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Archive for the ‘ frança ’ Category

O vinho é parte integrante da cultura francesa. Reconhecido em todo o mundo pelo desenvolvimento de seus vinhos, a França é um grande produtor.  De Norte a Sul, de Leste a Oeste, o território francês oferece uma ampla variedade de vinhos para todos os gostos.

A ordem de apresentação dos mapas corresponde ao ranking de produção de vinho do país.

Você pode ver os mapas em maior resolução clicando em cada uma das fontes abaixo das imagens.

1. Sul da França: Languedoc-Roussillon e Provence

Fonte: allfranceinfo

2. Bordeaux

Fonte: CIVB

3. Loire Valley

Fonte: Vins du Val de Loire

4. Vale do Ródano (Rhône)

Fonte: Philippe Dupond enólogo

5. Champagne

Fonte: CIVC

6. Burgundy

Fonte: BIVB

7. Beaujolais

Fonte: Domaine de Vavril

8. Alsace

Fonte: La Route des Vins d’Alsace

Pois é meus amigos, se 2015 vai ser bom eu não sei não, mas o começo está maravilhoso, rs. No início dessa semana participei junto com os amigos Felipe Colombo, Wellington Andrade, Marcos Fonseca e o anfitrião Aldir Almeida na Varanda “NALOCA” de uma noite vínica de tirar o folego, mágica, com vinhos raros, magníficos, excelente gastronomia e muitas risadas. O encontro teve quatro etapas. Começou com os champagnes Dom Perignon Vintage 2004 (Felipe), Krug Grande Cuvée Brut NV (Marcos) e Dom Pérignon Rosé Vintage 2003 Jeff Koons Edition (Wellington), seguiu com duas safras, 1966 (Silvestre) e 1985 (Aldir), do mais ilustre vinho tinto português, o Barca Velha – tentamos finalizar com o magnifico Taylor´s Fladgate Quinta de Vargellas Vintage Port 1968 (Silvestre) e fomos surpreendidos pelo anfitrião com um Pera Manca 1995 para fechar a noite. Nesse primeiro poste vou falar sobre as champas que foram devidamente harmonizadas com um Mariscada divina, foto abaixo:

Mariscada do chef Aldir Almeida

Dom Perignon Vintage 2004

Na taça mostrou um perlage finíssimo, notas florais e cítricas, com pouco tostado (panificação). Um vinho de médio corpo, muito elegante, com paladar extremamente fresco, e mineral, com ótima acidez e persistência eterna. Nota (ST): 91/100

Krug Grande Cuvée Brut NV

Bem diferente que o DP, maior concentração e estrutura, porém fresco, cremoso e elegante. Notas de malte, nozes, castanhas, mel, frutas maduras, vindas de uma mescla de cerca de 40 vinhos base de até 10 safras diferentes. Nota: (ST): 92/100

Dom Pérignon Rosé Vintage 2003 “Edição especial assinada pelo artista plástico Jeff Koons”.

Considerado por Richard Geoffroy a joia da maison, o champanhe Rosé tem uma perfeita escolha da uva branca (chardonnay) que equilibra a forte personalidade da tinta (Pinot Noir), seguido do envelhecimento de oito a dez anos nas adegas. Sublime! Visual casca de cebola, untuosa espuma, finíssimo perlage, e uma riqueza aromática e gustativa fazem do Dom Pérignon Rosé um champanhe realmente especial. Refrescante e sedoso. Nota (ST): 96/100

Imagine iniciar uma noite com os champagnes: Drappier, Salon Le Mesnil 1999, Jacques Selosse; viajar por vinhos brancos e tintos de produtores como Raveneau, Roulot, Romanée-Conti, D’Anguerville, Fréderic Magnien, Philippe Pacalet e Egly-Outiet. Pois bem, essa foi a noite proporcionada pelos amigos, Júlio Portugal e Roberto Merlo, na cidade de Colatina (ES), no qual também participaram outros amigos, Marcos Fonseca, Gilberto Giubert e as nossas digníssimas esposas. Foi uma noite mágica, galera divertida, agradável, no qual confirmou o ditado que diz que a vida é curta demais para provar vinhos ruins.

Champagne Drappier (12%)

Lindo, tradicional, com notas de padaria intensas. Boca nervosa, acidez viva, refrescante e encorpado. Deixou uma sensação refrescante e de boca limpa. ST (93+)

Champagne Salon Blanc de Blancs Le Mesnil 1999 (12%)

Complexo, com notas muito ligeiras e deliciosas de oxidação e mineral. Encorpado mesmo e, ao mesmo tempo, fresco. Integro, com muita estrada pela frente. ST (95+)

Champagne Jacques Selosse V.O. (12%)

Visual amarelado, muito bonito. Nariz incrivelmente complexo e intenso. Notas de padaria mesclada com minerais, frutas secas e mel. Paladar com excelente frescor. Fresco e seco. Amplo, preenche todo paladar. Uma loucura!!! ST (98)

Domaine François Raveneau Chablis Premier Cru “Forêt 2009 (13%)

Um pouco novo, mas com muita elegância. Visual amarelo intenso, paladar muito mineral, ótima acidez, refrescante e com final de frutas cítricas. ST (92)

Domaine Roulot Meursault Les Meix Chavaux 2006 (12,8%)

Esse caldo apresentou um aroma meio discreto, mas com uma presença na boca impressionante e uma acidez que o credencia a uma vida longa. ST (90)

Domaine De La Romanée-Conti Vosne-Romanée 1er Cru 2008 (13%) “Cuvée Duvault-Blochet”

Maior símbolo de status do mundo vínico mereceu até foto dupla com minha Canon, rs. Segundo um colega, essas parcelas (Cuvée Duvault-Blochet) já pertencem ao Domaine faz tempo, mas as uvas são vendidas pra negocians exceto em anos excepcionais quando esse vinho é feito. Na taça mostrou um aroma intenso, muito limpo (puríssimo), com destacada nota de cereja azeda. Paladar concentrado e delicado, com taninos finíssimos, acidez eletrizante, envolvente e amplo. Incrivelmente fresco. Delicioso. Fantástico. ST (99+).

Domaine Marquis D’Anguerville Volnay 1er Cru 2010 (13,5%)

Aroma rico, concentrado, mostrando notas de morango macerado. Paladar concentrado, com bastante taninos. O mais gordo do painel. Mais força e menos finesse. Mas é um grande vinho, prejudicado pela comparação. ST (90)

Fréderic Magnien Chambertin-Clos de Bèze Grand Cru 2004 (13,5%)

Muito elegante com notas de frutas vermelhas, textura sedosa e muito frescor no paladar. Superou as minhas expectativas. ST (93)

Philippe Pacalet Chambolle-Musigny 2011 (12,5%)

Muito novo, fruta primaria, madura. Paladar com boa estrutura, textura sedosa, confirmando a fruta do nariz e muito longo. Deve evoluir muito bem pelos próximos 10 anos. ST (91+)

Egly-Ouriet Coteaux Champenois Ambonnay rouge 2011 (12,5%)

Uma verdadeira surpresa na taça. A descrição muito parecida com a do DRC, porém com uma fruta mais cítrica e um pouco menos de acidez e frescor. Um vinhaço, raro, com muita personalidade. ST (98+)

Philipponnat Royale Réserve Brut (12%)

Fechamos com essa champa. Não consegui avaliar. Nessa altura do campeonato já tinha sido expulso! rs

Só Alegria! Obrigado amigos!

Show das poderosas!

Todos sabem que a Cave Geisse é um dos mais respeitados e reconhecidos produtores de espumante do Brasil e do Mundo. Mas poucos sabem que agora assina um Champagne Premier Cru.

Na tarde desse sábado tive o privilégio de provar em primeira mão, sendo o primeiro blog a postar uma opinião pessoal sobre o primeiro lote do Champagne Cave Geisse Philippe Dumont Premier Cru, garrafa nº 00176 das 1500 produzidas. Esse Champagne é o resultado da parceria entre duas famílias que compartilham a mesma filosofia de trabalho, a Dumont francesa e a Geisse brasileira.

O projeto teve inicio em 2007 quando os Geisse receberam em sua vinícola, em Pinto Bandeira, o francês Philippe Dumont, proprietário de pouco mais de 5 hectares Premier Cru em Chigny-les-Roses – Reims, com mais de 300 anos de tradição na região. Philippe ficou encantado com a qualidade e o estilo dos espumantes elaborados por Mario Geisse, e as afinidades em virtude da filosofia de trabalho de ambas as famílias acabaram em um convite para que Mario Geisse fosse elaborar o primeiro champagne com rótulo brasileiro.

São 1.500 garrafas, já que o volume de produção nas terras com denominação Premier Cru é muito limitada e o valor das áreas com esse padrão de qualidade pode chegar a 1,5 milhões de Euros por hectare. Dos cerca de 200 vilarejos da Champagne, apenas 43 têm direito a utilização da denominação Premier Cru, designação concedida a pouquíssimos produtores da região em função da alta qualidade e da localização de seus vinhedos.

Avaliação Pessoal:
ST (93) – 50% Chardonnay / 50% Pinot Noir – 12,5% – Produção por hectare: 8000 kg – Colheita: Setembro – Método de elaboração: Champenoise / Tradicional – Tempo de fermentação:  Aprox. 180 dias – Tempo de amadurecimento: 36 meses – Graduação de Açúcar:12 gramas por litro – Produção: 1.500 garrafas – R$ 290,00 em Vitória.

  • Visual amarelo palha clarinho, perlage com bolhas pequenas, numerosas e de boa persistência. O nariz apresenta notas de brioches e panificação dominando (sem tosta), frutas brancas, e um mineral bastante destacado. O paladar tem ótima acidez, encorpado, com boa concentração de frutas brancas, excelente persistência e delicioso retrogosto, com destaque para as leveduras. Deve melhorar com mais alguns anos de adega. Um grande champagne, digno dessa parceria entre dois grandes produtores.

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Líder do movimento garagista e apelidado por Robert Parker como o Bad Boy de Saint Emilion, Jean Luc Thunevin é um dos mais respeitados vinicultores de Bordeaux. Seus vinhos são aclamados constantemente pelos críticos internacionais. Tem como ícone, o Château de Valandraud, disputado por enófilos de todo o mundo, que já tive a oportunidade de provar. O Chatêau foi promovido a Premier Grand Cru Classé B, agora em 2012.

Recentemente conheci na taça o seu vinho branco, N. 02 Blanc de Valandraud 2007. Na maioria das safras, o corte usado é de 50% Sauvignon Blanc e 50% Semillon. Se você está se perguntando por que você nunca viu este vinho, você não está sozinho. A produção é muito pequena. Normalmente apenas 3.000 a 4.000 garrafas são produzidas.

Avaliação Pessoal: ST (92) – França – Bordeaux – 50% Sauvignon Blanc e 50% Semillon – R$ 243,00 – Importadora Casa do Porto

Visual amarelo palha, aromas de frutas (limão, pêssego, pêra), leve amendoado e notas minerais. O paladar é delicado, fino, levemente cremoso, ótima acidez, corpo médio, com um final de boca muito harmonioso, equilibrado, com retrogosto de pêssego e mineral. Seu estágio em barricas por 12 meses mostra que a madeira não interferiu, coadjuvante. Um branco de respeito que vai evoluir muito bem, ganhando complexidade.

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Château du Cèdre está localizado no coração Cahors, appellation d’origine contrôlée (AOC) francesa conhecida por ser o berço da uva Malbec. Por lá, seus vinhos devem ter no mínimo de 70% da Malbec, complementada por até 30% Merlot e Tannat. A personalidade da Malbec de Cahors é expressa por vinhos bastante tânicos quando jovem, se beneficiando no envelhecimento, semelhantes às versões robustas dos vinhos de Bordeaux.

A propriedade Château du Cèdre é orgânica, nenhuns herbicidas são utilizados, não há pulverização contra a podridão e só composto orgânico é utilizado. O vinhedo está dividido em três parcelas que compõem os dois melhores tipos de solos encontrados na região de Cahors. A maior parcela de 12,5 ha para o leste com uma exposição sul-ocidental é calcário e rochoso que contribui para os níveis de calor e água, produzindo vinhos com taninos muito finos e muito longos. As outras duas parcelas de 5,5 ha e 7,5 ha, ambos virados para sul são cobertas com galets misturados com areia ferruginosa avermelhada na superfície e barro com pedra abaixo, os vinhos são mais fortes e mais alcoólicos.

Avaliação Pessoal:
Chateau du Cèdre Cahors Le Cèdre
2000 – ST (88) – 13,5%

Visual ainda muito escuro, não denotando ser um vinho com mais de dez anos. Nariz intenso de frutas negras maduras, baunilha, couro e um fundo terroso. O paladar mostrou bastante corpo, taninos finos, acidez presente e equilibrada, dando um suporte salvador. Final persistente. Não é um vinho que chega a encantar, porém mostra uma capacidade de envelhecer muito grande.

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Por Marcos Fonseca – Louis Bernard Gigondas 2003 – 14%.

Informações conflitantes na página do produtor, na ficha técnica do vinho e no contra-rótulo. O certo é que tem na Grenache sua casta majoritária, seguida pela Syrah, podendo ter ou não Mourvèdre e Cinsault ou Mourvèdre e Carignan.

Pelo que li, o “cara” é um négociant que compra uvas e vinifica quase sem madeira, pra preservar o caráter da fruta e, penso eu, economizar um dindin.

Mix de frutas negras e vermelhas com uma estrebariazinha bem discreta, um leve esfumaçado e uma pimentinha tímida. O que sobressai é realmente a fruta, ainda bastante íntegra no alto dos seus 9 anos. Na boca, um vinho macio, com taninos inofensivos, acidez correta e persistência média. Bom equilíbrio. Apesar da fruta relativamente jovem, não sei se tem estrutura para uma guarda muito mais prolongada. Se eu tivesse outra garrafa, beberia nos próximos 2 ou 3 anos.

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Mais uma agradável surpresa que recebi através do Clube de Vinhos Winelands, reforçando a resenha publicada recentemente no blog, que mostra as vantagens de se associar nessa nova modalidade de compras, gerando a oportunidade de conhecer na taça, vinhos de várias uvas e países, denominações, alguns exclusivos, ampliando horizontes, melhorando assim a nossa litragem.

Dessa vez foi um vinho branco da Borgonha sem passagem por madeira, da denominação Vire-Clessé (não conhecia), uma (AOC) para vinho branco, que tem a chadonnay como a única uva permitida, localizado na parte norte da sub-região Mâconnais. Não há Premier Cru nesta AOC. Foi criada em 1999, quando esta área foi atualizado para ser uma denominação “separada – Mâconnais cru” semelhante, por exemplo a Pouilly-Fuissé. 

O vinho degustado foi o LG Vire-Clessé 2010, proveniente de vinhas possuem idade entre 25 e 90 anos, onde o produtor, Estate Laurent Gondard, faz questão de salientar que a colheita é feita no último momento possível para que as uvas estejam “super maduras” e possam passar para o vinho maior riqueza e complexidade de aromas. 

Avaliação Pessoal: ST (90) – França – Borgonha – Vire – Clessé – 100% Chadonnay – 13% – Clube de Vinhos Winelands

Visual amarelo palha de média intensidade e brilhante. Aroma com predomínio mineral, mesclando com notas de frutas brancas, frutas tropicais e de ervas. Corpo médio, ótima acidez, gerando bastante frescor. Retrogosto confirma o nariz, com final agradável e de média persistência.

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Winston Leonard Spencer Churchill, mais conhecido como Sir. Winston Churchil, foi o mais famoso estadista britânico, principalmente por ser o primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial e, segundo alguns, aclamado pelo mundo democrático, como o grande condutor da campanha militar que derrotou Hitler.

Além de estadista, Winston Churchill era escritor. Recebeu o Prêmio Nobel de literatura em 1953, devido aos seis volumes de sua famosa obra “A Segunda Guerra Mundial“. Cunhou diversas frases que se tornaram célebres:

A desvantagem do capitalismo é a desigual distribuição das riquezas; a vantagem do socialismo é a igual distribuição das misérias.

O repórter pergunta ao velho Churchill, aos 80 ou 90 e poucos anos…

- Churchill, qual o segredo dessa longevidade?

- O esporte, meu caro, o esporte… nunca o pratiquei.

Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem-se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos.

Churchill era apaixonado por champagne, em particular pelo da casa Pol Roger e o tomava todos os dias. Ele tinha um bom relacionamento com Odette Pol Roger, diretora da famosa casa de Champagne. Em 1944, eles foram apresentados em um almoço na Embaixada Britânica em Paris e, segundo a empresa, Odette foi uma mensageira para a Resistência Francesa durante os anos de ocupação, razão pela qual Churchill estreitou o relacionamento com a Casa Pol Roger.

A Pol Roger fabricava especialmente para ele garrafas de 500ml porque, segundo o Primeiro Ministro, “uma garrafa inteira (750ml) é muito para que eu beba sozinho e meia garrafa (375ml) é pouco para valer a pena ouvir a bronca que minha mulher vai me dar porque estou bebendo. 500ml é a quantidade perfeita!”.

Quando Churchill faleceu, em 1965, a casa Pol Roger prestou-lhe uma homenagem. Durante 25 anos, colocaram uma tarja preta de luto em todas as garrafas de champagne destinadas ao Reino Unido.

No Brasil, o Champagne Pol Roger Cuvée Sir Wiston Churchill Brut é importado pela Mistral e custa R$ 790,00.

Avaliação Pessoal:
ST (99) Degustado no Encontro Mistral 2012

  • O assemblage é majoritariamente de Pinot Noir, complementado por Chardonnay. Seleciona-se apenas os melhores frutos, oriundos de vinhedos na Vallée de la Marne e na Côte des Blancs. Este champagne permanece maturando nas caves, em contato com as borras dos levedos, por mais de 7 anos antes da degola.
  • Visual amarelo de média intensidade, com bolhas minúsculas e numerosas; perlage intenso e persistente. Nariz com notas tradicionais de brioche, fermento, frutas brancas, cítricas, com toques florais.
    O paladar apresenta grande corpo, excelente acidez, mousse fina e abundante. Equilibrado e macio, sem nenhum amargor. Persistência aromática é muito longa, com retrogosto de brioche, frutas cítricas e frutas secas. Um verdadeiro néctar dos deuses!

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Elaborado por um dos produtores mais conceituados e famosos de Chateauneuf du Pape, Vincent Avril, do Clos des Papes, o seu vinho de entrada Le Petit Vin d`Avril é uma mescla 30% Grenache, 20% Syrah, 15% Cabernet Sauvignon, 15% Merlot, 10% Mourvèdre, 10% Carignan, colhidas a mão, que não passa por barrica. O que provei é uma fusão de safras, sendo 2/3 da 2004 e mais 1/3 da safra 2005. Outro destaque é o desenho no rótulo, um brinde entre a parreira e o homem.

No rótulo também se observa a descrição Vin de Table, que significa; vinho francês comum, que não tem indicação geográfica a não ser França (Product of France), que representa 55% da produção francesa. Pela lei, estes vinhos não podem também indicar na garrafa uma variedade de uva ou safra.

Avaliação Pessoal: ST (90) – França – Chateauneuf du Pape – 13,5% – Premium importadora – R$ 85,00

Visual rubi, límpido e brilhante, sem halo de evolução. No nariz apresenta notas de frutas vermelhas e um discreto floral. O paladar é seco, bom corpo, ótima acidez, teor de álcool equilibrado e taninos finos. O retrogosto confirma o nariz, com bastante fruta e uma final persistente. Um vinho delicioso, que não cansa o paladar!

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