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Recentemente estive conhecendo dentro do projeto www.winebar.com alguns rótulos da Viña Arboleda, projeto pessoal de Eduardo Chadwick na região do Aconcagua, importado pela Expand, cujo nome é uma homenagem às árvores nativas preservadas em suas vinhas. Além de Chardonnay, Pinot Noir e Carmenere, que provei, eles também elaboram um Sauvignon Blanc e um Cabernet Sauvignon.

Neste ano, a filha de Eduardo, Maria Eugênia Chadwick foi anunciada como embaixadora internacional da marca, e esteve presente na degustação on-line com vários jornalistas e blogueiros de todo Brasil. Vamos aos vinhos:

Arboleda Chardonnay 2013 – R$ 120

Todas as uvas foram suavemente prensadas com os cachos inteiros e o suco foi integralmente fermentado em barricas de carvalho francês (30% novas) a uma temperatura entre 14°C e 24°C. A alguns dos lotes foram inseridas leveduras selecionadas, enquanto uma grande parte (44%) foi fermentada em barricas, usando leveduras selvagens, naturalmente presentes na pele das uvas. Passou por dez meses de envelhecimento “sur lie” – em suas borras – para aumentar a complexidade. Recentemente conquistou o Japão o prêmio de ‘Melhor Vinho para Sushi’ pela categoria Asian Food Sushi. Na taça mostrou aroma potente, gostoso, típico. Macio e nada e nada enjoativo, em virtude da boa acidez.

Arboleda Pinot Noir 2012 – R$ 150

As uvas passaram por uma maceração a frio de 4 a 7 dias a uma temperatura de 8° a 10°C antes da fermentação, para extrair os intensos sabores e aromas. A fermentação alcoólica foi feita em tanques abertos e se extendeu por 8 a 20 dias. O vinho foi envelhecido durante 12 meses em barricas de carvalho francesas, das quais 25% novas. Na taça estava agradável, fácil de beber. Um vinho leve, aromático, com toques frutados e florais.  

Arboleda Carmenére 2012 – R$ 120

As uvas foram colhidas e classificadas manualmente de maneira cuidadosa em mesas de seleção e levadas a tanques de aço inoxidável para a fermentação a temperaturas que variaram de 26°C à 30°C. Foram realizados remontages regulares para extrair cor, taninos e aromas das peles das uvas, conferindo-lhe, assim, a estrutura, o suporte e os aromas desejados ao vinho. Tudo isso permite realçar a já excelente expressão das características de frutas frescas no vinho. Após um período de maceração de 25 dias, 60% da mescla foi levada diretamente a barricas novas de carvalho, das quais 46% eram americanas e 54% eram francesas, nas quais o vinho envelheceu por 12 meses. Na taça o aroma impressionou, com muita fruta, mas um pouco do álcool sobrando. Um vinho potente, que melhorou com o tempo no copo, indicando que ficaria melhor se fosse decantado, passado para um decanter com bastante antecedência. 

Releituras de clássicos italianos, sofisticação da cozinha contemporânea e a utilização de ingredientes do Agroturismo capixaba. Esta é a proposta do novo cardápio do Capri Italiano, no Shopping Day by Day, na Praia do Canto, que acaba de completar um ano neste mês de junho. As novidades do menu, que é assinado pelo chef da casa Danillo Amaral, vão poder ser conferidas pelo público a partir desta sexta, dia 19.

O cardápio ainda conta com releituras de clássicos da Itália com toque de outras culturas, como a francesa, a espanhola e a brasileira, e mantém ampla a sua variedade em risotos e massas recheadas. Já as opções de peixes e carnes foram ampliadas. Pratos como o ‘Speciale Merluzzo Grigliato’ (Bacalhau Confit com Purê de Batata Doce e Gengibre e Aspargos Grelhados – R$59), o ‘Polvo Al Capri’ (Tentáculos de Polvo com Palmito Pupunha Grelhado e Salada – R$59) e o ‘Filet Millanese’ (Filet Mignon ao Molho DemiGlass e Vinho do Porto, Trufas Negras, Risotto a Millanese – R$62) são algumas das opções que somam nestas seções do menu.

“A gastronomia italiana é muito rica e saborosa e me permitiu inovar na criação dos pratos como o Risotto Nero com Camarões e Lulas Grelhadas e Botarga Caipira, que usamos a própria tinta de lula e o Filet Mignon Recheado com Brie ao Molho de Vinho do Porto e Mix de Pimentas e Mousseline de Batata Trufada”, destacou o chef.

A variedade pode ser percebida já no menu de entradas, com 10 opções que vão desde as bruschettas com coberturas diversas, o Arancini (um bolinho de risotoo recheado) com Ragu de Cordeiro (R$29 – 06 unidades), e o Mix de Polentas (trio de polentas com Gorgonzola, Ragu de Cordeiro e Ragu de Linguiça de Javali – R$35). Para quem prefere as saladas, o menu conta com a ‘Insalata di Capri’ (salada caprese – R$22) e a ‘Insalata di Chef (R$34)’, que terá novidades toda semana.

No menu de massas, um dos destaques é o ‘Spaghetti Nero’ com Lulas, Camarões e Tomatinho Cereja (meia porção R$39, porção inteira R$58) e o ‘Ravióli de Abóbora’, recheado de um Creme de Carne Seca na Manteiga de Garrafa Trufada e Pimenta Rosa (meia porção R$40, porção inteira R$54).

Na seleção de risotos do Capri, o ‘Risotto di Agnello’ (Risotto de Queijo Morbier com Ragu de Cordeiro – meia porção R$39, porção inteira R$61) e o ‘Risotto Nero’ com Camarões e Lulas Grelhadas e Botarga Caipira (meia porção R$39, porção inteira R$64) prometem agradar até os paladares mais exigentes.

Além das iguarias que vêm direto da Itália, como a tinta de lula e as trufas negras e brancas, o novo menu busca valorizar os produtos do Espírito Santo, especialmente de regiões capixabas de colonização italiana, como o magret de sol, o socol – um embutido de porco da região de venda Nova do Imigrante –, e os queijo morbier e o resteya – de Domingos Martins. O socol e, por exemplo, está presente em dois pratos principais – ‘Mini Penne al Resteya’, um mini penne com Fonduta de Queijo Resteya, Crocante de Socol e Trufas Brancas (meia porção R$34, porção inteira R$50) e no ‘Filet Mignon de Sol com Spaghetti ao Creme de Morbier e Farofa de Socol’ (R$55) – além da entrada com a bruschetta de brie e mel trufado (02 unidades R$22 ou 04 unidades R$36). Já na seção de carnes está o ‘Magret Al Tartufo Nero’ (Magret de Sol com Mousseline de Macaxeira, Farofa D’água, Mel de Engenho e Trufas Negras – R$87), uma das estrelas da casa, pois o Magret passa por um período de cura que deixa seu sabor ainda mais extraordinário.

“Para elaborar o novo cardápio do Capri, procurei manter a base da cozinha da Itália, que é a proposta da casa, e mesclar com técnicas francesas, utilizando também ingredientes que são característicos do Brasil, como a castanha e a rabada”, ressaltou o chef Danillo Amaral.

A brasilidade está bastante presente nos pratos que compõem o novo cardápio do Capri Italiano, como é o caso do ‘Badejo Alla Griglia’ (Badejo Grelhado com Purê de Banana da Terra, Pimenta Rosa e Chips de Inhame – R$56), o ‘Risotto de Rabada com Mini Agrião’ (meia porção R$39, porção inteira R$54), o ‘Risotto ao Pesto com Camarões, Mozarela di Buffala e Crocante de Castanha Caramelizada’ (meia porção R$49, porção inteira R$72) e a entrada ‘Burrata al Capri’ (R$36), preparada com azeite trufado, tomate cereja confit, castanha do Brasil, molho pesto e brotos.

As crianças também ganham uma seção especial, com três opções de pratos infantis, compostos pelo tradicional trio de arroz, feijão e batata frita, além de espaguete, acompanhados de tiras de filé mignon ou frango.

Além destas novidades, o chef Danilo Amaral quer movimentar ainda mais os almoços de domingo do restaurante, com as “Sugestões do Chef”, que todo domingo vão reforçar o cardápio com opções bem ao estilo cantina italiana, como Filé Parmegianno ou o brasileiríssimo picadinho de filé, com arroz branco, farofa, e banana da terra empanada.

Outra iniciativa da casa foi a criação de meia porção para alguns pratos do cardápio, para atender quem adora gastronomia, mas não abre mão da dieta. “Hoje as pessoas não se privam de comer bem, mas são preocupadas com a quantidade. Comer menos e muito bem é uma tendência”, explica Eduardo Segond, proprietário do Capri.

Para finalizar, na parte de sobremesas, permaneceram as tortas de limão e sintra (sucesso entre os clientes), e entraram quatro novas opções para finalizar a refeição com chave de ouro: o Petit Gateau de Chocolate Belga (R$27); o Petit Gateau de Doce de Leite (R$27) – ambos feitos na casa; o Tiramisú (R$22) e o Sorvete de Creme com Calda de Nutela (R$18). Arrivederci no Capri!

SERVIÇO:

Capri Italiano Contemporâneo: Rua Elesbão Linhares, Shopping Day By Day, Praia do Canto, Vitória. Horário de funcionamento: de terça a sábado, a partir das 19 horas, e domingo, das 12 às 16 horas. Contato: (27) 3022-1222.

Os vinhos biodinâmicos, orgânicos e naturais têm me dado um novo ânimo para seguir em frente na minha curta caminhada vínica. São vinhos puros, autênticos e com muita história para contar.

Recentemente estive provando mais uva vez, porém com muita atenção, algumas safras de Nicolas Joly, vinicultor Francês, da região do Loire (França), pioneiro e uma das principais personalidades do vinho biodinâmico. Joly acredita que as fases da lua interferem nas colheitas e não usa agrotóxicos. Seus vinhos são constantemente citados como um dos melhores vinhos brancos secos do mundo.

A prova de quatro safras foi do vinho considerado o top da vinícola, o Coulée-de-Serrant, produzido a partir de vinhas de baixo rendimento, de terroir privilegiado, montanhoso, fermentado em barricas de carvalho novo. 

As vinhas são totalmente certificadas “biodinâmica” desde 1985. São produzidos três vinhos distintos; todos a partir da casta Chenin Blanc, porém em diferentes terroirs e métodos de vinificação. 

Nicolas Joly Clos de la Coulée de Serrant: 1999 (13,9%) – 2002 (14,5%) – 2005 (14,5%) – 2008 (15%). Avaliação (MF)

Ao invés de comentar vinho a vinho, vou dar uma pincelada geral pra coisa não ficar muito enfadonha. Todos naquele conhecido estilo do Joly, que costuma retardar a colheita, fazendo com que os vinhos apresentem graduação alcoólica elevada, boa densidade em boca e sensação de açúcar residual, principalmente no nariz. A sorte é que vem tudo muito bem contrabalançado por boa acidez e agradável mineralidade. Não fosse isso, seria um desastre. 

O 99 e o 02 apresentaram, como esperado, aromas mais evoluídos, com o 02 aparentando maior estrutura e aromas mais intensos de cêra de abelhas e pedra branca. No 99 essa cêra já começava a migrar pra um própolis com mineralidade um pouco menos evidente.

O 05 e o 08, não obstante a inegável juventude, estavam perfeitamente prontos, embora primários. O 05 tem um malte que sempre me salta aos olhos. Parece que completaram as barricas com um litrinho de whisky. Surpreendentemente, o 08 me agradou até mais que o 05. Muito equilibrado, apesar dos 15% de álcool.

Enfim, a essa altura do campeonato não dá pra falar muito mais que isso. Há quem não goste do estilo, mas o cara sabe trabalhar a Chenin… ao seu jeito.

Vitória recebe a Road Show, que apresentará mais de 100 rótulos na Grande Degustação dos Vinhos de Portugal, nos dias 24 e 25 de junho, no Centro de Convenções de Vitória

Pelo segundo ano consecutivo, Vitória entra no circuito nacional da Grande Degustação dos Vinhos de Portugal – Road Show 2015 e recebe, nos dias 24 e 25 de junho, representantes de 14 vinícolas lusitanas, que vão lançar mais de 100 rótulos na Vitória Expovinhos 2015.

A capital capixaba será a segunda cidade brasileira a receber o Road Show, que começa em Belo Horizonte (MG), no dia 22, e depois segue para Curitiba (PR), no dia 26; Florianópolis (SC), no dia 29; e se encerra em Porto Alegre (RS), no dia 1º de julho.

Desta vez, o Road Show será no Centro de Convenções de Vitória, onde estarão reunidos enófilos e profissionais do setor no maior evento de vinhos do Espírito Santo, o Expovinhos 2015.

O público terá a oportunidade de degustar no estande 32, da Vini Portugal, 105 rótulos lusitanos, entre brancos, tintos, rosés, espumantes e vinhos do Porto. O diretor de Marketing da Vini Portugal, Nuno Vale, conta que Vitória foi eleita novamente para integrar o Road Show porque é um dos mercados mais promissores.

“Os vinhos portugueses estão entre os melhores do mundo e temos uma aceitação muito grande no Espírito Santo, onde estamos expandindo os negócios”, explica Nuno Vale.

A Grande Degustação dos Vinhos de Portugal – Road Show 2015 é organizada pela Exponor Brasil e é realizada pela Vini Portugal, entidade gestora da marca Vinhos de Portugal, que reúne organizações profissionais ligadas ao comércio, à produção, às cooperativas e demais estruturas associativas do mercado de vinhos portugueses.

VINÍCOLAS PARTICIPANTES

Sociedade Agrícola D. Diniz S.A

1.    Monte da Ravasqueira 2013 – Tinto

2.    Monte da Ravasqueira 2014 – Branco

3.    Monte da Ravasqueira 2014 – Rosé

4.    Monte da Ravasqueira Reserva 2013 – Branco

5.    Monte da Ravasqueira Reserva 2012 – Tinto

6.    Vinha das Romãs 2012 – Tinto 

Sogrape Vinhos, S.A

1.    Gazela Vinho Verde Branco – Branco

2.    Grão Vasco Dão Tinto 2012 – Tinto

3.    Mateus Expressions Baga and Muscat 2014 –Rosé

4.    Mateus Expressions Baga and Shiraz 2014 – Rosé

5.    Mateus Rosé Original – Rosé

6.    Mateus Sparkling Rosé Brut Baga and Shiraz – Espumante Rosé

7.    Salpico Tinto 2011 – Tinto 

Casa Santos Lima – Companhia das Vinhas

1.    Foral de Lisboa 2014 – Branco

2.    Csl Reserva 2013 – Branco

3.    Foral de Lisboa 2013 – Tinto

4.    Bonavita 2013 – Tinto

5.    Cabra Cega 2013 – Tinto

6.    Palha Canas 2010 – Tinto

7.    Portas de Lisboa 2014 – Branco

8.    Portas de Lisboa 2013 – Tinto

9.    Palha Canas 2014 – Branco

10.  Monte das Promessas 2014 – Tinto

Vercoope

1.    Cooperativa Agrícola de FELGUEIRAS 2014 – Branco

2.    Terra das Felgueiras 2014 – Branco

3.    Terra das Felgueiras Espadeiro2014 – Rosé

4.    Terra das Felgueiras Espumante de Vinho Verde 2014 – Espumante Branco

5.    Urbe Augusta 2014 – Branco

6.    Verdegar Alvarinho 2014 – Branco

7.    Verdegar Branco 2014 – Branco

8.    Verdegar Escolha 2014 – Branco

9.    Verdegar Loureiro 2014 – Branco

10.  Verdegar Rosado 2014 – Rosé 

Sociedade Agrícola da Romaneira, S.A

1.    Quinta da Romaneira 10 Year Old Tawny – Vinho do Porto

2.    Quinta da Romaneira 2008 – Tinto

3.    Quinta da Romaneira Branco – 2013 – Branco

4.    Quinta da Romaneira Syrah 2011 – Tinto

5.    Sino da Romaneira 2010 – Tinto 

Julio Tassara Bastos

1.    Dona Maria Amantis Reserva Branco 2012 – Branco

2.    Dona Maria Amantis Reserva Tinto 2009 – Tinto

3.    Dona Maria Branco 2014 – Branco

4.    Dona Maria Reserva 2009 – Tinto

5.    Dona Maria Tinto 2012 – Tinto

6.    Dona Maria Touriga Nacional 2010 – Tinto

7.    Julio B. Garrafeira 2007 – Tinto 

Quinta do Granjal, Sociedade Agrícola

1.    Granjal Porto Tawny 2012 – Vinho do Porto

2.    Quinta do Granjal D.O.C Branco 2014 – Branco

3.    Quinta do Granjal D.O.C Colheita 2013 – Tinto

4.    Quinta do Granjal D.O.C Grande Reserva 2012 – Tinto

5.    Quinta do Granjal D.O.C. Reserva 2012 – Tinto 

Rui Roboredo Madeira Vinhos

1.    Beyra 2013 – Rosé

2.    Beyra Colheita 2013 – Branco

3.    Beyra Colheita 2012 – Tinto

4.    Beyra Reserva 2012 – Tinto

5.    Beyra Superior 2012 – Tinto

6.    By Rui Reboredo Madeira Beira Interior 2011 – Tinto

7.    Cassa 2013 – Tinto

8.    Cassa 2013 – Branco

9.    Cassa Reserva 2012 – Tinto 

Sociedade Quinta do Portal S.A.

1.    Quinta do Portal Colheita Branco 2014 – Branco

2.    Quinta do Portal Colheita Tinto 2012 – Tinto

3.    Quinta do Portal Fine Ruby Porto – Vinho do Porto

4.    Quinta do Portal Fine Tawny Porto – Vinho do Porto

5.    Quinta do Portal Frontaria Branco 2014 – Branco

6.    Quinta do Portal Frontaria Tinto 2011 – Tinto

7.    Quinta do Portal Grande Reserva Tinto 2011 – Tinto

8.    Quinta do Portal Muros de Vinha Tinto 2011 – Tinto

9.    Quinta do Portal Reserva Tinto 2011 – Tinto

10.  Trevo Verde Branco 2014 – Branco 

Quinta do Vallado – Sociedade Agrícola

1.    Quadrifolia by Vallado Douro Tinto 2013 – Tinto

2.    Quinta do Vallado Reserva Field Blend 2012 – Tinto

3.    Quinta do Vallado Touriga Nacional Douro 2012 – Tinto

4.    Quinta do Vallado Tinto 2013 – Tinto

5.    Vallado Branco 2014 – Branco 

Aliança – Vinhos de Portugal

1.    Alabastro Red 2013 – Tinto

2.    Alabastro Reserva 2013 – Tinto

3.    Aliança Bairrada Reserva Tinto 2012 – Tinto

4.    Casal Mendes Rosé 2014 – Rosé

5.    Casal Mendes Verde 2014 – Branco

6.    Espumante Danúbio Bruto 2013 – Espumante Branco

7.    Foral 2013 – Tinto

8.    Quinta da Terrugem 2011 – Tinto

9.    Quinta dos Quatro Ventos 2012 – tinto

10.  Vista 2013 – Tinto 

Bacalhôa Vinhos de Portugal S.A

1.    Bacalhôa Moscatel de Setubal 2012 – Moscatel

2.    Catarina 2014 – Branco

3.    Meia Pipa Private Selection 2012 – Tinto

4.    Monte das Ânforas 2013 – Tinto

5.    Quinta da Bacalhôa 2012 – Tinto 

Vidigal Wines

1.    Brutalis 2012 – Tinto

2.    Casa do Cônego Licoroso 1982 – licoroso

3.    Porta 6 2012 – Tinto

4.    Reserva dos Amigos 2012 – Tinto

5.    Reserva dos Amigos 14,5% 2010 – Tinto

6.    Reserva dos Amigos Touriga Nacional – Tinto 

Wine Ventures

1.    Espumante Bruto Quinta da Romeira 2012 – Espumante Branco

2.    Morgado de Santa Catherina 2012 – Branco

3.    Principium Cabernet Sauvignon / Touriga Nacional 2012 – Tinto

4.    Principium Chardonnay / Arinto 2013 – Branco

5.    Principium Merlot / Touriga Nacional 2012 – Tinto

6.    Prova Régia 2013 – Branco

7.    Prova Régia Reserva 2013 – Branco

8.    Quinta da Romeira 2012 – Branco

9.    Vivere Vinum Red 2013 – Tinto

10.  Vivere Vinum White 2013 – Branco

A Veuve Clicquot apresentou ontem no hotel Unique, em São Paulo, seu mais novo produto que estava sendo elaborado secretamente há cinco anos na região de Champanhe, na França. Se trata do Veuve Clicquot “Rich”. Tradicionalmente na história do champanhe os que possuíam maior teor de açúcar eram descritos como “ricos”. O açúcar no Champagne é como tempero na cozinha. Ele reforça sabores e traz sutileza do produto.


Com 60 g de açúcar por litro, o Veuve Clicquot Rich é ligeiramente doce e frutado, sendo indicado para o preparo de coquetéis, combinando cubos de gelo e ingredientes frescos, como abacaxi, grapefruit, aipo, pimentão, pepino, e até chá.

Modo ideal de servir: 1) Colocar gelo em uma taça grande. 2) Adicionar um ingrediente. 3) Adicionar o Veuve Clicquot Rich.

Todas as receitas estão em – http://rich.veuve-clicquot.com – Em Vitória com exclusividade na Cantina do Bacco. Preço: R$ 420

O Sakura Japan Women’s Wine Awards (2015), um concurso que reúne os mais renomados (340) especialistas do Japão, elegeu um vinho branco chileno como melhor bebida para harmonizar com sushi. O escolhido foi o Arboleda Chardonnay 2013. Os Jurados destacaram que os aromas cítricos de limão e laranja, misturado com as frutas tropicais como manga e abacaxi no paladar, a sensação de mineralidade, e a acidez refrescante, fizeram dele o campeão na categoria Best Wine for Asian Foods – Sushi.

Importado pela Expand
Preço: 120 reais.

Considerando fatores como temperatura e dinâmica das bolhas, o físico francês Gérard Liger-Belair, da universidade de Reims, fez a conta. Segundo suas estimativas, há cerca de 1 milhão de bolhas em cada taça.

No ano de seu centenário, a Vinícola Peterlongo começa um amplo processo de rejuvenescimento de um dos maiores ícones da vitivinicultura brasileira: suas instalações datadas da década de 1930 e que, até hoje, são a maior construção basáltica das Américas. A transformação passa por importantes reformas estruturais no maquinário e no mais importante ícone da marca, o Castelo Peterlongo, construído em 1930.

A atenção a todo este patrimônio social, cultural e produtivo traduz o nascimento de uma ideia que surgiu há, pelo menos, oito anos, quando a vinícola assume a retomada do crescimento. A representação maior deste compromisso com o legado da marca ganha corpo no restauro e pintura do castelo da família Peterlongo, que abriga o varejo da vinícola e na parte inferior a cave subterrânea em pedras basálticas, onde foi elaborado o primeiro champagne brasileiro. As janelas do prédio foram restauradas e a pintura destaca a cor champagne, acompanhando o perfil da empresa.

O varejo será transferido para o andar inferior, onde hoje funciona a expedição, abrigada por paredes de pedras basálticas do período da construção. Além da recepção, o novo varejo terá uma ampla sala de degustação que servirá tanto para os visitantes apreciar vinhos, espumantes e suco de uva da Peterlongo, quanto para participar de cursos de degustação. No mesmo piso, porém com acesso particular, será instalado um salão de eventos para pequenas, médias e grandes celebrações. A cave subterrânea, que possui um túnel que capta vento minuano típico do Rio Grande do Sul, mantendo a temperatura estável em seu interior, também receberá investimentos.

A aplicação de recursos se estende ao bem-estar do quadro funcional, compromisso que sempre acompanhou a vinícola, primeira a empregar mão de obra feminina no Brasil, na década de 1930. Os funcionários terão atenção especial com a criação de um espaço de convivência destinado, especialmente, a eles.

Maquinário

Os investimentos também incluem a modernização de todo maquinário com a aquisição, por exemplo, de autoclaves, enchedoras e engarrafadoras, equipamentos já em fase de instalação. A previsão é de que tudo esteja concluído até outubro, quando acontece a festa dos 100 anos da Peterlongo, além do lançamento do livro do centenário.

A região vinícola do Jura, localizada no leste da França, a apenas 80 quilômetros ao oeste de Borgonha, é a região francesa com a menor área cultivada de vinhas, aproximadamente 4.000 acres. Apesar de não ser muito conhecida no mercado brasileiro, ela produz vinhos inimitáveis e de excelente qualidade.

Recentemente junto a um grupo de amigos tive a oportunidade de provar alguns vinhos evoluídos e de excelentes produtores desse país. Segue abaixo a descrição do amigo MF sobre os rótulos que concordo plenamente.

Para acompanhar, Lagostas e camarões.

Abrimos com um 1987 Jean Bourdy Côtes du Jura – 12%. Savagnin. 

A cor é linda e assustadora. Nariz jurássico tradicional com fruta ligeiramente passada temperada por discretas notas oxidativas e de mel. Boca seca, evoluída, com acidez equilibrada, segurando as pontas do conjunto após esses 28 aninhos. Tá bem bonito, mas ali no limiar do downside.

Seguimos com um 1955 Jean Bourdy Côtes du Jura – 12%. Não achei nenhuma referência à(s) uva(s) utilizada(s), mas tem muita cara de Chardonnay. 

Para tudo! São 60 anos e o vinho está simplesmente um desbunde, aparentando ser bem mais novo que o 1987! Estrutura impecável, mineral, fruta evoluída mas incrivelmente íntegra, acidez perfeita. Nada menos que sensacional! WOTN!

Ainda meio atordoados pelo Bourdy 1955, pulamos para um 1983 Jacques Tissot Vin Jaune d’Arbois – 14%. Savagnin. 

Esses bichos são violentos, né? Como sempre, nozes misturadas com cola tenaz, oxidativo intenso sem ser excessivo, acidez vibrante. Na flor (sem trocadilho) da idade. Uma belezura.

Finalizando a etapa Jura da noite, 2009 Ganevat Cuvée Prestige – 13%. Savagnin.

Lindão, as always. Intenso, muito equilibrado mesmo na juventude. Tem um baby fat pra queimar mas já entrega muito prazer. E entregar prazer depois de tudo o que foi aberto não é pra qualquer mortal. Ganevat rocks!

Até amanhã você terá a oportunidade de conhecer de perto em Vitória o projeto Wine World Adventure, capitaneado pelo mineiro Horácio Barros, no 1º Encontro de Food Trucks do ES. Ele viajou durante dois anos e quatro meses por 34 países, conheceu 43 regiões, 162 vinícolas, e provou 2.951 vinhos. Agora transformou seu Wine Truck em uma escola itinerante de vinhos e me confidenciou que vai laçar em breve um clube de vinhos, o Wine Club Adventure. Corre lá para conhecer e provar 4 rótulos de espumantes, brancos, tintos e rosés. A taça custa entre R$ 15 e R$ 18.

Serviço

1º Encontro de Food Trucks do Espírito Santo

Quando: de 11 a 14 de junho. Quinta e sexta, das 16h às 22h. Sábado e domingo, das 11h às 21h.

Onde: Pátio do Shopping Mestre Álvaro (entrada do Shopping), Av. João Palácio, nº 300, Eurico Sales, Serra

Quanto: entrada gratuita. Menu a partir de R$ 7.

Informações: (27) 3211-0770.