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Archive for the ‘ Itália ’ Category

A Tenuta San Guido, que produz o Sassicaia, na costa da Toscana, foi quem começou a colocar os vinhos italianos em destaque, no início da década de 1970. O primeiro Sassicaia lançado comercialmente foi o 1968. Esse tinto é produzido predominantemente com Cabernet Sauvignon seguido de porcentagens pequenas de Cabernet Franc. Recentemente tive a oportunidade de provar dentro de um magnifico painel o Sassicaia 1990, safra histórica na Toscana.

Na taça, apesar de não ter sido o destaque da noite, mostrou de forma surpreendente potência, elegância e complexidade (fruta negra, couro, terra, fumo…). Destaque para textura aveludada, acidez viva e final de boca longo e delicioso. ST (93+)

A importadora Portus, conhecida no mercado de vinhos pela comercialização de rótulos portugueses como a Quinta da Bacalhôa e da Romaneira, acaba de ampliar seu catálogo. A novidade são os vinhos da vinícola italiana Argiano, produtora do Brunello di Montalcino, um dos rótulos mais antigos da região e o primeiro a receber a certificação DOCG (Denominação de Origem Controlada e Garantida).

Fundada em 1580, a italiana Argiano, localizada na região da Toscana, foi comandada pela condessa Noemi Marone Cinzano de 1992 até recentemente – março de 2014 – após a compra pelo brasileiro André Esteves, do BTG Pactual. Com 100 hectares de vinhedos e oliveiras, é uma das mais tradicionais vinícolas em Montalcino, tendo participado da criação do Consórcio de Brunelllo.

Para apresentar seus rótulos, Roberto Rodrigues Jr (representante local – 98168-1718 / 99874-2727), reuniu no Carone Wine Store de Vila Velha, Espírito Santo, um grupo de formadores de opinião recentemente, tudo harmonizado com pratos da Chef Arlete, que está fazendo sucesso. Os vinhos impressionaram pela grande qualidade, sobretudo pela elegância, muito difícil de encontrar ultimamente.


L´o Rosato 2009 – R$ 115: Este vinho rosé de tonalidade rosa coral, traz aromas delicados de cereja, morango e amora vermelha. Na boca, confirma as impressões olfativas, com excelente acidez e frescor. Leve e agradável,  apropriado para beber com aperitivos ou como acompanhamento de saladas e outras entradas. Harmoniza de forma perfeita com frutos do mar, peixes e outras comidas leves. Produzido com a casta 100% Sangiovese. Apesar de 5 anos de vida se mostrou incrivelmente fresco. ST (88)

Abobrinha recheada com hortelã, rúcula e queijo!

NC 2008 – R$ 130: NC, que em latim significa único e inconfundível, é um vinho de grande personalidade, bom corpo, com taninos macios e um final longo. A mistura de Cabernet Sauvignon (40%), Merlot (20%), Syrah (20%) e Sangiovese (20%) mostra a força do Cabernet Sauvignon, a doçura do Merlot fazendo ponte entre a forte característica terrosa da uva Sangiovese, e as especiarias, frutas vermelhas e negras do Syrah. ST (90)

Medalhão de filé mignon acompanhado de musseline de Baroa e castanha de caju


Rosso Di Montalcino 2010 – R$ 130: Um vinho de corpo médio, boa concentração e coloração vermelha rubi intensa. Na boca, é elegante, equilibrado com sabores de frutas vermelhas, violetas, mentol e terrosos. Um vinho agradável, macio e aveludado, produzido com a casta Sangiovese. Pode ser harmonizado com carnes vermelhas, vitela, bruschettas, queijos e massas. ST (90)

Brunello Di Montalcino 2007 – R$ 290: De coloração rubi intenso, perfume de frutas vermelhas e floral, e um paladar mais que elegante, diria gentil. Um Brunello para se provar de joelhos. Castas: 100% Sangiovese. ST (94)

Solengo 2008 – R$ 460: Um vinho com nítido caráter moderno, bem equilibrado e com grande concentração. Sua cor é intensa com um buquê de frutas maduras, como groselha preta e amora, com traços de carvalho tostado. Encanta pela estrutura sedosa. Muito fino. Pede um gole atrás do outro. Castas: 45% Cabernet Sauvignon, 30% Merlot e 25% Syrah. ST (95+)

A região do Vêneto, localizada ao norte da Itália, é uma das maiores exportadoras de vinhos daquele país. Para se ter uma ideia, sua produção – cerca de 850 milhões de litros – equivale a três vezes a produção de todo o Brasil. Entre os vinhos elaborados por lá, alguns são bastante conhecidos por aqui: o Prosecco, o Soave, o Bardolino e o Valpolicella. Mas o ícone chama-se Amarone Della Valpolicella, ou apenas Amarone.

A convite da Consorzio Tutela Vini Valpolicella, estive na cidade de Verona entre os dias 22 e 29 deste mês para participar da Anteprima do Amarone, a prova da safra 2010. Também fui conhecer algumas vinícolas e suas produções. O momento não poderia ser mais propício. A nova safra apresentada para especialistas de todo o mundo no Palazzo Della Gran Guardia já ostenta a Denominação de Origem Controlada e Garantida (D.O.C.G.), conforme decreto do ministério da agricultura local. Esse upgrade de denominação, que todo vinho italiano almeja, significa que seus rótulos agora são certificados de acordo com as regras de produção, as condições sanitárias e a localização geográfica, colocando-os em igualdade com outros dois ícones do país, o Brunello e o Barolo.

Geograficamente, a área de produção do Valpolicella é a mesma do Amarone: um conjunto de colinas ao norte de Verona. Os vinhos tintos por lá se dividem em cinco níveis: Valpolicella Clássico, Valpolicella Superiore, Valpolicella Superiore Ripasso, Amarone della Valpolicella e Recioto della Valpolicella (de sobremesa).


Castas

As uvas utilizadas também são as mesmas. Conforme a legislação italiana, devem ser em sua maioria Corvina, Rondinella, Molinara e mais 14 tipos em pequenas proporções. A primeira (Corvina) confere cor e maciez, a segunda (Rondinella) estrutura e a terceira (Molinara) entra com a acidez e o toque amargo característico. Mesmo com essas semelhanças, o Valpolicella é normalmente um vinho leve e simples, com média de 12% de teor alcoólico. Já o Amarone é um vinho estruturado, com teor de álcool que vai de 14% (mínimo por lei) a 17%. Essa diferença é explicada pelo método de elaboração, muito diferente do que estamos acostumados a ver. O Amarone é feito através de uma técnica chamada appassimento. Logo após a colheita das uvas, em vez de as frutas serem esmagadas e fermentadas, como em qualquer outro vinho de mesa, as mesmas são colocadas em caixas plásticas ou em esteiras por até cinco meses, até que se tornem “passificadas”. Durante o processo, as uvas perdem cerca de 35% de seu peso, o que acarreta uma perda na mesma proporção na quantidade de vinho, o que faz com que seu preço seja alto. Ao final do appassimento, nos meses de janeiro e fevereiro, começa o período de fermentação, com um longo processo de maceração em que o suco da uva permanece em contato com a casca, transformando os açúcares em álcool, a fim de se apresentar seco, com leve teor de açúcar residual.


Barricas

Em seguida, o vinho é amadurecido durante um intervalo de 25 a 48 meses, conforme decisão do enólogo. Mesmo que alguns produtores já utilizem barricas pequenas e novas, habitualmente são empregados na produção barris de 5 mil litros de madeira usada, chamados de “botti”, o que confere mais equilíbrio. Em seguida, o vinho descansa em garrafas por 12 meses, antes de chegar ao mercado. O resultado é uma bebida estruturada, macia, com acidez viva e taninos doces. É quase um vinho do Porto, porém sem a adição de álcool. De qualquer modo, é um grande vinho, e por isso deve ser apreciado em momentos festivos ou de meditação.

A harmonização indicada é com o grande queijo regional grana padano, com polenta, com carne condimentada, com salames e com presuntos. Em virtude dos posicionamentos geográficos diversos, os vinhos podem variar em estilo e qualidade. A dica é procurar no rótulo a distinção “Amarone Clássico”, o que significa estar na área de Valpolicella, onde normalmente são mais elegantes e complexos.


Alternativa

Para quem quer provar o Amarone mas acha caro, sugiro procurar pelo Valpolicella Ripasso, refermentado por 15 a 20 dias com a casca da uva que produziu o Amarone. Já o Recioto della Valpolicella D.O.C.G., de sobremesa, é feito com as mesmas uvas do Amarone, porém sua fermentação é interrompida, deixando assim o açúcar residual no vinho. Concentrado e complexo, cheio de frutas secas, muito tanino e boa acidez para equilibrar o dulçor. Suporta 30 anos de guarda tranquilamente. Ótimo com doces de chocolate preto.

App com valiosas informações

Para informações sobre vinícolas, hospedagem e mapas da região, há aplicativos indispensáveis para você ter no seu smartphone. São eles: Valpolicella Wines, Strada Del Vino Valpolicella e Itinerari in Valpolicella.

Abertura oficial

Salão de prova com os produtores

 

Belos e saborosos petiscos

Algumas visitas – Azienda Montresor

Com origem francesa, no século XVI, alguns da família migraram para Castelo Montresor, Verona, onde adquiriram terras e começaram a crescer suas vinhas. Quando o fundador Giacomo Montresor, na segunda metade do século 19, começou a vender o vinho que ele produziu com o seu nome, não poderia imaginar que um século mais tarde, os seus vinhos chegaram aos quatro pontos do mundo. Hoje, seus sucessores continuidade a esta tradição, que combina operações de seleção de agricultura, envelhecimento, engarrafamento e distribuição. A azienda elabora clássicos italianos da região do Vêneto, como Valpolicella, Amarone e Recioto.

Eduardo Montresor, a atual geração da família.

“Botti” como são chamados os barris italianos.

Uma bela vertical de Capitel dela Crosara: 2000, 2005 e 2008. Muito elegantes, complexos, feitos com uvas exclusivas da propriedade.

Azienda Agricola Novaia

Os vinhedos da Azienda Agricola Novaia estão situados entre 250 e 300 metros acima do nível do mar, em uma pequena área de 7 hectares. A viticultura técnica tradicional, foi quase completamente substituído pelo chamado espaldeira, técnica que permite uma melhoria na qualidade das uvas, em virtude de uma melhor exposição ao sol e uma menor produção de uvas por hectare. Um dos poucos produtores orgânicos em Marano.

Variedades de uvas produzidas por Azienda Agricola Novaia são os seguintes: “Corvina Veronese” (50%), “Corvinone” (30%), “Rondinella” (20%). Para as três variedades mencionadas foi recentemente adicionado “Oseleta”, uma variedade histórica de Valpolicella que se perdeu durante os últimos cinquenta anos.

A adega foi recentemente restaurada e renovada tanto na estrutura e equipamentos, realizando, dessa forma, um “casamento” perfeito entre o passado e o presente, entre a tradição e a tecnologia.

Enólogo Marcello Vaona de NOVAIA é a 4ª geração da família.

 

Produtos: Amarone della Valpolicella Classico DOC “Selezione Corte Vaona” – Amarone della Valpolicella Classico DOC Riserva “Le Balze” – Recioto della Valpolicella Classico DOC “Le Novaje” – Valpolicella Classico DOC Superiore “Eu Cantoni” – Valpolicella Classico DOC Superiore “Ripasso” – Valpolicella Classico DOC.

Cantina Valpolicella Negrar

La Cantina Valpolicella Negrar foi fundada em 1933 com o objetivo de promover e valorizar a cultura e produção de pequenos produtores de uvas do vale de Negrar, no coração da Valpolicella Classico. Hoje, a empresa dirige e coordena as atividades de mais de 200 produtores de vinho para um total de 500 hectares de vinhedos, direcionando o cultivo até o máximo respeito pelo meio ambiente, com especial atenção para a preservação da biodiversidade e vocações de seu território e vinhas.

As uvas no processo a apassimento.

Maravilhoso almoço com belos pratos e todas as uvas do amarone ao fundo em caixas para prova.

Provamos na Cantina cinco Amarones da safra 2005 Domini Veneti, um de cada um vale de Valpolicella Classico.

Azienda Agricola San Felice 

Azienda Agricola San Felice nasceu em 1974, formado por membros da Família Falezza, os proprietários de cerca de 12 hectares totalmente plantados com vinhas Valpolicella Doc. Nos últimos anos, a empresa adquiriu novos terrenos plantados com vinhas na área Marcellise e Mezzane na província de Verona. Foto acima:

Vinhedos anexo a sede da azienda.

Uma degustação de três safras do seu Amarone 2008/2009/2010. O destaque na taça foi 2010, já com o status DOCG. Muito futuro pela frente.

Azienda Agricola Rocca Sveva

A Cantina di Soave é uma cooperativa fundada em 1898 por 30 produtores. Hoje são 2.200 agricultores, sócios, tem 6.000 hectares e produzem cerca de 30 milhões de garrafas. Rocca Sveva é uma de suas cantinas, dedicado as marcas top, onde recebe uvas de somente 100 melhores membros e vinhedos.

A cave de totaliza uma área de 2500 m2 foram usadas como bunkers na Segunda Guerra Mundial.

Dois valpolicella Ripasso 2007 e 2009 e quatro safras de Amarone- 2006/2004/2001/2000 – na taça. Muito bem feitos, equilibrados e saborosos.

Azienda Agricola Corte Adami


Uma pequena azienda jovem, que desde 2004 vinificam uvas provenientes do terror de Castelcerino nas colinas di Soave. Mantem nos 36 hectares de vinhedos, apenas uma parte, para garantindo o máximo cuidado e processamento de vinho.

Os vinhedos cerca de 20 minutos de carro da sede.

Belíssimo Valpolicella Ripasso Superiore 2011, pronto para o consumo.

Azienda Agricola Bertani

Bertani é um dos principais produtores de Amarone, e sua primeira safra de Amarone Bertani foi feito em 1958. Sua sede está localizada em Grezzana, uma bonita aldeia no vale Valpantena, lado oriental de Verona. Foi fundada por dois irmãos Bertani, Giovan Battista e Gaetano, em 1857. (Em breve um post exclusivo).

Grupo de jornalistas de vários países.

Sala de barricas

Provamos três safras de seu Amarone 2005, 2006 e 1967 (fantástico).

A convite do Consorzio di Valpolicella, sigo hoje para Verona na Itália a fim de participar da 11ª edição da Anteprima Amarone (2010), o grande vinho do Vêneto, já sob o status DOCG (Denominação de Origem Controlada e Garantida). Permaneço até a próxima semana conhecendo a sua produção por meio de visitas técnicas a vinícolas, participando de palestras com o intuito de aprofundar o meu conhecimento sobre o setor vitivinícola do país e seus produtos.

Acompanhem via instagram @silvestretg
a viagem. No dia 31 de janeiro publicarei na Coluna Vivendo a Vida no C2 + Prazer & Cia do Jornal A Gazeta uma matéria com exclusividade.

Brunello di Montalcino Coldi Sole 2006 (375ml), 14%, Visual granada com reflexo alaranjado, límpido e brilhante. No nariz apresenta notas complexas lembrando ervas, ameixa, pitanga e uma baunilha sutil muito agradável. O paladar é macio, elegante, com grande harmonia entre a acidez e o teor de álcool, retrogosto confirmando o nariz. Longo. Delicia! R$ 172 aqui.

Mais uma vez a Confraria Vivendo a Vida se reuniu para apreciar ótimos vinhos e também uma gastronomia de primeira, que é elaborada pelo Chef oficial do grupo, o Dr. Aldir Almeida.

De todas as regiões da Itália, a ilha da Sicília foi a que mais mudou nas ultimas décadas. Trinta anos atrás era apenas uma terra quase medieval. Com relação ao vinho, havia o Marsala, um nome que todos conheciam, porém ninguém bebia, e também o Moscato doce. Mas a maior parte do vinho era intragável. O melhor era exportado para o Norte, destinado a mistura.

A salvação foi um programa de desenvolvimento regional bem dirigido, modernizando, se tornando uma referência na Itália. Vinhedos novos e enormes abastecem cooperativas automatizadas que produzem vinhos corretos e modernos. 75% dos vinhos da Sicília são brancos, sendo 80% da totalidade da produção são elaborados por cooperativas.

AS DOCG’s são quase irrelevantes por lá, menos de 5% se qualificam. No entanto de uns anos para cá, é evidente a crescente qualidade dos vinhos, sendo capaz de produzir vinhos muito bons e até excelentes.

Palari Faro 2007 – 13,5%. – Descrições Marcos Fonseca

  • A cor, clara e translúcida, já criava uma boa expectativa. Nariz delicado de frutas vermelhas frescas, especiarias, ervas provençais e madeira praticamente imperceptível, muito bem trabalhada. Na boca, um vinho elegante, com fruta delineada por boa acidez, taninos finos e persistência média/longa. Certamente jovem, mas já batendo uma bola muito redonda. Lindo.


Gulfi Nerobufaleffj 2007 – 14%. – 100% Nero d’Avola.

  • Produtor adepto da agricultura orgânica e que adota preceitos da vinicultura natural, com adição de pouco ou nenhum SO2:. Estágio de 18 meses em barris de 500 litros. Maiores detalhes aqui:http:// www.gulfi.it/e_nerobufaleffj.html. Nariz intenso de frutas negras e vermelhas frescas, floral, baunilha discreta e álcool um pouco saliente. Na boca, um vinho potente, quente, confirmando a ponta de álcool sentida no nariz, com taninos presentes porém nada agressivos, acidez equilibrada e persistência longa. Primário, precisa de tempo para que o álcool integre e o vinho se transforme em algo menos ostensivo, mais sutil. Ainda assim, parece ter um futuro promissor.


Donnafugata Contessa Entellina Mille e Una Notte 2007 – 13,5%.

  • Nero d’Avola com um pequeno percentual de outras uvas. Esse é um velho conhecido. Nunca tinha bebido um tão jovem, e nem deveria, pois se mostrou bastante primário, com frutas negras em primeiro plano e um leve traço balsâmico por trás da cortina negra. Parou por aí. Na boca, encorpado e um tanto quanto monolítico. Definitivamente, se transforma em algo bem mais interessante com 10+ anos, ainda que nas minhas experiências passadas eu sempre tenha achado que um pouco mais de acidez seria benéfica ao vinho.


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Abruzzo

Montepulciano d’Abruzzo Cocciapazza 2009 Torre dei Beati
Montepulciano d’Abruzzo Colline Teramane Adrano 2009 Villa Medoro
Montepulciano d’Abruzzo Colline Teramane Zanna Riserva 2008 Illuminati
Montepulciano d’Abruzzo I Vasari 2009 Barba
Montepulciano d’Abruzzo Cagiòlo Riserva 2009 Cantina Tollo
Montepulciano d’Abruzzo Podere Castorani 2008 Castorani
Montepulciano d’Abruzzo Spelt 2008 La Valentina
Pecorino 2010 Cataldi Madonna
Pecorino 2011 Tiberio
Trebbiano d’Abruzzo Marina Cvetic 2010 Masciarelli
Trebbiano d’Abruzzo Vigna di Capestrano 2010 Valle Reale
Trebbiano d’Abruzzo 2007 Valentini

Alto Adige

Valle Isarco Riesling Kaiton 2011 – Kuenhof, Peter e Brigitte Pliger, Bressanone
Valle Isarco Riesling 2011 – Strasserhof, Hannes Baumgartner, Varna
Val Venosta Riesling 2011 – Castel Juval, Martin Aurich, Castelbello
Val Venosta Riesling 2011 – Falkenstein, Franz Pratzner, Naturno
Riesling Berg 2011 – Ignaz Niedrist, Cornaiano
Pinot Bianco Sirmian 2011 – Cantina Nals Margreid, Nalles
Pinot Bianco Anna 2011 – Tiefenbrunner, Cortaccia
Pinot Bianco Tecum 2010 – Castelfeder, Egna
Terlano Pinot Bianco Riserva Vorberg 2009 – Cantina Terlan, Terlano
Pinot Grigio Anger 2011 – Cantina San Michele-Appiano
Pinot Grigio Windegg 2011 – Josef Brigl, Appiano
Valle Isarco Pinot Grigio 2011 – Köfererhof, Günther Kerschbaumer, Varna
Gewürztraminer Nussbaumer 2011 – Cantina Tramin, Termeno
Gewürztraminer Kastelaz 2011 – Elena Walch, Termeno
Gewürztraminer Flora 2011 – Cantina Girlan, Cornaiano
Valle Isarco Sylvaner Praepositus 2011 – Abbazia di Novacella, Varna
Valle Isarco Veltliner 2011 – Röckhof, Konrad Augschöll, Villandro
Bianco 2011 – Baron Widmann, Cortaccia
S. Maddalena Antheus 2011 – Tenuta Waldgries, Christian Plattner, Bolzano
Meranese Schickenburg 2011 – Cantina Merano
Lagrein Riserva Taber 2010 – Cantina Bolzano
Lagrein Riserva Abtei 2009 – Cantina Convento Muri-Gries, Bolzano
Lagrein Riserva 2009 – Griesbauerhof, Georg Mumelter, Bolzano
Cabernet Sauvignon Cor Römigberg 2008 – Tenute Alois Lageder, Magré
Cabernet Sauvignon Lafoa 2009 – Cantina Colterenzio, Cornaiano
Moscato Giallo Passito Serenade 2009 – Cantina Caldaro

Brunello di Montalcino

Brunello di Montalcino Bramante 2007 – San Lorenzo
Brunello di Montalcino 2007 – Baricci
Brunello di Montalcino 2007 – Canalicchio di Sopra
Brunello di Montalcino 2007 – Le Chiuse
Brunello di Montalcino 2007 – Poggio di Sotto
Brunello di Montalcino Vigna Poggio Ronconi 2007 – Citille di Sopra
Brunello di Montalcino Vecchie Vigne 2007 – Le Ragnaie
Brunello di Montalcino Altero 2007 – Poggio Antico
Brunello di Montalcino 2007 – Fanti
Brunello di Montalcino 2007 – Val di Suga Tenimenti Angelini
Brunello di Montalcino Riserva 2006 – Biondi Santi
Brunello di Montalcino Riserva 2006 – Capanna
Brunello di Montalcino Ugolaia 2006 – Lisini
Brunello di Montalcino Riserva 2006 – Caprili
Brunello di Montalcino Collezione Arte 2006 – Donna Olga
Brunello di Montalcino Cerretalto 2006 – Casanova di Neri
Brunello di Montalcino Poggio al Vento Riserva 2004 – Tenuta Col d’Orcia

Campania

Ambruco Pallagrello Nero 2010 – Terre del Principe
Cilento Fiano Pietraincatenata 2010 – Maffini
Costa d’Amalfi Furore Bianco Fiorduva 2010 – Cuomo Marisa
Cupo 2010 – Pietracupa
Fiano di Avellino Vigne della Congregazione 2010 – Villa Diamante
Fiano di Avellino 2010 – Picariello Ciro
Greco di Tufo 2011 – Di Prisco
Greco Musc’ 2010 – Contrade di Taurasi
Montevetrano 2010 – Montevetrano
Sabbie di Sopra il Bosco 2010 – Nanni-Copè
Taurasi Piano di Montevergine Riserva 2007 – Feudi di San Gregorio
Taurasi Poliphemo 2008 – Tecce Luigi
Taurasi Radici 2008 – Mastroberardino
Taurasi Renonno 2008 – Molettieri Salvatore
Taurasi Riserva 2006 – Di Meo
Taurasi Vigna Macchia dei Goti 2008 – Caggiano Antonio
Terra di Lavoro 2010 – Galardi

Chianti Classico

San Giusto a Rentennano – Chianti Classico 2010
Tenuta di Lilliano – Chianti Classico 2010
Badia a Coltibuono – Chianti Classico Cultus Boni 2009
Val delle Corti – Chianti Classico 2009
Rocca delle Macìe – Chianti Classico Riserva 2009
Brancaia – Chianti Classico Riserva 2009
Agricoltori del Chianti Geografico – Chianti Classico Riserva 2009
Castello di Monsanto – Chianti Classico Cinquantenario 2008
Castello di Albola – Chianti Classico Riserva 2008
Castello di Volpaia – Chianti Classico Riserva 2008
Fattoria Poggerino – Chianti Classico Bugialla Riserva 2008
Castell’in Villa – Chianti Classico 2008
Lamole di Lamole Chianti – Classico Vigna Di Campolungo 2008

Emilia Romagna

Vigna del Cristo 2011 Cavicchioli
Lambrusco Sorbara del fondatore 2011 Chiarli
Reggiano Lambrusco Concerto 2011 Medici
Sangiovese superiore Ora 2011 San Patrignano
Sangiovese superiore Limbecca 2010 Francesconi Paolo
Marzieno 2008 Fattoria Zerbina
Sangiovese riserva Redinoce 2009 Balia di Zola
Il moro Sangiovese riserva 2009 Villa Trentola
Nicolucci – Sangiovese riserva Vigna del generale 2009 Casetto dei Mandorli
Sangiovese riserva i probi di Papiano 2009 Villa Papiano
Mantignano Vecchie vigne Sangiovese 2008 Il Pratello
Albana di Romagna passito riserva Regina di cuori 2009 Gallegati

IGT prodotti nel territorio:
Carpineta Fontalpino – Do ut des 2010
Montevertine – Le Pergole Torte 2009
Tenuta di Nozzole – Il Pareto 2009
Isole e Olena – Cepparello 2009
Fontodi – Flaccianello 2009
Antinori – Tignanello 2009
Tolaini – Picconero 2009
Marchesi Mazzei – Mix 36 2008
Poggio Bonelli – Poggiassai 2008
Castellare di Castellina – I sodi di S. Niccolò 2008
San Felice – Vigorello 2008

Lombardia

Franciacorta Brut Collezione Esclusiva 2004 Cavalleri
Franciacorta Brut Nature 2008 Barone Pizzini
Franciacorta Cellarius Brut 2008 Berlucchi
Franciacorta Dosaggio Zero Francesco Iacono Riserva 2004 Villa Crespia – Fratelli Muratori
Franciacorta Dosaggio Zero Gualberto 2006 Ricci Curbastro
Franciacorta Extra Brut 2006 Ferghettina
Franciacorta Gran Cuvée Pas Operé 2006 Bellavista
Franciacorta Pas Dosé N.M. Cavalleri
Franciacorta Rosé Extra Brut Cuvée Annamaria Clementi Riserva 2004 Ca’ del Bosco
Franciacorta Satèn Soul 2006 Contadi Castaldi
Lugana Brolettino 2010 Ca’ dei Frati
Lugana Fabio Contato 2010 Provenza
Oltrepò Pavese Pinot Nero Brut 1870 Gran Cuvée Storica 2008 Giorgi
Oltrepò Pavese Pinot Nero Brut Classese 2006 Monsupello
Oltrepò Pavese Pinot Nero Metodo Classico Brut More 2008 Castello di Cigognola
Oltrepò Pavese Pinot Nero Noir 2009 Tenuta Mazzolino
Sforzato di Valtellina Sfursat 5 Stelle 2009 Negri Nino
Sfurzat di Valtellina 2008 Rainoldi
Valtellina Superiore Riserva 2009 Dirupi
Valtellina Superiore Riserva 2009 Mamete Prevostini

Puglia

Es Primitivo di Manduria Doc 2010 – Gianfranco Fino
Selva Rossa Salice Salentino Rosso Doc 2009 – Due Palme
Polvanera 17 Primitivo Gioia del Colle Doc 2009 – Polvanera
Vigna Pedale Castel del Monte Rosso Doc 2009 – Torrevento
Salice Salentino Doc Riserva 2009 – Cantele
Sierma 2009 – Carvinea
Old Vines 2009 – Morella
Torcicoda Primitivo del Salento 2010 – Tormaresca

75 vendemmie 2011 – Vinicola Palamà
Gioia del Colle Primitivo Muro Sant’Angelo Contrada Barbatto 2009 – Nicola Chiaromonte
Salice Salentino Riserva 2009 – Leone de Castris
Nero 2009- Conti Zecca
Visellio 2010 – Tenute Rubino

Sardegna

Alghero Rosso Marchese di Villamarina 2007 – Sella & Mosca
Buio Buio 2010 – Mesa
Cannonau di Sardegna Dule Riserva 2009 – Gabbas
Cannonau di Sardegna Josto Miglior Riserva 2009 – Antichi Poderi di Jerzu
Capichera 2011 – Capichera
Carignano del Sulcis Is Arenas Riserva 2008 – Sardus Pater
Carignano del Sulcis Superiore Terre Brune 2009 – Cantina Santadi
Carignano del Sulcis Tupei 2010 – Cantina Calasetta
Carignano del Sulcis 2009 – 6Mura
Hortos 2008 Cantina – Dorgali
Surrau 2009 – Vigne Surrau
Turriga 2008 – Argiolas
Vernaccia di Oristano Riserva 1988 – Contini

Sicilia

Doc Etna bianco 2011 – Cottanera
Doc Etna Bianco A’Puddara 2010 – Tenuta di Fessina
Doc Etna bianco Quota 600 2010 – Graci
Doc Etna Rosso Santo Spirito 2010 – Tenuta delle Terre Nere
Etna rosso Archineri 2010 – Pietradolce
Doc Etna Feudo 2010 – Girolamo Russo
Doc Etna Rosso Cirneco 2009 – Terrazze dell’Etna
Contrada Porcaria 2010 – Passopisciaro
Saia 2010 – Feudo Maccari
Duca di Castelmonte Tripudium Rosso 2009 – Pellegrino
Noà 2010 – Cusumano
Cygnus 2010 – Tasca d’Almerita
Ben Ryè 2010 – Donnafugata
Ribeca 2010 – Firriato
Docg Cerasuolo di Vittoria Giambattista Valli ‘09 – Feudi del Pisciotto
NeroMaccarj 2008 – Gulfi
Chardonnay 2010 – Planeta
Chardonnay Grand Cru 2010 – Tenuta Rapitalà

Trentino

Riserva 2006 Balter, Graal Alte Masi Riserva 2005 Cavit
Aquila Reale Riserva 2005 Cesarini Sforza
Methius Riserva 2006 Dorigati
Metius, Perlé Nero 2006 Ferrari
Trento Mach Riserva Fondatore 2007 Istituto Agrario di San Michele
Riserva 2007 Letrari
San Leonardo 2007 Tenuta San Leonardo
Fratagranda 2009 Pravis
Ternet Schwarzhof 2010 Zeni.

*BONUS: I 3 Bicchieri 2013 delle Marche per la guida del Gambero Rosso

Verdicchio dei Castelli di Jesi Brut Ubaldo Rosi Riserva 2006 Colonnara
Verdicchio dei Castelli di Jesi Classico Crisio Riserva 2010 Casal Farneto
Verdicchio dei Castelli di Jesi Classico Il Cantico della Figura Riserva 2009 Felici Andrea
Verdicchio dei Castelli di Jesi Classico San Sisto Riserva 2009 Fazi Battaglia
Verdicchio dei Castelli di Jesi Classico Stefano Antonucci Riserva 2010 Santa Barbara
Verdicchio dei Castelli di Jesi Classico Superiore Capovolto 2010 La Marca di San Michele
Verdicchio dei Castelli di Jesi Classico Superiore Pallio di San Floriano 2011 Monteschiavo
Verdicchio dei Castelli di Jesi Classico Superiore Podium 2010 Garofoli
Verdicchio dei Castelli di Jesi Classico Superiore San Michele 2010  Vallerosa Bonci
Verdicchio dei Castelli di Jesi Classico Superiore Vecchie Vigne 2010 Umani Ronchi
Verdicchio dei Castelli di Jesi Classico Vigna Novali Riserva 2009 Terre Cortesi Moncaro
Verdicchio dei Castelli di Jesi Classico Villa Bucci Riserva 2009 Bucci
Verdicchio di Matelica Mirum Riserva 2010 La Monacesca
Barricadiero 2010 Aurora
Kurni 2010 Oasi degli Angeli
Rosso Piceno Superiore Roggio del Filare 2009 Velenosi
Il Pollenza 2009 Il Pollenza

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Spumante é a palavra em italiano para “espumante

Por volta de 1960, industriais da Lombardia grandes amantes de Champagne decidiram produzir seu espumante. Naquela época a região era mais conhecida pela atividade industrial do que por seus vinhos. O investimento num vinhedo foi na região de Franciacorta, aonde construíram cantinas modernas, financiaram enólogos e também a formação para novos técnicos. Assim nasceu o Franciacorta.

Sua segunda fermentação se efetua obrigatoriamente na garrafa segundo o método tradicional e não em cuba como os espumantes mais simples. O teor de álcool é de no mínimo 11,5%. A versão Blanc de Blancs ou Salèn (Crémant), obtém-se unicamente com uvas brancas e o rosé com no mínimo 15% de Pinot Noir. O Franciacorta safrado tem 85% de vinho do ano considerado.

Hoje, os 1700 há de vinhedos dão 10 milhoes de garrafas por ano. Mais exigente que a do Champagne, a denominação limita o rendimento a 9.000 kg/há e exige amadurecimento sobre borras de no mínimo 18 meses. Não confunda com a DOC Terre di Franciacorta, que elabora vinhos tranquilos.

Avaliação Pessoal: ST (91) Tenuta Villa Crespia Franciacorta DOCG Dosagio Zero (Nature – até 3grs de açúcar por litro) – Não consegui achar o importador no Brasil e nem o seu preço. Mas se achar compre, vai se surpreender.

Visual amarelo palha, com discreto verdeal, brilhante, bolhas muito pequenas e numerosas; perlage intenso e persistente. No nariz apresenta intenso aroma de levedura, frutas brancas maduras, baunilha, toques tostados. Paladar com bom corpo, ótima acidez, bem equilibrada com o teor alcoólico. Retrogosto de levedura e torrefação. Final longo e agradável.  

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Considerada a segunda uva mais plantada da Itália, é no Piemonte, mais precisamente nas áreas viníferas de Asti e Alba que a Barbera se destaca.

Existem dois estilos de Babera disponíveis no mercado. O primeiro, tradicional, é envelhecido em pipas (grandes toneis de carvalho, que interfere com pouco, conferindo quase nenhum sabor de madeira ao vinho). E o segundo, é mais influenciado pelo carvalho, envelhecido em barricas (barris de carvalhos franceses de 225 litros), normalmente são mais caros.

Embora os dois estilos sejam bons, com exceções é claro, prefiro os de estilo tradicional. Estou ficando cansado dos vinhos vendidos atualmente, embora reconhecer que alguns Barbera envelhecidos em barrica, como o em questão, que passa 24 meses em barricas de carvalho, esteja agradável na taça. Por outro lado a Barbera, uma variedade de uva tinta com uma característica incomum, por praticamente não conter tanino, é favorecida e complementada com os taninos conferidos pelo estagio em pequenas barricas.

A harmonização indicada são pratos de massas, pizzas e qualquer outro alimento tendo como ingrediente molho de tomate.

Avaliação Pessoal: ST (86) Vigne Dei Mastri Galileo Barbera D’Asti DOC 2007 – Itália – Piemonte – Barbera D’Asti – 24 meses em barricas de carvalho francês - 14,5% – Clube de Vinhos Winelands

  • Cor rubi, de boa intensidade e halo aquoso. Aroma intenso de frutas vermelhas (framboesa), toques minerais, florais e de baunilha. Corpo médio, acidez destacada e tanicidade média. Persistência aromática relativamente boa, com certa sobra de madeira, não desabonando o conjunto final.

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A grande vantagem de participar de jantares harmonizados promovidos por lojas, importadoras, vinícolas é a oportunidade que temos de conhecer em um só momento vários vinhos e estilos. Nessas aventuras podemos escolher o que mais nos agrada e o que cabe no nosso bolso.

Na noite de ontem tive mais uma dessas experiências com a prova de 5 vinhos da vinícola italiana Lionello Marchesi, em evento promovido pela importadora Da Confraria na loja de vinhos Ville du Vin aqui na capital capixaba. Por lá um vinho, o Rosso di Montalcino Coldi Sole 2008 surpreendeu chamando a atenção de todos pela grande complexidade e finesse, passando por cima de todos, inclusive do Brunello.

Rosso di Montalcino (“Tinto de Montalcino”) é um tipo de vinho italiano tinto produzido na cidade de Montalcino, uma fortaleza murada ao sul da área de Chianti. O solo da região é moderadamente arenoso, rico em calcário, envolto por solos vulcânicos. O clima é tipicamente mediterrâneo, com média anual de 700 mm de chuva.

Feito a partir da mesma uva (sangiovese), cultivada na mesma área de produção, o Rosso di Montalcino, a versão “baby” do Brunello di Montalcino, é um vinho mais barato e pronto para beber, com apenas um ano de amadurecimento em barricas. Diferente do seu primogênito, o Brunello, um vinho mais concentrado e tânico, que exige envelhecimento quando feito de modo tradicional e que beneficia-se com várias horas de aeração antes de ser servido. Ai mostra o porque do destaque do Rosso no evento.

Avaliação Pessoal: ST (93+) – Rosso di Montalcino Coldi Sole 2008 – Itália – Toscana – 100% Sangiovese Grosso – 14% – R$ 125,00 – Onde encontrar, aqui.

  • Apesar de novo, apresenta um visual acastanhado com transparência, brilhante e lágrimas espessas e lentas. O nariz encanta pela intensidade aromática, figo, algum cítrico, especiarias doces, muita torrefação, um toque mineral terroso e de madeira (baunilha). O paladar apresenta corpo médio com boa acidez e taninos redondos, reunidos em ótimo equilíbrio. O retrogosto é de frutas e especiarias com boa persistência, levando a um final bastante agradável.
  • Harmonização: massas com molhos à base de carne, salames e demais defumados, além de queijos meia cura e curados.

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