se mostrou equilibrado, aveludado, retrogosto doces, álcool não aparente e uma longa persistência.


Pio Cesare Barbaresco 2004 – WS92 – Decanter R$ 326,80 – ST(94)

  • Na minha opinião o melhor da noite, mostrou um visual atijolado, aromas de baunilha, rosas, leve couro, terra e frutas vermelhas como cereja. Na boca se mostrou pronto apesar de sua idade, um belíssimo conjunto entre acidez, taninos, álcool e persistência que estou lembrando até agora.


Por Luiz Cola

Barbaresco – Regiões

  • Barbaresco: As vinhas ao redor da vila de Barbaresco são responsáveis por 45% da produção regional, com muitas vinhas localizadas dentro da cidade. As vinhas desta área tendem a ser relativamente mais claras na cor e ter um corpo mais bem estruturado e aromático.
  • Neive: Aqui a Nebbiolo é apenas a 4ª casta mais plantada, ficando atrás do cultivo de Barbera, Dolcetto e Moscato, mas a região é conhecida por alguns dos mais poderosos e tânicos Barbarescos. A área abrange os famosos vinhedos de Santo Stefano e Bricco di Neive, onde alguns produtores vinificam o vinho em pequenas barricas de carvalho. Localizada a leste de Barbaresco, Neive produz 31% do Barbarescos.
  • Treiso: Localizada ao sul de Barbaresco, com vinhedos nos pontos mais altos das montanhas locais, Treiso fornece vinhos de corpo mais leve, conhecidos pelo equilíbrio e elegância. Sua pequena área é responsável por 20% da produção da DOCG.

Barbaresco D.O.C.G

  • O regulamento da DOCG de Barbaresco estipula que os vinhos devem amadurecer 2 anos no mínimo (sendo pelo menos 1 ano em carvalho), podendo chegar a 4 anos para ser considerado Riserva.
  • Os vinhos devem ter entre 12,5% e 13,5% de álcool. Barbarescos devem esperar entre 5 e 10 anos para ser consumidos, pois são extremamente tânicos e duros na sua juventude. Os melhores podem continuar a ser apreciados por mais de 20 anos.
  • O estilo típico do Barbaresco oferece um bouquet de rosas e violetas e notas de cereja, trufas e licor. Com a idade, pode desenvolver notas defumadas, terrosas e aromas de couro e alcatrão.

Barbarescos x Barolos

  • Apesar de utilizarem a mesma casta e ser produzidos a 15 km um do outro, os vinhos das DOGC’s Barbaresco e Barolo tem diferenças bem distintas:
  • Localizado ao sul do rio Tanaro, os Barbarescos tem uma leve influência “marítima” que permitem a Nebbiolo amadurecer um pouco mais cedo que na zona do Barolo, loalizada em maiores altitudes, ao “pé do monte”. Isto proporciona a uva, uma fermentação e maceração mais curtas. Assim, os taninos mais jovens dos Barbarescos não são tão duros como os dos Barolos, e pelas regras da DOCG, permitem que eles amadureçam um ano a menos que os Barolos.
  • Os Barolos tendem a ser mais fechados e encorpados, mas é nos taninos que se estabelece a grande diferença. Os Barbarescos tendem a ter taninos mais delicados e podem ser bebidos mais cedo, enquanto os Barolos podem exigir o dobro do tempo para serem degustados.
  • A pequena área plantada em Barbaresco, rende cerca de 35% da produção anual de Barolo, mas de modo geral, os Barbarescos são mais consistentes que a média dos Barolos e custam, na maioria das vezes, bem menos que os afamados Barolos.

Presentes na noite: Alvanir Denaday, Aldir Manoel de Almeida, Ubericilas Polido, Weligton Andrade, Luiz Cola, Flavio Maraninchi e Silvestre.


Na noite de segunda-feira foi realizada uma degustação promovida pela Ville Du Vin em Vitória comandada pelo novo contratado da casa, o Sommelier Boris Azevedo, ex- Aleixo. A idéia era de forma descontraída provar e avaliar seis vinhos, sendo três Argentinos e três chilenos.

Confesso que me senti um peixe fora d´agua, pois mesmo achando os vinhos agradáveis, tive uma grande dificuldade de avaliá-los, a grande maioria estavam muito iguais. Acho que todos com exceção do Grand Callia, merecem seu tempo de garrafa para amadurecer e gerar um melhor prazer. A grande concentração de frutas e madeira na maioria dos vinhos do novo mundo de safras novas estão atrapalhando no meu ver a sua qualidade. Isso não quer dizer que o vinho seja ruim e sim um estilo de vinho que para muitos é bastante agradável e para outros nem tanto.

Achei que a degustação foi muito boa, ajudando a acrescentar na experiência de cada participante. No final deu Argentina……..

Parabéns aos envolvidos nesta degustação e a Decanter pelos dois primeiros colocados.



Julio Antunes (Decanter) e Silvestre

Descrição dos vinhos, por ordem decrescente de classificação:


6° – Clos des Andes 34% CABERNET SAUVIGNON, 33 % MALBEC E 33% SYRAH. SAFRA 2006 12 MESES CARVALHO FRANCES 50% NOVO 50% 2° USO VINICOLA POESIA MENDOZA – ARGENTINA – R$ 99,00 – 14% – ST(86)

  • Visual vermelho rubi, aromas primários de frutas vermelhas com teor alcoólico pulando da taça. Na boca se mostrou melhor, com taninos macios, boa acidez com leve amargor final.


5° Lahuen 2007 – CARMENERE 70% CABERNET SAUVIGNON 30% – SAFRA 2007 – 12 MESES CARVALHO FRANCES NOVO VINICOLA TERRANOBLE – MAULE – CHILE R$ 115,00 –

  • Esta safra do Lahuen 2007 não foi privilegiada como a sua 2006. Visual escuro, aromas tostados, chocolate e frutas secas. Na boca mostrou uma acidez desequilibrada, taninos vivos com persistência média.


4° Chakana Estate Selection 2007 – MALBEC(80%), PETIT VERDOT(10%), SYRAH(10%) SAFRA 2006 15 MESES CARVALHO FRANCES NOVO – BODEGA CHAKANA MENDOZA-ARGENTINA R$ 90,00

  • Visual vermelho, aromas de verniz, esmalte de unha e alcaçuz. Boca se mostrou primário com taninos ainda novos, média acidez e uma boa persistência.


3° Intriga 2007 – CABERNET SAUVIGNON 100% – SAFRA 2006 – 17 MESES CARVALHO, FRANCES 85% e AMERICANO15% – VINICOLA SAN JOSE – MAIPO-CHILE R$ 110,00

  • Visual vermelho rubi, aromas de jenipapo e cat-chup. Na boca estava com boa acidez, taninos macios e uma boa persistência.


2° Memórias 2006 -CABERNET SAUVIGNON 69 % CARMENERE 31% – SAFRA 2006 – 14 MESES CARVALHO FRANCES 30% NOVO 70% 2° USO – VINICOLA EL PRINCIPAL – MAIPO-CHILE -R$ 117,20

  • Visual roxo, aromas doces frutas como morangos, manga e ameixa. Na boca mostrou taninos ainda pegando, boa acidez e uma persistência media para mais.


1° Grand Callia – MALBEC(80%), PETIT VERDOT(10%), SYRAH(10%) – SAFRA 2006 – 18 MESES CARVALHO FRANCES 60% NOVO AMERICANO 40% NOVO – BODEGA CALLIA – MENDOZA-ARGENTINA – R$ 135,00

  • Este vinho mereceu o seu primeiro lugar, acredito o único do painel que esteja pronto para beber hoje. Visual escuro, aromas complexos de coco, baunilha, hortelã e canfora. Na boca estava elegante, taninos aveludados, retrogosto agradável de ameixa e uma longa persistência.

Veja a matéria completa desses 17 amigos que se juntaram para montar uma loja de vinhos on-line.

“Começamos a trabalhar no início de outubro e lançado Naked Wines em 1r de Dezembro de 2008 “, revela ele . “Eu tive o luxo de trabalhar com um grupo de pessoas que eu conhecia muito bem. Nós nos sentamos sob uma árvore no meu jardim em um belo dia ensolarado. Começamos com uma folha de papel e de imediato tivemos uma idéia clara do que queríamos fazer diferente.”

Continue a leitura http://bit.ly/cn2bCz


Pela primeira vez em mais de 20 anos, todos os cinco Premiers Grands Crus de Bordeaux vão trabalhar juntos por uma masterclass, em Londres.
Os cinco vinícolas de renome – Lafite- Rothschild, Margaux, Latour, Mouton -Rothschild e Haut -Brion – serão apresentados em uma masterclass na Decanter Fine Wine Encontro no Hotel Landmark , em novembro deste ano.
A masterclass será composto de uma prova de dois vinhos de cada propriedade.
Apesar de ter todas as propriedades apresentaram os seus vinhos em Londres, muitas vezes antes, esta é a primeira vez que todos os cinco se reuniram para compartilhar um pódio.

Continue a leirura:

Este vinho foi levado em minha casa por um amigo que recebeu da Sociedade da Mesa, um sistema de compra conjunta bem interessante conseguindo agregar volume e assim abaixar os preços.

Quando se fala em vinhos da Califórnia da uva Zinfandel, penso em vinhos corpulentos, com boa concentração e qualidade. Mais não foi o caso deste vinho. Lógico entendendo que em todos os países tem vinhos de baixa qualidade. Agora para um vinho chegar aqui a R$ 39,00 final, ainda mais da Califórnia, quanto custou lá? Será que da para fazer um vinho da Califórnia de boa qualidade a este preço?

Gostaria de deixar claro a qualidade do sistema Sociedade da Mesa que já em outras oportunidades tive grandes surpresas com os vinhos de grande qualidade x custo de sua seleção.

Notas de prova:

Com todo respeito a quem vende e a quem produz, este vinho é muito fraco. Me lembrei quando tomava suco Tang na infância. Visual vermelho transparente, aroma muito doce de morango e cereja. Na boca estava ralo, sem estrutura, com uma acidez desequilibrada e com uma curta persistência.

Califórnia – Zinfandel – R$ 39,00 – ST(82)

A família Garcés Silva tem sido envolvida na agricultura, pecuária e vitícola, bem como a bebida , financeiro e imobiliário, indústrias. A vinícola que leva o nome da família foi fundada por José Antonio Garcés Silva, um homem de negócios que adquiriu a propriedade no Vale do Leyda – San Antonio, tornando-se um dos pioneiros no desenvolvimento vitivinícola da região.


Notas de prova:

Visual amarelo palha, aromas complexos de pêra, pêssego e um leve floral. Na boca mostrou sua melhor qualidade, um frescor intenso, toque mineral, potente e com bom final de boca. Vinho honesto, vale o que custa.

Chile – Valle San Antonio – 100% Chardonnay – 14% – R$ 68,46 (Mistral) – ST(90)