search engine optimizationsubmit websiteemail extractor

Archive for janeiro, 2010

Pétrus é um Vinho de Bordeaux propriedade do Pomerol appellation produção de um vinho tinto feito quase inteiramente do uva Merlot. A propriedade pertence à família do Libourne comerciante de vinhos Moueix. Embora os vinhos de Pomerol nunca tenham sido classificados, Petrus é agora um dos mais conceituados e caros vinhos do mundo, juntamente com os da margem esquerda do Gironde: châteaux Haut-Brion, Lafite Rothschild, Latour, Margaux e Mouton Rothschild, Bem como Ausone e Cheval Blanc. Da denominação do direito conexo, banco de Saint-Émilion.
Propriedade da família Arnaud para a maior parte dos 200 anos, até o fim da II Guerra Mundial, Petrus foi então vendido a Sra. Loubat, que progressivamente adquiriu a propriedade desde 1925. Em sua morte, em 1961, o imóvel foi passado para a sua família, que acabaram por vender uma parte de meia em 1964 para Jean-Pierre Moueix. Moueix próprio tinha criado uma empresa negociant Établissements Jean-Pierre Moueix, Com sede em Libourne e gradualmente começou a adquirir châteaux margem direita. Após a morte de Jean-Pierre Moueix em 2003, seu filho mais velho de Jean-François é o gérant de Château Pétrus, enquanto que, Christian Moueix, Seu segundo filho, administra a produção.
Não há palácio real fisicamente na propriedade, o que explica que o vinho é geralmente referido simplesmente como Petrus, e não Château Pétrus.
Os 11,4 hectares (28-acre) vinha de Pétrus está localizada em um planalto na porção oriental do Pomerol, plantadas com as variedades de uva de 95% Merlot e 5% Cabernet Franc. O solo é constituído por uma elevada percentagem de argila rica em ferro, mais do que está contido em torno de propriedades. O imóvel foi um dos primeiros em Bordeaux para implementar verde-colheita como um caminho para a diminuição das colheitas e aumentar a qualidade das uvas restantes. O rendimento é entre os mais baixos em Bordeaux, em parte, através de éclaircissage ou colheita em verde para concentrar o poder e qualidade da colheita restante (eliminando até 50% da safra em determinados anos).
As uvas são trazidas inteiramente à mão sobre um período de dois a três dias e fermentado em temperatura controlada tanques de concreto. O vinho é envelhecido em barricas de carvalho francês durante 20 meses. Um grave pré-seleção de cuba assembléia é realizada e certas parcelas são rejeitados da Grand Vin. Produção, em comparação com outros Bordeaux, é minuto e um ano médio, pode produzir mais de 2.500 casos. Em safras recentes, como 2003 esta média foi drasticamente reduzido.
Estas informações foram tiradas wikipedia.org

Este branco de Bordeaux foi degustado pelo vizinho Dr Flavio Maraninchi e suas esposa Margareth, que por caridade foi mandado uma taça para o vizinho pobre. Harmonizaram com uma paella e sua descrição do vinho foi coloração amarelo escura, com aromas de cedro e frutas secas, com boca seca e estruturada que harmonizou muito bem com sua refeição. Preço promocional Grand Cru Vitória a 35,00.

Pais: França
Produtor: Denominação Satélite
Uva: Corte
Safra 2004
ST(87)

A poucos dias atrás postei sobre o cabernet sauvignon, hoje falo do merlot 2001, diferentemente do cabernet que demonstrou no nariz de que pais era, este merlot Chileno no nariz se mostrou um vinho português do Alentejo com aromas doces, com boca macia e taninos ainda pegando. Acredito ser um vinho de longa guarda. Foi degustado as cegas e decantado por uma hora.
Merlot é uma casta de uva tinta, fruto da Vitis vinifera. É uma das responsáveis pelas características dos vinhos tintos de Saint Émillion, região de Bordeaux, França, sendo utilizada para a elaboração de vinho tinto para ser consumido jovem.
A uva Merlot é encorpado, intensamente frutado, complexo, uma harmônica estrutura com perfeito equilíbrio. Apresenta uma cor vermelho-púrpura, seus aromas são densos e frutados, tendo uma boa evolução, deixando assim seu aroma com muita complexidade. O paladar é rico, macio, perfeitamente equilibrado, sedoso e de grande classe. Acho que o vinho em questão na minha opinião pessoal fugiu um pouco desta característica. ST(89)

Tradicional Domaine do Rhône Central, fundado no século XVI pela mesma família que ainda o mantém. Acolheita é manual e suas uvas são vinificadas da mesma forma ao longo de várias gerações, produzindo assim vinhos que respeitam rigorosamente a tipicidade de sua origem.
Se mostrou com visual escuro, aromas de torrefação, estrebaria e boca gorda com longo final. 
O Rhône região vinícola em Sul da França situa-se no Rio Rhône vale e produz vinhos inúmeras sob várias Appellation d’origine contrôlée (AOC) designações. Denominação importante da região em volume de produção é Côtes du Rhône AOC.
O Ródano é geralmente dividida em duas sub-regiões com distintas tradições vitícolas, a Rhône Norte (que se refere o francês como Rhône septentrienal) E do sul do Ródano (em francês Rhône Mridional). A sub-região produz vinhos tintos da Syrah uva, por vezes misturado com uvas de vinho branco, vinho branco e de Viognier uvas. A sub-região Sul produz uma variedade de tinto, branco e rosé vinhos, muitas misturas de uvas de vários fatores como a Châteauneuf-du-Pape.

Pais: França
Uva: Syrah
Produtor: Domaine Courbis
ST(91+)

A família Etchart, do lado materno, foi no negócio do vinho desde 1850: os seus antepassados em Cafayate são a família de Flávio Lema Niño, cujos vasos de barro de armazenamento de vinho ainda sobrevivem até hoje.
Arnaldo Etchart Benito comprou a propriedade e adega “La Florida” na primeira metade do século 20 e é seu filho, Arnaldo, que desenvolveu o “Etchart marca” com grande sucesso na Argentina e no exterior. Esta adega foi vendida ao grupo Pernod Ricard, em 1996, e um ano antes, Arnaldo já teve nas obras dos vinhos da nova empresa: San Pedro de Yacochuya 
Sou um apaixonado pelos vinhos desta vinícola, inclusive do vinho em questão que trouxe 9 garrafas da fonte em safras alternadas. Mais esta garrafa especifica levada por um amigo em jantar de sexta feira estava diferente nos aromas e no paladar. Muito forte aroma de maizena, galinheiro e meia usada kkkkkkk, parece até brincadeira, mais foi o que eu senti. no palato estava mais agradável, mais também não refletia o seu carater. Bom, para resolver isso só abrindo outra garrafa da mesma safra que tenho em casa para tirar a prova dos 9, vou abri e repasso a informação.

 
Pais: Argentina
Produtor: San Pedro de Yacochuya
Uvas: 90% Malbec, 10% Cabernet Sauvignon
Alc: 16,2º
Envelhecimento: 15 meses e barricas de carvalho
ST(82) esta garrafa especifica !
 
 

Grande chardonnay da Argentina,12 meses em barricas de carvalho, aromas de manteiga, nozes, e na boca grande complexidade, potencia e elegância, um dos melhores brancos que já degustei se não for o melhor. Feito pela enóloga Laura Catena, que tem com quem aprender ! 

Laura estudou biologia em Harvard e medicina em Stanford, mas desde meados dos anos 1990, dedica-se exclusivamente à viniticultura. Hoje, além de vice-presidente e “braço direito” do pai nas Bodegas Catena Zapata, ela é proprietária das prestigiadas vinícolas Luca e La Posta.

Conhecida em todo o mundo como a “embaixadora da uva Malbec”,

Produtor: Luca (Laura Catena)
País: Argentina
Região: Mendoza
Safra: 2007
Tipo: Branco Seco
Uva: Chardonnay
Vinhedos: Vinhedos de Gualtallary e Villa Bastías, em Mendoza
Vinificação: Fermentação tradicional com controle de temperatura (26ºC) durante 24 dias. Fltrado.
Maturação: Envelhece em barricas de carvalho francês por 12 meses sendo 50% de barricas novas.
Teor Alcoólico: 15%
ST(94)

Na noite desta sexta feira saímos para mais um restaurante em Vitória em companhia de três casais. O local escolhido foi o restaurante Suá, da Chef Bianca Calheiros, já tradicional em Vitoria mais não frequentado por nenhum de nós. Ao chegarmos fomos recebidos pelo Metre João Batista de Oliveira, daqueles tipos de pessoas calmas estando sempre ao nosso dispor. Levamos nossa garrafa de vinho e foi combinado de não ser cobrado rolha. O atendimento feito pela garçon Drielle foi nota 10 muito atencioso com todas os pedidos atendidos, da mesma forma foi os pratos muito saborosos e fartos. Fizemos uma degustação com três vinhos que postarei em separado, sendo o destaque para um francês do Rhone, muito bom.  O único defeito do restaurante é a localização, mais é relevada pelo serviço de manobrista gratuito. Nota 9,5 Vale a pena conferir!
Endereço: Av Nossa Senhora dos Navegantes 755
Ed Palacio da Praia
Enseada do Suá
Aceita todos cartões
Serviço de manobrista e segurança
Tel: 32256551/fax 33243430
 

Marlborough Sauvignon Blanc, da Nova Zelandia é uma mistura de sete vinhos base obtida em seis locais diferentes, principalmente na margem norte do rio Wairau. Diferentes perfis de solo, práticas de vinha e níveis de maturação dos frutos na colheita fornecem complexidade do vinho acabado; carvalho não foi usado durante a produção. Filtrado e engarrafado sob screwcap para preservar a frescura, sabor e integridade.
Achei muito gostoso de beber com frescor e acidez muito boa, vale a pena provar.
Framingham Wine Company deriva seu nome da aldeia de Framingham, localizada no sul de Norfolk, no Reino Unido. Esta pequena aldeia foi a antiga casa do fundador da companhia, Rex Brooke-Taylor.
O primeiro vinho feito sob o rótulo de Framingham, um Riesling, foi lançado em 1994. As vinhas que produzem vinho de Framingham, no entanto, remontam ao início de 1980, onde Rex Brooke-Taylor começou a plantar o relativamente jovem, pedregoso, livre de drenagem dos solos do leito do rio Estate apenas fora Renwick. As videiras originais são acreditados para ser o primeiro a ser plantada em Marlborough em porta-enxertos resistentes à filoxera.
Hoje, a propriedade produz uma gama de variedades, incluindo: Riesling, Sauvignon Blanc, Chardonnay, Pinot Gris, Gewürztraminer, Pinot Noir e Viognier.
ST(91)
Bem amigos, aconteceu. Degustei o meu primeiro 100 pts. Quer dizer o melhor vinho até hoje. O pai da criança foi o confrade Gustavo Varella, que dividiu conosco esta preciosidade, um Penfolds Grange 1988 que tinha todos os atributos de um grande vinho, que apesar da sua idade, 22 anos, não demonstrava, esta é a grande diferença de um grande vinho. sem defeito algum. Um visual acastanhado, com aromas inebriantes de cedro, frutas em compota, ameixa e na boca uma perfeição, um casamento perfeito entre acidez, taninos, corpo e álcool. Escoltou divinamente um risoto de cordeiro, fantástico. Segue a historia do meu vinho de ST(100)  
 
Penfolds Grange é um vinho Australiano, feito predominantemente a partir da Shiraz (Syrah) uva e, geralmente, uma pequena percentagem de Cabernet Sauvignon. Austrália, é amplamente considerado o “crescimento primeira” e seus vinhos mais colecionáveis. O termo “Hermitage”, O nome de uma denominação de vinho francês, foi muito utilizado na Austrália como um sinônimo de Shiraz ou Syrah. Em 1953, duas versões de Grange foram feitas, uma de 87% Shiraz e 13% Cabernet Sauvignon, os outros 100% Cabernet Sauvignon.
A primeira safra de Penfolds Grange foi feita a título experimental em 1951 por enólogo Max Schubert, Enquanto ele estava empregado por Penfolds Wines. Tendo em turnê pela Europa em 1950, Schubert aplicadas técnicas de vinificação, observada em Bordeaux No seu regresso, com o objetivo de criar um vinho tinto, capaz de rivalizar com os melhores vinhos de Bordeaux, tanto em termos de qualidade e potencial de envelhecimento.
Garrafas individuais da safra 1951 estão ainda na posse de coleccionadores, um foi vendido em leilão em 2004 para pouco mais de US $50.000. O vintage primeiro a ser lançado comercialmente foi o de 1952. Penfolds Grange foi denominado como um poderoso vinho numa época em que os vinhos fortificados estavam na moda. As revisões negativas por críticos de vinho e as fracas perspectivas comerciais para o vinho levou gestão Penfolds em 1957 para proibir Schubert de produzir Penfolds Grange, Schubert, mas persistiu em segredo até 1959. Como os vintages com idade inicial, no entanto, o seu verdadeiro valor chegou a ser apreciado, e em 1960 a gestão instruído Schubert para reiniciar a produção, alheio ao fato de que Schubert não tinha perdido um vintage.

A safra 1955 foi submetido a grandes competições com início em 1962 e ao longo dos anos ganhou mais de 50 medalhas de ouro. A vindima de 1971 ganhou o primeiro prêmio em Shiraz, no Vinho Olímpicos em Paris. A vindima de 1990 foi nomeado ‘Red Wine of the Year “pela Wine Spectator revista em 1995, que depois classificou a safra 1998 99 pontos em 100 possíveis.
Penfolds Grange também carrega um “Bin designação”, referindo-se ao seu local de armazenamento em caves Penfolds ao envelhecimento. 1951 foi Bin 1, 1952 foi Bin 4, e mais tarde safras realizadas várias designações. Em 1964 a denominação foi padronizada como “Bin 95.”
Até o final da década de 1980 o vinho passou a ser considerado como um item de colecionador. O nome “Hermitage” foi retirada da etiqueta com a safra 1990, na sequência de acusações pelo União Européia autoridades para o uso de um lugar-nome francês, como nenhum vinho país terceiro a entrar na UE pode levar a uma indicação geográfica reconhecida pelos funcionários do vinho europeu.

Viva a vida ! Site oficial Penfolds www.penfolds.com/home.asp

Em noite agradável cercado de verdadeiros amigos começou  em Vitoria mais uma confraria dedicada inicialmente ao sabores do Baco com o intuito de aprimorar nosso conhecimento neste mundo maravilhoso do vinho. A confraria foi constituída ontem na loja Ville du Vin com os seguintes confrades: Silvestre Tavares, Aldir Manoel, Marcos Fonseca, Luiz Cola, Wellington Andrade, Flávio Maraninchi, Ubiricilas Poleto, Alvanir Denadai e Gustavo Varella. Gostaria de agradecer a gentileza e grande organização recebida pelo amigo Alvanir, abrindo a sua loja e nos dando o de melhor. A idéia é de reunirmos sempre na ultima quarta feira de cada mês, sendo que a cada encontro é dado a um confrade a incubencia de escolher o país ou tema a ser degustado e debatido na noite. O primeiro tema foi escolhido pelo amigo Alvanir e foi Shiraz em torno do mundo.  Uma bela escolha, segue a minha descrição pessoal sobre os vinhos por ordem de classificação:

1) Rust en Vrede Shiraz 2004/ Stellenbosch /África do Sul /por: R$ 99,00 /15% ST(92) 

Não foi unânime mais foi o vencedor, com meu voto. Achei o mais complexo e redondo da mesa mostrando variação de aromas, torrefação, tostado com uma elegância notória. A safra 2003 que tenho em casa também está muito boa. Já é a segunda degustação de Shiraz que ele vence com concorrentes de preços 4 vezes maiores.

2) Tabali Special Reserve 2006/ Valle del Limarí/ Chile/ por: R$ 80,00/14,5% ST(90)

Coloração vermelho fechado brilhante, com aromas intensos de frutas vermelhas, sem evolução mais com boa acidez e final de boca.

3) Herdade do esporão 2005/ Portugal/ Douro/por: 102,00/14,5% ST(89)

Este português tinha confrade na mesa escolhendo como o melhor da noite, se mostrou com groselha intensa, bom corpo, um vinho bem feito.

4) Torbreck Woodcutters 2006/ Barossa Valley/ Austrália/ por: 133,00 /14,5% ST(89)

Vinho curioso, dando aromas de pomada hipoglos e gengibre, e daqueles vinhos que enjoa pelo aroma. 

5) Laurent 2007/ hermitage/ Rhone/ França/por: 176,00/12,5% ST(79) 

Coloração clara, com aromas de banana e boca sem nenhum encanto com acidez desequilibrada. Obs: o mais caro da mesa !

Bem mais o melhor estava por vir degustei nesta noite o melhor vinho da minha vida, trago pelo confrade Gustavo Varella, simplesmente um Penfolds Grange 1988, que vou logicamente posta-lo em separado.