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Archive for dezembro, 2009

Vinho está na lista wine spactator em 55 lugar do ano de 2009, se mostrou com todas as caracteristicas de um Riesling novo, visual amarelo claro brilhante com aromas de flores, maças verdes e mineral. No palato estava com boa acidez e persistencia media. Um vinho honesto.
Riesling é uma casta de uva branca da família da Vitis vinifera, originária da região da Alsácia, França, Alemanha e Áustria. Produz vinhos de alta qualidade. Possui também a espécie Vitis Riesling Rosae, mais chamada de Uva Rosada, usada na produção de vinhos rosé.

Variedade de elevada acidez e personalidade marcante, a Riesling Renana, como é conhecida, apresenta melhor desempenho quando não tratada em barris de carvalho. Seus vinhos apresentam potencial de envelhecimento de longo prazo, fator que lhe garante uma vívida acidez e aroma frutado. Além disso, a variedade da uva Riesling apresenta grande adaptabilidade a climas quentes ou frios, sendo mais destacada que a Sauvignon neste quesito. Resulta em vinhos ricos e doces quando da ação de um fungo benéfico no processo de vinificação, denominado de Botrytis cinérea, responsável pela produção da chamada “podridão nobre”.

Filosofia Trimbach e Estilo

A família cuida pessoalmente de cada operação, do plantio à colheita e à vinificação de engarrafamento.

Vinhas Maison Trimbach estão todos situados em torno Ribeauvillé, onde os solos são dominantes em calcário (Ribeauvillé, Hunawihr, Bergheim, Rorschwihr, Riquewihr e Mittelwihr).
Eles se beneficiam do microclima da Alsácia, graças à proteção Montanhas de Vosges, que preserva a planície da chuva.
O Trimbachs sempre tiveram uma visão purista. Durante 12 gerações, a família tem vindo a produzir vinhos secos rigorosamente estruturado, longa vida e frutado, elegante e equilibrado: é o estilo Trimbach!
O Trimbachs deixar os seus vinhos idade nas garrafas na cave durante vários anos antes de lançá-los no mercado, especialmente para os grandes vinhos, como o Riesling Cuvée Frédéric Emile.
Riesling «Cuvée Frédéric Emile» é o vinho Assinatura da Família. É um Riesling seco e mineral, que se mantém fiel à filosofia da Assembleia. Vindo de Grands Crus Geisberg e Osterberg, dois solos argilo-calcários, Frédéric Émile Riesling tem um grande potencial de envelhecimento.
País: França
Produtor: F.E. Trimbach
Tipo de vinho: Branco
Safra: 2007
Uva: Riesling
Teor alcoólico:12%
Região: Alsace
ST(89)

Na noite de ontem em compania de meu amigo Marcos Fonseca, o rei da virgula e ponto, degustamos um vinho que nos impressionou muito, trata-se do Bad Boy 2005 de Jean Luc Thunevin. A tempo que não degustávamos um vinho com devida atenção. Da região de St Emilion na França, se apresentou com visual vermelho brilhante, com aromas inebriantes de ameixas maduras, tostado, notas balsamicas, eucalipto. No palato um retrogosto incrivel, saboroso, carnudo com taninos ainda em desenvolvimento, posso dizer que é um vinho que emociona a quem gosta deste alimento cheio de historia. Como já postei o meu melhor do ano, classifico este vinho como a minha surpresa do ano com louvor. Acho que vale o dobro do que custa, 120 reais.

Thunevin já foi lenhador, DJ, dono de restaurante e loja de vinho, sonhava em fazer vinho. Como todo homem determinado, correu atrás de seu sonho. Comprando uvas e vinificando em sua garage nasceu em 1991 o Château de Valandraud. Adquiriu 1,5 hectares de vinhedos, crescendo depois para 4,5 hectares. E  não parou de crescer, estendendo para outras partes de Bordeaux e para Roussillon. Parabéns você conseguiu !

Bad Boy
Pais: França
Prudutor: Thunevin
Safra: 2005
Uva: 95% merlot e 5% cabernet franc
Alc: 14,5%
Região: St Emilion
Barrica: 14 meses em barricas novas francesas
ST (92+)
MF (90+)

Na semana passada, os blogueiros do Enoblogs toparam entrar na brincadeira que propus de criarmos juntos o Maior Post de Vinho do Mundo!
Mais de 30 enviaram seus posts falando sobre o melhor vinho que beberam em 2009.
Um post recheado de histórias e vinhos especiais. Confira o resultado:
 
http://www.diariodebaco.com.br/2009/12/leia-o-maior-post-de-vinho-do-mundo.html
 
 

Vinho degustado no almoço de hoje, Espanhol da região de Ribera del Duero, se apresentou com visual escuro, com aromas animais diferentes de carne, sem nenhuma fruta, que não é comun em tempranillo. No palato estava com taninos macios e acidez média, com bastante personalidade. Acredito ser um vinho que vai agradar a poucos, pela sua caracteristica rustica.
Feito de uvas Tempranillo de vinhas velhas, colhidas em plena maturação e cuidadosamente macerados por um longo período de tempo. O vinho tem sido envelhecimento durante três anos antes que ele estava no mercado, descansando por 13 meses em carvalho francês e americano novos.

A adega Palacio Quemado, um edifício recentemente construído, situa-se na bela Chácara Palacio Quemado, uma antiga propriedade da família que se estende 4,000 hectares dedicados ao cultivo de oliveiras, cereais e gado.

Os solos de barro avermelhado e clima quente do lugar mais perfeito para a vinha Palacio Quemado. 100 hectares de Tempranillo, Syrah, Garnacha, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot vinha, divididos em quatro parcelas de hectares. Cada lote tem controles individuais especiais, sistemas de irrigação e tratamentos dependendo das variedades de vinhos que nós estamos tentando obter.

Palacio Quemado Reserva 2003

Safra: 2003
Uva: Tempranillo 100%
Região: Ribera del Guadiana
Álcool: 12,7%
ST(87) 
Preço: 75,00

Albis 2003 ST(92+)
Sempre tive a curiosidade de degustar este puro sangue do chile. Na noite de ontem na casa do amigo Aldir chegou a minha vez. Coloração ameixa já demostrando evolução com tons alaranjados na borda. Na boca se mosrou um pouco tanico, pedindo mais tempo de garrafa com notas de chocolate e menta. Em discussão foi unânime a sua logevidade, qualidade !
Levado pelo amigo Weligton Andrade. Preço 398,00
Uva:
75% Cabernet Sauvignon
25% Carménère
As uvas foram colhidas na última semana de abril e em maio de olhar para a maturação de taninos direito, tanto em Cabernet Sauvignon e Carménère. Small-vinificação lote é sempre usada para revelar características únicas deste vinha encosta. Após as uvas foram esmagadas luz, eles passaram por um trocador de calor para ter maceração a frio por dez dias. Cada tanque foi gerido de forma independente para chegar a uma estrutura elegante e suave. A fermentação alcoólica foi feito em tonéis de carvalho francês Taransaud em 30-32 ° C por 10 a 12 dias. Mão remontagem foi feito para fazer a extração de taninos suaves durante a fermentação e no período total de maceração foi de 30 dias. Sofre fermentação maloláctica em barricas novas de carvalho francês. Total barril de envelhecimento de 18 meses.
Historia
Em 1991, após uma carreira de negócios altamente bem sucedido no setor privado do Chile, o empresário Eduardo Matte adquiriu uma propriedade que ele daria o nome Haras de Pirque, na parte sudoeste de Pirque, numa prestigiada área vinícola situada no Vale do Maipo. Objectivos Eduardo Matte incluiu o lançamento de um projeto da adega principal, e expansão e melhoria da fazenda existente puro-sangue.
A propriedade, hoje abrangem 600 hectares – suavemente sobe as encostas mais baixas de um esporão da Cordilheira dos Andes. Nestas colinas, entre 1992 e 1993, cento e vinte hectares de vinhas foram plantadas, principalmente com os tintos Cabernet Sauvignon, Merlot e Carmenère, e os brancos Chardonnay e Sauvignon Blanc.

Marcelo Copello

Com orgulho apresenta a 9ª edição de sua seleção anual de vinhos. Já está no ar o “Top 200 – Melhores de 2009”.
Leiam em www.mardevinho.com.br/colunas/top-200-os-melhores-de-2009
Marcelo Copello
chief Editor – Mar de Vinho
“Most influential wine journalist” (Brasil) – Meininger´s Wine Business International
Um tinto intenso, com uma coloração, vermelho claro. Complexo, especiarias, frutas vermelhas. Um vinho bem estrututado, redondo e muito saboroso. Comprado 85,00 por 59,00. Vale apena conferir.
A história da vinícola Valdivieso começa em 1879, ano em que Don Alberto Valdivieso fundou a Champagne Valdivieso, a primeira casa produtora de champagne do Chile e de toda a América do Sul. Mais de cem anos depois, no final da década de 1980, deu-se um novo impulso a produção comercial de vinhos finos como vinícola Valdivieso, em nossa bodega de Lontué, no Vale de Curicó.

Desde então, os vinhos Valdivieso tiveram uma carreira muito bem sucedida, nos mais importantes mercados e obtendo os maiores prêmios ao redor do mundo. Entretanto, estas conquistas não são um objetivo em si mesmo, mas sim representam o resultado da busca por vinhos de qualidade com um selo distintivo e atrativo.

Pais: Chile
Região: Maule Valley
Produtor: Valdivieso
Uvas: Mourvedre 50% Carignan 38% Syrah 12%
Tempo barrica: 12 meses em Barril de Carvalho
Alc: 12%
ST(89)

Poucas vezes me decepcionei com um camenére como este, em visita ao supermercado Perin de Vila velha, onde minha amiga Laucimar trabalha, me deparei com esta garrafa e ela me falou me leva, bonita com os apelos de serie especial, não aguentei e comprei a 75,00 reais para conhecer. Após aberta a garrafa e colocar na taça se mostrou com uma coloração bonita roxo brilhante, com aromas tipicos. Até ai tudo bem, mais o colocar na boca travou com uma aspereza que me incomodou muito. Não recomendo, inclusive pelo preço que a mesma vinícola apresenta vinhos com preços trez vezes menor e melhor qualidade. Segue o que busquei no site da Concha y Toro :
Serie Riberas foi criado para desenvolver uma linha de vinhos de excelente qualidade, cuja característica marcante é a sua frescura. Esta pesquisa levou a plantação de vinha nas margens dos rios mais importantes do vinho do Chile principais regiões produtoras.
Cabernet Sauvignon tem origem nas margens do rio Tinguiririca, DO Marchigüe; Carmenere do rio Cachapoal, DO Peumo e Syrah do rio Loncomilla, D.O. San Javier. As castas brancas, Chardonnay e Sauvignon Blanc são das margens do rio Itata, DO Chillan eo rio Rapel, D.O. Colchagua, respectivamente.

As bacias hidrográficas que constituem a grande ato dos rios como corredores de topografia para a brisa fresca do oceano que moderar as temperaturas dia bem na terra.

Além disso, os corredores das bacias hidrográficas são baixas terras em que o ar frio se acumula durante a noite. Isto cria um padrão único térmica, proporcionando rajadas de frescura para as uvas e aumenta consideravelmente o desenvolvimento da uva de vinho ‘propriedades mais nobre.

Em geral, os vinhos originários de bacias hidrográficas têm altamente desenvolvida taninos frescos temperaturas durante a noite porque ajudam a formar as peles mais espessas nas bagas e, assim, um maior potencial de taninos e flavonóides, especialmente no caso dos vinhos tintos.

As rajadas de frescura abrandar e permitir maior controle sobre o processo de uvas de maturação. Aromas e sabores têm uma maior complexidade, concentração, elegância e personalidade, como quando os alimentos são permitidos a “ferver” na cozinha.

As condições climáticas nestes corredores são praticamente único no mundo. As “zonas costeiras do Mediterrâneo às alterações climáticas” é muito especial e caracterizada pela luminosa, dias quentes e noites frescas, nomeadamente, mesmo no verão.

Ribera del Cachapoal
Carmenère 2007
Enólogo: Marcio Ramírez
Uva: 90% Carmenere, Cabernet Sauvignon 10%
ST(86)

Região: Vinha Peumo, Margem norte do rio Cachapoal. D.O. Peumo Cachapoal Vale

Solo: Profundos, os solos argilo-limosa em terraços rio formado a partir de material aluvial varrido para baixo do rio Cachapoal.

Clima: Mediterrâneo, com uma longa estação seca, cuja temperaturas quentes do dia, especialmente na
primavera e no outono, são moderadas pela influência da vizinha Cachapoal Rio e Lago Rapel.

Colheita: 5-20 maio, 2007

Tempo de barrica: 14 meses de brinde médio de carvalho francês e americano

Atendendo ao comandante Alexandre Frias segue o meu post do melhor vinho do ano de 2009. A idèia è fazer o maior post do mundo em conjunto com todos os blogueiros do ENOBLOGS !
O vinho foi degustado no evento expovinhos em Vitoria, junto com outros icones do mundo, Cobos Unico, Ornellaia, Pontet Canet, La Cueva de Contador estava fantastico !!!
Um tinto que dependente de safras extraordinárias para ser elaborado, que não é disponível todos os anos.
É comparado às excelentes produções francesas, o primeiro lote foi em 1989.

As safras mais destacadas do Casa Real, são as de 1995 (O melhor de 2009), 1997 e 1999, em função do clima quente e do calor que favoreceu a maturação ideal das uvas.

Os frutos do Casa Real, considerado um tinto ICONE, são colhidas manualmente de vinhas com mais de 50 anos de idade, posicionadas em 10 hectares no Alto Jahuel, no Vale do Maipo, a lavoura mais nobre de Cabernet Sauvignon.
São colhidas 3 toneladas de uvas por hectare, que geram 2,5 mil caixas do Casa Real, com 12 unidades cada, ou seja, conceito de “boutique” no que diz respeito ao volume.

A safra 1995, especificamente, com 14 anos de guarda completados em 2009, está no auge para consumo.
Elaborado com uvas colhidas de vinhedos com mais de 50 anos, o Casa Real 1995 possui uma cor rubi bem intensa, com certo toque alaranjado (atijolado), por conta do envelhecimento e de mais de uma década guardado.

Um vinho com muita concentração, o Casa Real 1995 apresenta uma cor vermelha-rubi muito intensa, com reflexos alaranjados ou atijolados.

Seus aromas são de frutas maduras, de compotas. Algo de especiarias e herbáceo, além da torrefação evidente!.

Na boca, um veludo, ótima acidez, e taninos  evoluídos, ou seja, um Top de linha !
Este foi o meu melhor vinho do ano !

Casa Real 1995
Cabernet Sauvignon 100%
Maipo
13,5% Alc
R$ 440,00
95 RP
ST(97)

Na noite do dia 14/12 foi realizado na Ville du Vin em Vitoria, sob o comando de Alvanir Denadai (o papa) e Tiago Soares figura simpática, representante de Qualimpor que importa Quinta do Crastro e Herdade do Esporão para o Brasil, degustação de vinhos de sua duas vinícolas. Foi uma degustação para se guardar na memória, muitos amigos, serviço perfeito e pratos harmoniosos, sem falar nos vinhos. Afinal não é todo dia que se degusta vinhos desta qualidade. Para se ter uma ídéia o Quinta do Crasto Vinha da Ponte 2007 só vieram 230 garrafas para o Brasil.

Segue o comentário dos vinhos em sequência segundo ranking feito na mesa com os amigos Aldir Manoel, Marcos Fonseca, Flavio Maraninchi e eu.

1 Lugar- Quinta do Crasto Vinha da Ponte 2007 Portugal-Douro ST (94+)

Feito de uma mescla de uvas, selecionadas pela sua melhor qualidade, 18 meses em carvalho novo, Alc 15,5%. Se mostrou com visual vermelho rubi, com aromas de frutas e tostado, corpo untuoso, redondo e equilibrado. Foi Harmonizado com um carré de cordeiro ao conhaque e tomilho escoltado por parpadelle fresco na manteiga de ervas, nozes e alcaparras. 230 garrafas para o Brasil !

2 Lugar- Quinta do Crasto Maria Tereza 2007 Portugal-Douro ST (93+)

Feito de mais de 30 variedades de uvas diferente, com vinhas de 90 anos de idade, Alc 15%, envelhecido em barricas nonas de 225 litros, 80% francês e 20% americano por 20 meses. Visual violeta, com aromas ainda fechados, mais com boca superando expectativas, intenso e harmonionso. Foi harmonizado com Magret selado ao molho de tamarino com salada fria de grãos.

3 Lugar- Esporão Private Selection 2008 Poetugal-Alentejo ST (92)

Branco maravilhoso feito com uvas Semillon, Marsanne e Roussanne, graduação alcoólica 14%, em converssa com Tiago me informou que a vinícola vem tirando aos poucos o tempo de barrica deste vinho, passando ater aspesctos de frutas como este que se apresentou com um aroma de pêra intenso, maravilhoso, gordo com acidez excelente. Foi Harmonizado com Trilogia de frutos do mar, lula ao molho brava, camarão laqueado com melão grelhado e ostras gratinadas.

4 Lugar- Esporão 1 Premio confraria dos enófilos 2007 Portugal-Alentejo ST(91+)

Já tinha ouvido muito falar deste grande vinho, premiado pela conceituada confraria dos Enófilos do Alentejo, produzido apenas em 3 safras 1994, 1998 e 2007. A artista plástica Ana Jotta de Portugal foi quem desenvolveu o rotulo desta jóia, que foram produzidas em duas edicões de 3000 garrafas cada. As uvas deste vinho são Alicante Bouschet, Touriga Nacional, Touriga Franca e Syrah. Se apresentou com uma coloração Violeta, aromas agradáveis e intensos de frutas, com algum vegetal. Na boca estava redondo e generoso. Foi harmonizado com Arroz de Pato Português.

5 Lugar- Quinta do Crasto Porto Vintage 2004 ST(90+)

Feito de vinhas velhas, estagiou em tonéis de carvalho de 9000 litros por 2 anos e engarrafado sem filtragem. Coloracão negra intransponível, com aromas de frutas escuras maduras. Na boca se mostrou com firmeza e estrutura para harmonizar com uma torta de chocolate com queijo azul e granita de hortelã.

6 Lugar- Espumante Brut Reserva 2004 ST (86)

Espumante produzida a partir das castas Verdelho e Antão Vaz, se apresentou com visual amarelo palha, aromas florais, com bom frescor e acidez. Foi harmonizado co um bacalhau desfiado com azeitonas pretas em chipes de batata doce.

Parabéns a esta magnífica degustação que nos faz com certeza mais felizes !!!!!!