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Archive for outubro, 2009

Em noite agradável com os amigos, fomos dar mais uma chance ao restaurante mercador em Vitoria-ES, a nossa bronca é a da maioria dos enófilos, o preço da rolha, que lá custa 40,00 reais. Mais fomos liberado deste custo pelo proprietário da casa Ricardo, comerciante que sabe atenter o seu cliente. De entrada fomos servidos de robalo cozido no limão por dois dias e temperado com ervas, harmonizado  com Domdechant we
rner riesling kabinett halbtrockem 2001,ST(93),vinho com aromas com aromas de gracha, petróleo e na boca bem redondo, demonstrando toda a sua caracteristica  elegancia,  passando para o prato principal, o meu foi um tornedor com fettuccine alfredo, harmonizado com Quanta terra reserva 2004, ST(91), vinho com aromas já evoluidos de café, estrebaria e macio no palato, e o grande vinho da noite que nunca tinha degustado e se confirma a sua fama foi o Noemia 2003, ST(96), com aromas de coco intenso, com boca envolta em uma camada cremosa, fantástico.
Grande noite!!!!! Super agradável!!!


Em parceria com a Enoteca Fasano e Enotria o restaurante Bellia realiza um jantar harmonizado com vinhos no dia 28/10 quarta feira, com a presença de Ana Paula Oliveira sommeliére da Fasano. O menu sera:
  • Salada verde com muçarela de búfala
  • Filé de linguado com legumes grelhados
  • Paillard de filé mignon com risoto de sotobosco
  • Torta de nozes 

Rua joaquim Lírio, Shopping patrio praia, lojas 3, 4 e 5. Praia do Canto. Tel 32258833

Com um menu composto de french racks de cordeiro, na brasa, advindo do mais recente empreendimento, dos nossos também confrades, Helbert e cogo; como complemento raviole de pêra com brie, regado com uma fina camada de gorgonzola. De sobremesa foi servido uma babana assada na churrasqueira com chocolate e sorvete de creme. Os vinhos estavam fantásticos segue a lista dos vinhos por ordem de serviço.

  • Do lugar espumante nacional
  • Espumante foi aprovada por todos, perlagem abundante e boa persistência.ST( 90)
  • Tabali reserva especial chardonnay 2007
  • Vinho com visual amarelo palha, aromas intensos frutas e baunilha com corpo bastante estruturado.ST( 93) 100% chardonnay
  • Valdivieso eclat 2005
  • vinho com visual escuro, com aromas de frutas vermelhas e especiaria com boca cremosa e longa.ST( 93) 50% mourvedre,38% caringnan e 12% syrah.
  • De martino c.alegre 2006
  • vinho com visual preto, com aromas ainda fechado, com taninos duros demonstrando que precisa de tempo em garrafa para integrar o álcool. 100% cabernet sauvignon. ST (88)
  • Memoria 2006
  • vinho com visual ruby escuro, com aromas complexos de café e especiarias, com boca cremosa e longa persistência. Merece também no mínimo um ano de garrafa para melhorar. ST(91)
  • Vinho surpresa foi o VALDIVIESO ECLAT 2005!!!!!!!



Pela terceira vez degusto este vinho e cada vez mais fico intrigado com suas variações. Sempre diferente, principalmente
nos aromas. Desta estava com coloração vermelho translúcido, com aromas de cereja e na boca estava gordo diferente da caracteristica desta uva, com retrogosto forte de morangos. Vinho que nosso amigo RP deu 92pts a melhor nota para um pinot noir argentino.

Produtor: Luca (Laura Catena)
  • País: Argentina
  • Região: Mendoza
  • Safra: 2007
  • Uva: Pinot Noir
  • Vinhedos: Uvas de altos vinhedos da comuna de Tupungato, na província de Mendoza.
  • Vinificação:Fermentação tradicional com controle de temperatura
  • Maturação: Envehecido 12 meses em barricas de carvalho francês sendo 60% de barricas novas.
  • Teor Alcoólico: 14,5%
  • ST (90)

      Sabe quando você sente o aroma de um vinho e já prevê que é um vinho top, foi o que aconteceu. Ao colocar no nariz senti aromas fantásticos de coco, tostado, baunilha e anis. Um vinho de grande personalidade, robustez e grande corpo envolvido em camadas cremosas, que me fazem agradecer a Deus por essa oportunidade de degustar este néctar. No ano passado participei de uma degustação das safras 1999 a 2004 e ele se apresentou muito bem mais não tanto quanto hoje. Segue seus dados:

      • San Pedro de Yacochuya
      • Cafayate
      • 2004
      • 85% Malbec, 15% Cabernet Sauvignon
      • Salta
      • Argentina
      • Alcool 16% 
      • 2h em decanter 
      • ST (95)

          Degustei na noite de ontem a convite de um amigo recém chegado de Porto Alegre a espumante Do Lugar brut ST (90) da vinícola Dal Pizzol feita no método charmat. Se apresentou com coloração amarelo ouro e com perlagem fina e abundante, boa persistencia em com excelente custo beneficio, 23,50 reais. Esta espumante ficou em primeiro lugar no sexto concurso nacional de espumante em Garibalde. Elaborado com uvas Pinot Noir e chardonnay.
          A tempo nós brasileiros estamos nos impressionando com a qualidade da espumante nacional, uma bebida alegre, e que nos faz sorrir. Esperamos que continuem com este empenho e profissionalismo que vamos chegar mais longe!!!!
          Viva o Brasil!!!


          Comecemos por uma uma reflexão: vocês já repararam que embora associados gastronômicamente quase como uma dupla musical (Queijos & Vinhos, Alvarenga & Ranchinho, Miele & Boscoli, etc), eles são os opostos em termos estéticos? Enquanto o vinho é bonito – a garrafa, o rótulo, a cor, o aroma, fazem dele um emblema do bom gosto – o queijo é feio. Um plateau de fromages parece uma paisagem lunar, com buracos, protuberâncias, planícies e pedras soltas.Juntos, no entanto, produzem o efeito do Gene Kelly dançando com a Cid Charise (metáfora para quem tem mais de 50 anos!)Mas para que esse par se torme, também, um matrimônio em termos de enogastronomia, há que se observar algumas premissas. Por exemplo:
          Quanto mais forte o queijo, mais tânico deve ser o vinho (Syrah, Cabernet Sauvignon, Nebbiolo, Brunello);
          Vinhos e queijos da mesma região se harmonizam melhor;
          Os queijos frescos, tipo “cream cheese”, Minas, Mozzarella e artesanais, vão bem com um tinto leve, tipo um Pinot Noir, e com os brancos e rosés do momento, como o Rosé d´Anjou, que “voltou”, os argentinos da Susana Balbo (Crios); os chilenos do vale do Maipo; ou os brasileiros Dal Pizzol Rosé, por exemplo – e outros nacionais;
          Os queijos de cabra e ovelha convocam um branco mais denso, de preferência da uva Sauvignon Blanc, como o Sancerre ou o Pouilly-Fumé da França. Ou, então, os Chardonnays da Nova Zelândia, da Austrália e do Oregon, nos EUA;
          Os chamados queijos azuis fazem a liga ideal com alguns cardeais do “doce natural”: um Sauternes, um Barsac, os Muscat e Moscatéis (França e Alemanha), sem esquecer a combinação do Stilton (queijo inglês) com Vinho do Porto, do Roquefort com Tokay húngaro, ou ainda a dupla Gorgonzola x Gewürztraminer;
          Com os populares Brie e Camembert (cujo perfume Taillerand chamou de “o pé do bom Deus”), vão os tintos leves, tipo Côtes du Rhône, Valpolicellas, Merlots, os jovens Riojas (Espanha), os portugueses do Alentejo e os nossos gaúchos… ou nordestinos (Rio Sol).Em sentido amplo, no entanto, a busca de equilíbrio entre a comida e o melhor vinho para valorizá-la – e vice-versa – é muito mais uma tentativa de “resolver” os efeitos químicos dos ingredientes de ambos, na boca e no estômago, do que uma verdade definitiva. E nem poderia ser diferente. Se refletirmos que o mesmo o vinho, produzido pela mesma uva, na mesma região, varia de produtor para produtor, imaginem falar em Sauvignon Blanc – o automático acompanhante dos peixes – sem se perguntar:
          mas o peixe é frito ou cru, como nos sashimis?
          e o Sauvignon Blanc é da França, seu país de origem ou da Nova Zelândia, com graduação alcoólica de 14 graus?E por aí vai. O que fazer, então?O que fazer, em se tratando do mundo do vinho, é aceitar com humildade que não existem dogmas. O que existe são experiências vividas a partir do que se conhece da lógica da digestão, do impacto de certas misturas no mapa dos sabores e, sobretudo, dos anos de sabedoria popular – registrados no papel ou passados de boca em boca. Exemplo: mulher grávida sente ganas de comer banana de madrugada não por sestro, mas porque o feto está-lhe roubando potássio.Por isso, as regras para queijos e vinhos, assim como para a combinação entre os demais pratos e copos, devem ser seguidas – ou quebradas – de acordo com a percepção de cada um, em cada circunstância. Uma reunião para degustar queijos e vinhos brasileiros no verão é uma coisa; se o convite for para Montmartre com queijos e vinhos franceses, no inverno, é outra. Como é diversa a proposta de um happy-hour de jovens, quando os queijos e vinhos se repetem, ao contrário daquele copo e daquele boursin de quem recebe para um aperitivo que antecede à saída para jantar. E assim por diante.Moral da história: é claro que existem diretrizes a serem observadas para garantir maior qualidade na seleção dos elementos que vão compor o cardápio e a carta de vinhos, quando se reúne amigos para comer e beber – e conversar. Mas ainda acho que a melhor pedida é seguir o conselho do Churchill: -”Eu sou simples de contentar – só gosto do melhor!”Bon appétit!

          EnoEventos – Oscar Daudt – (21)9636-8643 –


          Prime Rib
          • Descrição: 3 ou 6 costelas – retirado do lombo central do boi, da 6ª a 11ª vértebras (6a a 8ª sem gordura e 9ª a 11ª com gordura), incluindo o noix e a costela (osso) com 25cm.
          • Sugestão de preparo: Ideal para churrasco.
          • origem do corte: EUA.
          • Dados técnicos: Pesa entre 4,5 a 5,5kg.
          • Preço: 44,90 kg

          Localização do corte:


          Segunda-feira é dia disso, mais indo comprar frutas para as crianças vi na vitrine este corte de carne e não resisti e comprei. Chegando em casa liguei para o vizinho falando da compra e ele disse sobe!!!! temperou com ervas da França, e grelhou para um casamento com um risoto de tomate pelato com espargos verdes e frescos. Estava muito bom. E viva a vida!!!

          • Desculpem a foto do SR sem blusa!!!!!
          Segue lista (previa) dos 10 melhores do ano torcendo para que ela se altere ate o final deste ano:

          • Dom melchor 2001
          • Casa real 1995
          • Baune premier cru Aegerter 2004 branco
          • Klain constantia 2001
          • Almaviva 2001
          • almaviva 2004
          • Castilho ygay gran reserva 1959
          • Domus aurea 2003
          • Asmead 1999
          • Comand shyrah 1999

          Le Vallon de Barde-Haut 2001 (Saint-Emilion) Segundo vinho do Chateau Barde-Haut que, pelo que pude verificar, é composto por um blend de Merlot e Cabernet Franc.Visual rubi com reflexos granada indicando um vinho já com alguma evolução, ainda que discreta. Nariz de frutas negras e vermelhas já começando a migrar para uma coisa mais compotada, capuccino discreto e madeira bem integrada. A boca confirmou o nariz com taninos já bem amaciados, boa acidez e persistência média. Um vinho agradável e equilibrado. Fiquei meio na dúvida quanto ao seu potencial de evolução. Sei lá. Achei que faltou mais “pegada” na boca. Se não me engano, custa perto dos R$ 200,00 na Casa do Porto. Pelo que oferece agora não acho que valha o que é pedido.
          • Postado por marcos Fonseca