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Archive for abril, 2010


Robert Parker, um dos críticos de vinhos mais influente do mundo, disse que alguns dos vinhos da safra de 2009 de Bordeaux são os melhores que já teve a oportunidade de provar, o que se comenta é que sem está qualificação pessoal (RP) não é comercializado nada em Bordeaux, se a nota for alta os preços sobem, e ao contrario despencam. O crítico também falou que “alguns vinhos de Medoc e de Graves foram os melhores que já provou nos 32 anos que acompanha Bordeaux”. Mais Parker salientou que a safra de 2009 não é “robusta” quanto a de 2005, mas que na média de qualidade pode vir a se tornar histórica.

Fonte:Decanter.com


O vinho da Madeira é um vinho fortificado, com elevado teor alcoólico, produzido nas encostas e adegas da Região Demarcada da Ilha da Madeira , sob condições edafoclimáticas excepcionais para o que concorrem factores naturais e humanos. É o produto principal da economia da Região Autónoma da Madeira e um símbolo da Madeira em todo o mundo.

A produção de Vinho Madeira feita a partir da casta Tinta Negra Mole representa cerca de 90% do total, sendo os restantes 10%, o Sercial, o Verdelho, o Boal e o Malvasia, destinados a vinhos finos, em geral destinados ao envelhecimento em canteiro (envelhecimento natural em casco sem recurso à estufa), e mais tarde comercializados por melhores preços. O Sercial que terá de ser seco, o Verdelho meio seco, o Boal meio doce e o Malvasia doce, quando comercializados com o designativo da casta, têm de corresponder ao conteúdo, ou seja são monovarietais.

Todos estes vinhos apresentam uma graduação alcoolica que varia de 17 a 22 % em volume, e um teor de açúcar compreendido entre 0 e cerca de 150 gramas por litro. Este açúcar residual é o resultado da interrupção dafermentação alcoólica, por adição de alcoól vinico com o mínimo de 96,0 %, em momentos diferentes da fermentação alcoólica, consoante se necessite de vinhos secos ou doces.

O Vinho da Madeira, um vinho de todas as ocasiões, perfeitamente adequado às horas festivas e de convívio, só encontra às refeições um momento menos propício ao seu consumo, onde outros se inserem com mais naturalidade. Encontra porém como aperitivo e digestivo vocação privilegiada, podendo ser encontrado nas seguintes categorias: Corrente, Madeira sem adjectivação, Reserva, Old ou 5 anos, Reserva Velha, Very Old ou 10 anos, 15 anos, 20 anos, 30 anos e 40 anos, para além de outros com indicação da data de colheita.

Tratando-se de um vinho fortificado a temperatura de serviço para o Vinho da Madeira é um elemento muito importante. A uma temperatura elevada apenas se revelam os aromas provenientes do álcool e nem todos os aromas característicos do vinho são revelados. Devem, sempre, ser tidos em conta os conselhos dos produtores, regra geral presentes nos contra rótulos. De uma maneira geral, as temperaturas de serviço mais apropriadas dependem principalmente do seu grau de doçura, idade e da casta ou das castas que lhe deram origem. Geralmente recomenda-se servir a uma temperatura entre os 13 e o 14º para os vinhos mais novos enquanto os vinhos mais velhos, dada a sua maior complexidade, deverão ser servidos a uma temperatura que varie entre os 15°C e o 16°C.

O copo ideal para Vinho Madeira deverá ter uma taça mais aberta junto ao pé, tornando-se mais fechada no topo. Só assim o vinho terá maior espaço para demonstrar o seu bouquet e concentrar na abertura do copo os seus aromas mais complexos e ricos. O copo deve estar cheio até um terço.

De todos da linha o que me chamou atenção foi o Justinos Boal 10 anos, um caldo grosso, engrachando a taça, aromas de cedro, amendoas, fumo e chocolate. Na boca longo e agradável. É impotartado pela Casa Flora ao preço de 126,00 (vale muito) ST(95+)


Há 14 edições, a Expovinis, principal feira de vinhos da América Latina, que acontece esta semana em São Paulo, é marcada por um momento chave: a divulgação do Top 10, lista com os dez melhores vinhos do mundo. Um júri de especialistas elege um rótulo em cada categoria, após longas sessões de degustação (estima-se que mais de 400 vinhos tenham sido provados). Entre esses dez não há um melhor. Aqui estão apenas os melhores avaliados. Confira a lista e boas compras:

Espumante Nacional: Grand Legado Brut Champenoise – Wine Park (Brasil)

Espumante Importado: Ferrari Perle’2002 – Ferrari – Decanter (Itália)

Branco – Chardonnay: Villaggio Grando 2008 – Villagio Grando (Brasil)

Branco – Sauvignon Blanc: Yealands Estate 2009 – Yealands State (Nova Zelândia)

Branco – outras castas: Mesh Riesling 2007 – Grosst- Hill Smith – KMM (Austrália)

Rosado: Chateau de Pourcieux 2009, Provence – Chateau de Pourcieux – Cantu (França)

Tinto Nacional: Sesmarias 2008 – Miolo Wine Group (Brasil)

Tinto Novo Mundo: Morandé Grand Reserva Syrah 2005 – Morandé – Carvalido (Chile)

Tinto Velho Mundo: Herdade do Esporão Touriga Nacional 2007 – Herdade do Esporão – Qualimpor (Portugal)

Fortificado: Madeira Justino’s Colheita 1995 – Justino Henriques Vini Portugal – Porto a Porto (Portugal)

Bem amigos hoje faço uma pausa nas postagens sobre feiras de São Paulo para falar de um dia histórico para mim. Na noite de ontem dia 27/04 fui convidado por Pericles Gomes da Casa do Porto para degustar 11 vinhos espanhóis, feitos por Raul Perez, que produz verdadeiras jóias engarrafadas. Foi também uma boa oportunidade para conhecer sua loja local. Uma loja aconchegante que funciona ao fundo um excelente Bistrô, que tem como cliente Vip nada menos que o Rei Roberto Carlos. Estavam presentes nesta degustação, Mario Telles, Arthur Azevedo, o capixaba Welington Andrade, Ariel Perez, o próprio produtor e mais alguns convidados da casa. Em relação aos vinhos foi unânime a sua excepcional qualidade. Quanto à pontuação e descrição dessas jóias, deixo a cargo de Jay Miler, membro da equipe de Robert Parker ha mais de 20 anos, especialista em vinhos Espanhois. Todos estes vinhos estarão disponíveis dentro de 60 a 90 dias.

Silvestre e Raul Perez

La Claudina 2007 Godello 96 pts Wine Advocate

Sketch 2007 Albarino

Ultreia 2008 Saint Jacques Mencia

Tampesta Finca de Los Vientos 2009 Pietro Picudo

A Trabe 2005 Blend produção 600 garrafas

A Trabe 2006 Blend produção 300 garrafas

Ultreia De Valtiulle 2007 Mencia 99Pts Wine Advocate

Ultreia De Valtuille 2008 Mencia 92Pts Wine Advocate

El Pecado 2007 Mencia 98Pts Wine Advocate

Tempesta Imalda 2009 Pietro Picudo

Corton Bressandes Gran Cru 2002 – cortesia Pericles

Silvestre Tavares e Ariel Perez


Amigos se eu falar que degustei um Hause of Morandé com Don Pablo Morandé vocês acreditam ?

Eu até agora não, ontem a noite na Expovinis não perdi tempo, me apresentei a ele falei sobre minha admiração sobre a sua historia e seus vinhos. Achei ele uma pessoa acessível e agradável.

O Chileno Pablo Morandé foi quem em 1982 descobriu a região de Casablanca para os vinhos. Sempre quando estiveres à frente de um ícone como o Don Melchor ou diante de um dos fantásticos brancos ou Pinot Noir da região de Casablanca, renda uma homenagem a este homem. 

Em 1986 Morandé lançou seus primeiros vinhos com uvas de Casablanca. No início dos 1990 havia apenas 100 hectares de vinhedos nesta região, no ano de 2000 já eram 3.500 hectares. Hoje este número chega a 4.100 hectares e só não é maior pela dificuldade de se conseguir água na região.

Estará presente na minha cidade Vitoria-ES nos dias 19 e 20 de maio. O evento será o Vitória Expovinhos – 2º SALÃO INTERNACIONAL DE VINHO DE VITÓRIA –

Bem amigos começou ontem a Expovinis, a maior feira de vinho da America latina. Cheguei focado em provar a maior quantidade de vinhos possíveis junto com meu amigo capixaba Welington, preparamos um roteiro e fomos. Confesso que foi difícil pois estamos no segundo dia, na segunda fomos a Expovinhoff onde já tinha degustado 75 vinhos. Mais como todo apaixonado por vinhos não nos abatemos. Começamos pelos vinhos de Portugual, passando para os da Nova Zelândia, Chile, Brasil…….e se foram mais 70…..!!!!!

De um modo geral achamos a feira muito boa, fomos muito bem atendidos em nossas perguntas, a maioria dos produtores com uma grande vontade de explicar sobre tudo. Foram colocados a prova desde os vinhos de entrada até os vinhos Tops das vinícolas de forma sem restrição, que não teríamos condição de provar no dia dia. Foi uma experiência incrível. Hoje coloco algumas fotos e a partir de amanhã começo uma maratona de postagens atualizando a todos aqueles que não puderam ir. Até já !

 

Este vinho ainda não está ainda disponível no mercado, mais fomos privilegiados em degustá-lo em primeira mão em degustação dirijida por Juliano Carraro, que mostrou a qualidade de sua vinícola, a Lidio Carraro. O vinho se chama Elos um corte de Touriga Nacional e Tannat, Safra 2008 de Encruzilhada do Sul – RS. Se mostrou com uma coloração escura brilhante, um nariz com boa complexidade passando de fruta para uma torrefação (café) com álcool integrado, não aparente. Na boca mostrou taninos estruturados,
volumoso, acidez adequada e persistência media. Preço:59,00 ST(91)

Carlos Reynolds 2006 Tinto – Alentejo R$ 89,00
Carlos Reynolds, neto de Gloria Reynolds,filho de Julian, é a sétima geração dos Reynolds de Portugal a produzir vinhos de qualidade no Alentejo. É um vinho que é lançado mais jovem do que é habitual na casa e representa a entrada de gama do produtor. É vinificado sob a supervisão do experiente e prestigiado enólogo Paulo Laureano, a partir das castas Touriga Nacional e Alfrocheiro. Fermentou em balseiros de madeira de carvalho francês oriundos da melhor tanoaria francesa, Seguin Moreau e estagiou nos mesmos balseiros durante ano e meio. Muito aromático, boa estrutura e persistência. ST(91+)

Na minha opinião pessoal foi o melhor vinho tinto até 100,00 da Expovinhoff. Aqui no Brasil é importado pela Casa do Porto.

Este belo vinho da região do Napa Valley (Califórnia) mostrou todo seu encanto em degustação dirigida pelo competente profissional da SmartBuy wines Odmar Almeida. No nariz muita fruta como pêra, pêssego e abacaxi. Na boca elegância e potência com uma acidez perfeita, um vinhaço !

Na minha opinião pessoal foi o melhor branco da Expovinhoff.

Passou 9 meses em barril de carvalho, álcool 13.7% e produção de 10.500 cxs.

Enologo: Bo Barrett

Preço: SBW Club: R$ 229,00

ST (93+)