search engine optimizationsubmit websiteemail extractor

Archive for maio, 2010

Château Cos d’Estournel é uma adega na AOC Saint-Estephe dentro da comarca doMédoc, pertencente à região vinícola de Bordeaux, bem como o vinho tinto que se elabora nesta propriedade. É um Deuxiémes Crus na Classificação Oficial de 1855. A propriedade fica junto ao Chateau Lafite Rthschild.

O nome Cos refere-se a uma “colina de guijarros” em dialecto gascón e o nome Cos d’Estournel deu-se, em 1810, Louis-Gaspard d’Estournel. O Chateau, como muitos outros da zona, mudou de mãos várias vezes ao longo da história, começando em 1852 quando foi adquirido pelo banqueiro inglês Charles Cecil Martyns. Em 1869, foi vendido à família espanhola Errazu, só para ser vendido de novo 20 anos depois em 1889 à família Hostein, com sede em Bordeaux. Através de seu casal com Marie-Thérèse Hostein, Louis-Victor Charmolue, quem também era proprietário do Château Montrose, obteve o controle de Cos d’Estournel em 1894. Finalmente, em 1917, vendeu-se a Fernand Ginestet. O château tem permanecido na família Ginestet desde então, convertendo-se em 1970 em parte de “Domaines Prats”, o holding combinado dos Ginestet e os Prats, e controlado por Bruno Prats.

Château Cos d’Estournel produz dois tintos: seu Grand e o seu segundo vinho, Lhes Pagodes de Cos.

Tende a levar mais Merlot que outros vinhos da margem esquerda.

Este vinho foi o melhor de uma horizontal de Bordeaux 1996, que vou postar em separado esta semana.

Notas de prova MF:

Visual, belo rubi tendendo ao granada e halo praticamente sem sinais de evolução. Aromas de frutas vermelhas em segundo plano, madeira equilibrada, grafite e alguma nota floral. Essas características se alternaram todo o tempo. Num determinado momento era uma nuance da fruta que chamava a atenção, para logo em seguida sobressair um traço floral ou um caráter mais mineral, e assim foi a noite toda. Na boca estava estruturados, com taninos firmes porém nada agressivos, ótima acidez e excelente persistência.

2ème cru classé de St. Estephe (95WS e 93RP) ST97- Chateau Cos d’Estournel 1996 – AOC: St. Estephe – 65% Cabernet Sauvignon/ 35% Merlot


A revista Gula n°207, traz uma nota sobre um estudo dirigido pela Dr. Delminda Neves, da Faculdade de Medicina do Porto, Portugal. Lá fala que o consumo continuado de vinho tinto estabiliza os vasos sanguíneos no órgão genital masculino, atuando contra a disfunção erétil. Até agora só embebedou os ratos, mais já está começando o teste com candidatos.

Viva o vinho tinto !

Nesta quarta feira 26/05 será lançado na Casa do Porto de São Paulo, o guia Descorchados 2010 traduzido. Patricio Tapia, jornalista Chileno e responsável pelo guia desde seu lançamento, comandará uma degustação de grandes vinhos. O guia é essencial para você entender e saber escolher o melhor dos vinhos da América do Sul. É o principal e mais influente guia especializado em vinhos da Argentina e do Chile. A grande novidade é a seleção de 120 garrafas por Jorge Luki de vinhos nacionais.

Vinhos da noite:

94 pontos Ribera del lago sauvignon blanc 2007 – vale do Maule
93 pontos Ribera del lago cab-merlot 2007 – vale do Maule
94 pontos Erasmo 2006 – vale do Maule
92 pontos Sigla 4 2008- Quatro Vinos – Vale do Maipo
92 pontos Domus Aurea 2006- Vale do Maipo
92 pontos almaviva 2007 – Vale do Maipo
92 pontos Clos Apalta 2007- Colchagua
91 pontos Antiyal 2007 – Vale do Maipo

Casa do Porto -São Paulo – alameda franca 1225- jardins
Hora 15. 30 a 17.30


A maior loja do mundo especializada em vinho Bordeaux abriu em Lafayette Gourmet no Boulevard Haussmann, em Paris.
A nova loja está localizada na Galeries Lafayette emblemática, que é o segundo destino mais visitado em Paris depois da Torre Eiffel, com 25 milhões de pessoas por ano.
O Bordeauxthèque 250m2 é uma joint venture, alojados em Galeries Lafayette, mas detida e gerida por Duclot, a casa comercial de propriedade de Bordeaux Jean Francois Moueix, proprietário de Pétrus, junto com seu filho Jean.
Lá contém mais de 12.000 garrafas (abrangendo 1,8 mil referências) de vinho tinto, com uma pequena seleção dos brancos doces e secos. Outras 50 mil garrafas são estocadas em um armazém em Paris, com acesso a 5 milhões de garrafas de Bordeaux.
Os preços variam de € 3,90 para uma AC Bordeaux a 20.000 € por um Chateau Mouton Rothschild 1945, com cada garrafa garantido ter vindo diretamente do castelo, ou de caves Duclot em Bordeaux.Há também uma grande variedade de garrafas de grande formato, incluindo Imperiales, Jeroboões e Nabuchodonosors. A 15 litros Lynch-Bages 2000 é oferecido em 7.000 €.

Fonte: Decanter.com


Ingredientes
400g de arroz arbóreo
40g de cebola picada
5g de alho picado
40ml de azeite
80g de manteiga
80g de grana padano
320g de charque traseiro dessalgado, cozido (pressão 45 minutos) e desfiado
125ml de vinho branco seco
1.5ml de caldo de frango
1 maço de couve em tirinhas
200g de abóbora vermelha em cubos e cozida al dente
20g de requeijão, catupiry ou similar

Modo de preparo
Frite a carne seca até ficar crocante e reserve. Liquidifique duas colheres de sopa de abóbora cozida com catupiry e um pouco de caldo de frango formando um creme. Reserve. Refogue o alho e a cebola no azeite e metade da manteiga. Junte o arroz e refogue. Acrescente o vinho branco e deixe evaporar.

Acrescente a carne desfiada e previamente frita e metade da couve. Junte os caldos aos poucos até o arroz ficar al dente. Acrescente o creme de abóbora com catupiry. Desligue o fogo e junte o grana padano e a manteiga gelada. Verifique o tempero. Sirva coberto com o restante da couve frita crocante.(rendimento: quatro porções)


Receita do chef Juarez Campos, Oriundi, Vitória, ES.

Fonte:


Natural do município de Alegre, Juarez Campos começou a cozinhar para os amigos na república em que morava quando passou a estudar em Vitória.  

Formado em farmácia, por mais de três décadas ele conciliou a atividade de professor universitário com as incursões na gastronomia, até que, em 2004, decidiu dedicar-se apenas à química dos alimentos.  

No início dos anos 80, Juarez aproveitava as férias para fazer estágios em restaurantes de São Paulo, como o La Tambouille e o Máximo.

O aprendizado também incluiu cursos no exterior, em cidades como Nova York, Paris e Florença.  

Em 2004, formou-se pelo Instituto de Culinária Italiana para estrangeiros. Mas não parou de pesquisar e estudar, nem pretende.  

O resultado de tanta dedicação pode ser conferido nos elaborados cardápios dos seus dois restaurantes em Vitória, o Oriundi e Brasiliano.

A cozinha criativa de Juarez rendeu-lhe o título de Chef do Ano pelo júri de VEJA Espírito Santo.

Ingredientes:

1,5 litro de molho de peixe à capixaba
360 g de arroz arbóreo
6 filés de peixe de carne branca ( merluza, badejo, robalo ou vermelho )
6 patinhas de caranguejo temperadas e cozidas no caldo de peixe
3 tomates sem semente picados
1 cebola media picada
3 colheres de sopa de coentro picado
2 colheres de sopa de cebolinha verde picada
2 colheres de sopa de Grana padano ralado
2 colheres de sopa de manteiga sem sal
2 colheres de sopa de óleo de urucum
2 colheres de sopa de azeite
½ xícara de vinho branco seco
apara de peixe a gosto
limão a gosto
pimenta malagueta a gosto
óleo de algodão a gosto
sal e pimenta do reino a gosto

Modo de preparo:

1 Corte os filés de peixe e reserve as aparas. 2 Tempere os filés e as aparas com sal, pimenta do reino e limão e grelhe os filés em uma frigideira anti-aderente com óleo e pré-aquecida. 3 Refogue a cebola na metade da manteiga e azeite, doure as aparas de peixe rapidamente, acrescente o arroz e refogue um pouco. 4 Adicione o vinho branco e deixe evaporar o álcool. 5 Junte os tomates, o óleo de urucum, a metade do coentro e adicione o caldo de peixe em ponto de fervura aos poucos, quando o arroz tiver AL dente desligue o fogo e adicione o restante da manteiga, o grana padano, o restante do coentro e a cebolinha verde, acerte o tempero e adicione algumas gotas de pimenta malagueta em conserva.

Receita do chef Juarez Campos, Oriundi, Vitória, ES.


O inverno de 1999 foi de muito frio em Mendoza, com níveis de umidade variável. A Primavera chegou com temperaturas ligeiramente abaixo do normal e uma precipitação isolada. Essas condições tinham um efeito leve sobre o conjunto de algumas castas em algumas áreas. Em Angélica Catena’s Vineyard isso resultou em mais grupos isolados de frutos menores da casta Malbec, um fenômeno que ajudou a aumentar a qualidade e a concentração da fruta na safra de 2000.

Em geral, a colheita de 2000 resultou no cultivo de frutas com extraordinária concentração e equilíbrio. As uvas de maturação lenta e gradualmente. Excelentes condições climáticas durante a colheita das uvas permitiu amadurecer completamente, atingindo seu nível de maturação ideal.

Notas de Prova:

Visual ainda sem alo de evolução, aromas complexos de ameixa, torrefação, estrebaria, cacau e especiarias. Na boca estava com tanino aveludado, estruturado, com um retrogosto de ameixa maravilhoso e longa persistência. Uma surpresa boa, já que tenho quatro garrafas da safra 2002 em casa. Se evoluir assim !

Cortesia do amigo Aldir Manoel

Catena – Mendoza – Argentina – Malbec 100% - ST96


Viña Casa Marin é uma vinícola familiar localizada na denominação de San Antonio, a apenas 4 kms. da costa. É atualmente o mais próximo vinha do Chile ao oceano Pacífico.

Foi fundada em 2000 por Maria Luz Marín, produtora e empresária, cujo objetivo de oferecer inovação para a indústria de vinho local está sendo realizado por seu foco em vinhos premium, que são uma realidade com o novo “terroir”.


Notas de Prova:

Visual esverdeado, forte ataque aromático, frutas cítricas e ervas. Na boca se mostra muito superior aos Sauvignon Blanc existentes no mercado, com ótimo corpo, acidez viva e uma persistência muito longa. O melhor Sauvignon Blanc que degustei até hoje.

Chile – Casa Marin – Sauvignon Blanc – 13% – San Atonio – ST(97)

Aconteceu na noite do 2°dia na Vitória ExpoVinhos 2010 uma degustação de Top Chilenos, das regiões Maipo e Maule. Ariel Perez (Casa do Porto), conduziu de forma dinâmica e participativa este painel de degustação.


A princípio os vinhos foram divididos em dois grupos, a primeira fileira com três vinhos e a segunda com quatro. Com seqüência da esquerda para direita como nas degustações profissionais. Após a apresentação dos vinhos e suas historias, começou propriamente dita a degustação. O primeiro questionamento foi a respeito do terroir, seguindo para as safras, uvas, tempo de barrica e etc. Achei os vinhos com características diferentes, mais não consegui distinguir qual eram os vinhos e seus respectivos terroir. Exceto o único antigo do painel, que era um Domus Aurea 1997.



Vinhos degustados:

J.Bouchon Las Mercedes- Maule – 2006
ST 93

Sem dúvida o melhor custo benefício do painel, aromas de torrefação, bom corpo, com taninos macios e boa acidez.

Antyal – Maipo – 2007
ST 93+

Acredito ter sido o que agradou mais a todos. Muito elegante, aromas de ameixa, frutas vermelhas,gordo, aveludado com persistência longa.

Erasmo – Maule – 2006 ST 89

O mais contido de todos, não conseguiu mostrar suas qualidades diante dos outros.

Domus Aurea – Maipo – 2006
ST 95

O melhor na minha opinião, notas cítricas no nariz com boca macia, ótima acidez, e uma longa persistência.

Almaviva 2007 – Maipo – 2007
ST 91

Vinho que agradou a muitos, sou um grande admirador deste vinho, mais esta garrafa em prova não me convenceu da sua qualidade.

Laberinto – Maule – 2007
ST 94+

O vinho de maior caráter do painel, diferente em relação aos outros, com uma concentração incrível, muito macio. Acredito ser um vinho de longa guarda.

Domus Aurea – Maipo – 1997 ST 92

Este vinho como a maioria dos evoluídos, se mostrou prazeroso na minha opinião. Aromas de cedro, taninos ainda pegando, boa acidez e persistência. Foi questionado por enófilos participantes deste painel, sobre sua qualidade, que estava em uma descendente ou já passado. O comentário na mesa, foi que seu armazenamento no E.U.A foi de forma errada, assim o prejudicando sua qualidade.

Parabéns
Ariel Perez

Fundada em 1702, por Don Diego Carrizo de Frites, localizada sobre a auto estrada 60 no vale do Fianbala, província de Catamarca, a finca Don Diego produz vinhos de exportação a 1505 metros sobre o nível do mar. Em plena Cordilheira dos Andes, sobre uma paisagem única, estendem-se aos 80 hectares que dão vida as melhores cepas de Syrah, Cabernet Sauvignon, Malbec e Chardonnay.

Don Diego Cabernet Sauvignon 2007

Este belo vinho teve uma produção limitada a 10.600 garrafas, 100% Cabernet Sauvignon, Alc 14,5%, 6 meses em 50% de barrica de carvalho americano e 50% francês ao preço de 49,00. ST(90+)

Tive a oportunidade de prová-lo e gostei muito. Visual preto quase intransponível, aromas de chocolate, cassis e uma leve menta. Na boca boa estrutura, taninos doces, álcool integrado com uma boa persistência.

Vale a pena provar, com certeza vale mais do que custa, Best Buy !