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Archive for the ‘ argentina ’ Category

O vinho da semana é o XYLO 2011, um blend de 60% Bonarda, 25% Syrah e 15% Tempranillo, sem passagem por madeira, proveniente da região de Mendoza na Argentina, elaborado enólogo suíço Hubert Weber, que também é o responsável pelos encantadores vinhos da Bobega y Cavas de Weinert. O XYLO foi eleito pelo Guia Descorchados como o melhor Blend na categoria “Super Custo Beneficio do Ano“.

Na taça mostrou um visual rubi claro, aroma limpo e fresco de frutas vermelhas com destaque para cereja. Paladar leve e fresco, bom equilíbrio entre maciez, taninos e acidez. Às cegas falaria ser um Pinot Noir. Bom vinho gastronômico para o dia a dia. R$ 35 na .

Cada vez mais gosto dos vinhos evoluídos. Essa predileção foi reforçada recentemente pela degustação de vinhos Argentinos da Bodegas Lopez Montchenot, que tive a oportunidade de participar a convite da “Confraria di Bacco“, uma das mais conhecidas e respeitadas da capital capixaba. O local escolhido para essa prova histórica foi a importadora e loja “Espaço D.O.C“, que fica no meio do Shopping Day By Day, Praia do Canto, cercada de bares e restaurantes muito atraentes e bastante frequentados (Rua Elesbão Linhares, Loja 23, telefone: 3024.1222).


Os confrades na foto: João Gomes Netto, Gabriel Lordêllo, Zé Braz Neto, Fabiano Lopes, Danilo Storari, Liemar Pretti, André Bourguignon, Plínio Ceolin, Thiago Rocha, Lívio Bassani, Pero Paraíso, Felipe Dalla Bernardina e eu, Silvestre Tavares.

A bodegas Lopez Montchenot, também chamada no passado de Château Montchenot, localizada na Cruz de Piedra (Alto Valle del Río Mendoza), Maipú, Mendoza, teve a primeira colheita em 1960. A região apresenta um microclima privilegiado, verões quentes e secos, com dias ensolarados e noites frias. Essa notável amplitude térmica favorece o desenvolvimento das uvas, atingindo uma alta qualidade.

O grande “pulo do gato”, que tornam os vinhos dessa vinícola com um estilo inconfundível, é o seu processo de amadurecimento x madeira. Composto de um corte de Cabernet Sauvignon, Merlot e Malbec, com predominância do primeiro, seu envelhecimento ocorre em barris de carvalho francês, de 5.000 a 20.000 litros de capacidade, onde o vinho evolui por 10 anos ganhando uma notável complexidade de sabores e aromas antes de ir para o mercado. Os Montchenot nomeados de 15 e 20 años envelhecem mais 5 e 10 anos em garrafa. A oferta desses vinhos no Brasil é limitada. Existe algumas safras disponíveis na www.winelands.com.br.

O tamanho do barril influencia na qualidade do vinho? Quanto maior o recipiente, menor será o contato da madeira com o vinho e, consequentemente, menor e mais lento será seu efeito no sabor da bebida, aportando bastante elegância. Grandes tonéis de dez mil litros influem bem menos no vinho que pequenas barricas bordalesas de 225 litros (o padrão mais usado hoje no mundo).

O que é uma degustação Vertical? Uma degustação vertical é quando varias safras do mesmo vinho são provadas de forma seqüencial. São colocados na mesa do provador 50 ml de cada safra em taças numeradas, normalmente em número de cinco vinhos e costuma ter a presença de um “expert” ou do produtor para orientar a prova. Os provadores analisam tecnicamente como as condições climáticas de cada ano, as técnicas de vinificação e os aspectos da viticultura podem influenciar nos aromas e nos sabores do vinho. Na prova podemos sentir as diferenças no aroma e no gosto de uma safra para a outra que são também influenciados pelos anos de guarda. Vamos aos vinhos degustados:


1976 Bodegas Lopez Montchenot

  • Incrível como um vinho argentino, de 38 anos, ainda se apresenta vivo e com notas complexas. Belíssimo halo de evolução alaranjado, tijolo. E que complexidade. Aroma lembrando couro, tabaco, mel, frutas secas, fumo e leve toque balsâmico. Paladar de médio corpo, com boa acidez e equilíbrio. Confirmou as notas do nariz. As cegas arriscaria um Rioja tradicional evoluído. Coisa muito fina. Para se guardar na memória.


1988 Bodegas Lopez Montchenot (Magnum -1,5ml) | Edição Especial de 115 anos da vinícola. 

  • O mais fechado do painel. Fruta escura meio tímida acompanhada por um leve traço de baunilha. Na boca, equilibrado, com taninos ligeiramente rústicos, acidez correta e boa persistência. Precisa de mais tempo em garrafa, para ganhar complexidade e elegância. Eu confio nele – ;) .


1992 Bodegas Lopez Montchenot Gran Reserva 20 años

  • Diferenciou-se dos demais pela destacada fruta cítrica associada a notas passadas de madeira velha e especiarias. Na boca estava muito macio, com taninos redondos, acidez correta e ótima persistência. Essa fruta diferente e seus taninos macios demais me deixaram com a pulga atrás da orelha com relação ao seu potencial de guarda. Um vinho pronto e delicioso no momento.


1998 Bodegas Lopez Montchenot Gran Reserva 15 años

Visual acastanhado, com halo evoluído. Aromas também remetendo aos vinhos da “Rioja tradicional”, notas de carne, madeira velha, mel, associado a frutas secas e especiarias. No paladar se mostrou integro, ainda com boa acidez, notas confirmando o nariz, redondo, e com boa persistência. Evoluiu muito bem. Lindão!


2002 Montchenot (crédito da foto: Gabriel Lordello)

  • Apresentou aroma concentrado, com terra molhada, madeira, canela, nozes, tostados. Paladar de médio corpo, aveludado, taninos maduros, elegante e equilibrado. Prazeroso. A sensação é de vida longa.

Casa Umare é um hotel boutique maravilhosamente restaurado no coração de Buenos Aires, que abriga um bistrô de mesmo nome, listado entre um dos 50 melhores restaurantes da América Latina. Foi esse o cenário para apresentação e prova de bons vinhos da Patagônia em minha recente viagem pelo país a convite da Wines of Argentina.


A noite começou com palestra sobre a região patagônica ministrada por Carolina Peter, diretora de exportações da Bodega Familia Schroeder.

Em resumo a Patagônia vinícola, localizada entre os paralelos 30 e 40 sul e formada pelas regiões de Neuquén e Rio Negro, a paisagem é de uma planície desértica, árida – o verde só aparece nas áreas irrigadas pelo Rio Negro, união dos rios Neuquén e Limary, que nascem na Cordilheira dos Andes. A região é muito fria, com grande amplitude térmica, em torno de 20 graus, o que favorece a lenta maturação das uvas, e com pouca chuva, o que ajuda a sanidade da fruta. Algumas videiras quase centenárias convivem com plantas novas. Entre as variedades, há não só a emblemática Malbec, mas a Pinot Noir e a Cabernet Franc, cepas que se adaptaram muito bem ao clima. Seus vinhos impressionam pela grande elegância, riqueza de aromas, sabores, com uma acidez viva, o que confere um excelente potencial de guarda.

Ao termino da palestra segui junto dos colegas Didu Russo (www.didu.com.br), Beto Gerosa (www.vinho.ig.com.br) e Deco Rossi (www.enodeco.com.br), para uma sala em anexo, onde tivemos a oportunidade de provar vários rótulos de quatro bodegas da região, Humberto Canale, Malma, Fin del Mundo, Desierto e Família Schroeder.

  • Humberto Canale Pinot Noir 2011 – ST (88)
  • Humberto Canale Old Vineyard Malbec 2011 – ST (87)
  • Humberto Canale Old Vineyard Riesling 2013 – Destaque – ST (90)

  • Malma Pinot Noir 2012 – ST (85)
  • Malma Malbec Reserva de Família 2011 – Destaque – ST (89)
  • Malma Universo Malbec 2009 – ST (87)

  • Bodefa Fin del Mundo Reserva 2012 – ST (86)
  • Bodega Fin Cabernet Franc 2009 – Destaque – ST (89)
  • Bodega Fin del Mundo Special Blend 2009 – ST (87)


  • Desierto 25 Chardonnay 2012 – ST (86)
  • Desierto Pampa Malbec 2009 – ST (87)
  • Desierto 25 CS/MBC/SYR 2011 – ST (87)
  • Desierto 25 Cabernet Sauvignon 2011 – Destaque – ST (91+)

  • Saurus Barrel Fermented Pinot Noir 2011 – ST (87)
  • Saurus Barrel Fernented Malbec 2012 – ST (89)
  • Família Schroeder S 2009 – Destaque – ST (90)

Fechamos a noite apreciando a bela gastronomia do restaurante Casa Umare, que tem como Chef Darío Gualtieri, considerado uma referencia local. Trabalhou junto com Francis Malman, entre outras figuras conhecidas da gastronomia, tanto em Buenos Aires e São Paulo.

Todos os detalhes e contato do Hotel & Bistrô, aqui: http://casaumare.com/home/

Redação oficializada nesta segunda-feira aborda aspectos normativos, de rotulagem, fiscalização e denominação. Dirigentes avaliam como positivas as alterações

A publicação do novo decreto que regulamenta a Lei do Vinho nesta segunda-feira (24), no Diário Oficial da União (DOU), sob n. 8.198/2014, deve trazer segurança jurídica e esclarecer pontos importantes sobre a produção de vinhos, sucos, espumantes e derivados no país. A versão atualizada aborda aspectos como a normatização, rotulagem, fiscalização, denominação, certificação quanto à origem, entre outros itens. Uma importante alteração está relacionada aos limites de correção – também denominada de chaptalização – dos mostos e o reconhecimento de novas zonas de produção vitivinícola em 10 estados brasileiros (RS, SC, PR, SP, MG, ES, MT, GO, BA e PE).

Segundo a assessora jurídica do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Kelly Bruch, no novo decreto há uma definição clara de quais produtos são abrangidos pelo regulamento: todos os derivados da uva e do vinho que têm como origem o vinho ou a uva em percentuais acima de cinquenta por cento. “Com exceção expressa aos refrigerantes e ao néctar, inclusive quando este passar a ter obrigatoriamente 50% de suco de uva”, completa.

Para a assessora outro diferencial foi harmonizar os padrões de identidade e qualidade complementares dos vinhos e espumantes quanto ao teor de açúcar, equiparando estes às regras do Mercosul. A partir e agora passa a existir oficialmente o espumante denominado Nature, com a especificação dos índices de glicose por litro para esta categoria e para as classificadas como extra-brut, brut e demi-sec. Neste aspecto também foram regulamentados os índices de açúcar residual para os vinhos tipo seco e suave tanto de mesa como fino.

Kelly explica que, com relação à expedição da Guia de Livre Trânsito, a obrigatoriedade se restringiu aos vinhos e derivados da uva e do vinho comercializados a granel. O decreto também estabelece que é do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a responsabilidade pela fixação de normas para o transporte do vinho a granel, pelo cadastramento vitivinícola, de instaurar e julgar processos administrativos relacionados à infrações previstas no Decreto do Vinho. “Foram alterações na lei que contemplam algumas práticas já adotadas pelo Mapa”, avalia. “Também tornou mais clara a possibilidade do Ministério firmar convênios com órgãos e entidades públicas para delegar a execução de algumas competências a si atribuídas, como, por exemplo, o cadastro vitivinícola”, explica.

Simplificação nos Registros

Com relação ao registro do estabelecimento e do produto, o decreto estabelece diretrizes gerais, deixando-se para um ato administrativo complementar a regulamentação mais específica, que indique os documentos que deverão ser fornecidos, por exemplo. O período de validade dos registros foi mantido em 10 anos, mas o Decreto determina que este não se constitui em um direito adquirido, devendo o produtor adaptar-se sempre que uma nova legislação for implementada.

Outra novidade é permitir que o produtor elabore ou engarrafe vinhos, espumantes e derivados da uva e do vinho em estabelecimentos de terceiros, mediante contrato de prestação de serviços. Nesse caso, a opção por constar o nome do prestador de serviço no rótulo, a responsabilidade pelos produtos e a garantia de que esses possam ser rastreados é do próprio produtor. 

Um item específico regulamenta o registro de produtores de vinhos e derivados que não possuem a formalização individual feito através da associação em cooperativas estabelecendo as diretrizes gerais para o seu funcionamento. Para o diretor executivo da Federação das Cooperativas Vinícolas do Estado do Rio do Grande do Sul (Fecovinho), Hélio Marchioro, essa medida traz segurança jurídica para todo o setor. “A partir de agora temos uma agenda para trabalhar, com regulamentações que vínhamos buscando há bastante tempo”, diz.    

Rotulagem e chaptalização dos mostos

Para o diretor técnico do Ibravin, Leocir Bottega, o decreto traz avanços importantes quanto aos limites de correção dos vinhos – também conhecida como chaptalização dos mostos e sobre a rotulagem. Bottega explica que a nova regra estabelece escalonamentos por datas e por tipo de produtos. Fica estabelecido, por exemplo, o índice de 2% de álcool durante os quatro anos após a publicação do decreto e de 1% depois do quinto ano para vinhos com graduação alcoólica de 10° a 13°, elaborados com vitis vinifera. Esta regra tem uma graduação diferenciada quando aplicada aos vinhos de mesa elaborados com uvas híbridas e americanas. Como contrapartida, foi criado um item que prevê que, em situações excepcionais, o Mapa poderá aumentar a correção para até 3%, índice em vigência atualmente.

Quanto à rotulagem, o decreto adota uma definição mais detalhada, estabelecendo que todas as partes da embalagem ou de qualquer material utilizado, inclusive para vedação (rolhas), são compreendidas como rótulo. Também são acrescentados alguns itens obrigatórios, como a classificação do estabelecimento de industrialização, com relação à atividade, à frase de advertência conforme estabelecido em legislação especifica, ao prazo de validade e à identificação do lote ou partida. “Alguns desses itens, embora obrigatórios, encontravam-se em legislações esparsas e não no decreto do vinho. Uma alteração importante é exigir as mesmas regras também para os importados”, opina Bottega. Além disso, a partir de agora, também será possível regulamentar, por meio de Instruções Normativas, o uso de termos qualitativos como Reserva e Gran Reserva nos rótulos nacionais.

O anúncio da publicação do Decreto foi feito pela presidenta Dilma Rousseff durante a participação na abertura oficial da Festa Nacional da Uva, em Caxias do Sul, na última quinta-feira (20). Entretanto, a publicação foi efetivada ontem, ao invés da sexta-feira (21), como ela havia divulgado. O decreto que regulamenta a Lei do Vinho é um antigo pleito do setor, que vem aguardando sua publicação desde 2008. Ele fará o detalhamento da Lei do Vinho n. 7678/1988, que foi atualizada em 2004 pela Lei n. 10.970, com o objetivo de buscar a harmonização da legislação brasileira ao Regulamento Vitivinícola do Mercosul (GMC n. 45/96). 

Na noite desta terça-feira participei de um jantar harmonizado promovido pela dupla dinâmica Helio Massoni e Simey Santos, da Enótria, em parceria com a Importadora Vinci, no restaurante Mexido, aqui na capital capixaba. Para apresentar os vinhos esteve em vitória os representantes da importadora, Rafael Porto e Ederson Possatti, que deram conta do recado.

Filha do grande Nicolas Catena, o principal e mais respeitado nome do vinho argentino, Laura Catena é conhecida em todo mundo como embaixadora da uva Malbec. Estudou biologia em Harvard e medicina em Stanford, mas abandonou a medicina para dedicar-se a viniticultura em meados dos 90. É braço direito do pai nas Bodegas Catena Zapata como vice-presidente e ainda encontra tempo para dirigir suas próprias vinícolas, Luca (homenagem ao seu filho de mesmo nome) e La Posta. 

Os belos vinhos de Laura Catena

O cardápio foi desenvolvido pela equipe do restaurante mexido, comandada Chef Ana Beatriz Seguchi, junto ao Sommelier da Enótria Helio Massoni. Foi um show de qualidade, aonde a gastronomia formou uma parceria perfeita com os vinhos.

Prato: Mini dourado de brie com salada e redução de tangerina – (Nota 1000)

Começamos a noite com o Luca Chardonnay 2009 (uvas da Borgonha), R$ 149,00, ST (91). Passou por 12 meses em carvalho. Nariz com nota de abacaxi maduro, manteiga, damasco e mel. Paladar Cremoso, gordo, com ótima acidez dando suporte ao peso, com um final longo. Segundo Robert Parker, este soberbo branco é o candidato ao melhor Chardonnay da Argentina entra ano e sai ano, tendo merecido consecutivamente 92 pontos na safra de 2009. 

Prato: Camarões ao molho de ostra e gengibre (Picante)

Luca Pinot Noir 2009 (uvas da região de Pomar na França), R$ (149,00), ST (91). Aromas tradicionais de cereja, floral, terroso, taninos macios, ótima acidez, equilibrado. Aguentou bem o prato bastante picante. Recebeu 93 pontos de Robert Parker nessa safra de 2009, a nota mais alta concedida pelo crítico a um Pinot Noir argentino!  

Prato: Riso al Salto (rabada desfiada) – para comer de joelhos!

Luca Syrah Laborde Double Select 2009, R$ 142,00, ST (92). Visual perece petróleo, aromas de frutas maduras, couro e carne defumada, com notas de tostado de carvalho e especiarias. O paladar é rico, exuberante, com taninos bem estruturados, com fruta em compota e pimenta. Muito longo e persistente.

Prato: Escalope negro (no carvão), com legumes churrasqueados e purê de aipim. TOP

O quarto prato foi harmonizado com os dois vinhos TOP da vinícola; BESO DE DANTE 2009 (homenagem ao filho de meio de Laura Catena), R$ 189,00, ST (94), um corte de Cabernet Sauvignon (45%) e Malbec (55%), com uvas vale do Uco de 3 vinhedos diferentes,  um de Gualtallary com 1500 de altitude. Na taça mostra uma elegância incomum aos vinhos argentinos, muito cremoso, potente, um vinhaço.

O outro TOP é o LUCA MALBEC 2009, 100% Malbec, R$ 180,00, ST (91+), poderoso, mostra muita estrutura, gordo, porém com uma madeira destacada, que esconde a fruta tanto no nariz, quanto na boca. Mais vamos esperar, acho que mais uns 2 aninhos em garrafa essa madeira vai integrar.

Parfait de banana com chocolate, para fechar a noite com uma dose de glicolse!

MEXIDO RESTAURANTE - R Affonso Cláudio 259 lj 4 - Praia Canto – Vitória, ES | CEP: 29055-570 – Tel: 3315.80.92

Enótria – Av. Rio Branco, 1383 – Praia do Canto – Vitória-ES – 55 (27) 3345-8696 -  

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Durante os últimos meses, o crítico inglês e Master of Wine Tim Atkin provou e selecionou no meio de 500 vinhos aqueles com notas superiores a 90 pontos, veja todos aqui:

 
Argentina Atkin Ing1

José Alberto Zuccardi, um dos cinco homens mais influentes no mundo do vinho argentino, está hoje em Vitória (Espirito Santo), para promover seus vinhos. Durante o almoço, tive a oportunidade de provar alguns deles, no qual o Malamado Viogner, o primeiro vinho fortificado branco da Argentina, se destacou pelo ineditismo. No vídeo acima, Alberto fala sobre o seu novo vinho.

É elaborado na região de Santa Rosa, Mendoza, com uvas brancas da variedade (Viognier), colhidas manualmente, que passam por uma maceração a frio, seguida de prensagem e fermentação. A fermentação é interrompida quando chega a 100g por litro de açúcar residual e a água ardente de vinho é adicionada. O vinho pronto amadurece em barricas de carvalho francês por 12 meses.

Avaliação Pessoal: Malamado Viogier 2009 – Argentina – Santa Rosa/Mendoza – 19,7% – Importadora RavinST (87)
R$ 79,00

  • Como se pode ver na foto acima, apresenta um visual amarelo ouro, aromas que lembram damasco, mel e nozes. O paladar é leve, fresco, baixa untuosidade, acidez moderada, confirmando as notas de damasco e mel, finalizando uma persistência média. Harmonização indicada seria uma torta de nozes.

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No dia 20 de agosto, a partir das 20h30, a importadora Ravin em parceria com a vinícola argentina Zuccardi, vão realizar um wine dinner com a presença do enólogo José Alberto Zuccardi no Bistrô Ville du Vin em Vitória/ES.

O cardápio preparado pela Chef Silvia Lins terá como entrada, mini mousse de salmão sobre pesto de coentro, harmonizado com o vinho branco Zuccardi Serie A Chardonnay/Viognier 2011, seguindo para o primeiro prato, que será Ravioli de batata sobre cappuccino de cogumelos, harmonizado com Zuccardi serie A Malbec 2010. O segundo prato será um medalhão de filet com legumes confitados e purê de cenoura, harmonizado com um dos melhores vinhos argentinos, o Zuccardi Zeta 2007. Para finalizar será servido cubo de chocolate sobre sopa de morangos.

O blog Vivendo a Vida já reservou sua vaga, nos vemos por lá!

Serviço: Wine Dinner Ravin & Zuccardi no Bistro Ville du Vin

Data: 20 de agosto, segunda-feira

Horário: 20h30

Local: Ville du Vin

Valor: R$ 115,00

Reservas: 27 3314 4070

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Dia 31 de Julho, no Espaço Gourmet do Supermercado Extraplus, dentro do Horto Mercado, na Enseada do Suá (Vitória), o projeto The Vines of Mendoza estará sendo apresentado por um de seus idealizadores, o enólogo argentino Pablo Gimenez Riili.

O projeto fica localizado em Mendoza, na Argentina, aos pés da Cordilheira dos Andes, é idealizado pelo americano Michael Evans e pelo argentino Pablo Gimenez Riili. Trata-se do primeiro loteamento de vinhas da Argentina, que agora se tornará um “wine resort“.

Você poderá transformar seu sonho em realidade, com a oportunidade de possuir um vinhedo próprio e produzir o seu vinho, com a sua assinatura.

Por lá teremos uma degustação de vinhos produzidos no local e que poderão ser comparados com outros ótimos rótulos da região. Em breve mais noticias.

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