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Archive for setembro, 2009

“É Champagne Francês?”
Em visita ao Brasil, staff do presidente Nicolas Sarkozy se surpreendeu com a qualidade do Espumante Casa Valduga Extra Brut

Com bebidas finas presentes entre os melhores espumantes do mundo, a renomada vinícola Casa Valduga acaba de conquistar apreciadores exigentes e com paladares acostumados aos espumantes da tradicional região de Champagne.

Na última segunda-feira, dia 7 de setembro, o staff do presidente francês Nicolas Sarkozy, durante jantar com o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, pôde provar e comprovar a qualidade indiscutível do premiado Casa Valduga Gran Reserva Extra Brut, servido durante o encontro entre a alta cúpula das políticas brasileira e francesa.

O Gran Reserva Extra Brut é elaborado através do método champenoise, processo usado nas famosas vinícolas da elegante região francesa. Trazendo a sofisticação e os sabores dos espumantes do Velho Mundo, durante o encontro não faltaram integrantes da comitiva de Sarkozy perguntando se a bebida era champagne francês.

_____________________________________________________________Sabores e Delícias Representações Ltda.Rua Ferreira Coelho, 330 – Sala 1.014 – Cep: 29.050-280 Praia do Suá – Ed. Eldorado Center – Vitória – ESTel.: (27) 3084-6034 – Fax: 3235-7013 – Cel.: 9989-0698 E-mail:

Serão mais de 50 vinhos e espumantes!
Anaimport, AOC Vinhos do Brasil, Cantu, Cave Antiga, Cave Jado, Casa do Porto, Chaves Oliveira, Empório Sório (vinhos da Córsega), Interfood, MMV, Santa Ceia, Tradebanc e Wine Lovers já confirmaram presença.
A sala Dourado, no vigésimo andar do Hotel San Raphael, no Largo do Arouche, é climatizada e oferece uma bela vista da cidade.
O Hotel oferece um prato de massa para os participantes e para terminar o Café Nobile.
Para quem ama o vinho é mais uma oportunidade de conhecer novos rótulos e importadores.
Parabéns pela iniciativa.

Produtor: matua valley
País: new zealand
Região: marlborough
Uva: sauvignon blanc
Safra: 2008
Tipo: branco
Volume: 750 ml
teor alcoólico:12%
ST (86)

Matua Valley Wines começou como uma pequena vinícola familiar, em West Auckland, Nova Zelândia, em 1973. Nos próximos anos, enólogos Ross e Bill Spence rapidamente ganhou a reputação de inovador, premiado vinhos da Nova Zelândia – incluindo a primeira Nova Zelândia Sauvignon Blanc.
Hoje, Matua Valley produz uma grande variedade de vinhos distintos, esses inovadores e premiados vinhos da Nova Zelândia estão agora apreciado em todo o mundo.
Achei o vinho muito aromático, mais com uma falta de acidez que para um sauvignon blanc é essencial para meu gosto.

Mais uma vez a Enotria está de parabéns, em parceria com a Vitis Vinifera promoveu na noite do dia 28/09 uma degustação de vinhos Suíços que me surpreendeu muito. Antes de falar dos vinhos repassarei algumas curiosidades do mundo do vinho Suíço por José Augusto Saraiva competente profissional da importadora. A suíça e um pais do tamanho do Espírito Santo com 15.000 hct de plantio de vinho é o oitavo consumo per capta do mundo com 40 litros habitante ano é o nono importador de vinhos e uma curiosidade exporta somente 1% de sua produção . O perfil de consumo de vinhos é 44% vinhos brancos e 56% de vinhos tintos e muita outras curiosidades. Os degustados são todos da região de Valais. Segue a lista por ordem de serviço:
1 – Petite Arvine de Fully AOC 2007 – Valais -branco- Suíça Produzido 100 % com a uva autóctone Petit Arvine, este vinho possui aromas típicos de frutas cítricas. Notas minerais típicas do terroir das arvines de Fully.O ataque final revela todo o vigor e a persistência desse vinho.ST(91) preço 110,00
2 – Johannisberg de Chamoson 2007 – Valais – branco – Suíça Vinificação tradicional com longa permanência em contato com as borras finas. Tipicidade da Sylvaner de Chamoson, em seu terroir personalizado pelos aromas de amêndoas tostadas e uma nota mineral. Bela amplitude no palato, acentuada pela acidez e um impressionante volume aromático.ST(93) preço 79,80 best buy
3 – Syrah AOC 2006 – Valais – tinto- Suíça As uvas são colhidas em vinhedos de rendimento muito reduzido. Esse Syrah se beneficia de uma longa maceração por 15 dias de modo a extrair os componentes ultra-concentrados dos frutos. Em seguida passa por longo estágio em barricas de carvalho.ST (88) preço 123,00
4 – Cornalin AOC 2005 – Valais – tinto – Suíça Fermentação carbônica por duas semanas, seguida de prensagem. Amadurece em barris de carvalho por quinze meses Os aromas são intensos, de frutas vermelhas do bosque e cerejas selvagens. Na boca, os taninos e a estrutura concentrada e complexa impregnam o palato com toda a nobreza que emana de um vinho de grande força.ST(90) preço 123,00
5 – Domaine Évêché AOC 2006 – Valais – tinto – Suíça Um estrito controle de rendimentos e cuidados especiais na colheita são os fatores chave para o resultado desse vinho com a uva Diolinoir. O vinho amadurece em barris de carvalho e grandes tonéis de pinus. O nariz remete a especiarias. Um vinho de caráter forte, encorpado. Seu final é intenso e persistente, um vinho com grande potencial de guarda.ST (92) preço 138,00

Gostaria de dizer que achei todos os vinhos muito bons foi uma grande oportunidade de aprendizado para todos presentes nesta grande noite.

www.enotria-es.com.br

www.vitisvinifera.com.br
Gloria Reynolds
art e tradição
Vinho regional Alentejano – Portugal
Vinhos, um negócio familiar, 180 anos de Portugal

Reynolds que é um nome está ligado à história da produção de vinho em Portugal. Na origem esteve uma família presente no Douro e é hoje em Estremoz que dá cartas neste universo, TENDO pautado sempre uma actuação pelo arrojo e pela inovação na produção de rolhas de cortiça, e maquinaria para uma produção de utensílios nos vinhos e, mais recentemente, Nas castas novas que trouxeram para o Alentejo. Lançado em 2005, ‘Gloria Reynolds 2002′ é o primeiro passo para o sucesso, o vinho foi criado com a colaboração de um dos mais reputados enólogos portugueses, Paulo Laureano, que desde 1998 está com uma Casa Gloria Reynolds, prestando homenagem à mãe de Juliàn Cuéllar Reynolds, fundador da empresa, precisamente Gloria Reynolds, ao procurar seguir uma tradição familiar na produção de vinhos.
Gloria Reynolds faz parte daquela leva de Produtores de vinho do Alentejo que fez uma substituição gradual de algumas castas tradicionais por outras, sobretudo pela Alicante Bouschet, uma casta que outrora apenas existia nenhum e Mouchão na Quinta do Carmo, justamente propriedades que pertenciam à família Reynolds .
Vinhos, um negócio familiar, 180 anos de Portugal
Segue seus diferentes rótulos de alta gama vinificados por GLORIA REYNOLDS.

Gloria Reynolds 2004 Tinto – Alentejo R$ 490,00gf Um vinho altamente personalizado e distinto, motivo de prazer e valorização para consumidores exigentes. Estrutura, que lhe permite uma exelente evolução em garrafa. Poda verde de 50% da produção. Provenientes das castas,Alicante Buschet e Trincadeira, são vindimadas manualmente e fermentadas em balseiros de carvalho francês e 24 meses em barricas de carvalho francês Seguin Moreau.Produção, 3.000 Garrafas/ano.

Gloria Reynolds 2006 Branco – Alentejo R$ 190,00gfAs Uvas da casta Antão Vaz, foram vindimadas de manhã cedo e, após desengace total e esmagamento suave ,foram prensadas em prensa pneumática, tendo o mosto resultante sido clarificado estáticamente duarante 48 horas, à baixa temperatura. Fermentado durante 30 dias em barricas novas de carvalho francês a uma temperatura de 15ºC, seguida de aproximadamente 8 meses de estágio, com bâtonnage semanal. posteriormente foi mantido durante um mês a 6ºC em aço inox, engarrafado em seguida.

Figueira de Cima 2003 Tinto – Alentejo R$ 243,00gfEspecial SóciosAs uvas das castas Alicante Buschet, Aragonês e Trincadeira foram colhidas manualmente entra a última semana de Agosto e a terceira semana de Setembro de 2003. A fermanteção ocorreu em balseiros de carvalho francês , durante 14 dias, a uma temperatura de 27/28ºC,em seguida passou por um estágio em barricas de carvalho francês 1/3 novas,1/3 1 ano de uso 1/ 2 anos de uso. Após 18 meses de estágio foi engarrafado e estagiado nas caves da adega até atingir um excelente equilibrio .Produção, 3.000 Garrafas/ano.

Julian Reynolds Reserva 2004 Tinto – Alentejo R$ 162,00gfAs uvas das castas Alicante Buschet, Aragonês e Trincadeira foram colhidas manualmente para pequenas caixas na vinhas de Herdade da Figueira de Cima, que rodeiam a adega. Após desegace total as uvas fermentam em balseiros de carvalho francês Seguin Moreau,com temperatura controlada uma parte do lote depois em barricas de carvalho francês mesma tanoaria durante 12 meses . O engarrafamento foi antecedido por filtração por terras de porosidade média e as garrafas estagiam pelo menos mais seis meses antes de serem comercializadas.Faça sua compra por telefone ou e-mail, entregamos em sua residência e despachamos para todo o Brasil, frete sob consulta.Produção, 5.400 Garrafas/ano.

Carlos Reynolds 2006 Tinto – Alentejo R$ 89,00
Carlos Reynolds, neto de Gloria Reynolds,filho de Julian, é a sétima geraçãodos Reynolds de Portugal a produzir vinhos de qualidade no Alentejo. É um vinho que é lançado mais jovem do que é habitual na casa e representa a entrada de gama do produtor. É vinificado sob a supervisão do experiente e prestigiado enólogo Paulo Laureano, a partir das castas Touriga Nacional e Alfrocheiro. Fermentou em balseiros de madeira de carvalho francês oriundos da melhor tanoaria francesa, Seguin Moreau e estagiou nos mesmos balseiros durante ano e meio.

Dias antes da publicação do guia da Itália vinho mais potente, Vini Gambero Rosso d’Italia, informações sobre os vencedores do mais importante do cobiçado Tre Bicchieri (três vidro) prêmios foi vazada para a imprensa. Os céticos afirmam que o vazamento tenha sido orquestrada por Wine News e editor do guia Daniele Cernilli em um esforço para criar a dinâmica necessária para a sua versão mais recente. A edição de 2010 será o primeiro após o movimento Slow Food cortou seus laços com o Gambero Rosso, seu parceiro desde a publicação da primeira edição em 1987. Slow Food decidiu encerrar sua parceria de longa data após fundador Gambero Rosso, Stefano Bonilli, foi demitido de forma inesperada no que parecia ser uma reorganização política dos cartões, com Cernilli assumindo posição Bonilli’s. Desde então, Gambero Rosso teve de lutar contra dificuldades financeiras, bem como as alegações de subjetividade e de nepotismo em seus procedimentos de degustação. O começo de outubro é tradicionalmente o período em que muitos guias de vinho lançar suas últimas versões, incluindo L’Espresso’s eu Vini d’Italia, Duemilavini da AIS, a Associação Italiana Sommelier, e eu Vini di Veronelli, enquanto que o Slow Food é ansiosamente aguardado novo italiano guia de vinhos ainda está para ser anunciada. Abaixo estão os resultados dos prêmios especiais Gambero Rosso:
Vinícola do ano: Bruno Giacosa de Piemonte
Vinho tinto do ano: Antoniolo, Osso San Grato 2005 Gattinara
Vinho Branco do ano: Clelia Romano, Colli di Lapio 2008 Fiano di Avellino
Espumante do ano: Cavit, Altemasi Graal Brut Riserva 2002 Trento
Produtor do ano: Gianfranco Fino da Puglia
Vinho doce do ano: Barattieri, Albarola Val di Nure Vin Santo1999 Colli Piacentini
materia retirada do site
www.jancisrobinson.com

Para começar esta conversa foi uma das melhores sensações enológicas que já tive. Dizem que estes vinhos não são essas coisas tá de brincadeira, são fantásticos. A noite girou em torno de um baby pork que foi encomendado do empório santa luzia, que acompanhado de um risoto de aspargos verdes harmonizou perfeitamente. O primeiro vinho foi uma champagne Agrapart & Fils brut blanc de blancs terrois st(93) uma grand cru de respeito cremosa com aromas de pêras, maça e muito mineral alc 12%. O segundo o Clos de la bergerie 2005 st(90) um vinho da uva chenin blanc 100%, vale do loire, 14,5% alc do mestre da biodinâmica Nicolas joly para minha opinião um vinho da uva chenin que não tinha ainda degustado foi uma boa experiência, que me pareceu muito complexo que se deve ter paciencia para analisar. O Dom melchor 2001 st(95), da vinícola concha y toro, região maipo e 14% alc , o melhor em nariz da noite estava com aromas caracteristicos do maipo chile e na boca muito complexo e persistência longa. O mais esperado o Nicolas Catena zapata 2004 st (96) vinícola catena zapata, região de mendoza com 78% cabernet e 22% malbec feito pelo famoso Nicolas catena e nota de rp(98) realmente fantastico um aromas ainda pouco desenvolvidos mais na boca mostra uma explosão de sabores e persistência 50+. Estavam presentes Audir e Cristina, Marcos e Hilka e eu e keila.

VIVA A VIDA !!!!!

1 SOALHEIRO ALVARINHO 2007 vinho verde branco António esteves ferreira
2 SCALA COELI 2006 alentejo tinto Fundação eugenio de almeida
3 VINHAS DA IRA 2006 alentejo tinto Henrique josé da la puente sancho uva
4 QUINTA VALE. MARIA 2006 douro tinto Lemos & van zeller
5 QUINTA DAS TECEDEIRAS RESERVA 2006 douro tinto global wines
6 QUANTA TERRA 2006 douro tinto quanta terra
7 HERDADE DOS GROUS RESERVA 2006 alentejo tinto herdade dos grous
8 CV 2006 douro tinto Lemos & van zeller
9 QUINTA DO VESÚVIO VINTAGE 2006 vinho do porto Symington family estates

10 DOW´S QINTA SENHORA DA RIBEIRA VINTAGE 2006 vinho do porto Symington family estates

fonte: REVISTA WINE

A Sangiovese é uma uva tinta da família da Vitis vinifera que também é referida pelas seguintes denominações: Sangiovese Grosso, Brunello, Uva brunella, Morellino, Prugnolo, Prugnolo Gentile, Sangioveto, Tignolo e Uva Canina.
Em geral se fala Sangiovese, mas na realidade este termo define um grande número de variedades (ou clones) nas quais se diferenciaram no curso dos séculos e nos diversos territórios.
Na Toscana ela se distingue em duas grandes famílias: a Sangiovese Piccolo usadas em grande parte da região e a Sangiovese Grosso, que compreende entre outras variedades a uva Brunello, usadas na produção do vinho homônimo e a Prignolo Gentile, usadas na produção do vinho Nobile di Montepulciano.
Apesar de poder ser encontrada em varietais, como o Brunello di Montalcino, é usualmente empregada em assemblage com outras cepas.
É a principal uva utilizada nos vinhos Chianti, Brunello di Montalcino, Rosso di Montalcino, sendo também utilizada nos cortes dos “Super Toscanos”, todos eles produzidos na região da Toscana, Itália.
A Sangiovese experimentou grande popularidade nesses últimos anos também na Califórnia, graças ao sucesso internacional dos “Super Toscanos”. Do Napa Valley ele se difundiu pelas melhores regiões vinícolas californianas, desde Sonoma County a San Luis Obispo.
Informações tiradas do wikipedia.org
Este grande vinho foi degustado em meu aniversário de 35 anos, um vinho fantástico primeiro pela sua historia e depois pela safra 1990, são 19 anos de idade. O tignanello se apresentou com coloração atijolada clara, aromas intensos de ameixa secas passando para caixa de charutos e torrefação e na boca untuoso e grande persistencia, um dos top 10.

Produtor:Antinori

País: Italia

Região:Toscana

Uva: Sangiovese

Safra: 1990

Tipo: tinto

Volume: 750 ml

Teor Alcoólico: 13%