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Archive for novembro, 2009

Degustei esta espumante e achei ótima, dica para as festas de final de ano espumante Toso Brut – Argentina
Produzido com 50% da uva Chardonnay e 50% da uva Chenin Blanc, o que se traduz em um Espumante delicado e bastante fresco, excelente para acompanhas  petiscos, pratos leves e reuniões do dia-a-dia.
( Na compra de 6 garrafa de Toso, você ganha um desconto de 12% de 28,60 por R$ 24,90)
Simey Santos
Av. Rio Branco, 1383 -praia do Canto – Vitória-ES
55 (27) 3345-8696 – 55 (27) 3345-8762
Depois de varios países terem este luxo, chegou a hora de São Paulo. A idéia consiste em espaço de degustação para até 12 pessoas, para apreciar a marca. A krug é uma das champagnes mais adimiradas do mundo. Está localizado no restaurante japones Kinoshita, um dos melhores do Brasil, sob comando do chef Tsuyoshi Murakami. Foram criados varios pratos para uma harmonização perfeita a um custo de 565,00 por pessoa com direito a meia garrafa do Krug Grande Cuvée, ( quem se habilita…!?)

Rua Jacques Fèlix, 405, Vila nova conceicao
011 3849 6940

MONTES ALPHA SYRAH – 2005, produtor Montes, Chile, Vale do Colchágha, syrah com pequenas parcelas de Cabernet e Viognier, baixo rendimento, seis toneladas por hectare, 14,5% alc, esteve na lista top 100 wine spectator, com pontuação 92pts e com primeira safra no ano de 1999. Envelhecido um ano em barris de carvalho. Comprado a dois anos atráz por 60,00 reais. Em um dia com record de calor em Vitoria ES, não é facil degustar um tinto da uva Syhah, mais com ar condicionado ligado e ventilador para ajudar consegui avaliar. Se apresentou com coloração purpura, azul, quase inviolavel; aromas de tostado, pimenta do reino e madeira; no palato bastante corpo com bainilha, aveludado e grande persistencia.

ST(91)

Meandro do Vale Meão 2006, feito das uvas, Tinta Roriz, Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Barroca e Tinta Amarela. Produtor:  Francisco Olazabal & Filhos, Alc 14%, Douro. Vinho decantado por uma hora, visual acastanhado brilhante, com aromas vegetais complexos, paladar agradável, taninos macios e persistência media. Grande qualidade, acredito que vá melhorar bastante pois a safra é 2006, um bebê.
ST (90)

WS (92)
Preço: 87,90

Feito 100% da uva Syrah, da região do Vale do rapel, Chile, alc 14,5%. Vinícola que ainda não tinha conhecimento a Quinta do Viluco. O vinho foi degustado em conjunto com mais outros quatro vinhos de diferentes nacionalidades. A impressão inicial do vinho não foi boa, não sei se prejudicado pelos outros vinhos? Se apresentou com a rolha em perfeito estado, manchada de preto na ponta, foi decantado por uma hora . Aromas de pimenta do reino, marmelo, e dai para frente se mostrou sem nenhum encanto, complexidade e evolução que não houve. Acredito que é um vinho de grande estrutura e deve evoluir em complexidade no futuro. Hoje busco vinhos que tenham complexidade que é o grande atrativo do vinho na minha opinião, após passada a fase de vinhos bombas de frutas e madeira.  ST(89)
Feita a partir de uvas selecionadas colhidas Mourvèdre, Syrah e Grenache uvas das melhores parcelas de “Belvèze”, este vinho foi envelhecido por 18 meses em barris de carvalho. Fiquei realmente apaixonado com o nariz e, especialmente, a qualidade  no palato. Na primeira, o nariz generosas ofertas de aromas maduros, ameixa e frutas escuras que se desenvolvem. No paladar se apresentou aveludado, e grande persistencia. Comprado na ponta de estoque Expand de 250,00 por 125,00, pelo meu amigo Marcos Fonseca.
São produzidos com base em “Cultura Raisonnée” (cultivo responsável), uma mistura de diferentes técnicas utilizadas nos métodos orgânicos, biodinâmicos e biológicos, a fim de minimizar o uso de produtos químicos e maximizar os ciclos naturais e caráter das variedades cultivadas e seu terroir. O “Plateau de Belvèze” é um terroir excepcional situada a 200 metros acima do nível do mar de vinhas bem drenados plantados em subsolo de argila que se beneficia de um microclima, quente e seco resfriado pelo vento das colinas Causse e os Pirenéus. O solo eo subsolo é rico em fósseis de conchas amonita, que são representados como uma concha espiral no rótulo.
ST (96)
Baseado na encantadora vila de Bergheim, Gustave Lorentz pertence ao grupo das grandes casas de vinhos de qualidade na Alsácia. A produção anual de Lorentz é de 1,8 milhões de garrafas, que podem ser comparados com os 0,9 milhões de Trimbach e 1,5 milhões de Hugel. 80% dos vinhos são feitos a partir de uvas compradas, uma fração relativamente elevada.
Historicamente, Gustave Lorentz é bem conhecido por Gewurztraminer, mas que realmente vai para Bergheim em geral.
Os grandes vinhos de Lorentz são encontrados no nível Grand Cru. A casa possui vinhas em Kanzlerberg e de Altenberg Bergheim. Além disso, as uvas de Lorentz compras de 0,3 ha em Rosacker em Hunawihr.
Gustave Lorentz de hoje foi formada em 1972 pela fusão de Gustave Lorentz com Jerome Lorentz. O anterior tinha Altenberg, enquanto o último foi proprietário de parte (a outra é a família Spielmann) em Kanzlerberg.
Coloração amarelo claro, com aromas minerais, petroleo em evidencia, na boca se apresentou com otima acidez e grande persistencia. ST (93).
Degustado na noite de sexta 26/11

Espumantes brasileiros premiados na França

Mais uma vez, agora  foi no 7° Effercescents du Monde, realizado nos dias 19 e 20 de novembro na cidade de Dijon. O concurso de espumantes, reuniu 519 amostras de 24 países que foram avaliadas por 75 degustadores.

Veja os resultados:

Medalha de Ouro

Casa Valduga Espumante Brut 130 Anos – casa Valduga Vinhos Finos

Marcus James Espumante Brut – Cooperativa Vinícola Aurora

Valdemiz Espumante Moscatel 2009 – Vinhos Monte Reale

Medalha de Prata

Aurora Espumante Brut Chardonnay – Cooperativa Vinícola Aurora

Garibaldi Espumante Brut 2009 – Cooperativa Vinícola Garibaldi

Gran Legado Espumante Moscatel – Wine Park

Pietro Felice Espumante Moscatel 2009 – Irmãos Molon

Terrasul Espumante Moscatel 2009 – Terrasul Vinhos Finos

Zanotto Espumante Brut – Vinícola Campestre

Ontem tivemos mais um jantar da confraria a comando do Dr Flavio Maraninchi que nos proporcionou um belo jantar. De entrada tivemos um budião cozido no limão nota 1000, o prato principal foi um filet ao poivre com penne ao molho de conhaque flambado com creme de leite. Para tentar harmonizar foi colocado de entrada a espumante Toso (postarei uma excluisiva dela) espumante que surpreendeu a todos pela sua grande qualidade e baixo preço, 25,00, na Enotria. Os tintos foram Chilenos do vale do Rapel, Anakena Pinot Noir 2007 st(88), Anakena Carmenere 2007 st(89) e o Anakena shiraz 2007 st(88) todos bons vinhos, sendo que o carmenére se destacou pela sua potencia para harmonizar com o filé ao poivre.  E viva a vida !

Metodo champenoise, tradicional ou clássico

Esta é uma forma de processar vinhos espumantes realizando a segunda fermentação na própria garrafa, conforme já descrito acima. Este é o método utilizado para a produção do autêntico champagne, também sendo empregado em outros espumantes de qualidade superior. A invenção deste processo é outorgada ao monge beneditino Dom Pérignon.
O método consiste principalmente numa dupla fermentação do mosto, primeiro em tanques, e o segundo nas garrafas, em adega, fazendo o remuage regularmente.

A primeira fermentação, chamada fermentação alcoólica é idêntica à a que sofrem os vinhos comuns(ou seja não efervescentes). O vinho básico geralmente é vinificado em tanques mas alguns produtores preferem fazer a vinificação em barris de carvalho; é o caso das casas Krug e Bollinger.

No início do ano (que segue a colheita), os vinhos estão prontos para a mistura (ou corte) em que as proporções podem variar a cada ano incluindo vinhos de diferentes produtores ou mesmo de safras. Nenhum outro AOC na França permite este tipo de mistura de vinho de diferentes safras.

No momento de engarrafar o vinho básico assim obtido, é acrescentado um composto de fermentos e cerca de 24g de açúcar por litro de vinho. Isso provocará a última fermentação e é esta segunda fermentação que vai dar nascimento às bolhas de dióxido de carbono. A garrafa então é tapada com uma cápsula metálica parerida com as das garrafas de cerveja.

Porém, esta segunda fermentação provoca o surgimento de borras que deverão ser retiradas do vinho.

Segue então o período de descanso do vinho em garrafas durante cerca de um ano para os não safrados (ou millésimées) e de três anos ou mais para as garrafas safradas.

Após este período as garrafas são colocadas em estantes com o gargalo para baixo. A cada dia, as garrafas são remuées, ou seja giradas de um quarto de volta, de um movimento seco, a fim de descolar as borras da parede da garrafa e fazê-las descer para o gargalo. Em alguns produtores essa prática é feita ainda manualmente enquanto os grandes produtores já o fazem com equipamentos automatizados. Para retirar o depósito de borra, congela-se então o gargalo num banho de salmoura a -25°C, tira-se a cápsula e a borra é expulsa pelo gás sob pressão. O volume de champanhe assim perdido é substituído por uma mistura de vinho e açúcar, chamado licor ou vinho de dosagem. A quantidade de açúcar presente no licor vai determinar se o champanhe será brut, sec ou demi sec.

Existem também champanhes não dosados: completa-se o nível da garrafa com vinho em vez do licor de dosagem. Entre os não dosados encontramos o Drappier à Urville, Georges Vesselle à Bouzy, Laurent- Perrier à Tours-sur-Marne, Paul Goerg à Virtudes ou Piper-Heidsieck em Reims.

Nesse momento a garrafa de champanhe será tapada com a sua famosa rolha de cortiça e mantida em adega para o envelhecimento (maturação) antes de comercialização.

A União Européia declarou que a expressão “Méthode champenoise” só pode ser utilizada para vinhos provenientes da região francesa de Champagne, aprovando o uso da expressão Méthode traditionnelle para os vinhos produzidos pelo mesmo sistema em outras regiões geográficas. Produtos que não estejam em conformidade com esta norma, o que se encontra com facilidade em vários países, não podem ser oferecidos no mercado da comunidade.

Método Charmat

Também chamado Charmat-Martinotti, este processo é um método mais econômico que o Método Champenoise para criar gás carbônico nos espumantes. O vinho é submetido à segunda fermentação em tanques de aço inoxidável (em vez da própria garrafa) e é engarrafado sob pressão. O processo é similar ao de fabrico de refrigerantes, diferindo deste na medida em que o gás carbônico do espumante é produzido na segunda fermentação (enquanto o do refrigerante é simplesmente adicionado por uma fonte externa ao processo).
Este processo foi inventado em 1895 pelo enólogo italiano Federico Martinotti mas foi patenteado em 1907 pelo francês Eugène Charmat.

Método Antigo ou Método por fermentação espontânea

É o método mais antigo, chamado método rural, artesanal ou ancestral, dependendo também da região. Consiste em engarrafar o vinho precocemente antes que a fermentação alcoólica do mosto termine. Os açúcares naturais da uva e fermentos ficam assim fechados na garrafa, onde a fermentação alcoólica vai poder terminar. É o CO2 produzido durante este fim de fermentação natural que vai produzir a efervescência ao vinho. Desde o início até o fim da fermentação as garrafas continuam fechadas e em nenhum momento são abertas ou existe alguma intervenção no processo. Graças à sua simplicidade, este método não necessita nenhuma troca de rolhas ou tampas, decantação ou rotação das garrafas. Alguns vinhos de Limoux são ainda vinificados desta maneira.

Metodo por Transferência

Como com os métodos tradicionais, a fermentação é feita na garrafa mas não há deposição de borra. O vinho já fermentado é retirado da sua garrafa (as garrafas são enxaguadas para ser reutilizadas) e é filtrado num tanque sob pressão, onde recebe um vinho de dosagem. Sempre sob pressão (graças à uma câmara isobárica) o vinho é colocado de volta nas garrafas com o seu gás carbônico natural.

Método “Dioise”

Funciona como o método antigo onde os açúcares e fermentos naturais da uva ocupam-se da fermentação salvo que, após a fermentação (em garrafa e adega) esvazia-se as garrafas a frio para efetuar uma filtragem dos fermentos, como feito com o método por transferência, mas sem adição de vinho de dosagem. Entretanto as garrafas são enxaguadas para receber de novo o seu conteúdo, que foi filtrado entre dois tanques isobáricos que mantêm o vinho à pressão inicial.

É o método usado no Vale do Drôme.

Método Contínuo (ou Método Russo)

O vinho circula durante 24 horas por dia dentro de uma série de tanques que contêm aparas de carvalho ou outros materiais e fazem a fermentação do açúcar do vinho. No final do processo, com o último tanque, o vinho é imediatamente engarrafado num tanque isobárico.

Método de Gaseificação

O gás carbônico não provem de uma fermentação e sim de um aparelho chamado “saturador” que é introduzido no vinho sob pressão. Também é engarrafado num tanque isobárico.

Metodo Marone-Cinzano

Neste método, a primeira parte da fermentação é feita conforme o método clássico e a segunda como o método Charmat. Ele não é mais usado porque a economia obtida é minima e a qualidade é, sem dúvida, bem inferior.

Metodo do tanque fechado

A fermentação não se realiza na garrafa mas num tanque sob pressão. Para compensar a perda de gás carbônico durante o engarrafamento, uma quantidade suplementar de gás é injetado na garrafa. Auguste Charmat inventou este método em 1907 na Universidade de Montpellier. Este método é utilizado para fabricar Sekt alemães, os vinhos sardes, as cidras, etc.

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