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Archive for novembro, 2009

Fabricação

O processo de fabricação é demorado e caro, sendo praticamente o mesmo de séculos atrás. A principal alteração no processo foi supostamente introduzida por Nicole Ponsardin, a viúva de Felippe Clicquot (Veuve Clicquot), que desenvolveu um método para retirar todo o fermento da garrafa (entretando, o mais provável é que o método tenha sido criado pelo seu chefe de adega, segundo o livro “Champanhe – Como O Mais Sofisticado Dos Vinhos Venceu A Guerra E Os Tempos Dificeis”, de Don e Petie Kladstrup). Antes disso o champanhe era turvo e com aroma residual de levedo. Um champanhe comum leva pelo menos dois anos para ficar pronto e os especiais até cinco anos. Ficam estocadas nos subterrâneos das cidades nos crayères, que são túneis cavados no giz. A casa Moët et Chandon tem 28 quilômetros de túneis onde estão armazenadas milhões de garrafas esperando a conclusão do processo de fabricação.

Quanto às uvas utilizadas, são três: a chardonnay (em maior proporção), a pinot noir e a pinot meunier. Estas últimas são uvas tintas mas os vinhos utilizados, elaborados sem a casca, são brancos. O champanhe é um corte (mistura de vinhos em proporções determinada pelos enólogos) de trinta a até cerca de duzentos vinhos brancos. O tradicional é feito com um corte de cerca de 30% de vinhos brancos de uvas tintas, o rosé com corte de vinhos tintos, o blanc de blanc, apenas com uvas brancas e o blanc de noir elaborado apenas com uvas tintas.
wikipedia
A vinícola Gosset foi fundada em 1.584, tendo mais de 425 anos de experiência na produção dos melhores champagnes. Os vinhos desta afamada vinícola possuem uma profundidade aromática e uma estrutura sem igual, graças ao seu tradicional e cuidadoso processo de vinificação, sempre procurando respeitar a acidez natural e as características das uvas. Uma das grandes características dos Gosset é o cuidadoso corte para produzir os mais complexos champagnes não safrados, como o seu famoso Grand Reserve Brut e o Grand Reserve Rosè. Outro destaque é a expertise para fazer champagnes safrados sempre respeitando as características de seu terroir e o clima do ano da produção. Celebris é considerado um dos melhores champagnes do mundo.

O vinho Dom Pérignon é produzido pela casa francesa Moët  Chandon. O nome vem do monge beneditino Dom Pérignon que descobriu o método de vinificação da bebida chamado “método champenoise”.

O Dom Pérignon foi o primeiro champanhe cuvée (“safrado”), o que lhe deu enorme prestígio. A primeira vintage de Dom Pérignon foi a de 1921 e somente colocada à venda em 1936, depois da Grande Depressão de 1929. O champanhe cuvée ou vintage significa que ele foi produzido com as melhores uvas de um ano (safra) especialmente bom o que lhe dá uma característica especial sobre os demais champanhes: a estampa do ano (safra) no rótulo. Por essa razão é que não existem champagnes vintage todos os anos como acontece com os vinhos não efervescentes. A maioria dos champanhes, por outro lado, são produzidos por uma mistura de uvas colhidas em anos diferentes.

Desde 1996, Richard Geoffroy é o enólogo responsável pela produção do Dom Pérignon.

Produção

São produzidas cerca de 5 milhões de garrafas de cada vintage. Ele é feito com a mistura de 55% de uvas chardonnay e 45% de pinot noir, com dosagem de 7 g/l de açúcar.
fonte wikipedia
O Champagne Cristal foi desenvolvido e criado pela Casa Roederer por encomenda do Czar Alexandre II, no ano de 1876. Esta bebida exclusiva, única e soberana desde o início de sua história, leva este nome porque era acondicionada em garrafas do mais puro cristal. Não havia recepção na corte imperial russa sem CHAMPAGNE CRISTAL ROEDERER. A partir de então, a maison Roederer passou a enviar-lhe anualmente sua melhor cuvée. É o néctar dos deuses, dos reis, dos tsares…
Assim que o Czar terminava de sorver todo o champagne, as garrafas eram quebradas. O Champagne Cristal permanece ainda hoje com este nome e é o único champagne em garrafa branca, para manter a tradição.
Envelhece por 6 anos, seguidos por mais 6 meses de repouso.

É elaborada a partir de 55% Pinot Noir e 45% Chardonnay.
Graduação alcoólica 12%vol.

Grand Cru, Ano de inclusão 1936 , País França , Região principal Borgonha; Cidade Vosne-Romanée, Clima Temperado, Solo Argiloso e calcáreo, Superfície plantada 6,06 ha, Cepa dominante Pinot noir,

Vinhos produzidos Tinto, Produção (hl) 165 hl (22.000 garrafas em 2004) .

La Tâche é um vinho da Borgonha classificado como Grand Cru, produzido ba cidade de Vosne-Romanée na Côte d’Or, França. Ele faz parte dos místicos crus da Borgonha da Côte de Nuits.

História

Os monges de Saint-Vivant de Vergy (região de Cluny) e os cistercienses de Cîteaux já trabalhavam as vinhas há cerca de 1000 anos. Eles são classificados como AOC desde 1936.

Localização

Situado na comuna de Vosne-Romanée, este grand cru cobre uma superfície de 6,06 hectares. A cepa utilizada é a pinot noir e eram produzidos cerca de 165hectolitros, cerca de 22000 garrafas em 2004).
Depois do Romanée-Conti, produzido pela mesma Domaine, o La Tâche é o segundo melhor vinho produzido pela Romanée-Conti.

Geologia

Solo calcáreo, bastante argiloso,boa inclinação, pouco espesso na parte superior e mais profundo na parte inferior com cerca de 250 a 310 m de altitude.

fonte
1.↑ 1,0 1,1 1,2 1,3 1,4 1,5 Bourgognes – Terroirs de Bourgogne – Romanée Conti.
2.↑ 2,0 2,1 Divine Comedia – la bible des vigns de Bourgogne – Grand Cru Vosne-Romanée.
3.↑ Blog do Saul Galvão, jornal o Estado de São Paulo
wikipedia.or

Acabo de adiquirir uma garrafa deste vinho argentino da uva Cabernet Franc safra 2006. Vinho que o nosso amigo, o cachaceiro de luxo Robert Parker, deu 96pts. Devo degustá-lo neste final de semana e darei a minha impressão pessoal.
A fazenda está localizada na região do Alto Agrelo, Luján de Cuyo, Mendoza, Argentina. Um dos vinhos mais prestigiadas zonas da província.
135 hectares de vinhas, a 980 metros acima do nível do mar, desfrutar de um clima especial, com grande variação de temperatura entre o dia ea noite, permitindo a adequada maturação das uvas.
As variedades plantadas pelo pai Antonio Pulenta e trazido especialmente da França e Itália, estão Padre Anthony Pulenta e trazido especialmente da França e da Itália, são as virtudes do próximo Cordilheira dos Andes. O deslumbrante cenário natural deste vinhas favores com a água de fusão da irrigação dessa área de privilégio, cuja pureza é refletida em mosto de germinação, intenso e fresco.
Após oito meses de elaboração, um novo programa de computador que utiliza tecnologia de ponta foi lançado para responder a pergunta que todos se fazem: que vinho servir com determinada refeição?

“Acreditamos que isso vai ser de enorme ajuda para as pessoas”, contou James Oliver Cury, diretor executivo da Epicurious. As recomendações têm base em alogaritimos que juntam informações como perfis de sabores, ingredientes e técnicas de preparação.

Apesar de o programa ajudar na escolha do vinho, ele não é uma garantia de sucesso. “Combinar o vinho com a comida depende de cada pessoa”, assinalou o responsável pelos vinhos de um restaurante de Sonoma, Geoff Kruth.

Kruth frizou que programas como este são interessantes porque podem levar os consumidores a provar produtos que provavelmente não experimentariam. “Eu fico muito feliz em ver que as pessoas pensam cada vez mais em combinações de comidas e vinhos”.

Philip James, diretor geral do site Snooth – que pode ser classificado como uma comunidade de amantes do vinho – achou a idéia válida, e salientou as diversas opções de vinhos para cada prato, umas mais tradicionais e outras mais exóticas.

FONTE: Adega web
 

Inspirada nas variedades que remontam a história dos espumantes, a Miolo Wine Group lança, em novembro, os espumantes Miolo Cuvée Tradition. Elaborada pelo tradicional método francês champenoise, a nova linha é composta por três produtos produzidos e engarrafados no Vale dos Vinhedos: brut, brut rosé e demi-sec. “A nova linha substituirá os consagrados Miolo Brut e o Miolo Brut Rosé, que projetaram a Miolo entre as principais produtoras de espumantes do País. A Cuvée Tradition é uma evolução dessa história”, afirma o diretor-técnico, Adriano Miolo.
O lançamento do Cuvée Tradition tem o desafio de consolidar a liderança da empresa como uma das maiores produtoras de espumantes das Américas pelo método champenoise e conquistar consumidores que valorizam a tradição e a qualidade evidenciadas por esse método de elaboração.
O projeto Cuvée Tradition exigiu investimentos de aproximadamente R$ 5 milhões realizado a partir de uma parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) visando buscar a excelência na produção de espumantes e triplicar a elaboração destes na Miolo no Vale dos Vinhedos (RS) para 1,5 milhões de garrafas. Os recursos foram aplicados na modernização dos vinhedos e em máquinas específicas para o champenoise. O projeto determinou a automatização de todo o sistema da vinificação com alta tecnologia objetivando viabilizar um sistema artesanal em escala de produção. A tecnologia foi importada da Europa e desenvolvida no Brasil. “O mérito do projeto da Miolo foi inovar na atividade de vinhos espumantes”, afirma Murilo Azevedo, chefe do departamento de agronegócios da Finep.
fonte:
O projeto de promoção de exportações do vinho brasileiro Wines From Brazil (WFB), realizado em parceria pelo Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), acaba de fazer uma grande contratação. A craque que acaba de ser integrada ao time do vinho brasileiro é Ângela Tamiko Hirata – responsável pelo case de sucesso das Havaianas no mercado internacional, hoje presente em mais de 80 países, nos cinco continentes. A Consultoria Suriana, liderada por ela, prestará serviço às 40 vinícolas integrantes do Wines From Brazil. A missão de Ângela Hirata e equipe será coordenar o planejamento estratégico para os vinhos brasileiros atingirem os oito mercados prioritários para a promoção dos vinhos verde-amarelos no exterior. A consultoria dá continuidade à definição dos oito mercados-alvo a serem trabalhados em 2010 e 2011 pelo projeto: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Hong Kong, Países Baixos, Polônia, Reino Unido e Suécia.

A primeira reunião do Comitê de Planejamento Estratégico do Wines From Brazil com Ângela Hirata e sua equipe ocorreu na última terça-feira (17), em Bento Gonçalves. “O principal desafio é encontrar uma estratégia de acesso aos oito mercados prioritários, respeitando a característica de cada um deles, de acordo com o perfil das empresas que integram o projeto de exportação de vinhos brasileiros”, explica a gerente de Promoção do WFB, Andreia Gentilini Milan. Hoje, das 40 empresas que participam do WFB, 14 estão começando a exportar, três são exportadoras intermediárias, duas são internacionalizadas, uma é experiente e 20 não vendem ao exterior. O plano estratégico deve estar concluído até 31 de janeiro de 2010. “Aceitamos a proposta do Wines From Brazil porque é um projeto coletivo e a categoria é apaixonante, com um potencial enorme”, disse a consultora.

Saiba mais sobre Ângela Hirata

Formada em Administração de Empresas, com especialização em Comércio Exterior, Ângela Hirata liderou a equipe responsável pelo desenvolvimento de novos mercados para as marcas e produtos da São Paulo Alpargatas, dona da marca Havaianas. Em 2001, quando ela abriu o departamento de comércio exterior na empresa, a exportação representava 1,5% do faturamento total da empresa. Em pouco mais de quatro anos, este valor pulou para 10%, alcançando 200 mil pontos de venda.

Além de conquistar a liderança do mercado interno, a Havaianas se tornou uma grife de alto valor agregado, com sucesso internacional. O trabalho de Ângela e sua equipe levou o chinelo de borracha criado em 1962 a conquistar clientes no mundo inteiro, que chegam a pagar US$ 250 por um exemplar com cristais Swarowski.

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O concurso internacional Tannat Al Mundo, realizado nos dias 10 e 11 de novembro em Montevidéo, Uruguai, premiou um vinho brasileiro entre os melhores da variedade Tannat. O concurso reuniu 141 amostras provenientes de 50 vinícolas do Brasil, Argentina e Uruguai.

A tarefa de avaliar os vinhos inscritos coube a 14 degustadores e incluiu especialistas de países como Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, França, Itália e Espanha. Representando o Brasil esteve presente o diretor da Associação Brasileira de Enologia (ABE), Dirceu Scottá. Para ele, embora não seja comum a realização de um concurso monovarietal, ter um vinho brasileiro premiado entre mais de 100 amostras, é uma grande conquista. “Demonstra o nosso potencial qualitativo e nossa capacidade de elaborarmos vinhos de qualidade internacionalmente reconhecida”, destaca o enólogo.

O Tannat al Mundo foi organizado pela Associacão de Enólogos do Uruguai e contou com o apoio da Organização Internacional do Vinho (OIV) e do Instituto Nacional da Vitivinicultura (INAVI). O concurso faz parte da programação do XII Congresso Latino-Americano de Viticultura e Enologia.

Vinho premiado
Prêmio Terruño de Plata
Fortaleza do Seival Tannat 2009 – Miolo Wine Group

Mais informações:
ABE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENOLOGIA
54 3452.6289
[email protected]